Sympathy For The Devil 2
19 Loucademia de Polícia
Notas iniciais
OIZINHO, LINDINHOS :)
Entonce, mim demorar DE NOVO. Semana de provas. Pânico. É. Mas vim toda serelepe com 1 capitulo belo para vocês :3
Ok, não, o capitulo está 1 ânus. Mesmo. O próximo vai ficar melhor e temos mais revelações e tals.
1 DICA: ZICK. FIQUEM. DE. OLHO. NELE. É.
Pois é. Falei muito já.
ULTIMA COISINHA: Pra boa alma que se interessar, postei minha segunda fic principal. Tipo, Symphaty foi a primeira, depois Symphaty 2 é parte da trilogia. Essa é nova e vai ser 1 série também. Então, quem der 1 passadinha no meu perfil super 100çoal e talvez, quem sabe, resolver dar 1 passadinha nas fics, o nome é The Hellmuths :)
É.
Enjoy it!
Ok, vamos rever a vida da minha mãe até o momento em que ela minha foi presa por desacatar uma autoridade.
Não é a primeira vez que isso acontece.
Houve aquela vez que ela passou três dias numa das celas da delegacia do Arizona por porte ilegal de drogas e por dirigir bêbada, mas isso não vem ao caso.
O que é realmente importanta agora é telefonar para tia Glister, contar a noticia da maneira mais delicada o possível e torcer para ela não ter um ataque cardíaco. Que é exatamente o que Cherrie está tendo nesse momento.
- Não posso simplesmente ligar para ela e dizer que meu pai, a Draffy e Billie Joe Armstrong estão dividindo uma cela por estacionarem no lugar errado. Não posso fazer isso, Mitchigan.
Cherrie me encarava com uma cara de sofrimento que quase me convenceu.
- Mas qual o problema em contar isso, Cherrie? Não é tão complicado assim, é? – perguntei. Ela pareceu chocada.
- Se é tão fácil, ligue você mesma para minha mãe então e diga que nossos responsáveis estão no xadrez.
Engoli seco.
- Ela vai pirar.
- Ah, você acha? – ela disse sarcasticamente me entregando o gancho do telefone – Faça a mágica aí. Prefiro comer isopor a dar essa notícia para ela.
Isso só prova que a influência tirânica e severa da tia Glister realmente funciona.
Suando frio, disquei o número. O telefone tocou.
- Casa dos McKagan, quem fala? – Maddie atendeu, nada robótica.
- Hum... Maddie? Oi?
- Ah, é você. O que você quer Mitchigan? E para sua informação, meu nome é Madeline! Pare de me chamar com esse apelido idiota, por favor.
- Você fala muito, Maddie – reclamei. Pude imaginar ela rolando os olhos do outro lado da linha.
- Tanto faz. O que foi que aconteceu agora? A Cherrie fugiu com a banda ou o que?
- Ah, não. Ainda não.
- Então por que você está ligando?
- Escuta, Maddie, deixa eu falar com sua mãe, é urgente.
- Ótimo, eu sabia. Cherrie fugiu. – ela disse azeda, chamando a mãe em seguida.
Mãe! A Cherrie fugiu com aqueles punks!
- Espera, ela não... Maddie! – briguei, mas a peste já havia passado o telefone para uma Glister irritada.
Perfeito.
- Alô? Mitchigan?
- Ah... Oi titia Glister, e aí, como vai a vida e...
- Fale logo, garota.
- Ah, ok. Desculpe.
- Onde está a Cherrie?
- Ela não fugiu com a banda. É sério. – bufei.
Ouvi um suspiro de alivio.
- Ainda bem que eu eduquei minha filha no caminho certo e posso ter certeza de que ela jamais faria isso e...
- Mas o tio Axl e minha mãe acabaram de ser presos. – soltei de uma vez.
- O QUÊ?!
- Pois é, e acredite, a história é ainda mais engraçada – tentei desfazer a tensão – Tudo começou quando o tio Axl estacionou aquela lata velha na parte VIP do estacionamento e saiu sem pagar a taxa, ai depois a policia invadiu o show e levaram ele e o Billie Joe por que ele também não pagou a taxa, aí minha mãe começou a surtar e... Eca! A Cherrie acabou de vomitar um taco, mas acho que é a intolerância a lactose dela voltando e...
- ELES FORAM PRESOS?! – ela gritava histérica.
- Hã... Depende muito do seu ponto de vista, sabe? Se for ver bem direitinho, na verdade, eles ainda estão na condicional por que...
- Onde vocês estão? Na delegacia? – ela me cortou parecendo furiosa.
- Não. Estamos numa loja de pescaria em frente ao estádio. – respondi – Sabe, aqui vende uma ração de peixe absolutamente fantástica, e estou até pensando de usar o dinheiro reservado para o nosso almoço para comprar a ração e um peixinho dourado para mim, e quem sabe um aquário se sobrar grana, então eu...
- Estou a caminho. Não saiam daí, ouviram?
- Ah, ok. Tudo bem. Hum... Pode trazer o remédio para alergia da Cherrie? Ela acaba de vomitar num dos aquários...
- Estou levando. NÃO SAIAM DAÍ!
E desligou.
Pus o telefone de volta ao gancho, ainda traumatizada.
James e Damian me encaravam com caras de ‘e aí?’.
- Ela está vindo – anunciei – E trazendo o remédio da Cherrie. Você não devia ter comido o taco, Cherrie.
- Eu avisei – meu irmão a encarou vomitar mais um pouco no que um dia foi a casa de um peixinho dourado.
- Mas qual foi a reação dela? – Damian quis saber – Ela ficou muito brava?
- Bem, ela reagiu melhor do que eu esperava. – confessei – Imaginava mais gritos e alguns choros, mas ela pareceu encarar tudo isso de forma madura e compreensiva.
- Ela disse que ia chegar quando? – James perguntou.
- Ela disse que já estava saindo e...
- Não é o carro dela ali? – Damian apontou.
Me virei assustada e constatei o fato perturbador de que em menos de cinco minutos, minha tia havia feito o trajeto que levamos mais de meia-hora para fazer.
Oh Deus.
Ela saltou do carro, com Maddie, Claire, tio Duff e Zick.
Espera. Zick?
O que Zick fazia com eles?
Os cinco caminharam em nossa direção, adentrando na lojinha e fazendo cabeças se virarem para olhá-los.
- Olá crianças – tio Duff nos cumprimentou de forma jovial, como se o que estava acontecendo não fosse novidade para ele (e acredite, não era mesmo) – Aqui seu remédio, Cherrie.
E jogou o vidrinho para Cherrie, que pegou no ar.
- Valeu, Duff. – ela agradeceu, dando uma ultima gorfada no aquário, e engolindo os comprimidos em seguida.
Tia Glister falava no celular, parecendo uma psicopata.
- O que ela está...
- Discutindo com o meu pai – Zick respondeu.
- Por que? – arqueei minha sobrancelha – E o que você está fazendo aqui?
- Bom, meu pai é advogado criminalista. E vai cuidar do caso. E eu só vim por que estava na casa da Cherrie na hora e peguei carona.
- Você estava na minha casa? – Cherrie pareceu confusa.
- Claire me convidou para passar a tarde com ela e eu fui. – ele deu os ombros. Cherrie cerrou os olhos e encarou a meia – irmã, que parecia ocupada retocando o gloss de cereja.
Meu irmão riu ironicamente, como zombando do fato que Cherrie obviamente havia sido trocada novamente pela irmã.
- E você foi? Como assim você foi? Foi fazer o que lá? – Cherrie parecia enciumada.
- Deixa de neura, maninha – Claire riu cristalinamente – Ele foi me ajudar com umas roupas.
Cherrie variou entre o roxo e o vermelho. Meu irmão sorriu ainda mais largamente.
Felizmente, esse momento lindo foi interrompido pelo dragão-Glister.
- Vamos para a delegacia – ela determinou ranzinza – Antes que eles façam mais besteira.
- Meu pai está vindo? – Zick questionou.
- Ele ligou para o delegado – tia Glister fez um barulho de desprezo com os lábios – Mas em todo caso, vamos ter que pagar fiança.
- Que beleza – Duff resmungou – Não temos todo o dinheiro da fiança.
- Slash disse que vem para tirar a idiota da mulher dele de lá. Erin se responsabiliza pelo Axl. E Steven quer ver o que houve – Glister avisou checando uma mensagem de celular.
- Mas... Mamãe? – Cherrie chamou.
- Diga, amorzinho.
- E o Billie, quem vai tirar de lá.
- Filha, o Billie que se exploda, certo? A mamãe está de saco cheio desses rockstars irresponsáveis que não têm a capacidade nem de estacionar o carro no local permitido. Portanto, não me venha com essas histórias de soltar babacas por aí. Na verdade, nem sei se quero soltar o Axl e a Draffy. Agora... ENTREM NO CARRO! JÁ!
Cherrie emburrou enquanto era empurrada conosco para dentro do carro.
Apertados ao extremo no carro da tia Glister, rumamos a delegacia mais próxima, em busca da liberdade da minha mãe e do meu tio.
Chegamos lá e encontramos o carro do meu pai e da Erin.
- Eles já chegaram – Duff deduziu o óbvio – Espero que tenham conseguido algo.
Saltamos do carro depois de um pouco de reclamações e xingamentos – afinal, eram sete adolescentes dividindo só o banco traseiro – e entramos de vez na delegacia.
Muito patética por sinal. A secretária míope nem nos notou entrando, e o policial na sala de espera, que provavelmente era da segurança, também pareceu não dar a mínima para o estranho grupo.
Não demoramos muito para achar o resto. Foi só seguir os gritos e o cheiro de maconha do tio Steven.
- Pai? – chamei. Meu pai se virou de repente e me encarou.
- Ah, oi querida.
Minha mãe, dentro de uma das celas, acenou alegremente para mim e James.
É pedir muito por uma família normal?
- Mais gente? – o senhor gordo e enfezado resmungou de trás de uma enorme mesa de mogno – Não precisamos de mais malucos por aqui. Vou ter que pedir que se retirem daqui.
- Somos filhos dela – meu irmão me puxou para o lado e apontou minha mãe.
- Eu sou a maior fã dele – Cherrie seguiu o exemplo de James e correu até a cela do Billie, deixando seu pai no vácuo mais uma vez.
- Eu sou... hum... Amigo em comum. – Zick sorriu sem graça.
- Eu também – Damian concordou.
O delegado olhou tia Glister e companhia.
- Sou a única por aqui com a cabeça no lugar – ela disse nada orgulhosa – E posso te processar a qualquer momento por destrato a testemunha.
- Você é uma testemunha?
- Não. Mas conviver quase vinte anos com os réus me faz conhecer muito sobre as personalidade perturbadas dos dois.
- Obrigada, Glister, por me chamar de perturbada – minha mãe foi sarcástica.
- É apenas a verdade – tia Glister retrucou dignamente.
- Eu sou o marido dela – tio Duff esclareceu antes que perguntasse – Digo, o marido dela aqui, não da que está atrás das grades, e bem... Vocês entenderam!
- Argh, fiquem, mas a primeira confusão, todos vão presos! – o delegado disse ameaçadoramente.
- O senhor sabe que pela minha idade, não posso ser presa, não sabe? – Maddie implicou.
Ele bufou.
- Quantos anos tem, mocinha?
- Tenho doze – ela sorriu convencida.
- Vai ser a primeira a ir para o reformatório. Agora, pode ficar quietinha? Obrigado.
Maddie engoliu seco e se calou.
- Certo – ele limpou a garganta – Agora, que estão todos aqui, podemos ir logo com isso? Minha mulher reservou alguns lugares no Bistrô D’ Marques e eu não pretendo perder meu almoço por causa de vocês. Então, vão pagando logo as fianças ou apresentando os advogados e vamos acabar logo com essa droga, ok?
Todos se entreolharam nervosos.
- Eu pago a fiança – meu pai deu os ombros – Nosso advogado está preso por porte ilegal de armas, então não consegui contata-lo.
- São dois mil dólares – o delegado informou.
- Ou... Seis meses não é tanto, não é querida? – meu pai se virou nervosamente para a cela onde minha mãe se encontrava – Você poderia ficar numa cela separada e...
- E no fim dos seis meses eu vou atrás de você e te mato. Pague logo a porra da fiança, idiota.
É tocante ver o amor dos dois.
- Ela não fica tão sensual nervosa? – Billie comentou fazendo todos se virarem para ele – O que? Ela realmente fica.
- Fique longe da minha mulher, babaca – meu pai ameaçou.
- Se você não tirar ela daqui logo, vamos ter que coloca-la na mesma cela do olhinho pintado aí, por que estamos com mais presos para chegar – o delegado se intrometeu.
Billie sorriu pervertidamente e minha mãe arregalou os olhos, horrorizada.
- Qual a política sobre estupros daqui? – Billie questionou inocentemente.
- Ok, eu pago os dois mil dólares – meu pai decidiu. Minha mãe suspirou aliviada.
- Valeu – ela agradeceu enquanto um policial auxiliar abria sua cela.
- Se você quiser Billie, pode vir me estuprar qualquer dia... – Cherrie se insinuou.
- CHERRIE! – Glister surtou – Pare de atormentar o pobre homem!
- Não estou o atormentando! – ela rebateu – Estou tentando satisfaze-lo sexualmente! Isso é crime?!
- Não se você for maior de dezoito anos – o auxiliar de policia falou inconvenientemente.
- Eu tenho dezoito – ela sorriu malignamente. Billie parecia desesperado.
- Pare já com isso, mocinha – tia Glister puxou Cherrie de perto da cela do coitado com um safanão – Não te criei para sair por aí dando a bunda para o primeiro roqueiro que aparece!
- Mas era exatamente o que você fazia, mãe! – Cherrie a confrontou.
Tia Glister parecia tentada a bater a cabeça da filha contra a mesa de mogno do delegado.
- Ela está certa – minha mãe foi chata. Todos os presentes assentiram com as cabeças, concordando.
- Mas não sou mais! Isso foi uma parte escura e suja do meu passado que eu apaguei! Querem fazer o favor de parar de lembrarem, ou querem que eu também comece a enumerar todas as besteiras que vocês faziam também? – ela disse histericamente.
Todos ficaram quietos. Menos Axl.
- Certo, tudo isso é muito lindo e tals, principalmente o fato da minha única filha ter sérias tendências a se tornar garota de programa, mas sabe, seria realmente ótimo se alguém tivesse a boa vontade de me tirar daqui antes que eu vá para um presídio real.
- Você seria estuprado num presídio de verdade, Axl – Damian disse simplesmente – Sabe, com essas calças, e o cabelo e sua atitude, você daria uma perfeita esposa de algum chefão ou algo do tipo.
Axl engoliu seco, enquanto todos explodiam em risos.
- Erin, meu amor, me tira daqui, sim?
- Só te tiro por que não quero meu marido me traindo com algum traficante qualquer – ela gargalhava. Tio Axl adquiriu o tom berinjela da suas calças.
- Eu também te amo, querida – ele resmungou irritado.
Notas finais
Ok, foi uma piadinha surtante de momento minha. É. Inspirada no livro do Slash, em que ele conta que quando ele foi preso, a primeira providência dele foi tirar o esmalte da unha nos dentes. Para não ser a marida de algum bombadão de lá. Pois é.
Moral: Não seja preso. E se for, tire seu esmalte ainda no camburão. Sério.
MUDAAAAAAAANDOOOOOO DE TALKING...
Prometo NÃO DEMORAR (Essas promessas já tão virando rotina, puta merda) e aviso já que a fic vai até NO MÁXIMO Setembro, se tudo correr bem. Se tudo correr otimamente e eu deixar de vagabundagem, até o fim de Julho, a fic is in the END. É.
Ai temos The Hellmuths e after eu terminar The Hellmuths... TANANANANAM SYMPHATY 3 - O RETORNO.
Ok, exagerei. Mas é basicamente isso.
Mais noticias com o andar da carrocinha,rangers.
A espera de rewiens gatzos :)
Bjs no ânus do Axl
Lolis
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