Sweet Temptation

32 Capítulo Trinta e Um - Trying


Notas iniciais
Oi, meninas. Demorei, eu sei, mas... explico na N/A!
Preparem-se porque esse capítulo... hihi

Edward POV.

Dirigi-me direto para a casa de Charlie depois que saí do hospital, me sentindo mais nervoso a cada minuto que se passava. Eu poderia esperar até amanhã, eu sabia, mas não conseguia fazer tal coisa. Tudo o que conseguia pensar era que eu precisava conversar com Bella logo.

Soltei um suspiro de alívio quando vi uma viatura parada em frente a casa; ela estava sendo vigiada ainda. Cumprimentei Joey, um colega de trabalho nosso, rapidamente e andei até a porta. Eu tinha telefonado para a delegacia e sabia que Chloe tinha um turno duplo hoje; turno que duraria até de madrugada. Eu tinha pensado em ir conversar com Bella lá, avisar que eu já poderia a voltar a trabalhar assim que ela quisesse, mas assim que obtive essa informação, achei melhor vir para cá.

Tínhamos coisas a resolver e eu não achava que o local de trabalho era o mais adequado para elas.

Usei a chave reserva que eu ainda tinha e fiquei andando de um lado para o outro, atento a qualquer barulho que eu ouvia. Bella deveria demorar um pouco, já que Charlie ainda estava no hospital e, de acordo com ele, ela o visitava todos os dias. Eu sabia que tinha todos os motivos para estar me sentindo ansioso, mas tentei me controlar.

E antes que eu percebesse, estava indo em direção ao quarto de Bella. Entrei no mesmo e olhei tudo ao redor, lembrando-me das noites que tínhamos passado deitados aqui, juntos. Sentei-me na cama dela e fiquei ali, apenas sentindo aquele cheiro único que ela tinha e me xingando mentalmente por ter feito muita merda e a ter perdido. Eu nunca seria capaz de me perdoar se ela não me desse uma segunda chance.

Perdi completamente a noção de tempo enquanto eu a esperava e quando dei por mim, alguém estava entrando na casa. Torcendo para que não fosse Chloe, que ela não tivesse terminado seu turno mais cedo, e com o coração batendo a todo o vapor contra o meu peito, eu saí do quarto de Bella.

E encontrei a mesma retirando seu casaco e olhando para o chão. Mas ela pareceu notar minha presença, já que, devagar, ergueu minha cabeça e embora parecesse um pouco surpresa, não fez menção nenhuma de falar nada.

E tudo o que fizemos pelos próximos minutos, talvez, foi um olhar para o outro. Eu sabia que tinha que começar a falar – e logo –, antes que ela resolvesse me expulsar ou algo assim, mas não consegui. Apenas fiquei a olhando, vendo a forma que os cabelos incrivelmente castanhos caíam ao redor de seu rosto, moldurando-o perfeitamente; seus olhos, naquele tom de chocolate que eu tanto amava, me encarando ainda um pouco surpresos; seus lábios, naturalmente rosados, entreabertos, me fazendo desejar cruzar aquele espaço e sentir o sabor deles novamente.

Suspirei pesadamente e balancei a cabeça, sabendo que não devia prestar atenção a tais coisas no momento. Eu tinha de convencê-la que estava arrependido e que ela poderia confiar em mim.

– Edward. – Bella enfim pareceu se recuperar e quebrou o silêncio, antes que eu pudesse dizer algo. – Eu não sabia que você tinha voltado... E muito menos que voltaria a morar aqui.

Eu engoli em seco ao escutar o tom de sua voz tão… indiferente.

– Eu voltei ontem, na verdade – murmurei. – Iria à delegacia hoje, mas… quis vir conversar com você primeiro.

Ela ergueu a sobrancelha e cruzou os braços, ainda parecendo indiferente demais. Tentei ignorar o aperto em meu peito ao vê-la agir desta forma. Ela tinha que sentir algo por mim também, certo? Nós tínhamos ficado juntos por algum tempo, afinal, e por mais que não tivéssemos rotulado nem nada...

Ela sentia, não sentia?

– E o que você gostaria de falar comigo que não pode ser dito na delegacia? – indagou.

Eu suspirei, e passei a mão no cabelo, sabendo que eu deveria começar a falar logo e parar de enrolar.

– Eu queria conversar com você sobre o que aconteceu naquele dia que os irmãos Roff foram presos – comecei, a assistindo com atenção, mas ela permaneceu parada, como se eu não tivesse dito nada. – Sei que você disse que não queria ouvir, mas...

– E não quero – ela me cortou.

Engoli em seco.

– Sério, Bella, tudo o que peço são cinco minutos – murmurei. – Nada mais do que isso. Eu só queria explicar que eu...

– Acho melhor você ir embora, Edward. – Bella me cortou novamente e se moveu para longe da porta, começando a ir em direção à cozinha. – Nós não temos nada para conversar, a não ser sobre o trabalho. Sobre este, você pode me procurar na delegacia.

Ela sumiu entrou na cozinha e saiu da minha vista, provavelmente imaginando que, quando voltasse, eu não estaria mais ali. Eu fiquei parado durante algum momento, mas logo a segui. Eu conversaria com ela naquela noite; ela querendo ou não.

– Bella, é sério. – Parei na frente dela, meus olhos buscando os seus. – Eu só preciso explicar...

Tentei pegar suas mãos nas minhas, mas Bella as afastou, seus olhos agora mostrando raiva.

– Edward, só vá embora – ela desviou os olhos dos meus. – Por favor.

Sentindo meu coração bater contra o meu peito a cada vez mais rápido, segurei seu rosto entre as minhas mãos e a obriguei a me encarar, resistindo à vontade de avançar naqueles lábios e fazê-la sentir como eu estava arrependido.

– Eu sei que eu errei – sussurrei – e me arrependo disso todos os dias. Tentei desfazer o que eu fiz, Bella, de todas as maneiras que você pode imaginar, mas quando vi, já era um pouco tarde. Não tenho desculpas para o que fiz, sei que errei, mas… naquela época nós não estávamos tão envolvidos, naquela época eu não tinha consciência do que eu se-.

– Não quero ouvir – ela me cortou, suas mãos imediatamente indo até as minhas e tentando afastá-las de seu rosto. – Só vá embora. Já passou e não tem mais jeito. Por que você quer insistir nisso?

Porque eu estou apaixonado por você.

– Merda, Bella, eu realmente estou tentando aqui. – Forcei seu rosto mais em minhas mãos, puxando-me para mais perto dela. – Só me dá uma chance, por favor.

– Vai embora – repetiu. – Só… vai.

Em um ato desesperado, empurrei-nos contra o balcão, forçando meu corpo contra o dela, querendo que ela parasse de lutar.

– Eu conversei com o meu pai e expliquei algumas coisas a ele, querendo que ele me desse uma ideia do que eu poderia fazer. – Comecei a falar rápido demais, querendo impedi-la de me cortar mais uma vez. – E depois conversei com Charlie, e...

– Você falou com o meu pai? – A voracidade de suas palavras me pegou de surpresa e ela conseguiu me empurrar, fazendo com que eu cambaleasse um pouco. – Você se achou no direito de ir até a ele e falar de nossos problemas? Para um homem direito?

Franzi a testa para ela, deixando, de repente, que a raiva tomasse conta de mim ao me lembrar de que eu ficara sabendo que Charlie acordara pelos meus pais, não por ela.

– Seu pai? Nossos problemas? – Cruzei os braços, tentando me conter. – Charlie me conhece desde que eu nasci e eu sempre confiei nele! Eu viajo, ele acorda, e o que? Você se acha no direito de guardar isso só para você e nem ao menos me mandar uma mensagem contando?

Bella riu e revirou os olhos.

– Você não tem o direito de exigir nada – soltou. – Eu estava ocupada, pensando em estar perto do meu pai. Avisar a você foi a última coisa que passou pela minha mente, e, acredite você ou não, não foi por querer.

Foi a minha vez de rir.

– Eu errei com você, Bella – disse. – Eu sei disso. Mas isso não lhe dá o direito de agir desta maneira. Pense em tudo o que...

– Não ouse falar ‘pense em tudo o que vivemos’, por favor! – ela gritou, avançando até a mim. – Você fez tudo isso ir por água abaixo quando resolveu me sabotar, quando decidiu que o cargo de chefe era mais importante para você. Você! Não eu. Então, não venha com esse papo, ou eu juro, Edward, eu vou...

Tornei a empurrá-la contra o balcão e forcei meu corpo contra o seu.

– Ou você vai o que? – murmurei. Ela continuou me olhando e respirando de maneira ofegante. – Me escuta, por favor, só me escuta. Eu...

Eu fitei seus olhos castanhos arregalados, seus cabelos um pouco desalinhados, sua boca entreaberta, e senti meu coração disparar.

Não dava mais para esconder. Ela não iria acreditar em mim apenas explicando e indo devagar.

– Eu fui chamado pelo chefe Gerandy primeiro do que você, Bella – sussurrei. – Ele me disse que eu tinha ganhado o cargo, me disse que eu era o novo chefe...

Eu vi seus olhos arregalarem e a prendi mais contra o balcão, com medo dela fugir, mas Bella não fez nenhum movimento mostrando que ela faria tal coisa.

– Ele queria lhe chamar assim que terminou de falar comigo – continuei –, mas eu lhe pedi um favor. Eu não entendi em primeiro momento o porquê de estar fazendo aquilo, Bella, mas… eu abri mão do cargo, eu o fiz me prometer que ele não comentaria nada para você… simplesmente porque eu não suportaria comandar uma delegacia sabendo que eu tinha errado com você.

Eu ri e balancei a cabeça, lembrando-me daquela época, que parecia tão distante.

– Eu tentei te explicar, mas você não quis ouvir – disse por fim. – Abri mão de algo que eu queria muito, Bella, por você. Mesmo que eu tenha sabotado o caso da família Roff, eu ainda abri mão... Isso não lhe diz nada?

Bella me fitava em silêncio, seus olhos ainda muito arregalados, mas não disse absolutamente nada.

– Eu estou apaixonado por você, Bella – murmurei. – Completamente louco, na verdade. Não consigo me concentrar em algo mais, não consigo não me lembrar de você. É muito louco, certo? Mas é como eu me sinto, Bella.

Eu tornei a rir.

– Diga alguma coisa – implorei, alguns segundos depois, ao ver que ela ainda não tinha dito nada. – Por favor, só… diga algo.

Mas Bella permaneceu de olhos muito arregalados, me fitando em silêncio, e antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa para ela, escutei o barulho de chaves na porta de entrada; sinal de que Chloe tinha chegado.

Suspirei pesadamente, sabendo que não daria para continuar nossa conversa agora, e a fitei uma última vez, querendo estar olhando em seus olhos ao fazer uma última promessa.

– Não vou desistir – murmurei. – Vou continuar a te falar todos os dias que errei, que me arrependi e que, sim, me apaixonei. Vou te provar que você pode confiar em mim, Bella, vou provar que mereço uma segunda chance. Nem que seja a última coisa que eu faça.

Depositei um beijo demorado em seus lábios, apenas porque eu precisava sentir o sabor deles, e me afastei, virando-me e saindo da cozinha. Dei um aceno de adeus bem rápido para Chloe antes de sair da casa de Charlie, disposto a começar a cumprir a promessa que eu tinha feito à Bella o quanto antes.

Bella POV.

Permaneci parada na cozinha durante mais alguns minutos – ou horas, eu não saberia dizer –, ainda processando tudo o que tinha sido dito. Eu respirei fundo, ainda sem conseguir acreditar em tudo o que eu tinha escutado.

Edward estava apaixonado por mim?

Vi-me tentada a acreditar, por mais que minha mente insistisse em me lembrar do que ele havia feito. Se ele fosse apaixonado por mim, por que ele teria me sabotado, em primeiro lugar?

– Chefe Swan?

Levantei a cabeça e fitei Chloe parada na porta, seus olhos me observando com preocupação. Consegui empurrar um sorriso para fora do rosto antes de repetir, pela milésima vez talvez, que ela não tinha que me chamar de Chefe quando estávamos fora da delegacia.

– Desculpe, é o hábito – ela deu de ombros e sorriu, se aproximando um pouco. – Está tudo bem? Você parece meio… pálida...

Eu sorri e assenti.

– Está sim – murmurei. – Só pensando em umas coisas...

Nós jantamos em meio a conversas e depois eu desejei boa noite a ela, entrando rapidamente no banheiro. Demorei mais no banho do que costumava demorar, minha mente ainda presa a tudo o que Edward tinha dito naquela mesma noite.

Eu estou apaixonado por você, Bella. Completamente louco, na verdade. Não consigo me concentrar em algo mais, não consigo não me lembrar de você. É muito louco, certo? Mas é como eu me sinto, Bella.

Engoli em seco e balancei a cabeça, esfregando meus cabelos com um pouco mais de força do que o necessário. Terminei meu banho rapidamente depois disso e saí o quanto antes, me escondendo em meu quarto e me jogando na cama.

Mas dormir foi praticamente impossível naquela noite.

Rolei na cama durante um tempo, e mesmo quando consegui parar quieta, consegui deixar de pensar em tudo o que tinha acontecido.

Acabei indo trabalhar mais cedo do que deveria, já que ficar deitada e tentar dormir pareciam algo impossível. Mergulhei-me de cabeça em meio a papéis e tantas outras que eu tinha que resolver na delegacia. Fiquei um pouco mais animada ao pensar que meu pai iria para casa naquele dia e me vi trabalhando mais do que o necessário.

Quem sabe assim eu não conseguiria sair mais cedo?

Na hora do almoço, recebi a visita de Edward e fiquei um pouco tensa, não querendo relembrar o que tinha acontecido na noite passada. Ele não deu indícios de que iria cumprir a promessa que me fizera na cozinha, porém. Foi extremamente profissional, me falando do curso que tinha feito e me dando as referências necessárias.

E quando ele foi embora, peguei-me suspirando, sem conseguir entender o que havia de errado comigo.

Por que eu ainda não conseguia me esquecer do que havia acontecido, por que não podia simplesmente seguir em frente?

Vi-me saindo mais cedo da delegacia e me dirigindo para o hospital, disposta a esquecer tudo o que Edward havia dito. Mesmo assim, peguei-me relembrando várias vezes enquanto esperava meu pai receber alto, e mesmo enquanto nos dirigíamos para casa e só devia haver motivos para comemorar, peguei-me suspirando e desejando que tudo aquilo que ele havia dito fosse verdadeiro.

– Bella? – Meu pai me chamou, depois que entramos em sua casa. – Está tudo bem, querida?

Empurrei um sorriso para fora do rosto e assenti.

– Está sim, pai – murmurei. – Foi apenas um longo dia.

Mas os próximos dias também foram e eu me vi a cada vez mais louca, sem ter ideia do que fazer. Edward sempre parecia estar por perto, mostrando-se um policial responsável, ficando na delegacia mais vezes do que o necessário. Ele também passou a ir visitar Charlie quase todas noites, às vezes levando seus pais, às vezes não.

Quando um dia de folga chegou, eu permaneci o tempo todo dentro de casa, rezando para que não tivesse uma emergência naquele dia. Edward estava trabalhando, eu sabia, já que havia organizados os horários do mês, e eu estava precisando ficar um pouco longe dele.

Disse ao meu pai que iria tirar um cochilo, mas não consegui dormir. Fiquei encarando o teto, esperando que as respostas das minhas perguntas surgissem em minha cabeça, mas não obtendo sucesso. Meu celular tocou alguns minutos depois também, e eu o atendi sem mesmo olhar, arrependendo logo em seguida disso ao ouvir a voz de Alice.

– Você está me evitando por que, senhorita Swan? – ela perguntou. – Posso saber?

Eu soltei um suspiro e mordi o lábio inferior, me sentindo um pouco culpada.

– Sinto muito, estou tendo uns dias meio… agitados – murmurei.

Mas ela era Alice e vinha sendo minha amiga há muitos anos. Conhecia-me muito bem, e obviamente não acreditou em uma palavra do que eu disse. Passei, então, os próximos minutos, resumindo para ela tudo o que tinha acontecido e quando acabei, esperei ansiosamente por uma resposta.

Eu precisava da opinião dela, porque… não tinha ideia do que fazer.

– Você realmente não percebeu? – ela indagou. – Sério, Bella, eu percebi isso desde que os vi no aeroporto... Edward está, sim, apaixonado por você, mas ele não é o único...

– O que você quer dizer com isso? – eu perguntei, embora estivesse com medo da resposta.

Alice riu.

– Você também está apaixonada por ele, Bella, e nem adianta negar. Você nunca percebeu, não é?

Eu fiquei calada, as palavras de Alice martelando em minha cabeça, sem saber o que dizer a ela. Por fim, escutei alguém chamá-la e Alice dizendo algumas coisas a essa pessoa.

– Tenho que ir agora, Bella, mas eu volto a te ligar em breve – ela disse. – Pense no que eu te disse, ok? E ouça uma explicação de Edward. Quer dizer, eu sei que ele errou, mas… ele está arrependido, não está? E todo mundo merece uma segunda chance.

Pelo resto do dia e nos dois seguintes, eu tentei negar o que minha amiga tinha dito, mas não consegui. Muito embora ainda estivesse magoada com Edward e não tivesse certeza se poderia ou não confiar nele… eu estava apaixonada.

E negar tal coisa não adiantava mais.

Quando a segunda chegou, eu me vi indo para a delegacia, só rezando para que o dia passasse rápido. Eu trabalharia durante a manhã e à noite, e depois teria de voltar durante a madrugada. Resolvi problemas administrativos durante a manhã e passei a tarde em algumas reuniões, principalmente com Sam – e Edward desta vez estava presente. John não tinha aparecido ainda e nem dado nenhum sinal de que ainda estava em Seattle e isso deixava a todos nós preocupados.

Foi difícil me concentrar na mesma com Edward tão perto de mim. Ocasionalmente ele me passava um papel ou uma caneta, fazendo questão de seus dedos roçarem nos meus, ou suas pernas nas minhas, causando-me arrepios. Eu tentei me esquivar e me concentrar, mas não obtive muito sucesso. Por isso, quando a reunião acabou e eu pude ir para casa – um pouco mais tarde do que eu esperava. Liguei para Carlisle enquanto dirigia até lá, perguntando como estava sendo o exame de Charlie. Ele tinha alguns exames de rotina para fazer no hospital ainda, mas estava tudo indo bem e todos acreditavam que em breve ele poderia estar de volta ao trabalho.

– Está tudo bem, Bella. – Carlisle respondeu. – Nós estamos na minha casa, Esme convidou Charlie para o jantar... Ele disse para você descansar e não se preocupar com ele, que ele logo estará em casa.

Eu sorri, e estacionei em frente à casa do meu pai, louca para descansar um pouco. Agradeci a Carlisle e desliguei a ligação, antes de sair do carro e me arrastar para dentro de casa.

Mas eu congelei assim que entrei na mesma.

Havia um rastro de sangue espalhado pela sala e alguns objetos jogados na mesma. Eu ofeguei e imediatamente levei minha mão à minha arma, sacando-a e começando a seguir o resto. Eu tinha visto Chloe antes de sair da delegacia e sabia que ela trabalharia até tarde, então… não podia ser ela.

A trilha acabou dando em meu quarto e, com as mãos um pouco trêmulas, empurrei a porta, e meu coração imediatamente acelerou quando eu vi Mike Newton, policial responsável pela segurança da minha casa naquela noite, morto aos pés da minha cama.

E John Carter sentado na mesma, com um sorriso de lado no rosto, parecendo extremamente confortável apesar de eu ter uma arma apontada para ele.

– Senti saudades, cara mia.

Notas finais
N/A: John voltou!!! Estava louca para que ele voltasse hahahahaha. Matou o Mike, coitado )): E agora, o que será que acontece?
Enfim, meninas, era pra eu ter postado na semana passada, mas não deu. Estou com um pouco de dificuldades pra escrever (sem tempo, sem inspiração, cansada e tudo o mais) e embora esse capítulo já estivesse escrito, adiei um pouquinho, pra ver se eu conseguia já deixar o próximo pronto ou algo assim. Não está, mas tentarei fazer isso no feriado, então cruzem os dedinhos.
Até amanhã, em WFY.
xx
PS: Postei o capítulo um da Daylight, que tal darem uma passadinha lá? (;
N/B: OMG! E esse final? Socorro! Alguém querendo matar a Deh? Hahahahahaha. Mas tudo bem, ta perdoada pelo Edward todo apaixonadinho e a Bella pensando em dar uma segunda chance a ele. Deixem reviews! Bjs, Friida.