Sweet Temptation

2 Capítulo Um - Bad News


Notas iniciais
Delicinhas, quem está postando esse capítulo hoje não é a Deh, ela está com um probleminha com o word e me pediu que postasse. Se tiver alguma coisinha errada, a culpa é só minha, Lucrepúsculo. Espero que gostem, está muito bom. Divirtam-se.

Edward POV.

Eu batia meus dedos de forma rápida contra o volante enquanto esperava o semáforo abrir. Movia meus lábios ao ritmo da música que tocava no rádio, embora não me lembrasse do nome e nem do cantor.

Bocejei pela décima vez, dando uma rápida olhada no relógio. Tudo o que eu queria era chegar em casa e me jogar na cama, porque esse turno na delegacia tinha sido mais pesado do que eu imaginara e eu ainda voltaria para lá dentro de oito horas.

Mexer com a papelada e comandar vários policias podia ser uma coisa boa, mas eu sentia saudade de ir às ruas e me aventurar. Fazia isso de vez em quando, mas como chefe era necessário que eu dedicasse mais tempo à burocracia.

Murmurei um agradecimento quando vi minha pequena casa e estacionei, já correndo para dentro da mesma e indo até o meu quarto. Guardei minha arma, meu cinto e comecei a retirar minhas roupas, jogando-as no canto; cuidaria delas depois. Adentrei meu banheiro e liguei o chuveiro, deixando que a água batesse em meu corpo, relaxando meus músculos tensos e cansados. Tornei e bocejar e procurei tomar o banho rápido, antes que acabasse dormindo ali.

Sequei-me de forma rápida e puxei uma boxer, vestindo-a de qualquer jeito. Por fim, me joguei na cama e suspirei, feliz. Não conseguia acreditar que dormiria depois de passar tanto tempo na delegacia.

Eu gostava do meu trabalho e muito. Podia passar horas e horas montando planos, prendendo bandidos, deixando a cidade mais tranqüila. Sabia que um dia iria assumir como chefe, mas queria ter uns bons anos de aventura antes disso e não agora.

- Ainda bem que Charlie volta amanhã – sussurrei para mim mesmo. – Ainda bem.

Aconcheguei-me mais na cama, enfiando minha cabeça no travesseiro. Programei meu celular para despertar dali a seis horas e meia, esperando que eu tivesse um bom sono até lá.

E estava enganado.

Não muito depois escutei meu celular tocar e resmunguei, rolando na cama. Tentei voltar a dormir e ignorar tal toque, esperando que a pessoa decidisse ligar depois, mas ela continuou insistindo.

Por fim, quando meu celular tocou pela terceira vez, eu o puxei, atendendo-o sem sequer olhar quem era.

- Fale – resmunguei, coçando meus olhos e bocejando.

- Oi, filho. – A voz do meu pai soou do outro lado, parecendo tensa demais. – Desculpe por ter acordado você, mas...

Sentei-me, me sentindo completamente desperto. Meus pais nunca ligavam quando eu saía de um turno na delegacia.

- Não, pai, tudo bem – interrompi-o. – Está tudo bem?

Escutei-o respirar fundo e fiquei ainda mais tenso. Eu havia falado com Emmett mais cedo e ele e sua namorada, Rosalie, voltariam para cá somente na semana que vem. Conversara com meus pais também e estava tudo ótimo.

O que poderia ter mudado nesses três horas?

- Houve um acidente... – começou. – Com o carro de Charlie...

- Charlie? – engasguei. – Ele está bem?

- Não sabemos ainda – suspirou. – Acabei de chegar ao hospital, ele foi levado para a sala de cirurgia...

- Qual hospital? – indaguei, já pulando da cama e puxando um jeans e uma camisa qualquer.

- O Swedish – disse.

- Chego aí em alguns minutos.

Não esperei que ele respondesse e desliguei o celular, me vestindo rapidamente e partindo para o banheiro. Molhei meu rosto e meu cabelo e escovei os dentes rapidamente, antes de puxar minha arma e escondê-la dentro do meu jeans. Não gostava de sair de casa sem estar com ela. Por fim, peguei minhas chaves e meu distintivo e parti novamente para as ruas de Seattle.

Agradeci mentalmente o fato de o trânsito estar tranqüilo e logo estava no hospital. Estacionei e desci, irrompendo pela recepção, meus olhos procurando por meu pai.

- Boa noite... – murmurei para a mulher que se encontrava na recepção. – Eu sou filho de Carlisle Cullen e um amigo nosso está fazendo uma cirurgia nesse exato...

- Oh, claro. – Ela me interrompeu, sorrindo demais e arrumando sua roupa para mostrar seu decote. Engoli uma careta. – Ele está esperando por você no terceiro andar, na sala de espera.

Assenti, sorrindo um pouco e me afastando, já correndo em direção aos elevadores. Apertei o número três assim que me encontrei lá dentro, mexendo a perna de forma ansiosa. Charlie vinha sendo amigo de nossa família desde muito antes de eu nascer. Eu realmente esperava que ele ficasse bem.

O elevador apitou e abriu, indicando que eu havia chegado ao andar. Saí dele e desviei de algumas pessoas, procurando pela sala de espera. Assim que a achei, parti até lá, abrindo a porta e sorrindo um pouco ao ver meu pai.

- Ei, pai – cumprimentei-o. – Alguma notícia?

- Oi, Edward – murmurou. – Ainda não. Não sei quanto tempo vai demorar.

Assenti, me sentando ao seu lado. Mexi minha perna de forma frenética, olhando para a porta toda vez que a via se abrir e fechar.

- O que aconteceu exatamente? – indaguei alguns minutos depois. – Quer dizer, para mim Charlie só voltaria na parte da manhã.

Meu pai suspirou pesadamente.

- Você se lembra da filha de Charlie, Bella? – perguntou.

Imediatamente me lembrei da garota que crescera junto comigo e que fora minha amiga até os 12 anos, quando ela se mudou junto da mãe para outra cidade. Lembrava-me de seus olhos e cabelos castanhos, do seu jeito desastrado e brincalhão. Lembrava-me também do modo que ela sorria, das fofas covinhas que tomavam conta de suas bochechas. Eu meio que tinha uma paixão por ela naquela época.

- Claro que eu lembro – sussurrei.

Eu nunca mais vira Bella depois que ela e Renée se mudaram. Ela veio visitar Charlie apenas uma vez depois que ele e a mãe dela se separaram. Nos outros verões, Charlie quem iria visitá-la em Forks.

- Bella estava no carro com Charlie – disse meu pai. – Ela estava vindo para cá definitivamente, morar com ele e tudo o mais. Eles viriam na parte da manhã, mas Charlie achou a estrada muito tranqüila e resolveu vir de uma vez, querendo já estar aqui e apresentá-la para todos na delegacia.

Virei-me para o meu pai, arregalando meus olhos.

- Ela está bem? – indaguei.

- Sim – sorriu um pouco. – Bella não saiu com nada quebrado, apenas alguns arranhões aqui e ali. Ao que parece a batida foi do lado de Charlie. Um cara estava dirigindo bêbado e atravessou a pista.

Assenti.

- Espero que esse cara tenha sido preso – murmurei, entrando no meu modo policial. – Ele vai passar uns bons anos na cadeia por ter feito isso, se depender de mim.

Meu pai colocou a mão no meu ombro.

- Olha, Edward... – suspirou. – As feridas de Charlie são graves... Eu não sei se ele vai sobreviver.

Engoli em seco, abaixando a cabeça.

- E a filha dele? – sussurrei. – Onde ela está?

- Ela foi levada para fazer um último exame, apenas para verificação – deu de ombros. – Eu mesmo a verifiquei e ela estava ótima.

Assenti.

- Não me lembro qual foi a última vez que falei com ela... – comentei. – O que ela veio fazer aqui?

Meu pai sorriu para mim, balançando a cabeça.

- Bella é policial, Edward – riu. – Você não se lembra de Charlie, todo orgulhoso, comentando isso há alguns anos?

Tentei buscar em minha mente o momento que Charlie disse isso, mas não consegui me lembrar. Tornei a olhar para o meu pai e apenas dei de ombros.

- Ela entrou para a academia no mesmo ano que você, embora ela tenha ido para uma em Phoenix – comentou. – Ficou lá durante o tempo de treinamento e quando voltou, começou a trabalhar como policial em Forks. Não sei o que aconteceu para ela querer vir para cá, mas ao que tudo indica, ela iria começar a trabalhar na delegacia com vocês.

Acho que eu estava encarando meu pai um pouco chocado demais, porque ele riu.

- Bella não era... desastrada demais para isso? – sussurrei. – Quer dizer, eu me lembro da quantidade de vezes que ela aparecia com uma perna quebrada, um braço... E ela não desmaia quando vê sangue ou algo assim?

Carlisle revirou os olhos.

- Bella mudou, filho – disse. – E ela mudou muito. Acho que você ficaria surpreso caso a visse novamente.

Revirei os olhos, mas não disse nada. Simplesmente calei a boca e continuei a observar o que as pessoas ao redor faziam.

Horas se passaram e nada de notícias de Charlie. Meu pai pareceu ficar cansado disso também e saiu, pedindo que eu esperasse ali. Ele iria tentar descobrir alguma coisa. Minha mãe e meu irmão já tinham ligado e estavam vindo para cá também. Todos nós éramos muito próximos de Charlie e ele nos tinha como segunda família, principalmente depois que Bella e a mãe foram embora.

- Edward!

Olhei para cima, sorrindo um pouco ao ver minha mãe ali. Emmett estava logo atrás dela e acenou para mim. Os dois caminharam e se sentaram cada um de um lado.

- Onde está papai? – Emmett perguntou.

- Foi ver se eles tinham alguma notícia ou alguma coisa assim – dei de ombros. – Estamos aqui por horas e até agora ninguém disse nada.

- É verdade que Bella está aqui? – minha mãe indagou, sorrindo um pouco. – Faz alguns anos que eu não a vejo...

Dei de ombros.

- Você não é a única – disse. – De acordo com papai, ela está bem. Foi levada para fazer outro exame há algum tempo, mas não a vi ainda. Nem sei se ela está aqui ainda...

- Ei! O que quer dizer com isso? – Minha mãe cruzou os braços, me olhando com a sobrancelha arqueada.

- Não é como se ela ligasse para Charlie ou algo assim – resmunguei. – Ela não o procura mesmo...

- Edward Cullen! – Esme me cortou. – Não foi assim que o criei. Você não sabe das coisas, então, por favor, não julgue as pessoas.

Tive que usar todas as minhas forças para não revirar os olhos, então somente assenti, suspirando pesadamente.

Emmett e minha mãe começaram a conversar sobre o programa que estava passando na televisão da sala de espera, mas eu realmente não estava conseguindo prestar atenção. Meus olhos permaneceram grudados na porta, esperando que meu pai entrasse e desse a notícia que eu estava ansiando: Charlie ficaria bem. Tudo não passara de um susto.

- Eu já volto – murmurei aos dois e saí logo em seguida, sem esperar resposta.

Puxei meu celular e liguei para o meu pai, mas chamou até cair. Suspirei pesadamente e comecei a andar, procurando por alguém que pudesse me dar qualquer informação. Frustrado com a falta de notícias, dei meia volta e estava prestes a voltar para a sala de recepção, quando vi meu pai encostado em uma parede, seus olhos vermelhos.

Eu engoli em seco, sem saber o que aquilo queria dizer. Aproximei-me dele, meus olhos fazendo as perguntas que meus lábios não conseguiam naquele momento.

- Pai... – comecei. – O que foi?

Ele suspirou pesadamente, balançando a cabeça. Seus olhos estavam fechados, a cabeça inclinada para trás. Por fim, ele abriu os olhos, tentando sorrir um pouco.

- Ele está em coma – disse. – Não sabem quando e se ele vai acordar. Pode ser amanhã, pode ser daqui a um mês, pode ser... nunca. E também, caso acorde, ninguém sabe se ele terá seqüelas.

Tornei a engolir em seco, sentindo as minhas próprias lágrimas querendo descer.

- Bella... – murmurei. – Ela já sabe?

- Sim – disse. – Eu mesmo contei a ela. Ela está no quarto dele... O horário de visitas acaba em breve, talvez você queira ir lá...

Assenti.

- Eu vou ter que avisar ao pessoal da delegacia – suspirei. – Você pode pedir que eles esperarem um pouco? Eu vou até à delegacia e volto...

- Claro, filho – suspirou. – Eu vou avisar à sua mãe e ao seu irmão. Depois vou falar com Dr. Connor. Pode ir tranqüilo.

Eu acenei para o meu pai mais uma vez e saí do hospital, sabendo que seria difícil avisar aos meus colegas de trabalho o que tinha acontecido com Charlie. Ele sempre fora como um pai para grande parte das pessoas ali.

Suspirei pesadamente e adentrei meu carro, apoiando minha cabeça contra o volante. Eu realmente esperava que Charlie ficasse bem, esperava que ele saísse logo do coma. E também esperava que Bella fosse embora de volta para Forks. Charlie estava em coma e ela nunca estava aqui por ele. Então... por que ficar agora?

Limpei as poucas lágrimas que haviam escapado e liguei o carro, partindo rumo à delegacia.

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Avisar ao pessoal da delegacia foi difícil como eu imaginara. Grande parte ficou revoltada, querendo ir atrás do motorista bêbado a acertar às contas. Tentei fazê-los ficarem focados em Charlie e no fato de que ele não gostaria de nada disso, mesmo sendo difícil. Afinal, eu também queria fazer o motorista pagar com minhas próprias mãos.

Charlie confiava em mim e eu fiz o melhor que pude. Informei-os da situação, disse que a filha de Charlie estava de volta a Seattle e que provavelmente começaria a trabalhar conosco e disse também que o horário de visitas naquela noite estava acabando, mas que eles poderiam combinar de começarem a visitar Charlie no dia seguinte.

Voltei ao hospital, por fim, e já fui procurando informações de Charlie. Eles me falaram o número do quarto e eu caminhei até lá, congelando assim que cheguei ao andar.

Imediatamente as minhas memórias foram apagadas. As memórias que eu tinha de uma pequena garota, desengonçada e que sempre estava caindo pelos cantos, desapareceu da minha mente. Porque diante de mim, estava uma Bella Swan que eu nunca havia imaginado. Ela estava parada em frente ao quarto, conversando com o meu pai. Seus cabelos estavam maiores do que eu me lembrava, soltos e caindo em ondas até quase sua cintura. Ela usava uma blusa de frio e jeans, que delineavam suas pernas. Peguei-me engolindo em seco, sem acreditar que era mesmo ela, e caminhei até os dois.

Pigarreei para chamar a atenção, simplesmente sem saber o que dizer. Carlisle se virou, um sorriso triste nos lábios.

- Avisou a todos da delegacia? – indagou.

Assenti rapidamente, virando-me para olhar para Bella. Seus olhos castanhos, iguais aos do pai, me fitaram, mas ela não sorriu.

E nem mesmo disse uma palavra.

- Edward, acredito que você se lembra da Bella Swan. – Meu pai a abraçou pelo ombro, puxando-a até a si.

Dei de ombros, ainda me perguntando o que ela estaria fazendo aqui, depois de ignorar o pai durante todos esses anos.

- Olá – disse, seco demais.

Os olhos dela se estreitaram, mas ela ainda não disse nada. Apenas assentiu, voltando-se para Carlisle, sua expressão se suavizando.

- Vou dar uma última olhada em meu pai – murmurou. – Depois vou para casa, ok?

- Onde vai ficar? – indaguei, sem nem pensar no fato de que estava me intrometendo no assunto.

Meu pai suspirou.

- Ela vai ficar na casa do pai dela, Edward – disse. – Tudo bem, Bella. Pode ir. Se precisar de algo é só ligar, querida.

Ela o abraçou mais uma vez e entrou no quarto, fechando a porta atrás de si. Imediatamente me virei para o meu pai, franzindo a testa.

- Então ela está mesmo de volta? – indaguei.

- Está, Edward – revirou os olhos. – Eu posso saber por que você sendo assim, tão mal educado com alguém que foi sua amiga durante todos esses anos?

Revirei os olhos.

- Ela não esteve aqui por anos! – sussurrei. – Por que voltou agora? Por que se importa? E nós não somos mais amigos, não desde os 12. Tem mais de dez anos isso, pai!

Ele respirou fundo.

- Edward, não vou discutir isso com você agora. – Seu tom de voz era sério. – Vamos apenas ver Charlie e ir para casa, por favor. E vê se melhora esse humor seu. Bella vai conviver com você por muito tempo.

Segurei-me para não retrucar, apenas assentindo. Esperamos do lado de fora enquanto Bella se despedia do pai. Meu pai disse que minha mãe e Emmett já tinham feito tal coisa e que tinham ido embora.

- Vou pegar uma carona com você, pode ser? – indagou. – Vim de táxi para cá, já que não estava em casa quando fui informado do acidente.

- Claro, pai – sorri. – Dou sim.

Alguns minutos depois, Bella deixou o quarto. Ela tornou a se despedir do meu pai e acenou para mim rapidamente, antes de se virar e ir embora. Reparei que havia um corte em sua bochecha, me perguntando como não tinha visto isso antes.

Meu pai e eu ficamos alguns minutos no quarto de Charlie e eu rezei silenciosamente, pedindo que ele ficasse bem. Por fim, me aproximei da cama, pegando sua mão na minha.

- Vou cuidar de tudo na delegacia por você, Charlie – murmurei. Hesitei por um momento, sem saber se devia prometer aquilo. Por fim, suspirei, abaixando o tom de voz para que meu pai não ouvisse. – E prometo não deixar nada de ruim acontecer com Bella se ela for trabalhar conosco.

Saímos do quarto alguns minutos depois, mergulhados em nosso próprio silêncio. Deixei meu pai em casa, despedindo-me dele com um abraço rápido. Voltei para minha própria casa, ainda confuso com tudo o que tinha acontecido hoje.

Estacionei meu carro e desci. Eu iria tomar um banho rápido e voltar para a delegacia, mesmo não tendo dormido direito. Precisava cuidar de tudo – como eu tinha prometido a Charlie.

Aproveitei para comer algo também, sem conseguir deixar de pensar nos acontecimentos de hoje. Tornei a pensar em Bella Swan, revirando os olhos e suspirando pesadamente.

Ela nunca esteve aqui por Charlie... O que mudara?

Lembrava-me de como éramos amigos quando pequenos. Estudávamos juntos, tínhamos a mesma idade, sendo separados apenas por conta de quase três meses. Ela costumava sorrir e rir sempre para mim. E eu simplesmente costumava achar o jeito que ela corava lindo. Tinha que contar uma piada, fazer alguma coisa, só para ver aquilo todos os dias.

Lembrei-me da mulher que eu vira mais cedo, totalmente diferente da Bella com quem eu havia crescido. Isso me fez me fazer outra pergunta: por que ela estava tão diferente?

Balancei a cabeça, tentando afastar meus pensamentos dela. Levantei-me de um pulo da cadeira que estava sentado e saí da minha casa.

Era hora de ir para a delegacia.

Era hora de fazer uma das coisas que eu fazia de melhor: proteger a cidade.

Notas finais
Bom e aí? O que acham que vai rolar? Deixem seus cometários para deixarem a autora feliz. Qualquer erro de postagem, lembrem-se não foi a Deh kkkkkk.
Semana que vem ela estará de volta. Bjs, Lu.