Sympathy for the Devil
39 As Coelhinhas vão a luta!
Notas iniciais
Agora, eu preciso surtar.
COMO ASSIM DOZE COMENTÁRIOS EM MENOS DE 12 HORAS E UM MONTE DE LEITORES COLAPSADOS ATRÁS DE UMA SEGUNDA TEMPORADA!!!!!!!! MEUDELSMEUDELSMEUDELS! EU QUA-SE EN-FAR-TEI! Sério! Eu pirei bonito!
Gente, vocês me amam, sério? KKkkkk Acreditem, é reciproco!
Tanto que já vou postar o próximo capitulo hoje! É!
AH! E bem vinda Annie! É Annie2 gente! As Annies me perseguem, fato kkkkk! Sinta-se bem-vinda grril! (Amei o grril rsrsrs)
É!
Enjoy o capitulo pessoas!
O ultimo lugar que eu achei que eu iria, quando pisasse em Nova York, seria na sede da Playboy de lá.
Assim que colocamos o pé naquele prédio – que por incrível que pareça não era rosa como eu imaginava – todos voltaram suas atenções para nós.
Digo, não éramos um grupo muito normal, mas nos olhavam como se fossemos criminosas. Confesso que me senti sim, um pouco ofendida.
Mas assim que Anna tomou a frente, trataram de parar de nos encarar e fingirem voltar às tarefas.
- Mas... – comecei a perguntar, mas ela me cortou.
- Eu sou uma espécie de autoridade por aqui – ela disse alegremente – Venham, acho que vi a estilista que faz as fantasias.
A seguimos, todas em silêncio. Ou quase todas. Glister e Rudolph vinham tagarelando o caminho inteiro.
Paramos diante de uma porta, com o nome de Silvya Morgan. Anna abriu e entrou sem cerimônias.
- Sil? – ela chamou. Uma cabeça surgiu do meio de inúmeros cabides de roupas.
- Annie! Querida! – ela veio se livrando de algumas peças de roupas presas nos cabelos ruivos e ralos – O que me dá a honra da sua ilustre presença?
- Um casamento – Anna e ela riram.
- Bom, vejo que escolheram o lugar errado para virem comprar os vestidos! – Silvya exclamou.
- Mas quem disse que viemos comprar os vestidos? – Anna arqueou a sobrancelha.
Silvya sorriu maliciosa.
- Então, nesse caso, vieram ao lugar certo. Mais adequado que aqui, impossível!
- Perfeito! – Anna comemorou.
- E quais serão as gracinhas que usaram as minhas fantasias?
- Ah sim. Vamos as apresentações. Estas são Olive, Nancy, Tammy, Evie, Sharon, Glister, Jenny, Rudolph e finalmente a dama de honra, Draffy.
- Muito prazer – Silvya apertou minha mão educadamente.
- O prazer foi meu – respondi sorrindo.
- Bem, o que vocês estão esperando? – ela bateu palmas enérgica – Vamos tirar suas medidas!
E nos carregou até uma sala enorme e bem iluminada, onde tinha um pedestal.
- Tenho fantasias de diversos tamanhos para atender diferentes necessidades – ela explicou – Até mesmo as grávidas.
Glister inchou o peito, egocêntrica.
- Quem vai ser a primeira? Por que não a dama de honra e...
- Eu? Não, as meninas vão primeiro. Assim fica mais rápido.
- A decisão é sua – ela deu os ombros. – Vamos lá, Tammy Everly!
Tammy subiu no tal degrau enquanto Silvya tirava suas medidas obsessivamente.
- Tem idéia de como quer que seja? Temos cores variadas, sabe...
- Eu gosto de roxo – Tammy confessou – Algo bem púrpura. E um rabinho lilás.
- Muito bem. Acho que tenho o que você quer aqui – ela disse pegando um dos modelos da arara e entregando para Tammy – Se quiser vestir agora, fique a vontade.
- Sério? Que demais! – e saiu correndo para um dos provadores.
- Olive Purkle? – ela chamou.
O mesmo processo foi feito, e Olive ganhou um corpete dourado, para combinar com seus sapatos novos.
- Sharon Hyde!
- Olha, eu já vou falar o que quero. Quero algo vermelho. Vermelho sangue.
- Bom, vamos tirar suas medidas e ver o que temos no seu tamanho.
- Tudo bem.
No final ela saiu saltitante com seu corpete vermelho no braço.
- Jenny Watson!
Jenny escolheu ser uma coelhinha laranja. A cor ficou bem para ela. Contrastou com o cabelo caramelo e pelas palavras da própria alongou a sinulheta.
- Evie Zamoura!
Evie, parecia flutuar ao invés de andar. Tirou as medidas e escolheu um modelo lavanda. Tão depressa quanto as outras foi para o provador.
- Anna Madson... – Silvya chamou.
Anna, repetiu tudo que as outras já haviam feito. Subiu no pedestal, tirou as medidas e exigiu uma fantasia azul – marinho. A ultima que do modelo.
- Glister! Ah, a grávida...
Glister bufou, obviamente ofendida com o termo grávida.
- Eu tenho algo perfeito para você! – Silvya anunciou – O que acha desse vestido pink?
Assim que Glister bateu os olhos naquele vestido rosa – pink – arde – meus – olhos – sensíveis – demais uma luz pareceu descer do céu.
- É meu! Me dá! Eu não quero ele. Eu preciso dele!
Silvya jogou o vestido para Glister que o agarrou como se sua vida dependesse disso.
Rolei os olhos, enquanto ela passava ao meu lado, indo para o provador.
- Rudolph... Espera. Rudolph?
- Presente! – Rudolph ergueu a mão desnecessariamente.
- Você vai ser padrinho? – ela perguntou cuidadosamente.
- Ai bee, eu tenho cara de padrinho por acaso? Eu, amorzinho, faço parte do séqüito da noiva, honey. Eu sou uma madrinha, com muito orgulho!
- Ok então... – Silvya murmurou remexendo no armário – Rudolph, se importa de esperar um pouquinho? Acho que tenho algo ótimo para você, mas está na outra sala.
Rudolph fez uma careta azeda e Silvya saiu correndo para fora da sala.
- O que acham? – Jenny perguntou saindo do provador com seu corpete e desfilando pelo salão.
- Ficou ótima! – elogiei.
- A sua tem que ser perfeita – ela comentou – Afinal, depois da noiva e do noivo, você é a atração principal. Precisa sempre estar meticulosamente perfeita. Em qualquer ocasião.
- Puxa, deu um arrepio agora! – ri e ela me acompanhou, mas ficou séria em seguida.
- Não estou brincando.
Engoli seco.
As outras madrinhas – incluindo Glister saíram dos seus provadores, satisfeitas, e ainda fantasiadas se sentaram no sofá.
Não demorou muito e Silvya chegou afobada com um enorme saco no braço.
- Rudolph – ela chamou – Venha, experimente e diga se gostou.
Rudolph pegou o saco desconfiado e se dirigiu a um dos provadores vazios.
Um burburinho se ouvia. As madrinhas curiosas para saber o que seria a roupa do Rudolph.
Silvya tossiu, nos silenciando.
- Enquanto ele não termina, vamos ver o modelito da Nancy.
Nancy levantou-se do sofá e subiu no pedestal.
- Eu ficaria mais a vontade se você me desse o plus – size direto e não ficasse me medindo – ela disse.
- Bobagem querida! – Silvya ralhou com ela – Vamos medir e você vai ver que não é o plus – size, e sim... manequim 44.
Nancy arregalou os olhos.
- Mesmo?
- Mesmo. Nunca falei tão sério na minha vida.
- Se é assim... Posso ficar com aquela graçinha rosa – pastel ali?
- Ótima escolha!
Nancy desceu radiante do degrau e foi se vestir no provador.
- E agora, nossa dama de honra. Draffy, certo?
- É. Draffy. – confirmei.
- Suba aqui, não se acanhe! – ela incentivou.
Pisei no pedestal e ela me media.
- Cintura 62... Busto 71... Quadris 88... É, você tem um corpo certinho, moça!
Fiquei vermelha.
- Por favor, não me chame de moça.
- Ah, desculpe. Bem, como eu ia dizendo, tenho bastantes opções para você. Qual é sua altura?
- Tenho 1.69, eu acho.
- Peso?
- 49 Kg. E qualquer coisa...
- Tem alguma preferência?
- O que você tiver, eu visto – dei os ombros.
Ela puxou um corpete preto.
- Este!
Sorri.
- Mas preto da azar! – Glister chiou.
- Pura superstição – Silvya completou – Vai ficar perfeito em você. Veste.
E atirou aquilo em mim. Corri para o vestuário e fechei a cortina vermelha.
Eu olhei aquele corpetezinho, e sentia que ia ficar ridícula com todos aqueles adereços. As meias – finas, os sapatos de salto, as orelhinhas e principalmente o rabinho.
Mas era pela Erin.
Vesti a fantasia desgostosa e me encarei no espelho. Não tinha ficado mal. De verdade.
Fiquei de perfil e percebi o óbvio. Tinha ficado bom até demais.
Sem perceber, sorri.
Calcei os sapatos e arrumei o par de orelhas no topo da minha cabeça.
Abri a cortina e quase morri enfartada.
- Rudolph! – gritei diante da figura prateada a minha frente.
- E aí, amiga?Estou fashion?
- Preciso me sentar... – balbuciei. Rudolph se vestia de cafetão do espaço, ou alguma coisa do tipo.
Ao invés de ter um casaco de pele, ou um robe, como todo bom cafetão, ele usava um terno prata reluzente com uma flor roxa a tiracolo.
- E aí? Que acha? – ele fez pose.
- Ficou... Legal.
Ele bateu palmas e deu pulinhos seguidos.
- Divino! Estou me sentindo a madrinha mais estilosa daqui. Perto do meu modelito, a fantasia de vocês é coisa de ralé! – ele determinou.
Reviramos os olhos.
- Bom, todas gostaram das roupas?
- Claro! – Evie confirmou – Só está faltando a roupa da Erin.
- Ah, eu já confirmei isso. Ela vai receber amanhã a tarde, no quarto dela, uma estranha lingerie branca de coelhinha, que no lugar do rabinho tem uma espécie de véu – Sharon explicou-se.
- Podemos ir nos trocar agora? – Olive perguntou.
- Ah... Não exatamente – Silvya mordeu o lábio.
- Por que não? – Glister quis saber.
- Bom, como vocês são ‘famosas’, pelo menos por enquanto, queremos que façam propaganda da marca playboy.
- Quer que tiremos fotos da despedida de solteira? – Nancy perguntou.
- Não. O objetivo é levar as coelhinhas para o mundo real.
- Como assim? – Jenny franziu o cenho.
- Resume tudo! – exigi.
- Queremos que saiam na rua vestidas assim.
- O QUÊ? – falamos ao mesmo tempo.
- De jeito nenhum! – Anna brigou – Não combinamos isso, Silvya!
- Os ‘chefões’ na verdade, decidiram isso agora...
- Mas e se não quisermos sair? – Sharon desafiou.
- Bom, então vão ter que devolver os modelos.
....
Andar pelas ruas de Nova York é uma aventura. Que dirá se você estiver vestida de coelhinha da playboy.
As pessoas param para fotografar pensando que você é uma atração ou algo do tipo. Sem contar os tarados.
Foram 148 cantadas até o hotel. Eu contei.
Chegamos no edifício e entramos. Para nossa sorte, ou não, os meninos estavam passando o tempo no hall.
Novamente, atenções voltadas para nós. Ou para nossas pernas.
Entrei nervosamente, com os sapatos nas mãos e uma expressão de puro ódio, ainda com os óculos escuros.
- Caramba! – Steven assobiou assim que eu passei.
- Vai te catar – mostrei o dedo para ele.
- As nervosinhas são as melhores! – Izzy entrou na brincadeira.
Notei que o que eles queriam era me ver possessa, a ponto de partir para cima deles. E consequentemente ser assediada ainda mais.
- É verdade, cara... – Axl perguntou para Slash – Que ela é ótima naquilo?
Slash não respondeu. Estava ocupado demais me olhando de cima a baixo, seguidas vezes. Decidi ignora-lo.
- Axl, você vai se casar. Se manca – briguei antes de entrar no elevador junto com as meninas.
Notas finais
Provavelmente posto o próximo capitulo amanhã. Pois é.
Ultima coisa. Estou pensando seriamente de por um hiatus em Jogo de Amor em Las Vegas e mais tarde, num futuro próximo relança-la. É que eu tenho mais projetos, inclusive Symphaty II u_u, e uma fic que vai anteceder o lançamento da segunda temporada. É um projeto muito antigo meu, mas só agora eu tive vergonha na cara - e tive lançada a realidade no meu rosto (e um monte de capas) pela Nessa - de lançar. Não é uma continuação da Symphaty. É algo novo. Acho que talvez gostem.
Isso. Acho que talkeei demais.
Bjs
Lolis
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