Syn A Milanesa Ou Matt Ao Molho Shoyu?
23 Everything Is Perfect
Notas iniciais
Já passaram três meses desde o meu acidente, Brian pai fica me cercando, querendo me ganhar, estou começando a pensar em deixar ele se aproximar. Eu e Francine não nos desgrudamos, Joy até fica com ciúmes de vez em quando, mas ela também vive grudada com Gena então ela não reclama, Lacey está nas Bahamas com Johnny curtindo sua lua de mel. Arin e Francine estão namorando a um mês já, ele com 24 anos e ela com 32, ainda acho estranho essa diferença de idade deles dois, mas como eles se gostam eu relevo. Quando nossa mãe morreu minha irmã tinha 11 anos, mas se lembra perfeitamente dela, me contou tudo sobre nossa mãe, como ela era gentil, amigável, cuidadosa, e acima de tudo, como ela amava a filha mais velha e mesmo sem ver já amava o bebê na barriga. Fico triste por não tê-la conhecido, mas tive outra família, com uma mãe diferente mas que também me ama, e um pai que sempre esteve lá para mim, diferente do Brian, mas já decidi dar outra chance a ele, vamos nos aproximar aos poucos. Levanto-me da cama na correria e corro para o banheiro, Matt acorda assustado e me segue, ele segura meus cabelos enquanto eu vomito, eca.
– Que foi isso amor? – ele pergunta.
– Foi aquele frango de merda que comemos ontem. – reclamo e vomito mais.
– Será que foi o frango mesmo? – ele pergunta.
– Claro Matt, o que mais poderia ter sido? – pergunto limpando a boca com as costas da mão.
Faço minha higiene e vou para a sala, me juntar aos outros.
– Bom dia maninha. – diz Syn.
– Bom dia. – respondo.
– To com saudades do anão. – fala Zacky.
– Falei com ele ontem, ele disse que hoje volta e vai jantar aqui, antes de se mudar para a casa dele e de Lacey. – digo.
– O anão vai nos abandonar mesmo. – reclama Arin.
– To com saudades da Lacey. – diz Gena.
– Também estou, preciso rever aquela maluquinha. – eu digo.
– Vamos comer? – pergunta Fran.
– Fizemos panquecas. – diz Joy.
– Vamos.
Comemos e deixamos a cozinha para os meninos arrumarem, eles tem que fazer alguma coisa nessa casa, além de coçar o saco e ver TV. Ficamos vadiando o dia todo naquele sofá, esperando o anão e Lacey voltarem. A campanhia toca e eu corro para atender esperando ver logo os recém-casados, decepção, não eram eles.
– Posso entrar? –pergunta Brian pai com um pacote nas mãos.
– Pode. – digo e ele entra.
– Ae galera, trouxe um bolinho para nós. – ele anuncia.
– Opa. – fala o gordo.
– E para você... – ele me entrega um envelope.
– O que é isso? – pergunto.
– Você disse que não se importa com sobrenomes então tomei a liberdade de te dar o meu. – ele disse, eu abri o pacote. – Agora você é Nicole Haner Van der Ville, pois imaginei que você gostaria de manter o sobrenome da família que te criou.
– Não fazia questão, pois realmente não me importo com sobrenomes. – exceto um, Sanders, ai como eu quero esse sobrenome.
– Estou perdoado? – Brian pai me pergunta.
– Digamos que resolvi te dar uma chance. – digo.
– Então me chame de pai, e não de Brian pai. – ele pede.
– Isso já é mais difícil. – digo.
– Posso te abraçar, filha?
– Pode... pai. – digo só para deixá-lo feliz, seus olhos brilham e ele me espreme em um abraço.
– Você não sabe como fico contente em ouvi-la dizer isso, chamar-me de pai.
– Não se acostume. – digo.
– Tarde demais. – ele me abraça ainda mais forte, eu retribuo o abraço e seguro as lágrimas que ameaçavam cair.
– Que lindo, meu pai e minha maninha se entendendo. –fala Syn e nos abraça.
– Família feliz. – comenta Matt.
Seria ainda mais feliz se eu pudesse te chamar de marido, penso. Devoramos o bolo que Brian pai trouxe, depois ficamos no sofá, eu dando uns amassos em Matt, nos levantamos e subimos, ainda ouço meu pai dizer:
– Usem camisinhas crianças! Não quero ser avô ainda.
Sorrimos e nos trancamos no quarto, Matt prende minhas mãos em cima da minha cabeça e beija meu pescoço, sua mão livre alisa minha barriga. Me solto e tiro a camisa dele, ele nos deita na cama e fica me beijando e mordiscando, enquanto eu bagunço os cabelos dele. Ele tira minha camisa e meu sutiã, beijando entre os meus peitos e alisando um deles. Seus beijos sobem para o meu pescoço e sinto sua mão na minha intimidade, ele brinca lá em baixo com os dedos antes de tirar meu short e calcinha e perder sua língua em mim.
– Aaaah. – digo.
Ele sorri satisfeito e volta a me beijar, abro seu zíper, Matt se levanta para tirar a calça e a cueca, mas logo depois se deita novamente sobre mim. Ele fica roçando seu membro na minha intimidade, me provocando, eu faço-o sentar-se e começo a chupar seu membro, Matt morde os lábios de prazer. Me sento em cima dele e começo a dar reboladas, ele me abraçava forte, eu gemia e arranhava suas costas, ele gemia e beijava meu pescoço. Ele me faz deitar e fica por cima de mim, dando-me estocadas, gememos juntos. Fico ajoelhada de costas para ele, ele me penetra por trás e dá tapinhas em minha bunda. Depois Matt se abaixa ainda dentro de mim, se apoia em uma mão e a outra ele fica alisando minha intimidade. Sinto o peso do corpo dele em cima de mim, mas não me incomodo. Mais umas estocadas e sinto um jato dentro de mim, ele continua o movimento até eu chegar ao meu ápice.
– Aaaah. – gemo, ele sai de dentro de mim e se deita do meu lado.
Deito-me também, mas com a cabeça apoiada no peitoral dele.
– Eu não quero que isso acabe nunca. – ele diz. – Te quero todas as noites, todos os dias, todas as horas ao meu lado, não sei que droga você me injetou, mas estou viciado em você.
– Não te injetei nada, e se injetei não fui a única. – digo.
– Um injetou no outro uma droga chamada amor, que vicia mais que qualquer outra toxina.
– Preciso dizer o quanto te amo Sanders?
– Não, mas eu gosto de ouvir.
– Eu te amo Sanders, te amo como nunca amei ninguém e nunca vou amar.
– Pera. – ele se levanta e começa a cavoucar sua gaveta.
– O que foi? – pergunto.
– Toma. – ele me dá um presente, era um porta retratos pelo que pude perceber. – Abre.
– Ok.
Era um porta retratos com uma foto nossa, tinha um laço envolvendo o porta retratos com uma...
– Quer casar comigo Nicole Haner Van der Ville? Quer ser a senhora Sanders?
Ele tira a aliança do laço e me olha.
– Posso? – acento com a cabeça e ele me coloca a aliança. – Então? Vai ser a senhora Sanders ou não? – ele pergunta rindo.
– Claro que vou! – digo e o beijo com bastante paixão. – Mil vezes sim! É claro! – beijo o rosto dele todinho.
– Que maravilha. – ele segura minha cabeça e me olha nos olhos. – Te amo mais que tudo.
– Te amo mais do que você possa imaginar. – respondo, ele beija meu dedo de aliança.
– Mal posso esperar para te chamar de Nicole Sanders.
Abraço ele o mais forte que posso e dou um beijão nele. Ficamos na cama por tanto tempo que nem sei, só abraçados, ele ficava brincando com a aliança em meu dedo. Eu ainda tentava acreditar naquilo. Eu? Noiva do Matt? Isso é melhor que um sonho. Tomamos banho juntos e descemos, Lacey e Johnny tinham acabado de chegar. Abraço os dois, primeiro o Jojo e depois a Lacey, que depois se afasta de mim e dá um grito.
– Sua cachorra como você não me conta uma coisa dessas?
– Han? – pergunto. Ela levanta minha mão (com aliança)e diz:
– Vocês vão se casar? – ela grita.
– O quê? – pergunta Joy e observa meu mais novo anel. – Quando foi isso?
– Quando subi mais cedo com ele. –digo sorrindo feito uma criança abestalhada.
– Minha irmã além de Haner também será Sanders é? Tas podendo hein? – brinca Fran.
Abrimos um champanhe para comemorar a volta dos recém-casados e para comemorar meu noivado com Matt, aquele estava sendo o melhor dia da minha vida.
Um mês depois eu acordo e novamente corro para o banheiro, dessa vez o Matt não estava comigo, pois teve um show longe da nossa casa, meus peitos estavam inchados, minha menstruação atrasada, vivia comendo e meu humor vivia mudando, não podia mais negar, eu acho que estou grávida. Pego o exame de farmácia que comprei semanas atrás, mas ainda não tive coragem de usar, vamos tirar a dúvida. Deu positivo, mas não confio plenamente nesses exames não então resolvo ir ao médico. Tomo meu banho, faço minha higiene e me troco.
– Acabei de falar com o Syn, eles vêm almoçar. – diz Joy.
– Johnny também né? – Lacey pergunta.
– Humrum, ele também. – Joy confirma.
– Vou preparar uma macarronada de forno para eles. – diz Gena. – Me ajuda Fran?
– Claro que sim. – fala Fran.
– Vou dar uma saidinha viu gente? Jajá eu volto. –digo.
– Vai pra onde? – pergunta Lacey.
– Ali, mas é rápido, prometo voltar antes dos meninos. – digo.
– Cuidado vadia. – diz Joy.
– Não quero ter que te buscar no hospital outra vez. – fala Fran.
– Isso não vai acontecer. – apesar de eu estar indo para lá.
Pego o carro e vou calmamente ao hospital. Volto de lá já com a novidade, espero que o Matt não surte quando descobrir, sei que o bebê é dele, ele foi o único que transei sem camisinha, deve ter sido naquele dia, no outro eu estava tão conturbada que me esqueci de tomar a pílula. Chego na mansão, vejo mais carros lá, eles já chegaram.
– Opa. – diz Matt me abraçando. – Presente?
– Humrum. E é para você. – digo e entrego a ele o pacote.
– Vamos ver. – ele começa a abrir e eu prendo a respiração. –O que é isso? – pergunta ele olhando o conteúdo do presente.
– O que você acha que é? – pergunto.
– Sapatinhos, mas por que... – ele se liga. – Também está planejando um filho? Estou maluco para ter um contigo.
– Digamos que não estou planejando nada. – digo.
– Então isso é... – Matt para de falar. – Ai meu Deus. – Matt grita e os outros começam a se aproximar de nós. – Isso quer dizer que eu... Que nós... Que você... Está grávida?
– Estou. – digo.
– Caralho. – ele diz sério. – Caralho. – ele se anima. – Puta que pariu eu vou ser pai! – ele grita e me abraça me girando no ar, depois para e beija minha barriga. – Desculpa filho.
– É o que? – pergunta Syn. – Eu vou ser tio?
– E eu tia? – Fran pergunta.
Meus olhos brilhavam mais que tudo, estava super feliz por estar carregando o primeiro bebezinho Shadows.
– Dá cá um abraço no tio! – diz Syn e abraça minha barriga.
– Ó mané, vê se não esmaga meu filho. – diz Shads.
– Puta merda, mal ganhei uma irmã e já vou ganhar um sobrinho? Que lindo! – diz Fran e me abraça. – Estou muito feliz por vocês.
– Pera! – diz Lacey. – Vocês tem que casar logo então! Antes que a barriga comece a aparecer.
– Joy, quer ser a madrinha do baby Shadows? – pergunto.
– Claro que quero! Ain que lindo amiga! – responde Joy.
Todos me abraçam e paparicam minha barriga.
– A quanto tempo você sabe disso? – pergunta Arin.
– Eu não sabia, só desconfiava, tirei a dúvida hoje. – respondo.
– Agora responda-me uma coisa. – ele diz. – Quem será o padrinho dessa pequena coisinha dentro de você?
– Não sei, se um tal de Arin Ilejay tiver disponível... – digo.
– Digo logo que vou estragar essa criança. – fala Arin e alisa minha barriga.
– Somos dois. – diz Joy. – Pense num bebê que vai ser paparicado.
– Vou ensinar ele a tocar guitarra. – diz Zacky.
– Que nada, o tiozão é que vai. – fala Syn.
– Os dois podem ensinar ele, ou ela. – digo.
– Você ainda não sabe? – pergunta-me meu noivo.
– Não. Ele estava de costas não deu para ver o sexo. – digo.
– Vou ensinar ele a ser que nem eu. – diz Johnny, nós o olhamos. – A manjar das putaria.
Todos rimos.
– Sou o cara mais feliz desse mundo. – diz Matt, beija minha barriga e depois me abraça bem forte.
– E eu a mulher mais feliz. – digo.
– Vou amar esse bebê tanto quanto amo a mãe dele.
– Eita bebezinho sortudo viu?
Matt me abraça ternamente, e assim ficamos por bastante tempo.
Matt e eu nos casamos no outro dia, uma cerimônia caseira mesmo, com meus dois pais e minha mãe, minhas irmãs, meu sobrinho, todos estavam felizes com as notícias, inclusive minha madrasta Suzy, que ao contrário do que todos pensavam ela não ficou braba com a traição e se apegou a mim como se eu fosse filha dela. Eu já tinha feito as pazes com Louise, ela ficava enciumada ao me ver com Suzy, já meu pai Walter se deu maravilhosamente bem com meu pai Brian. Meses depois nosso filho nasceu, um lindo menino chamado Nicholas, ele foi super paparicado por todos, mas principalmente pelo seu tio bobão e seu pai abestalhado, Nicholas era de uma simpatia absurda, não reclamava do colo de ninguém, era bem sociável e amava rir, a risada dele contagiava a todos. Joy e Syn estavam morando juntos, Johnny e Lacey tinham adotado um cachorro, Gena e Zacky também se casaram, e Arin e Fran estavam noivos. Matt e eu compramos um apartamento só nosso, Nicholas já tinha três anos quando descobri que estava grávida outra vez, de uma menina, que viria a ser tão paparicada quanto o irmão. Meu amor por Matt só aumentava a cada dia, e o dele por mim também, nunca pensei que seria tão feliz assim, mas sou, e tenho uma família complicada de entender, mas adorável. Amo minha vida.
– Quando ficarmos velhinhos ainda vou te amar mais que já amo. – diz Matt.
– E isso será possível? – pergunto.
– Sim. – diz Matt e me beija.
Notas finais
Ah, e a pedido de algumas leitoras, já comecei outra fic, um pouco diferente mas espero que gostem, se chama "Fate foREVer", espero que curtam a nova tanto quanto curtiram essa.
https://fanfiction.com.br/historia/258487/Fate_Forever/
Obrigada outra vez, se puderem (e quiserem) leiam a nova por favor, e beijinhos
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