Sword & Cross
3 Capítulo 2
Notas iniciais
Espero que gostem!
- Eu sou filha de uma prostituta com um assassino de aluguel, meu pai por incrivel que possa parecer manteve contado, e bom, eu puxei um pouco do talento dele, aos quinze anos comecei a sair para trabalhar com o próprio, mas a seis meses ele foi morto, minha mãe sumiu e fim parar aqui.
- Uau! — somente isso saíu da minha boca. Eu a olhei, ela não tinha cara de uma louca, mas nunca se sabe. — Todos nessa escola tem histórias como está?
- Cada um com um jeito diferente, mas ninguem é santo, pois não estaria aqui. Agora é sua vez de me contar. — ela disse indiferente
- Eu não estou nem aos pés de você. Há algum tempo eu estava voltando de uma festa sozinha de madrugada, num beco, um cara me agarrou e começou a tentar tirar minha roupa, ficou me ameaçando com uma arma, se eu não transasse ele me mataria, mas felismente ou talves não eu consegui pegar a arma e matá-lo. Fugi de lá. Quando eu comecei a pensar que eu poderia esquecer o ocorrido, encontrei um outro homem que queria vingança, na primeira vez eu consegui escapar, mas na segunda também o matei, desta vez a policia me descobriu e como você eu vim parar aqui. — terminei. Ao contrario que pensei, foi um alivio contar aquilo a alguem.
Ela ficou me olhando e depois disse:
- Ora, não é a pior que ouço! Pensei que fosse algo do tipo: " Entrei em uma briga na escola e quebrei o braço de uma patricinha! ". — Ela fez uma voz tão engraçada, que não aguentei e ri, ela riu comigo. Caímos na gargalhada como se fossemos amigas a anos. Quando eu recuperei fôlego falei:
- Pessoas vem para cá fazendo isso?
- Sei lá. Não converso com todos os novatos. Na verdade você foi a primeira.
- Humm. Devo me sentir privilegiada por isso.
- Claro! — ela disse e rimos.
Ficamos em silencio por um bom tempo. Drina me pareceu ser um a garota que não consegue ficar quieta. Logo começou a jogar volei com outros alunos. Me convidaram, mas não aceitei. Com o tempo, pensei em ir para o meu quarto e foi o que fiz.
Forcei o meu cérebro a se lembrar do caminho, e graças a Deus minha memoria não me deixou na mão. Meu quarto é um dos últimos. O corredor estava vazio, aproveitei para observar as inumeras portas com seus "enfeites" ilustres e assustadores. Com placas ofensivas, palavras "feias" e muitas outras coisas. Tenho que arrumar algo para colocar na minha.
Estava andando tranquilamente admirando uma porta, quando de repente sinto um alguem me segura. Começo a me sacudir e tentar me livrar dos braços, mas (como logo percebo) o garoto é muito forte.
- O que a mocinha está olhando na porta do meu quarto. — ele diz no meu ouvido, tento me virar para ver seu rosto, mas não consigo.
- ME SOLTA! — falo muito alto.
- Calma. — ele diz me soltando. M e viro dou socos idiotas em seu torax, mas de nada adianta. Então quando estava pensando em jutá-lo. ele diz:
- Eu me chamo Erick. E você? — olha só, ele me segura e ainda quer saber o meu nome.
- Não te interessa. — digo, e saíu marchando até o meu quarto, fecho a porta violentamente. Que idiota!
Me jogo na cama, sem nada de bom para fazer, adormeço.
***
Acordo ainda muito sonolenta. Olho pela janela já está muito escuro, o relogio diz que já é 02:30.
- Nossa! Eu durmi muito! — Deus, eu já estou até falando sozinha! Agora o que eu vou fazer. Sei que se eu deitar não vou mais conseguir dormi.
Uma ideia perigosa vem a minha cabeça: E se eu me aventurar nesta escola, de noite?! É exatamente isso que vou fazer. Levanto e vou até a porta, a abro e olho ao redor, uma paz assustadora reinava no corredor. Agarro a coragem e sigo em frente.
Posso dizer que sempre me considerei uma pessoa corajosa, que tem medo de poucas coisas. Mas também tenho que confessar que este colegio é terrivelmente assustador, a noite então! Aqui é um lugar que a Morte poderia abitar. O cemitério lá fora piorava ainda mais a situação.
Ouço passos atras de mim. Não tenho coragem de me virar. Até...
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