Syn A Milanesa Ou Matt Ao Molho Shoyu?
6 Funny Strip
Notas iniciais
Brian vai para o quarto dele e eu o sigo, eu entro e ele fecha a porta, ele não estava com cara de que queria putaria não, ele estava até sério demais.
– Sobre o que aconteceu com a gente... – ele começa.
– Foi ótimo e você acabou com a minha energia. – eu sorrio.
– Isso é bem verdade. – ele ri.
– Mas não precisamos dessa conversa, eu sei que fui só mais um dos seus casos de uma só noite, não preciso que você me explique isso. – digo antes dele, prefiro eu mesma me desiludir do que dar esse trabalho para os outros.
– Você realmente me entende. – ele fala bancando a mulherzinha e me abraça.
– Pera lá que de mulher aqui já basta eu. – eu digo e escapo do abraço de urso do Gates.
– Mulher não. – ele diz. – Mulherão. – ele fica rindo e me da um croque na cabeça, adorei o fato dele estar me tratando como um dos caras da banda, é um nível novo de satisfação.
– Dá licença?! – reclamo e escapo do Gates.
– Qual é? Tenho que aproveitar que seu defensor não está aqui.
– Não tenho um defensor. – falo me recusando a pensar em Matt como um defensor, como um irmão mais velho, eu nunca transaria com meu irmão.
– Tem sim, ele voou em cima do Zacky quando ele tava te dando caldos, e depois fez o mesmo com o anão, a maior covardia. Um mostro contra um gnomo.
– Eu queria ver você e ele naquilo, acho que ia ser uma disputa e tanto.
– Que disputa que nada! Eu ganho do Sanders rapidinho. – Syn fica se gabando.
– Você perdeu para um anão e um saco de ossos.
– Maior covardia dois contra um!
– Você e o Matt não estavam atacando o Zacky antes do Johnny atrapalhar? O que é covardia mesmo?
– Vem cá sua implicante. – ele me agarra e fica me fazendo cócegas, eu grito de rir.
– Para Gates! – eu digo entre as lágrimas que escapavam, mais gargalhadas.
Eu escapo dele, mas ele pega minhas pernas me fazendo cair no chão, ele se joga em cima de mim e me faz mais e mais cócegas, eu já estava ficando sem ar. Fico batendo nele com as mãos, para tentar escapar, mas ele se esquiva de cada golpe meu. Eu paro de debater e concentro-me em respirar direito, rir é maravilhoso, mas cansa que é uma beleza, meu estômago já estava doendo. Ele para de me fazer cócegas, mas ainda não sai de cima de mim, quando recupero minha respiração ele fica me olhando nos olhos e depois nos lábios. Ele se aproxima de mim para me beijar, eu ponho a mão na boca dele.
– Sou mais um de seus casos de uma só noite. Você não vai querer quebrar sua regra. – eu nos inverto e fico em cima dele, depois levanto e saio do quarto.
Não vou me permitir mais um pouquinho de ilusão Gates, minha noite já foi ótima o suficiente, não quero que nada dê errado.
– Mas já acabaram? – pergunta Arin. – Brochou foi Gates? – Arin grita.
– Brochar? Com essa guria? – pergunta Shads.
– É impossível. – fala Zacky.
– Ou deve ser. – Johnny corrige.
– O quê? Não. Nós não estávamos fazendo nada disso que vocês estão pensando, o fodão Gates tava me fazendo cosquinhas, aquele pedaço de merda. – brinco.
– Então você é um rola-bosta. – fala Syn descendo as escadas.
– Han? – pergunto.
– Aquele bichinho que vive na merda? – Brian insiste. Ninguém ri do coitado. – Deixa para lá.
Agora sim todos riem, também, é impossível não rir com ele.
– Alguém tá sentindo um cheiro de queimado? – pergunta Arin.
– É Nicky pensando. – Brian diz.
– Provavelmente. – digo, até que me lembro. – Ai meu Deus! A lasanha!
Eu corro para a cozinha, pego um pano e tiro a lasanha do forno, o maior desastre, toda queimada.
– Eu não estava afim de lasanha mesmo. – digo. – Qual o número do chinês mais próximo? – pergunto pegando o telefone e fazendo todos rirem.
Syn toma o telefone das minhas mãos e ele mesmo liga e pede. Ficamos jogados no sofá – Matt ficava alisando meus cabelos (que fofo!) – Gates ficava me dando tapas no ombro, ele dava uma tapa e depois virava a cara, para tentar disfarçar sua cara de culpado. Zacky ficava mexendo nos meus dedos – do pé (eca) – e conversando com eles, tava parecendo um doido. Johnny e Arin estavam disputando forças no chão, eu ria tanto com isso quanto com o Zacky mexendo em meus dedos. A comida chegou e Zacky deu um pulo do chão e correu para abrir a porta.
– Eita que o gordo tá mesmo com fome! – fala Arin.
– Eu quero é novidade. – comenta Syn.
Zacky coloca a comida na mesa e todos correm para comer, bando de esfomeados.
– Acho bom vocês deixarem para mim, pois garanto que vocês não vão gostar de ver a Nicole aqui braba não.
– Adoro uma mulher braba. – fala Johnny e me acoxa a si, repito: que pegada a do anão!
– Isso mesmo! Vão lá para cima se comerem e deixem o almoço para nós. – incentiva Arin.
Johnny me olhou ao mesmo tempo que olhei para ele.
– Depois. – concordamos e nos juntamos a mesa.
Eu quase precisei de um escudo e uma espada para conseguir comer, eles atacaram literalmente a comida, Syn tentou roubar um cogumelo no prato do Matt, mas Matt deu um tabefe em Brian ai ele desistiu. Eu fui e roubei o mesmo cogumelo do Matt.
– Esse cogumelo ai é meu. – fala Shads eu já sabia que ele não ia tomar de mim então botei na boca.
– Quer? – pergunto. – Vem pegar.
Não pensei que ele fosse levar a sério, mas ele me beija deliciosamente, ainda melhor que da última vez. Depois ele se afasta e sorri – com meu cogumelo na boca – e volta a comer como se nada tivesse acontecido. Acabamos de comer e Arin diz (brincando):
– Mulher em casa, pode ir para a cozinha.
– Comequié? – pergunto. – Vã você limpar os pratos.
– Visita não lava pratos. – Arin se defende.
– Se a visita for você, lava sim. – fala o defensor Shadows. – Pode ir lavar. Você tem vinte minutos.
Arin ainda ri antes de perceber que Matt tava mesmo falando sério, ele se levanta sem nem dar um piu e vai lavar a louça. Eu sorrio para o Matt agradecendo-o silenciosamente. Saio da cozinha, Zacky segura a minha mão e sussurra “vem” no meu ouvido, ele me guia até seu quarto e tranca a porta. Ele me faz sentar na poltrona e começa a fazer uma strip para mim, mas ele é super desengonçado eu fico sorrindo.
– Por que você está rindo? – pergunta Zacky. – Era para ser sexy não divertido. – Zacky reclama e se senta do meu lado.
– Por que você parou? – reclamo. – Eu ri sim, mas estava sexy também, a sua maneira.
– Que seja, sempre fui um péssimo dançarino mesmo. – ele reclama e me beija fervorosamente.
Eu realmente prefiro ele me tocando que dançando para mim. Ele me beija maravilhosamente, que beijo bom o do gordo, aquele na cozinha mal deu para perceber seu potencial. Eu me levanto da poltrona para poder ficar colada a ele, deitamos na cama, ele tira meu short e beija minhas coxas, ainda dá um beijo na minha intimidade antes de subir novamente para meus lábios. Ele agarra meus peitos e os aperta.
– Não é melhor tirar não? – pergunto.
– Boa ideia. – ele diz rindo e arranca minha camisa e sutiã rapidamente.
Ele dedica sua atenção aos meus peitos, beijando-os, alisando-os e contornando-os com sua língua e mãos. Seus lábios escorregam e encontram minha barriga, depois mais em baixo, lambendo e mordiscando, me deixando doida. Ele mesmo nos inverte e me faz ficar em cima dele, eu tomo as rédeas dessa vez, ele já estava sem camisa então tiro sua calça e cueca, minha vez de dar atenção a certas partes dele. Vengeance Junior já estava bem acordadinho, ele me deu uma camisinha e eu coloquei. Subi meus lábios para sua barriga e não consegui me conter, mordi aquela barriguinha deliciosa, ele ainda soltou um “ai” baixinho.
– Foi mal. – disse.
Eu beijei o lugar e deitei-me em cima dele, dele e de seu enorme Vengeance Junior. Ele me botou de ladinho e começou a beijar minhas curvas, tirou meu cabelo do pescoço e ficou beijando ali, vezes beijando e vezes apenas roçando o lábio mesmo. Uma mão ele botou por baixo de mim e ficou alisando meus peitos a outra ele se apoiava para continuar beijando meu pescoço. Ele me penetrou devagar, mas devagar mesmo só por meio minuto, depois ele já estava na velocidade turbo. Esses meninos tem que aprender a controlar a ansiedade. Zacky gemia no meu ouvido, o que me deixava arrepiada.
Ele nos levantou e se dirigiu para a poltrona, ele sentou e eu fiquei por cima dele. Uma posição mais básica, mas que me dá imenso prazer, gosto de estar no comando. Fiquei ali pulando em seu membro Zacky soltava inúmeros gemidos, ele nem se preocupava que ouvissem. Acho que minha velocidade não foi suficiente para ele porque ele se levantou da poltrona nos jogou no chão e ele mesmo fez o movimento. Eu estava desconfortável porque fiquei em cima de um tênis.
– Zacky, eu... Aaaaah.
Nem tive tempo de reclamar do tênis que me incomodava. Ele ainda não soltou seu “aaaaah” então fico rebolando em Vengeance Junior. Não demora e ele solta.
– Vengeance caralho que hora para fazer sexo, temos aquela entrevista para dar! – Arin grita e bate na porta.
– Merda esqueci da entrevista. – ele se levanta. – Desculpa mesmo não poder te dar mais atenção, você é ótima na cama, mas eu realmente tenho que ir.
Ele se veste todo atrapalhado, fica procurando alguma coisa, eu tiro o tênis das minhas costas e mostro.
– Ele tava ai! Valeuzão Nicky.
Eu fico deitada no chão ainda, apoiada em meus braços.
– Blusa, meia, tênis, seios. – ele fala olhando para meus peitos. Eu me olha também. – Você tem um ótimo par deles! Esteticamente perfeitos! – ele pega meus peitos como se fossem uma obra prima e os beija. – A como eu queria cancelar essa entrevista!
– Vai logo Vengeance.
– O problema é que quando eu voltar você não vai mais estar aqui. – fala ele. – Já está pensando em parar em só um?
– Eu... Não... – eu não sabia o que dizer.
– Bora Zacky! Vai atrasar todo mundo. – fala Arin.
Zacky – relutante – sai do quarto, eu me enrolo no cobertor e desço.
– Todos vão é? – pergunto.
– Sim. – responde Gates.
– Menos você. – completa Arin. Matt o encara. – Que foi? Quer mesmo aparecer na rua acompanhado antes mesmo da separação?
– Ela estaria com todos nós. – Matt defende.
– Deixa Matt, o Arin está certo, eles iam fazer perguntas, podem ir, eu me viro por aqui. – digo.
Todos saem. Ok, estou sozinha em casa. Mas pera lá, estou sozinha na casa do Avenged. Fala sério que sonho! Fuço cada parte da casa, menos o guarda roupa dos meninos, esse eu fuço com eles vendo mesmo. Depois de rodar a casa inteira – e não encontrar nada, mas também o que eu esperava encontrar? – eu me canso e me jogo na cama do Matt, resolvo ligar para a Joy.
– Cachorra? – pergunto.
– Oi vadia. – fala ela.
– E ai? Como é que você está? –pergunto.
– Deitada na cama de ressaca, quer um pouco?
– Da sua ressaca? Não, eu passo.
– Cadê seus lanchinhos?
– Fazendo uma entrevista. Menina me diz, como diabos você prova do Gates e não quer voltar aqui?
– Eu já disse. Não vou fazer como você e ficar me iludindo.
– Ai que seja. Como está meu sobrinho lindo? Você tem visto ele?
– Até que sim, ele não para de se gabar para todo mundo que conheceu o Matt Shadows. Até para quem não conhece o Avenged ele se amostra, mostra as fotos e tudo.
– Isso é bem a cara do Mathias mesmo. – eu sorrio. – E você? Pelo visto caiu na farra ontem de novo.
– Claro meu amor.Férias é para isso mesmo. Aproveitar. Não tenho a vida ganha feito você não, nem tenho mais pais e mesmo se tivesse eles não seriam ricos.
– Tem certeza de que não quer aparecer por aqui Joy? – pergunto.
– Absoluta.
– Joy? – pergunta Gates entrando no quarto do Shadows. – Por que esse nome não me é estranho?
– Depois te ligo eles voltaram. – desligo a ligação. – Por que vocês transaram outra noite?
– Ah é mesmo, a loirinha que errou meu nome. – fala Brian.
Gates lembrando tantos detalhes? Vai chover o resto do dia. Ele sai do quarto pensativo. Eu reviro os olhos, desliguei a ligação por nada. Matt entra no quarto, tira sua camisa e pega uma toalha.
– Voltaram cedo. – afirmo.
– Foi, a entrevista não era tão longe. Você viu a minha blusa preta?
– Qual delas? – pergunto rindo.
– Aquela que eu estava usando quando... Deixa, eu visto outra.
Fale com o autor