Sweet Temptation

23 Capítulo Vinte e Dois - Trusting


Notas iniciais
Olá! Aí está mais um capítulo pra vocês!
Espero que gostem (;
Até a N/A!

Edward POV.

Como Bella e eu trabalharíamos à noite e teríamos um teste, dormi até um pouco mais tarde naquele dia, sem me preocupar com o café da manhã nem nada, até escutar meu estômago roncar alto implorando por comida. Suspirei pesadamente e bocejei, antes de jogar as cobertas para o lado e levantar.

Para a minha surpresa, a porta do quarto de Bella ainda estava fechada, o que significava que ela ainda não tinha acordado. Ponderei durante um momento, sem saber ao certo se deveria esperar que ela acordasse ou poderia ir preparar algo para ela comer, até ouvir meu estômago tornar a roncar.

Esperá-la acordar não era uma opção, no entanto.

Fiz minha higiene matinal rapidamente, antes de seguir até a cozinha e começar a preparar o café da manhã. Procurei nos armários até achar tudo o que era necessário para algumas panquecas e bacon, e comecei a preparar.

- Bom dia. – Escutei a voz de Bella, não muito tempo depois, enquanto eu colocava a mesa. – Resolveu invadir minha cozinha, Cullen?

Olhei para ela durante um momento, e sorri, revirando os olhos.

- Bom dia, Bella – eu disse, retirando o avental.

Caminhei até a bancada e coloquei o avental ali, e voltei meus olhos para Bella, somente para encontrá-la olhando para o meu peito – o que fez com que eu me lembrasse de que não tinha colocado uma camisa quando acordei naquela manhã. Sorri, ao mesmo tempo em que o familiar desejo começou a tomar conta de mim, já pronto para ir até a ela e puxá-la para o beijo – minha fome há muito esquecida –, quando ela corou e balançou a cabeça, respirou fundo e caminhou até a mesa, seus olhos avaliando tudo o que eu havia preparado.

- Eu não sabia que você sabia cozinhar – comentou, puxando uma cadeira e se sentando. – Isso cheira muito bem.

Eu sorri, e me sentei na cadeira à sua frente.

- Eu sei me virar – dei de ombros. – Não sou profissional nem nada, mas sei cozinhar algumas coisas, preparar alguns pratos... Moro sozinho... Não posso viver só de pizza ou comida entregue em casa.

Ela sorriu.

Nós conversamos sobre banalidades, nossa época na academia, enquanto comíamos. Foi diferente e foi bom. E até meio assustador, eu acho. Mas decidi ignorar tal coisa.

Assim que terminamos, Bella pediu que eu a acompanhasse até o mercado, comentando que precisava comprar algumas coisas. Lembrei-me das roupas que eu tinha que lavar e comentei tal coisa com ela, e ela imediatamente ofereceu a lavanderia, então, antes de sairmos, deixamos uma remessa de roupas na máquina de lavar, sabendo que demoraria um tempo para acabar de levá-las.

Foi diferente fazer compras com Bella também, mas de uma forma boa, eu acho. Ela não demorou muito, parecendo pegar somente aquilo que precisava, e sempre rindo quando eu acrescentava alguma porcaria – palavras delas – à lista.

E quando chegamos ao caixa, brigamos pela primeira vez em dias.

Eu insistia em pagar, já que grande parte do que estava ali – e o que era mais caro também – eram as porcarias que eu queria, e Bella insistia em pagar usando o argumento de que provavelmente usaria a maioria daquelas coisas. No final, acabamos entrando no meio termo e decidimos que cada um pagaria metade, e voltamos para a casa de Charlie não muito depois.

Enquanto eu terminava de cuidar das roupas, Bella preparou algo leve para comermos, mesmo que tivéssemos tomado café há pouco. Quando por fim passei minha última remessa de roupas para a secadora, ela parou por um momento, vindo colocar as dela. Aproveitei e segui para o banho, já que, ao olhar o relógio, vi que, assim que tudo terminasse de lavar e secar, teríamos que ir para a delegacia, fazer mais uma rodada de testes.

Assim que saí do banho, já praticamente pronto, Bella terminou a salada de frango e serviu, e nós almoçamos, conversando animadamente. Depois que acabamos eu disse para ela ir tomar banho, que eu cuidaria da louça e das roupas enquanto isso.

Algum tempo depois, todas as roupas sujas estavam limpas e secas, e depois que as guardamos, seguimos para a delegacia. Pela primeira vez desde que os testes começaram, eu me vi desejando boa sorte a Bella e ela retribuiu.

E novamente, isso foi estranho.

Terminei o teste escrito pouco depois de ter começado, não achando nenhuma dificuldade nele, como sempre. Parti para o teste físico logo em seguida, e, como sempre acontecia, saí de lá me sentindo extremamente cansado.

Coloquei meu uniforme e parti para o trabalho assim que terminei, e Bella e eu tivemos um turno mais ou menos conturbado, devido ao número de chamadas que recebemos. Um deles foi de um assalto, tiros sendo trocados, e enquanto eu dirigia em direção ao local, percebi Bella mordendo o lábio inferior, e quase que imediatamente notei que, provavelmente, ela estava com medo de que se repetisse o que havia acontecido alguns dias atrás.

Só que não se repetiu, o que eu agradeci – e muito. Bella e eu levamos o adulto envolvido no assalto até a delegacia, e depois que cuidamos de sua prisão e preenchemos a papelada, tivemos um descanso, antes de irmos para mais um turno, e mais tarde, fomos liberados para irmos embora.

Já se passavam das quatro da manhã quando estacionei em frente à casa de Charlie e eu mal conseguia manter meus olhos abertos.

Tomei um banho muito rápido, querendo deitar logo, e eu mal me lembro de ter dado boa noite à Bella antes de mergulhar na cama e deixar que o sono tomasse conta de mim.

_

Os dias começaram a se passar de forma rápida dali em diante. Bella e eu íamos trabalhar normalmente, agindo um com outro como agíamos com qualquer outro colega de trabalho. Às vezes visitávamos Charlie antes do trabalho, às vezes depois. Mas toda vez que chegávamos em casa, tomávamos banho e comíamos, nós tínhamos uma sessão de amassos no sofá, que sempre resultava em nós dois fazendo sexo seco e tendo orgasmos de madrugada – agindo como dois adolescentes com os hormônios em fúria –, pouco nos importando com o fato de que iríamos acordar cedo no dia seguinte.

Cerca de uma semana depois de fazermos nossos testes, fomos chamados até a sala do Chefe Gerandy. Eu me peguei tremendo enquanto caminhava até a sala dele, com medo de alguém ter descoberto tudo o que Bella e eu vínhamos fazendo entre quatro paredes.

Se aquele Newton tivesse visto alguma coisa e tivesse contado...

- Edward, Isabella... – O chefe nos cumprimentou assim que entramos. – Sentem-se, por favor.

Eu assenti, me sentando e vendo Bella fazer o mesmo. Tentei relaxar, mas isso não foi possível. Não até eu ver que ele tinha um pequeno sorriso no rosto.

- Algum problema, senhor? – Bella indagou.

- Não, nenhum, eu acho – ele riu. – Queria apenas dizer que vocês continuam empatados, quanto ao cargo de chefe, e que os seis meses estão se aproximando... Provavelmente, se continuar assim nos dois últimos testes, vamos ter que ir aos planos que eu lhes disse semanas atrás.

Empatados. Novamente.

Congelei por dentro, tentando controlar minha expressão. Engoli em seco, sem saber o que fazer ou dizer, e usando toda a força que eu tinha para não olhar para Bella e ver o olhar dela.

Se ela voltasse a me tratar daquela forma, me ignorando e agindo como se nada tivesse acontecido entre nós… eu não tinha ideia do que iria fazer.

Nervoso, não escutei nada do que o chefe disse, até sermos dispensados. Incapaz de olhar para Bella e ver seu rosto tomado pela raiva ou algo do tipo, eu apenas saí o mais rápido possível e caminhei até a minha mesa. Quando enfim consegui me acalmar, olhei rapidamente ao redor e soltei um suspiro de alívio quando vi Bella e Mike, junto de alguns outros colegas nossos, caminhando em direção ao corredor.

Pela primeira vez, desde que eu descobrira dessa reunião, me vi agradecendo a ela, querendo um tempo para eu focar em outra coisa e não pensar em como tudo desmoronaria de agora em diante.

Sentei-me à minha mesa e comecei a escrever alguns relatórios, já que não haveria mais nenhuma ronda naquele dia, e que em breve Bella e eu seríamos liberados para irmos para casa. Foquei minha mente em cada detalhe que escrevia, evitando pensar no que ocorrera há pouco e evitando me perguntar o que aconteceria daqui para frente.

E então, uma ideia tomou conta de mim.

Bella POV.

Eu escutei o Chefe Gerandy dizer tudo aquilo sem demonstrar nenhuma expressão. Eu e Edward estávamos indo bem, eu sabia, e eu realmente estava gostando de tal coisa. Ter alguém com quem conversar depois que eu chegava do trabalho, alguém com quem rir… estava sendo bom. E trabalhar de forma amigável com ele, sem ter que me preocupar em ficar calada o tempo todo ou sempre fazendo algo para mostrar que eu era melhor, porque queria muito aquele cargo...

Estava sendo ótimo.

E era óbvio que eu ainda queria ser chefe da delegacia – eu lutava por isso desde que decidira ser policial e entendi o que tal coisa significava –, mas, por mais que eu quisesse isso, mostrar a todos que eu estava ali por mim e não por meu pai, eu não iria colocar tal cargo na frente de tudo agora. Acima de tudo, a delegacia merecia o melhor.

E se Edward fosse o melhor nesses testes, bem, então que fosse. Eu daria o melhor de mim, é claro, mas eu não ficaria brigando por algo que não estava somente em minhas mãos.

- Bom, então é isso. – O chefe disse, sorrindo gentilmente para nós. – Podem ir.

Levantei-me, e estava prestes a olhar para Edward, quando o mesmo passou rapidamente por mim, parecendo muito nervoso. Franzi a testa para tal coisa, mas dei de ombros.

Segui para a minha mesa e já ia me sentar, quando Mike me chamou para uma reunião. Uma olhada em seu rosto me fez perceber que algo sério tinha acontecido, então, sem nem mesmo avisar a Edward que eu provavelmente iria demorar, o segui.

E não recebi boas notícias.

- Chegamos a mais uma rua sem saída – ele disse, assim que todos tinham chegado à sala e estavam devidamente acomodados. – Os Roff sumiram, acham que eles viajaram, mas não conseguimos nada naquele galpão falso... Ou seja, não temos nada.

Engoli em seco.

- Do jeito que as coisas estão indo – continuou –, nossos superiores acabarão passando o caso para outra delegacia... Isso não vai ser bom para nosso número, isso não vai ser bom para o Chefe...

Então, pelo resto da noite, nós tentamos pensar em uma solução. Discutimos todos os planos, desde o começo, revendo tudo aquilo que tínhamos feito. Falei novamente sobre as duas visitas que eu tinha feito a casa deles – uma delas com Edward –, repassando todos os detalhes, desde o chamado, até a conversa que eu tinha tido com a senhora Roff. Mas, infelizmente, nenhum de nós teve nenhuma ideia – nem mesmo uma pequena –; nada para nos ajudar a resolver tal problema.

A reunião foi encerrada não muito depois e eu saí, sentindo-me tenta e nervosa, e tudo o que eu queria era um banho e uma cama. Queria me esquecer de tudo o que tinha acontecido naquela reunião.

No entanto,eu não conseguia parar de pensar na mulher que eu tinha visto, que eu sabia que tinha apanhado, e não conseguia parar de pensar nos filhos dela. Se o pai não fosse preso… que tipo de vida eles levariam quando crescessem? Obviamente, caso ele fosse preso, as crianças cresceriam sem um pai por perto, mas a senhora Roff poderia ser capaz de arrumar um novo marido, alguém que amasse as crianças. E isso talvez fosse melhor do que viver na presença de um pai e tio bandidos.

Cansada de tantas questões na minha cabeça e não ter resposta para nenhuma delas, e querendo me esquecer de tudo aquilo, eu balancei a cabeça e suspirei. Despedi de alguns colegas, que estavam saindo da reunião junto comigo, esegui para o vestiário, sem cabeça para pensar em fazer meus relatórios agora, me trocando rapidamente. Eu não tinha ideia de quantas horas eram, mas sabia que era tarde.

Saí do vestiário e caminhei até a minha mesa, pensando se deveria me sentar ali por um minuto e tentar pensar em algum plano que pudesse me ajudar. No entanto, antes que eu pudesse decidir, Edward apareceu no meu campo de visão, e eu empurrei um sorriso para fora do rosto.

- Pronta para ir? – ele indagou, parecendo sério demais.

Assenti rapidamente, já começando a caminhar em direção à saída. Nenhum de nós falou muito durante o caminho para a casa do meu pai, e eu me vi um pouco incomodada com aquilo. Fiquei ainda mais incomodada pelo fato de estar sentindo falta do sorriso de Edward e de estar querendo escutá-lo novamente...

- Algum problema? – ele perguntou, assim que entramos na casa do meu pai.

Eu encurtei o espaço entre nós, sentindo meu coração bater cada vez mais acelerado, e o empurrei contra a parede, me colocando na ponta dos pés. Sem ligar para o olhar chocado dele, tomei seus lábios nos meus e o beijei forte, só querendo me esquecer daquele dia, só querendo focar nele, naquele momento.

Sem pensar. Sem conversar. Sem dar respostas.

Apenas curtir.

Empurrei-o contra o sofá não muito depois e deixei que ele caísse no mesmo, antes de me sentar em cima dele. Não liguei para o fato de que ambos ainda não havíamos comido nem tomado banho.

Eu realmente, naquele momento, só queria esquecer.

Por isso, me entreguei ao momento. Deixei que os beijos e toques de Edward, que outrora eu tentava negar a todo o momento, me acalmassem e relaxassem, e me entreguei a ele. Quando ele no girou no sofá, e retirou minha blusa e calça, eu apenas joguei minha cabeça para trás e fechei os olhos, deixando que seus lábios descessem por meu pescoço, colo, seios, barriga… até chegar a minha calcinha.

Nós não tínhamos ficado totalmente nus um para o outro ainda, mas não liguei para aquilo e deixei que Edward me despisse, abrindo os olhos somente para observá-lo olhando para o meu corpo completamente nu. Eu respirava de forma curta e rápida, meus olhos fixos no rosto dele, na expressão de puro desejo que tomava conta dele naquele momento.

E então, ele abaixou a cabeça e começou a salpicar beijos por todo o meu ventre, ora descendo e ora subindo, arrancando puros gemidos de prazer de mim.

- Oh, Edward... – Joguei a cabeça para trás e gemi, alto, pouco me importando com tudo o que acontecia do lado de fora. – Oh...

Eu o senti sorrir contra a minha pele.

Ansiosa e nervosa demais, o empurrei, voltando a me sentar contra o seu colo e segurando seu rosto entre minhas mãos. Beijei-o fortemente, sentindo meu coração bater cada vez mais acelerado.

Eu podia jurar que Edward também podia escutá-lo.

Apenas me entreguei ao momento, saboreando o gosto de seus lábios, me esquecendo de todos os problemas.

Eu poderia pensar nele depois.

Naquele momento, eu só queria me focar nele: Edward.

_

Os dias começaram a passar rapidamente e foram meio estranhos, por assim dizer. Edward e eu conversávamos cada vez menos, nos tratando profissionalmente no trabalho e nos agarrando como loucos assim que entrávamos em casa.

Os policiais que estavam de licença voltaram a trabalhar e os turnos foram ficando mais tranqüilos na delegacia, embora não tivéssemos armado um plano para os Roff ainda e nem tivéssemos tido mais pistas sobre onde John poderia estar. Edward já podia provavelmente voltar para a casa dele, mas nenhum de nós comentou nada, assim como ninguém da delegacia.

Outra data também foi se aproximando, uma data que – nem em meus sonhos – eu poderia ignorar.

O casamento de Alice.

- Nem acredito que vou ter que viajar no próximo final de semana – eu comentei, certa vez, enquanto Edward e eu íamos trabalhar. – Provavelmente, devo falar com o chefe sobre isso... Não sei como ele vai agir, já que estou na mira de John e tudo o mais...

- Ah, falando em casamento – murmurou ele –, seu amigo, Jasper, me convidou... Eu acabei me esquecendo de dizer a você... Você não se importa se eu for, certo?

Eu sorri.

- Claro que não – respondi. – Acho que assim o chefe vai ficar mais tranqüilo, muito embora eu não ache que John me siga até lá. Não acho que ele vá correr o risco de sair da cidade agora...

Edward assentiu.

Falamos com o chefe naquele mesmo dia e ele concordou em nos dar três dias de folga, o que eu agradeci e muito. Edward e eu partiríamos na sexta à noite e voltaríamos no domingo à tarde, o que daria tempo de descansarmos um pouco antes de termos de voltar à rotina na segunda de manhã.

Depois de conversar o chefe, voltamos para o nosso turno. Quando ele acabou, eu tive mais uma reunião.

E mais uma vez, saí preocupada, porque tudo parecia começar a piorar.

Aparentemente, uma venda de drogas envolvendo adolescentes tinha acontecido naquele dia e eles tinham certeza de que os Roff estavam envolvidos… mas, como sempre, não tinham como provar.

Fui para casa sentindo-me desanimada, e quando chegamos, apenas me joguei no sofá, sem saber o que pensar.

- O que foi? – Edward indagou, sentando-se e puxando minha cabeça para o seu colo.

Eu abri a boca para dizer a ele que não era nada, que eram apenas umas coisas que estavam tomando conta da minha cabeça, mas ao invés disso parei e olhei para o rosto de Edward. Ele tinha sido meu melhor amigo quando eu era pequena, tinha estado ao meu lado até o momento que eu mudei de cidade e toda a minha vida mudou, e infelizmente, tive que deixar todos aqueles que eu amava para trás. Naquele momento, perguntei-me se tudo seria diferente se meus pais não fossem divorciados... Eu tinha uma queda por Edward naquela época… será que se eu não tivesse me mudado, estaríamos juntos hoje?

- Hein? – Ele insistiu. – O que foi?

E então, ignorando o fato de que Mike tinha pedido para eu não confiar em ninguém e confiando em meus instintos, eu comecei a falar tudo o que sabia da família Roff.

E enquanto contava, eu fui percebendo uma coisa ao olhar o rosto de Edward – meu coração batendo de forma rápida e forte contra o meu peito.

Eu estava confiando nele.

Novamente.

E pensar nisso, ao invés de me assustar, como teria feito meses atrás, me fez apenas sorrir.

Notas finais
N/A: Bella confiando em Edward novamente, meu Deus ♥33333 Pois é, pois é... E quanto ao casamento... hahahahahahahaha... Acho que vocês vão gostar dele ♥ Semana que vem tem esses dois se encontrando com Alice e Jasper, e outras coisinhas mais.
Deixem reviews!
xx