Sweet Temptation

18 Capítulo Dezessete - Plan - Parte II


Notas iniciais
Olá :3 Finalmente conseguindo postar um capítulo em dia haha.
Espero que gostem.
Nos falamos na N/A.
Divirtam-se (;

Bella POV.

Eu rolava na cama diversas vezes, não conseguindo dormir, mesmo já estando na cama há mais de duas horas. Tentei permanecer parada por mais de um minuto, imaginando coisas calmas para ver se o sono chegava, mas não funcionou. Logo eu me vi levantando e ajeitando o travesseiro e as cobertas, antes de me deitar e tentar dormir mais uma vez.

Cinco minutos depois, estiquei meu pescoço e observei as horas, bufando alto quando vi que já se passavam das duas da manhã. Eu havia ficado até tarde na delegacia, em uma reunião com Mike e a equipe responsável pelo caso da família Roff, e me encontrava extremamente cansada quando cheguei em casa. Nunca passou pela minha cabeça que, assim que eu me deitasse, o sono iria embora.

Mas ele foi.

Sempre que meus olhos se fechavam eu me lembrava do que havia acontecido duas noites atrás – e de outras coisas também –, pouco depois de eu sair de uma reunião e estar a caminho da casa do meu pai.

Lembrava-me de tudo o que Mike e os demais haviam falado da família Roff naquele dia, comentando sobre uma pessoa que eles haviam infiltrado. Nós nos reunimos naquele dia, dispostos a ouvir algumas informações – informações que nos fariam um sinal de como prosseguir, ao menos –, mas, no entanto, não obtivemos muito sucesso.

Eu saí, caminhando diretamente até a minha mesa, Mike ao meu lado, e peguei o relatório, comentando com ele sobre algumas anotações que eu havia feito. Eu havia comentado na reunião sobre a ideia que eu tinha tido, mesmo não tendo provas, mesmo não tendo muita certeza. Tornei a explicar tudo para Mike naquele momento, mostrando minhas anotações, e ele apenas sorriu, dizendo que pensaria em algo e que iríamos verificar tal coisa em breve.

Despedi-me dele logo em seguida, partindo para o vestiário e me troquei rapidamente. Acenei para alguns colegas enquanto me dirigia à saída, só querendo chegar em casa, tomar um banho e dormir.

Mas fui interrompida por Edward me chamando.

Ele já não estava vestido com seu uniforma mais e eu me surpreendi por encontrá-lo na delegacia àquela hora. Seu horário era muito parecido com o meu e, se eu estivesse certa, seu turno já havia acabado há uns bons minutos.

Eu o encarei, ainda um pouco surpresa, e esperei que ele dissesse alguma coisa. Quando tudo o que ele fez foi me encarar, eu tentei chamar sua atenção, enquanto apertava a alça da minha mochila em meu ombro.

- Eu, hmmmm... – Ele dissera. – Eu queria falar algo com você.

Eu me lembrava de ter assentido, curiosa para saber o que Edward queria tanto falar comigo, ao ponto de ficar até mais tarde na delegacia. Mas ele não disse nada e naquele segundo que ambos ficamos calados, algo mudou. Eu quase consegui sentir o ar mudando ao nosso redor, os olhos de Edward me fitando, um brilho diferente em seus olhos verdes. Observei seus olhos passearem por meu cabelo, por meu rosto, até parar em meus lábios. Quase que imediatamente, senti um arrepio tomar conta de todo o meu corpo e meu coração acelerou, batendo de forma rápida contra o meu peito.

O que havia de errado comigo?

E então, Edward deu um passo em minha direção, seus olhos ainda fixos em minha boca. E eu fui obrigada a perguntar o que ele estava fazendo, porque eu realmente não estava gostando da reação que seu olhar estava causando em mim.

Esperei que ele explicasse o que aquilo significava enquanto tentava controlar meu coração e respiração. No entanto, tudo o que ele fez foi dizer que não era nada e caminhar até o seu carro, como se nada tivesse acontecido.

Nada tinha acontecido.

Eu tentei me convencer daquilo e ainda estava tentando, porque realmente, nada havia acontecido.

Só que agora eu não conseguia dormir.

Porque cada vez que eu fechava os olhos, eu me lembrava dos lábios de Edward nos meus, quando fingimos ser namorados. Tentei não me lembrar disso, mas era quase impossível. Eu quase ainda podia sentir a forma como eles encaixavam com os meus, a suavidade deles... E de como ele pareceu gostar quando eu passeei minha língua lentamente pelo lábio inferior, provando de seu gosto.

Só que fora tudo fingimento, certo? Não tinha por que eu ficar relembrando disso agora.

Respirei fundo e me pus de pé, desistindo de dormir. Eu tinha o dia todo de folga pela frente, afinal. Não precisava me preocupar em dormir cedo.

Caminhei até a cozinha e puxei a chaleira, pondo um pouco de água e colocando no fogão, disposta a fazer chá para mim. Sentei-me à mesa, apoiando meu queixo na mão e suspirando pesadamente. Eu pretendia ir comprar meu carro naquele dia, assim como ir passar um tempo com Charlie no hospital. Fazia tanto tempo que eu não tirava um dia de folga, sem ter que me preocupar com casos, delegacia, testes e o posto de chefe, que eu nem mesmo me lembrava quando fora a última vez.

Coloquei-me de pé quando a chaleira apitou, servindo o pouco da água que havia colocado ali em uma caneca. Após preparar meu chá, peguei alguns biscoitos e voltei a me sentar.

Alguns minutos depois, quando terminei, fiz algo que não fazia há muito tempo: peguei meu notebook, joguei-me na minha cama e o liguei. Fazia algum tempo que eu não dava uma olhada nos meus e-mails e tinha absoluta certeza de que, se a minha caixa de entrada estivesse cheia, mais da metade seria ocupada por e-mails de Alice.

Dito e feito, mais da metade falava sobre o seu casamento, do qual eu tinha me esquecido completamente.

Ela me mataria quando soubesse.

Respirei fundo, e abri os diversos e-mails da minha melhor amiga, vendo os detalhes da decoração, do vestido – dela, meu, das daminhas –, sapatos e tudo o mais. Era tanta coisa, tantos detalhes, que menos de dez minutos depois, eu me vi fechando os olhos e, com o notebook ao meu lado, ainda aberto, adormeci.

_

Horas mais tarde, quando acordei, meu notebook havia descarregado, mas permanecia intacto ao meu lado – o que era um milagre, já que eu costumava me mexer muito durante a noite. Eu olhei as horas rapidamente, surpresa por ter dormido até uma da tarde.

Alice ainda me mataria, mas pelo menos eu fui capaz de descansar um pouco graças aos seus e-mails.

Tomei um banho quente e longo, antes de me vestir confortavelmente com uma calça jeans, uma camiseta e uma jaqueta, partindo para a cozinha logo em seguida.

Peguei meu celular – o qual eu não verificava a um par de dias – e aproveitei para ligar para Alice, como há muito eu não fazia.

- Ora, ora, ora. – A voz dela era sarcástica. – Quem é viva sempre aparece, hein, Bella?

Eu mordi o lábio inferior, um sorriso nascendo em meu rosto.

- Sinto muito por não retornar suas ligações e nem responder aos e-mails – disse. – Estou com um caso importante na delegacia e mal tendo tempo para mim.

Escutei seu suspiro do outro lado da linha.

- Tudo bem – bufou. – Mas e então, você verificou todos os e-mails?

- Hmmm... – murmurei. – Não todos, mas a maioria. Por quê?

Eu tinha quase certeza de que Alice estava revirando os olhos.

- Como minha madrinha, você tem algumas responsabilidades, Bella – disse. – Você tem que tirar suas medidas, experimentar o vestido, me ajudar com a lista de músicas...

- Sinto muito por não ter ligado antes – suspirei. – Tem tudo estado uma loucura aqui e eu realmente não estou tendo tempo, e...

- Tudo bem. – Alice disse, me cortando. – Mas você pode aproveitar um pouquinho do seu dia de folga e ir a uma loja de uma amiga? Ela vai tirar suas medidas e me enviar tudo direitinho. Daí, assim que eu decidir pela cor do vestido, te falo o que você tem que fazer.

Eu mordi meu lábio inferior mais uma vez, segurando o protesto que queria sair. O casamento de Alice, de acordo com o e-mail que ela tinha me enviado, seria dentro de alguns meses e eu teria tempo para olhar isso depois. Mas eu era a madrinha e já tinha evitado isso, aparentemente, por muito tempo, então tudo o que eu fiz foi concordar.

- E você e Edward? – Ela indagou após soltar seus gritos animados e me passar o endereço da tal loja. – Ainda competindo?

Eu suspirei pesadamente, brincando com a ponta de minha jaqueta, não querendo soltar em Alice tudo o que vinha acontecendo. Ela era uma boa amiga e tudo o mais, mas eu realmente não queria que ela se preocupasse com isso enquanto estivesse preocupada com o casamento.

Ela provavelmente já tinha muita coisa na cabeça por agora.

- Tudo indo na mesma. – Eu meio que menti. – Sabe como é, nos tratando profissionalmente e essas coisas.

Ela bufou.

- Certo – murmurou. – Dois teimosos, pelo que eu estou vendo. Trate de me mandar um e-mail ou me ligar mais tarde, me contando sobre tudo, por favor. E o seu pai? Alguma notícia boa?

- Mesma coisa – sussurrei, meu coração apertando contra o meu peito; como sempre acontecia quando alguém mencionava Charlie. – Nem pior nem melhor.

Alice suspirou.

- Entendo – disse. – Bom, qualquer notícia, me ligue imediatamente. E mande um abraço para sua mãe quando você falar com ela.

Nós conversamos durante mais alguns minutos e eu enfim, me despedi, dizendo a ela que, se eu queria tirar minhas medidas e fazer tudo o que eu precisava fazer naquele dia, precisava sair de casa agora.

Fui primeiro para a concessionária, onde, após cerca de uma hora, escolhi um carro simples e não tão caro assim. Logo após, dirigi até a loja da amiga de Alice, encontrando uma mulher jovem com um sorriso no rosto, que se chamava Kate. Ela pediu que eu esperasse em uma sala confortável e alguns minutos depois, entrou, pedindo que eu me despisse e ficasse só de calcinha e sutiã.

Fechei os olhos e segui as suas instruções, virando de costas, levantando os braços e abaixando, sempre quando ela falava. Pouco mais de quinze minutos depois, ela terminara e, com um sorriso satisfeito no rosto, disse que eu podia me vestir de volta.

- Obrigada, Kate – sorri para ela. – Precisa de mais alguma coisa?

- Não, não – ela riu. – Vou passar tudo para a Alice. Se precisar de algo mais, eu peço para ela te ligar.

- Certo – disse. – Mais uma vez, obrigada e desculpa o incômodo.

Acenando, saí da loja e caminhei até o carro, suspirando de alívio por estar livre de olhar vestidos e essas coisas durante algum tempo. Conferi meu relógio e fiz uma careta quando reparei que já se passava das cinco. Fui para o hospital, então, e passei um tempo com Charlie, vendo seus cabelos com seus fios brancos, os monitores ligados ao redor dele...

- Fique bem longo, pai – murmurei. – Por favor.

Conversei com o médico, como eu sempre fazia, cansada de ouvi-lo dizer que estava tudo na mesma. Assim que saí do hospital, fui para a casa do meu pai, e me troquei, disposta a uma corrida, certa de que aquilo iria me acalmar.

No entanto, exatamente como na noite anterior, quando eu não consegui dormir, a corrida não me ajudou a deixar os problemas de lado. Eu ainda tentava entender por que Edward tinha agido daquela forma há duas noites, várias perguntas tomando conta da minha mente, mas mesmo depois de uma hora correndo, não consegui encontrar resposta para nenhuma.

Voltei para casa pouco depois, onde tomei um banho longo. Na intenção de definitivamente distrair minha mente, puxei meu notebook, disposta a terminar de ler todos os e-mails de Alice.

Liguei para ela assim que terminei e nós passamos horas conversando sobre tudo. Dei minhas opiniões sinceras e discuti alguns pontos com ela, até que o sono começou novamente a tomar conta de mim.

- Alice – murmurei, quando ela começou a falar sobre o buquê –, posso conversar com você sobre isso depois? Amanhã tenho um turno duplo e preciso estar na delegacia às oito...

- Claro, claro – ela riu. – Desculpe te segurar por tanto tempo, acabei me empolgando. Te ligo depois, quando tiver mais coisas decididas, ok?

Despedi-me dela e rumei para o meu quarto. Diferente da noite anterior, que eu não conseguia dormir mesmo estando cansada, assim que encostei minha cabeça no travesseiro, o sono tomou conta de mim.

_

Acordei às sete da manhã, agradecida por ter decidido fazer tudo o que Alice pedira ontem. Assim, pelo menos, eu havia conseguido dormir bem e me sentia descansada, enquanto seguia para a delegacia.

Naquele dia eu teria um turno duplo e, diferente dos que eu havia tido antes, ambos seriam com Edward.

Ele já estava em seu uniforme e completamente pronto assim que eu cheguei, sério, encostado na viatura. Eu apenas o cumprimentei e segui para o vestiário, onde me troquei rapidamente.

Deixei minha mochila guardada e carreguei a arma, antes de sair.

Apenas para dar de cara com Mike.

- Bom dia, Bella – sorriu.

- Ei – sorri de volta. – Algum problema?

Ele revirou os olhos.

- Não, não – disse. – Mas eu tive uma ideia... Você tem um turno com o Cullen agora... Por que não dá uma passada na casa dos Roff?

- E eu vou falar o quê? – perguntei, erguendo a sobrancelha. – Não recebemos nenhuma chamada, não ficamos sabendo de nada. Não posso simplesmente passar lá e...

- Relaxa, Bella. – Mike me cortou, rindo. – Passe lá, diga que recebeu uma chamada anônima. Peça para verificar os quartos e converse um pouco com a Maya Roff.

Eu senti um sorriso lento nascendo em meu rosto.

- Certo – murmurei. – Vou mentir para Edward, dizendo que nós recebemos uma chamada. Obrigada, Mike. Mantenho você informado.

Ele sorriu e assentiu, se afastando com um aceno. Segui para fora da delegacia, encontrando um Edward um pouco impaciente, ainda apoiado em frente à viatura.

- Você demorou... – ele resmungou, abrindo a porta do motorista.

Eu segui para o lado do passageiro e entrei.

- Tive que atender a um chamado – revirei os olhos, enquanto colocava o cinto de segurança.

- Que chamado? – indagou, começando a colocar o carro em movimento.

Virei minha cabeça, olhando pela janela, e sorri, sabendo que Edward não podia me ver.

- Maya Roff, se lembra? – indaguei. Eu o olhei rapidamente, vendo que ele balançava a cabeça, e continuei: – Recebi uma chamada anônima, falando de outra briga entra ela e o marido. Precisamos ir lá.

Edward apenas tornou a assentir e virou o carro, começando a dirigir em direção à casa dos Roff.

Edward POV.

Eu fingi acreditar em Bella enquanto dirigia, minhas mãos a todo o momento apertando o volante com força. Engoli em seco, meus olhos presos ao trânsito, sem conseguir olhá-la.

Eu ainda tinha o plano – plano que eu aperfeiçoava todos os dias, ao ouvir as conversas entre ela e diversos colegas de trabalho –, embora não tivesse certeza ainda de quando teria a oportunidade de colocá-lo em ação. Hoje poderia ser o momento ideal, mas eu ainda não tinha certeza de tal coisa, já que, pelas poucas conversas que eu tinha escutado, eles não haviam avançado muito.

Parei em frente à casa dos Roff e desci, sem esperar por Bella, me aproximando da porta de entrada. Diferente da primeira vez que estivemos aqui, não consegui escutar nenhuma gritaria.

- Talvez a briga tenha acabado... – Bella comentou, parecendo ter o mesmo pensamento que eu. – De qualquer maneira, precisamos falar com um dos dois e verificar se está tudo bem.

Ela tocou a campainha e esperou ao meu lado, sua expressão serena. Eu desviei os olhos do rosto dela apenas alguns segundos depois de começar a encará-lo, não querendo viver a mesma sensação de algumas noites atrás. Eu ainda não tinha ideia do que havia dado em mim e preferia evitar ter aquele tipo de sensação novamente.

Ouvi passos vindos do lado de dentro da casa e a porta logo foi aberta, por um menino que devia ter por volta de cinco ou seis anos, talvez. Bella sorriu de forma gentil para ele e se inclinou um pouco.

- Olá – disse. – Posso falar com sua mamãe ou papai, rapaz?

Ele a fitou durante algum tempo e abriu a boca para falar, mas foi interrompido por um cara alto, vestindo um terno caro e muito provavelmente feito sob medida, seus olhos escuros se estreitando um pouco quando viu nossos uniformes.

- Jefferson, eu já falei para não abrir a porta sem a presença da sua mãe ou a minha – ralhou com o filho, que se encolheu um pouco, assentindo rapidamente. – Vamos, entre. Vá lá falar com sua mãe que temos visitas, enquanto eu converso com os policiais.

O menino tornou a assentir e nos olhou mais uma vez, antes de correr em direção à cozinha, como eu me lembrava muito bem. Eu olhei rapidamente para Bella, vendo sua expressão um pouco frustrada, antes de voltar a fitá-lo.

- Sou o oficial Cullen e essa é a oficial Swan – eu disse –, e estamos aqui porque recebemos uma ligação falando sobre uma briga, senhor.

Ele franziu a testa.

- Não há briga nenhuma – disse. – Posso garanti-los disso.

Bella deu um passo para dentro da casa.

- Mesmo assim temos que verificar, senhor Roff – murmurou. – Não é a primeira vez que recebemos tal ligação e nem a primeira que nós verificamos. Da última vez, porém, o senhor não se encontrava e eu só conversei com a sua esposa.

Ele assentiu.

- Entrem, então.

Bella parecia ansiosa com algo, eu podia dizer isso. Ela pediu para dar uma verificada na casa, para o meu desprazer, o que impedia de eu verificar o quarto do casal e começar a montar meu plano. E também, o dono da casa estava na nossa cola, respondendo a todas as perguntas que ora eu, ora Bella, fazíamos.

- Parece estar tudo certo – ela disse, alguns minutos depois. – Mas posso falar com sua esposa rapidamente, por favor?

Ele resmungou algo baixo demais, nos impedindo de escutar, mas assentiu, começando a levar Bella de volta para o primeiro andar.

- Eu posso usar o banheiro, por favor? – pedi.

Roff me olhou por um minuto, antes de suspirar e assentir. Comecei a seguir para o banheiro, meus passos muito lentos, meus olhos vigiando Bella e Roff. Esperei que eles sumissem na escada, antes de correr para o quarto do casal – que na primeira vez em que estivemos aqui, estava completamente desarrumado – e começar a procurar por qualquer pista que mostraria que eu estava certo.

Olhei debaixo da cama, dentro do closet, dei pequenos socos na parede, procurando por qualquer pista de que havia algo que ele escondia ali. E alguns minutos depois, senti um sorriso nascer em meu rosto ao achar uma caixa escondida no fundo do closet, cheios de papéis que falavam sobre vôos e outras coisas mais.

Não tive a oportunidade de olhar mais, já que ouvi passos na escada e precisei correr para fora do quarto e fingir que estava saindo do banheiro, porém. Mesmo assim, enquanto eu olhava para Roff como se nada tivesse acontecido e o seguia de volta para o primeiro andar, um sorriso tomou conta do meu rosto.

Porque se eu estivesse certo, aquela família – ao menos o chefe dela – estava planejando viajar dentro de alguns dias.

E tais dias seriam perfeitos para eu começar a colocar meu plano em ação.

Notas finais
N/A: Ei, pessoal. Como estão?
Hmm... Esses dois... Bella começando a pensar em tudo, hein? haha. Vamos ver, vamos ver.
E Edward com esse plano, Alice começando a falar do casamento... Vamos ver.
Espero que tenham gostado do capítulo :3
A gente se vê na semana que vem.
xx