Sweet Temptation
34 Capítulo Trinta e Três - Obsession
Notas iniciais
Desculpem-me pela demora e espero que gostem!
Leiam a N/A, ok? (;
Bella POV.
Dormir foi algo extremamente difícil naquela noite. Eu finalmente sucumbi ao sono, porém, enquanto as horas se arrastavam, e consegui cochilar um pouco; tempo suficiente para que sonhos me tomassem e eu logo me encontrava acordada novamente, esperando que fosse tudo um pesadelo ou algo assim.
Mas não era.
Vasculhei o quarto, quando dormir se tornou algo impossível, à procura de coisas que pudessem me ajudar a fugir, mas nada dali parecia ter alguma utilidade. Os enfeites que estavam sobre a cômoda, a penteadeira e aos criados-mudos, eram apenas isso, enfeites. Nada pontudo demais, nada que pudesse me ajudar.
Soltei um suspiro quando procurei pela terceira vez, até mesmo debaixo dos móveis e atrás das cortinas, e voltei a me jogar na cama, certa de que eu não poderia fazer nada a não ser esperar. Infelizmente, eu não sabia dizer quantas horas eram, já que não havia nenhum relógio ali, mas pelo menos, eu sabia que já era de manhã.
Lutei contra o sono quando ele ameaçou voltar, não querendo ficar vulnerável caso John resolvesse me fazer uma visita àquela hora. Andei de um lado para o outro no quarto durante alguns minutos, e quando isso não foi o suficiente para me manter entretida, resolvi tomar outro banho.
As mesmas duas mulheres de ontem me esperavam quando eu saí do banheiro. Elas tornaram a me vestir, desta vez com roupas casuais, e apenas trocaram poucas palavras comigo. Eu também não fiz nenhum esforço para qualquer uma das duas falarem; naquele momento, tudo o que eu queria era saber quanto tempo demoraria para meu pai e Edward me acharem.
Peguei-me suspirando vez ou outra enquanto elas puxavam o meu cabelo e o trançavam rapidamente, antes de aplicarem uma maquiagem leve no meu rosto. Evitei me olhar no espelho, não querendo pensar em mim como uma boneca de John, e permiti que os mesmos caras de ontem me levassem para o primeiro andar em silêncio.
Eles não me levaram para a sala de jantar, porém. Fui conduzida a outro corredor, bem iluminado e discreto, com apenas alguns quadros aqui e ali, e alguns vasos de flores bem neutros, até uma porta dupla, branca. Um cara que estava ao lado dela a abriu quando passamos e eu vi que estava sendo levada até um jardim.
Andamos por mais alguns minutos, talvez. O local era bem bonito e bem cuidado, e em um momento de devaneio me perguntei como não tínhamos descoberto que John tinha aquela mansão.
Provavelmente, estava em nome de outra pessoa.
— Principessa!
Eu virei minha cabeça em direção ao som de John me chamando quase que automaticamente, e cerrei meus punhos quando o vi sentado à uma mesa que estava no centro do jardim. Um forro branco a cobria, um jarro de flores dava um toque especial, e ela estava cheia dos mais diversos tipos de comidas. Desde bolos a torradas, assim como suco, água e leite.
- Bom dia, cara mia. – John sorriu ainda mais quando me colocaram em frente à mesa. Ele me encarou por alguns segundos, nunca deixando de sorrir, e depois voltou seu olhar para os dois seguranças que ainda me seguravam. – Podem ir. Seus serviços não são necessários no momento.
Permaneci em pé mesmo quando os seguranças me soltaram e eu os senti se afastar, não disposta a ceder a John nem por um minuto sequer. Ao invés disso, deixei meus olhos vagarem pelo jardim, à procura de qualquer coisa que pudesse me ajudar a sair.
Mas foi em vão, novamente.
E eu também tinha certeza que só pioraria as coisas caso começasse a correr feito uma louca agora.
- É mesmo muito bonito aqui, não? – John se levantou, ainda sorrindo de forma irritante, e se pôs ao meu lado. Custou toda a força que eu tinha para não me afastar dele naquele momento. – Eu sabia que você gostaria... Talvez, mais tarde, possamos tirar algumas fotografias juntos… começar um novo álbum.
Reprimi uma careta.
- Agora, vamos nos sentar. – Eu deixei que ele me guiasse até a cadeira e me sentei, me recusando a tocar na comida. – O dia será cheio, como eu lhe disse ontem, principessa, e quanto mais cedo começarmos, mais tempo teremos para fazer tudo aquilo que eu quero.
Se John viu que eu estava ignorando a comida, ele não disse nada. Ao invés disso, contou-me sobre os lugares que tinha visitado, sempre dizendo que eu os amaria, falou sobre suas máquinas, suas fotos, os cursos de fotografia que ele tinha feito e como aquela paixão comum entre nós dois nos manteria unidos.
Era… repulsivo.
Quando ele terminou seu café, guiou-me pelo jardim, mostrando-me suas flores e suas fontes, vangloriando-se de tudo aquilo que tinha. A todo o momento, ele também insistia em me lembrar que meu “ex-namorado nunca poderia me dar coisas como aquelas”, palavras dele.
Novamente, repulsivo.
- Por que está tão calada, cara mia? – ele indagou, enquanto me levava de volta até a casa. – Sei que vai demorar um tempo para se acostumar com sua nova vida, mas trocar algumas palavras comigo realmente vai doer?
Parei de andar imediatamente, sentindo a raiva que estava tomando conta de mim desde que eu chegara ali, alcançar o seu limite.
- Não quero ficar aqui, Carter – cuspi. – Amo o meu trabalho, minha vida e família... Por que você pensaria que abandonar tudo isso e fugir com um traficante como você me faria feliz?
Eu vi o sorriso sumir do seu rosto pela primeira vez naquele dia, mas pouco me importei com isso. Eu só queria que ele me deixasse ir embora logo e esquecesse de mim. Nada mais.
Era pedir muito?
Tentei me acalmar e respirar fundo, me lembrando que eu era uma policial treinada e que tinha que me manter em controle, principalmente em algumas situações. Aquilo nunca tinha acontecido comigo e eu não tinha ideia se iria conseguir sair dali ou se iriam me achar, então eu simplesmente não sabia como agir ou pensar.
- Apenas me deixe ir embora, John – eu pedi. – Não quero ficar aqui, não quero conhecer o mundo com você. Eu só quero ficar perto do meu pai, do meu trabalho e daquelas pessoas que eu amo...
Os olhos de John brilharam rapidamente e ele se aproximou de mim, suas mãos fechadas em punho.
- Eu sei que tenho que ter paciência com você, querida, mas... – ele parou por um momento. – Nunca mais repita isto. Nunca deixarei que volte para o Cullen. Nunca.
Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, John fez um sinal com a mão e os dois seguranças, que pareciam estar ali unicamente para ficar próximos a mim, se aproximaram.
- Levem-na até a sala 12 – ele disse aos dois e depois voltou seus olhos para mim. – Encontro você lá em alguns minutos, cara.
Alguns minutos depois, descobri que a sala 12 era, na verdade, a sala para onde eu tinha sido levada ontem e ficado presa durante algum tempo. John insistiu em me mostrar cada fotografia que estava ali e em me contar sobre as suas viagens, nunca me dando tempo para falar nada. Em algum momento, eu deixei de prestar atenção no que ele dizia e deixei que meus pensamentos vagassem para o que deveria estar acontecendo na delegacia. Edward e meu pai, àquela altura, já deviam ter notado que eu não estava em casa, certo? Eu tinha que voltar à delegacia à noite… e provavelmente, eles tinham encontrado Mike também...
Suspirei pesadamente e abaixei minha cabeça, olhando para as minhas mãos. Antes que eu pudesse me conter, lembranças de tudo o que eu tinha passado com Edward tomaram conta da minha mente. Seus toques, seus beijos, seus gemidos… tudo estava tão vívido em minha mente... Assim como o que ele tinha feito para conseguir o cargo...
Mas ele disse que tinha desisto dele… por mim. E somente pensar nisso me fazia me sentir tão bem… muito embora eu ainda sentisse medo de confiar nele novamente.
Escutei um barulho ao meu redor e dei um pulo no sofá onde eu estava sentada, levantando a cabeça novamente e encontrando John me olhando de forma furiosa. Sua mão estava apoiada na mesa e eu percebi que ele tinha batido nela com força, provavelmente para chamar minha atenção.
- Você vai esquecê-lo, Isabella – ele murmurou, seus olhos nunca deixando os meus. – Vai demorar, eu sei disto, mas grave estas palavras: você vai deixar de amar seu ex em algum momento, e eu esperarei por esse dia muito ansioso.
Continuei encarando-o, sem coragem de dizer nada, em parte porque o que eu sentia por Edward era confuso demais. O medo que eu sentia de confiar nele novamente, vinha com força a cada vez que eu me permitia sentir falta, sentir vontade de estar em seus braços só por mais um minuto...
John tornou a abrir a boca, mas antes que ele pudesse dizer algo, alguém bateu à porta do quarto onde estávamos e ele foi abri-la, ainda parecendo estar furioso. Palavras em italiano foram trocada rapidamente, mas mesmo me esforçando, não consegui entender nenhuma delas. Quando dei por mim, John estava saindo da sala e os seguranças responsáveis por mim estavam me levando de volta para o quarto que eu ocupava naquela casa.
Fiquei ali durante horas sozinha. Em algum momento, alguém entrou e rapidamente deixou um prato de comida para mim, e eu só comi porque estava faminta – já que não havia tomado café. Depois, fiquei deitada na cama, meus olhos no teto, minha mente ainda presa em tudo o que eu estava pensando na sala de fotografia do Carter.
As palavras dele me atingiram com força naquele momento. Você vai deixar de amar o seu ex...
Por que doía tanto rejeitar este fato, que eu amava Edward? E por que doía pensar nele como um ex?
Engoli um soluço, finalmente o medo tomando conta de mim, e escondi meu rosto no travesseiro, fechando os olhos com força e perguntando a mim mesma, no fundo, o que eu queria.
Eu quero ficar perto de Edward. Eu preciso dele aqui, para me fazer sentir segura, para me fazer sorrir... Para me dizer que vai ficar tudo bem...
Engoli em seco ao pensar nisso, sabendo que mesmo negando, aquilo não podia deixar de ser verdade. Eu estava apaixonada por ele...
E nem mesmo sabia se voltaria a vê-lo algum dia...
Eventualmente, o sono foi tomando conta de mim, e eu relaxei contra a cama, puxando as cobertas ao meu redor e me cobrindo da melhor forma que eu podia, sem ter que levantar da cama. Pouco me importei com o fato de ainda estar vestindo as roupas que John tinha escolhido.
Naquele momento, tudo o que eu podia pensar era que eu precisava ver Edward novamente.
Eu o amava. E daria qualquer coisa para poder dizer isso a ele.
Edward POV.
Eu sentia meu coração bater à toda velocidade contra o meu peito enquanto eu saía, às pressas da delegacia, querendo muito gritar ordens para as pessoas ao meu redor. Entretanto, eu não sabia o que tinha acontecido direito e sabia que precisava verificar tudo antes de mandar os meus colegas de profissão começarem a procurar pela atual chefe deles.
Tudo o que eu conseguia pensar naquele momento era que eu tinha que estar na casa de Charlie o mais rápido possível. Precisava ver Bella o mais rápido possível.
Porque se alguma coisa acontecesse com ela...
Eu não podia nem mesmo pensar nisto.
Dirigi o mais rápido que eu pude, provavelmente ignorando todas as leis de trânsito do processo. Como policial isto deveria importar sempre, mas naquele momento… eu realmente precisava me certificar de que Bella estava bem.
Desci do carro logo que eu tinha estacionado, já correndo para dentro da casa de Charlie. O carro do meu pai estava estacionado em frente à mesma e a porta da casa estava aberta.
Isso só fez com que eu me apressasse ainda mais.
Senti que poderia ter um ataque cardíaco quando vi as manchas de sangue espalhadas pelo chão, indo em direção ao quarto dela. E praticamente congelei na porta do quarto quando vi o corpo de Mike no chão.
- Charlie... – eu murmurei, finalmente me dando conta da presença dele e do meu pai ali. – Há quanto tempo você está aqui?
- Te liguei assim que vi isto – ele disse. – Não há sinais de Bella, mas tenho quase certeza de essa arma é dela e...
Eu olhei para a arma que ele tinha em mãos, envolvida cuidadosamente em um plástico, e a peguei, a analisando. Precisaríamos de um teste para confirmar, mas eu também podia dizer com certeza que aquela era a arma dela.
E isso significava… isso significava que ela estava com John.
- Eu vou avisar ao pessoal da delegacia – eu murmurei, começando a me afastar. – Temos que colocar um aviso por toda a cidade, no aeroporto, estação de trem e tudo o mais o quanto antes.
O fato de Bella ter sumido tinha algo a ver com John.
Eu tinha certeza disso.
Meus dedos tremiam enquanto eu discava o número da delegacia e minha voz parecia baixa demais e sem vida enquanto eu dava ordens e chamava uma ambulância. Depois disso, tudo parecia estar acontecendo rápido demais. O pessoal da delegacia chegou, a ambulância também... E ainda tínhamos que avisar à família de Newton o que havia acontecido com ele...
Parar foi algo impossível e eu nem mesmo queria isso. Escutei meu pai dizer milhares de vezes para eu respirar por um minuto, descansar, porque ficar naquele estado não me ajudaria a encontrar Bella, mas eu não podia. Simplesmente não podia parar.
Como eu poderia, sem saber onde e como ela estava?
Eu nem mesmo tinha conseguido convencê-la de que estava arrependido.
Em algum momento, Mark chegou, disposto a ajudar no que ele podia. Com Bella fora, provisoriamente ele assumiria novamente o comando da delegacia. Ordens foram dadas, a arma foi analisada, assim como as marcas de sangue e o tipo de bala usada em Mike. Mesmo odiando, os resultados demorariam um pouco, assim como as buscas. Diversas viaturas já estavam espalhadas pela cidade, à procura de Isabella Swan, e ninguém entrava ou saía da cidade sem autorização.
Mesmo assim, eu não conseguia descansar.
Repassei o caso diversas vezes em minha mente, procurando me lembrar de todos os detalhes possíveis. Quando manter os olhos abertos parecia algo impossível, puxei um colchão do armário dos Swan e entrei no quarto de Charlie, programando meu celular para despertar dali a algumas horas; eu só precisava de um pouco de sono.
Sentei-me na cama de Charlie e esfreguei meu rosto com fúria, sentindo meu coração apertar e as lágrimas querendo surgir nos meus olhos. Ela estava desaparecida há apenas algumas horas, mas eu sentia que tinham sido dias...
Precisava dela logo. Precisava dela segura, em meus braços. Precisava provar que eu estava arrependido, que eu a amava, e que daria tudo para ter uma nova chance...
Entretanto, eu não tinha a mínima ideia de onde ela poderia estar.
_
Poucas horas depois, eu estava acordado novamente, mas não havia nenhuma novidade. John não tinha tentado escapar da cidade com Bella, não pelos meios convencionais. E não sabíamos onde ela estaria.
Suas mansões foram verificadas, todos os imóveis que ele tinha, todos os capangas que tinham sido presos com ele... Mas nós não tínhamos conseguido chegar a lugar algum.
Os resultados do sangue encontrado foram entregues e só confirmaram o que todos sabíamos: era o sangue de Mike. A arma pertencia à Bella, como também imaginávamos. E isso só me deixou mais preocupado. Ela estava em algum lugar desconhecido por nós… e desprotegida.
Quando ficar na casa de Charlie foi demais, corri até a minha casa e tomei um banho rápido, antes de trocar de roupa e voltar para a delegacia. Comi um sanduíche no caminho, sabendo que não conseguiria engolir mais do que isso, mas sabendo também que não iria conseguir seguir com a busca à Bella caso não comesse ao menos um pouco.
Sentei-me à minha mesa e me passei a tarefa de revisar tudo novamente, desde o começo, sem perder nenhum detalhe. Voltei ao final de semana que Bella e eu tínhamos fingidos sermos namorados, fazendo anotações a todo o momento. Eu não sabia porque estava tão fixado naquilo, mas alguma coisa me dizia que se eu prestasse atenção, conseguiria achar alguma coisa de útil em meio a tudo aquilo.
Em alguns momentos eu parava e ligava para Charlie e Sam, querendo saber se eles tinham tido alguma notícia. Infelizmente, nada. E ao ouvir sempre as mesmas notícias – que ninguém tinha tido notícia de Bella, ninguém sabia onde ela estava e todos os meios de saída da cidade estavam sendo vigiados –, eu somente voltava ao trabalho, prestando mais atenção do que nunca.
Eu precisava achá-la logo.
Eu precisava dela segura comigo. Precisava ter a oportunidade de provar a ela que eu estava arrependido e que precisava de outra chance.
Precisava dizer a ela que eu amava novamente. E novamente.
Respirei fundo e apoiei minha cabeça nas mãos, repassando tudo o que eu tinha visto até aquele momento. Lembrei de quando eu tinha sido baleado, de quando tínhamos recebido aquela chamada... Eu sabia que estava perdendo algo, mas… o quê?
Fechei os olhos com força e tornei a me concentrar, pensando no que eu poderia estar perdendo... E então, uma ideia me ocorreu.
Como John podia ter tanta certeza de que Bella iria para casa naquela noite, depois do plantão? Como, na noite em que eu fui baleado, ele poderia saber que Bella e eu iríamos ser chamados, estávamos em ronda e acabaríamos o vendo?
Corri meus olhos nas informações que eu tinha, cada uma caindo como uma luva. Eu não queria admitir o que tinha pensado para mim mesmo, mas sabia que não havia outra opção. Era óbvio...
Como eu não tinha pensado nisso antes?
Peguei rapidamente todos os papéis que eu tinha usado ao longo das horas e corri até a sala que Bella estava usando agora que era chefe. Mark estava lá, tentando resolver todos os problemas possíveis. Eu entrei sem bater, pouco me importando com aquilo naquele momento, só querendo contar a ele o que eu tinha descoberto.
Porque de alguma forma, naquele momento, eu sabia que só podia confiar nele e em Charlie. E em mais ninguém.
- Edward, o que foi? – Ele indagou, se endireitando na cadeira e me olhando com atenção. – Aconteceu alguma coisa? Vocês tiveram alguma notícia?
Eu neguei imediatamente e coloquei os papéis na mesa dele. Ele os olhou rapidamente e tornou a me fitar, aparentemente sem ter entendido o que eu queria mostrar.
- Temos um traidor entre nós.
Notas finais
Não tenho muito o que falar, então... apenas comentem, contando o que acharam dessa teoria do Edward. Quem será que pode ser o traidor, huh?
Amanhã tem Daylight, se Deus quiser, e domingo tem WFY sem falta, então fiquem atentas (;
xx
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