Sweet Temptation

12 Capítulo Onze - Risking


Notas iniciais
Olá! Atrasei novamente, eu sei )):
Mas enfim... espero que gostem do capítulo.
A gente se fala na N/A! (;
Divirtam-se ♥

Edward POV.

Bella me encarou durante alguns segundos, provavelmente ainda esperando por uma resposta minha. Eu engoli em seco, ainda sem saber como eu diria aquilo a ela.

Eu desviei meus olhos dos dela, encarando o bilhete novamente, engolindo em seco com o que estava escrito ali.

Onde quer que você vá, estarei lá, querida Renée. Sempre.

A ex-namorada de Adam tinha tentado, assim como Renée, ir para outra cidade. Porém, assim como ele estava fazendo agora, ele havia feito antes. Ele tinha a perseguido para outra cidade. E quando ela não correspondeu às suas expectativas, ele – embora não tivéssemos provas o suficiente para culpá-lo, eu sabia que tinha sido ele – a tinha matado.

- Por quê, Edward? – Bella tornou a perguntar.

Eu a olhei novamente, passando a mão em meus cabelos. Abri a boca para respondê-la, mas não tive oportunidade de tal coisa. Um homem alto, com brilhantes olhos azuis, entrou na cozinha, sorrindo um pouco. Ele me avaliou por um momento, seus olhos atentos ao meu uniforme, antes de levantar a sobrancelha e olhar para Bella de forma interrogativa.

- Oh... – ela murmurou, piscando rapidamente e balançando a cabeça. – Phil, esse é Edward, um colega de trabalho. Edward, esse é Phil, ele mora com a minha mãe.

Eu assenti, aproximando-me um pouco e erguendo a mão.

- Prazer em conhecê-lo, Edward – disse, sem deixar de sorrir. – Está tudo bem por aqui?

- O Chefe Gerandy pediu a Edward para vir pegar minha mãe. – Bella explicou. – Ele quer lhe fazer umas perguntas, para ajudar a pegar Adam e tudo o mais.

Phil assentiu imediatamente.

- Eu vou deixá-la saber disso – murmurou, já se virando em direção à saída. – Eu já volto.

Bella o observou por um momento, vendo-o sumir na sala da casa de Charlie. Quando teve certeza de que ele não poderia nos ouvir, ela me olhou, erguendo a sobrancelha e cruzando os braços sobre o peito.

- E então? – indagou.

Eu suspirei pesadamente.

- A namorada de Adam recebeu um bilhete exatamente como esse – expliquei. Ela continuou me olhando, ainda erguendo a sobrancelha. Suspirando, continuei a falar: – Pouco antes de... morrer.

Ela arregalou os olhos por um segundo, antes de assentir e engolir em seco. Apertando os lábios em uma linha fina, ela começou a andar pela cozinha.

- Tudo bem por aqui?

Eu desviei os olhos de Bella, tornando a olhar para a entrada, vendo Phil e uma mulher que eu costumava ver todos os dias. Ela sorriu imediatamente assim que me viu, avançando a passos largos, estendendo os braços. Eu sorri de volta para ela, retribuindo ao abraço de modo gentil.

- Oh, Edward, querido – disse. – Eu fico feliz em ver você.

- Eu também, Renée – sorri. – Fico feliz que esteja bem.

Ela assentiu, ainda sorrindo, se afastando um pouco e me olhando.

- Você se tornou um rapaz muito bonito – disse. – Eu bem imaginava que isso iria acontecer...

- Mãe! – Bella repreendeu imediatamente e eu a olhei por um momento, antes de rir.

- Obrigado, Renée – disse. – E você continua encantadora, como sempre.

Ela assentiu.

- Vamos, então? – indagou. – Eu quero acabar logo com isso...

Eu as acompanhei até a minha viatura, entrando nela sozinho. Bella tinha achado melhor ir com o carro que ela tinha alugado, sabendo que sua mãe e padrasto não ficariam confortáveis no banco de trás da viatura.

Eu os segui até lá, mantendo meus olhos e ouvidos atentos ao meu redor. Não sabia o que esse Adam pretendia fazer ainda, mas sabia que provavelmente ele já estava aqui ou pretendia chegar em breve.

Eu não achava que ele fosse desistir.

Bella foi cumprimentada por muitos de meus colegas enquanto adentrávamos a delegacia, já partindo direto para a sala do Chefe Gerandy. A porta do seu escritório estava aberta e ele olhou para cima assim que ouviu passos de pessoas se aproximando.

- Oh, entrem – sorriu, se pondo de pé.

Dando a volta na mesa, ele cumprimentou cada um de nós, antes de pedir licença a mim e a Bella, para que ele pudesse conversar com Renée e Phil.

Eu a segui para fora, vendo-a se dirigir até o canto da delegacia, onde havia uma mesa. Ela pegou um copo e colocou um pouco de café nele, tomando-o tudo em um só gole, sem nem mesmo se preocupar em adoçar.

- Eu vou me trocar – informou-me. – Pode ir pegar os papéis da investigação do assassinato da ex de Adam?

Eu assenti rapidamente, observando-a seguir até o vestiário, acenando rapidamente para as pessoas que passavam ali ao redor. Segui para a minha mesa assim que a perdi de vista, pegando os papéis que eu tanto observava ultimamente. Folhei-os rapidamente, conferindo se estava tudo ali, antes de seguir para a mesa de Bella – que ficava próxima a minha – e ficar esperando por ela ali.

Não muito depois ela voltou, vestida com seu uniforme, seu cabelo – que antes se encontrava solto – preso em um coque firme, seu rosto sério, seus lábios pressionados em uma linha firme.

- Aqui. – Estendi o arquivo para ela, que rapidamente pegou e começou a olhar, seus olhos nunca mostrando nenhuma surpresa para o que ela lia ali. – Você já viu os arquivos dos outros casos?

Ela negou imediatamente.

- Pedi a Mike para pegá-los para mim, no entanto – murmurou. – Ele já deve estar a caminho.

Eu assenti.

- Você está bem? – perguntei.

Ela franziu a testa, desviando os olhos do arquivo e me fitando rapidamente.

- Por que eu não estaria?

Eu dei de ombros.

- Com toda essa história do Adam, sua mãe...

Foi a vez dela dar de ombros.

- Eu estou bem – murmurou. – Só quero que isso acabe logo.

Eu assenti.

Não muito depois, Mike apareceu, entregando a Bella mais dois arquivos, de outros dois crimes que suspeitávamos que Adam tinha cometido. Ambos, no entanto, não tinham ocorrido aqui e sim em Vancouver e não havia muito o quê podíamos fazer quanto a isso.

- Alguém já ligou para a delegacia responsável por esses dois casos? – ela me indagou, folheando-os de forma rápida, parando ocasionalmente para anotar algumas coisas em um papel.

- Eu liguei – disse-lhe. – Todas as informações que eu julguei ser importantes, estão anotadas na última folha.

Ela assentiu, virando as páginas rapidamente, até chegar a última folha.

- Certo.

Ela ficou observando os arquivos e fazendo algumas anotações às vezes. Fazia-me perguntas também e eu só conseguia ficar ali, parado, a olhando.

Queria muito perguntar a ela se Renée era o motivo de ela nunca vir a Seattle, de ela ter se afastado.

Só que sabia que ela nunca me responderia.

E sabia, também, que não era o momento certo.

Algum tempo depois, Phil e Renée apareceram, ambos parecendo um pouco nervosos e ansiosos.

- Você pode esperar um pouco, mãe? – Bella indagou. – Eu só vou falar com o Chefe Gerandy e levo vocês para casa.

- Você não vai trabalhar? – indagou, franzindo a testa.

- Vou, vou fazer a guarda da casa do meu pai essa noite.

Eu a segui quando ela foi em direção à sala do Chefe Gerandy, os três arquivos na mão. Ele apontou para as duas cadeiras em frente a sua mesa assim que nos viu, em um pedido silencioso para que nos sentássemos.

- E então, Chefe? – Bella perguntou. – Qual é o plano?

Nós conversamos durante alguns minutos, discutindo o que teríamos de fazer. Ele concordou em Bella ir para casa, para fazer guarda, e eu me ofereci para aparecer lá mais tarde, apenas para que ela pudesse dormir um pouco.

- É uma boa ideia – assentiu. – Vamos manter nossos olhos abertos. Eu tenho certeza de que o Adam vai mandar outro bilhete, mesmo não podendo aparecer pessoalmente na porta da sua casa, Isabella. Quero ter certeza de que ele está aqui primeiro, antes de darmos qualquer outro passo.

Voltei para o meu trabalho assim que Bella, Renée e Phil saíram da delegacia, mas não fiquei muito ali. Meia hora depois, me dirigi para o hospital.

Era hora de visitar Charlie.

- Oficial Cullen. – A recepcionista sorriu para mim. – Como vai?

- Bem – disse-lhe rapidamente. – O horário de visitas para Charlie Swan começou?

Ela assentiu.

- Você já conhece o procedimento, senhor.

Eu assenti, e após agradecer, dirigi-me para o terceiro andar, já familiarizado com aquele caminho. Parei o médico de Charlie, perguntando-lhe como estava tudo, apenas para ouvir a mesma coisa: ele ainda não havia apresentado nenhum sinal de que acordaria logo do coma.

Agradecendo, eu me despedi dele, caminhando para dentro do carro. A barba de Charlie parecia muito maior do que me lembrava, o que me fez sorrir um pouco. Suspirando pesadamente, sentei-me ao seu lado, segurando sua mão e começando a conversar com ele sobre como as coisas estavam indo.

- Eu fico me perguntando o que você faria caso estivesse no comando da delegacia. – Peguei-me dizendo-lhe. – E como reagiria a tudo isso.

Parei por um momento de falar, pensando no que mais eu poderia dizer.

- Bella está se saindo bem no trabalho, achei que você gostaria de saber disso – continuei. – Eu vou continuar a protegendo, como prometi a você. E vou tentar descobrir o mais rápido possível quem está fazendo isso com Renée. Eu sei que você ficaria preocupado.

Saí do quarto dez minutos depois, dirigindo-me para a minha casa. Após jantar, telefonar para os meus pais e tomar um banho, eu programei meu celular para despertar dentro de três horas e me deitei, querendo cochilar um pouco antes de ir para a casa de Charlie e ajudar a vigiar a casa.

Bella POV.

Eu me mantive com meu uniforme, sentada em frente a janela da sala, de onde eu poderia observar tudo ao redor. Tomava um gole de café uma hora e outra, só querendo me manter acordada até que Edward chegasse e eu pudesse descansar um pouco.

Conferi, pouco depois, minha mãe e Phil, ambos dormindo em meu quarto. Tudo parecia calmo por lá, então voltei para a cozinha, servindo-me mais café, antes de voltar para a sala novamente.

Pouco mais de duas horas depois, eu vi o carro de Edward estacionar em frente à minha casa, o que me fez suspirar. Eu esperei que ele saísse do carro antes de encaminhar até a porta e abri-la.

Eu realmente estava morrendo de sono.

- Obrigada por vir – murmurei.

Ele assentiu, sorrindo um pouco também.

- Tudo tranqüilo por aqui? – perguntou.

Assenti.

- Tem café o suficiente na cozinha e alguma comida – eu disse. – Fique à vontade, ok? Eu vou tentar acordar em umas três horas, se estiver tudo bem para você.

Ele revirou os olhos, entrando na sala do meu pai e fechando a porta atrás de si.

- Relaxa, Bella – disse. – Pode dormir mais do que isso, por favor. Você veio dirigindo de Forks até aqui, não descansou até agora... Eu creio que vou ficar bem.

Eu tornei a assentir.

- Eu estava sentada naquela poltrona diante da janela – apontei. – E vou estar no quarto do meu pai, se você precisar de algo. Você está armado, certo?

Ele assentiu, já se dirigindo para a poltrona.

- Tem café na cozinha, então... – dei de ombros.

- Pode deixar que eu me viro aqui, Bella – riu. – Vai ficar bem. Apenas descanse.

Eu tornei a acenar, antes de me dirigir até o quarto do meu pai. Eu engoli em seco assim que entrei ali. Tudo estava do jeito que meu pai tinha deixado, apenas um pouco mais limpo.

Era estranho estar ali.

Suspirando pesadamente, abri seu armário e puxei um cobertor. Peguei a roupa que tinha deixado separada ali e me dirigi ao banheiro, onde me banhei rapidamente, procurando não fazer mais barulho do que o necessário.

Vesti meu pijama, voltando para o quarto do meu pai e já me jogando na cama.

Meu cansaço era tanto que não demorou muito e eu logo estava dormindo.

_

Acabei dormindo mais do que eu esperava. Quando acordei, podia escutar vozes ao redor. Bocejando um pouco e me sentindo muito mais descansada, levantei-me, dirigindo-me até o meu quarto e pegando uma roupa, antes de voltar para o banheiro e fazer minha higiene matinal.

- Bom dia – murmurei, entrando na cozinha e encontrando Edward tomando café com meu padrasto e minha mãe.

- Bom dia, querida – ela sorriu. – Sente-se, Phil e eu fizemos o café da manhã.

Eu sorri, assentindo.

- Obrigada.

Um colega nosso de trabalho chegou para vigiar a casa e ficar com Renée e Phil enquanto eu me dirigia para a delegacia e Edward ia para sua casa, apenas para descansar um pouco.

Eu mal tinha chegado quando fui chamada para a sala do Chefe Gerandy.

- Adam foi visto por Thompson passando em frente a casa do seu pai – disse-me. – Ele não fez nada, apenas passou... Eu tenho outra pessoa o seguindo. Ele acabou de entrar em um supermercado que fica aqui perto.

Eu assenti, um pouco feliz por ainda não ter colocado meu uniforme. Despedi-me rapidamente do Chefe, dirigindo-me para o supermercado, pensando no plano que eu tinha tido enquanto vigiava a casa.

Eu realmente queria que tudo isso acabasse o quanto antes.

E faria tudo o que estivesse em meu alcance.

_

Nos próximos dias, eu fui aparecendo em todos os lugares que Adam aparecia, parecendo sempre surpresa ao encontrá-lo. Em uma das vezes, eu disse-lhe que estava trabalhando demais, preocupada com algo que estava acontecendo com a minha mãe, querendo chamar sua atenção.

E eu consegui.

Ele sempre tentou ser sutil ao fazer suas perguntas, mas eu conseguia notar que ele estava interessado em saber o que eu sabia, o que eu tinha em mãos.

Mas eu estava indo com calma, comentando uma coisa aqui e ali, querendo prender sua atenção e distraí-lo.

- Mas então... – comecei um dia, enquanto lanchávamos em uma lanchonete. – Eu realmente fiquei surpresa ao encontrá-lo aqui em Seattle. Eu pensei que você morava em Forks.

Ele engoliu em seco por um momento, antes de pegar seu sanduíche e dar uma mordida. Assim que terminou de mastigar, Adam tomou um gole de seu suco e deu de ombros.

- Eu tenho uma pequena empresa aqui – disse. – Nada muito grande, mas tenho que vir para cá uma vez ao mês apenas para checar tudo.

Eu assenti.

- Uma empresa sobre o quê? – indaguei.

Eu sabia que ele estava mentindo, que ele não tinha nenhuma empresa, mas sabia que não podia deixá-lo saber disso, então fingi estar interessada.

- Sobre arquitetura, você sabe – tornou a dar de ombros. – Decoração... Essas coisas.

E eu apenas tornei a assentir.

- Interessante – sorri.

Ele sorriu de volta, para logo em seguida ficar sério novamente.

- E então, como anda a investigação sobre a sua mãe? – indagou, desviando os olhos por um segundo antes de me fitar novamente. – Algum progresso?

Eu assenti, tentando me mostrar animada.

- Oh, sim – sorri. – Não posso falar muito, porque é uma investigação policial, claro, mas está tudo correndo muito bem, melhor do que eu esperava até.

Ele arregalou os olhos por um momento, mas procurou controlar sua expressão logo em seguida.

- Sério? – indagou. – Parece bom...

- E é – ri. – Acho que em breve poderei prender quem está fazendo isso e vou poder voltar a respirar novamente.

Ele apenas assentiu.

- Bem, Bella, eu tenho que ir agora – disse, pouco depois, tomando o último gole do seu suco. – Tenho uma reunião em breve.

- Oh, claro. – Pus-me de pé. – A gente se vê em breve, Adam. Ligue-me se precisar de algo!

Ele assentiu, acenando e rapidamente atravessando a rua, indo em direção ao seu carro.

Eu o observei partir por um momento, antes de me dirigir para casa, onde Edward estava fazendo sua vigia.

Eu o cumprimentei rapidamente, antes de lhe perguntar como estavam as coisas, se Adam tinha aparecido.

- Uma criança apareceu – ele murmurou. – E disse que um homem “gentil e bem-arrumado” tinha pedido para deixar um bilhete aqui. Tentei tirar uma descrição dele, mas ele não conseguia se lembrar.

Engoli em seco e então assenti.

- Posso ver o bilhete? – pedi.

Edward estendeu a mão e pegou um pequeno saco plástico, mostrando o bilhete lá dentro. Eu o li rapidamente, balançando a cabeça logo em seguida.

Eu sinto falta de vê-la todos os dias, Renée. Mas eu sei que estaremos juntos em breve. Realmente sentindo sua falta...

Eu tornei a entregar a ele o bilhete, suspirando pesadamente.

- Renée e Phil? – indaguei.

Ele apontou para o meu quarto e eu apenas assenti.

- Bem, obrigada por ficar aqui, Edward – murmurei. – Pode ir para casa, eu assumo daqui.

Ele assentiu e se despediu, pedindo para eu telefonar caso tivesse algum problema.

Os próximos dias se seguiram assim também. Adam continuava a se encontrar comigo e a fazer perguntas sobre o andamento do caso da minha mãe. E eu continuava a me mostrar animada, dizendo que eu estava muito perto.

E ele realmente parecia acreditar.

- O quão próxima você acha que está? – ele indagou.

- Ah, você sabe... – dei de ombros. – Estou fazendo uma espécie de investigação particular. Ninguém da delegacia sabe, mas estou chegando muito perto. Se tudo correr como eu imaginar, amanhã à noite, eu terei esse cara preso.

Ele arregalou os olhos.

- Entendo... – disse. – Boa sorte, então.

Como sempre acontecia quando eu comentava esse tipo de coisa, Adam deu um jeito de ir embora logo, mentindo que tinha outra reunião. Eu concordei de bom grado, mais uma vez voltando para a minha casa, perguntando-me até quando ele iria agir daquele jeito, antes de cometer um erro.

Para a minha sorte, ele resolveu cometê-lo naquela noite.

Mike foi o escolhido para fazer a vigia naquela noite, do lado de fora da casa do meu pai. Ele estava na viatura e eu já tinha ido lá lhe oferecer um pouco de café. Estava prestes a pegar meu pijama e me dirigir para o banheiro, quando recebi uma mensagem de Adam, pedindo para que eu ligasse para ele.

- Sim? – perguntei, mordendo o lábio inferior.

- Oi, Bella. – Ele soou nervoso. – Eu meio que fiz uma investigação sobre umas coisas aqui que eu acho que podem interessar a você.

Eu deixei um sorriso nascesse em meu rosto, feliz por ele não poder me ver naquele momento.

- Sério? – indaguei. – Hmmm... Você me deixou curiosa... Talvez isso seja o necessário para eu concluir a investigação.

- Eu fico feliz em ajudar – murmurou.

- Certo – disse, ainda sorrindo. – Podemos nos encontrar amanhã?

Ele ficou calado por um momento.

- Pode ser hoje? – perguntou, alguns segundos depois. – Eu devo voltar para Forks amanhã de manhã...

Eu tornei a sorrir.

- Claro, Adam – disse. – Aonde podemos nos encontrar?

- Eu vou te mandar o endereço por sms – sussurrou. – Nos vemos em breve?

- Claro – sorri. – Até daqui a pouco.

A mensagem chegou dois minutos após eu desligar a ligação. E eu apenas sorri, correndo para o quarto do meu pai e procurando minha arma. Verifiquei se ela estava carregada antes de escondê-la dentro do casaco, no bolso que havia no interior.

Após fazer tudo o que eu tinha para fazer, saí de casa, acenando rapidamente para Mike, apenas para ele saber que minha mãe e Phil estavam sozinhos dentro de casa. ele acenou de volta, sorrindo.

E logo eu estava a caminho do endereço que ele tinha me enviado por mensagem.

Alguns minutos depois, cheguei a uma espécie de bazar. O lugar parecia abandonado e estava escuro. Sorrindo, eu desci do carro, verificando minha arma por um momento antes de adentrar o local, que parecia estar mais escuro do lado de dentro.

- Adam? – chamei.

Mas não obtive resposta. Antes mesmo que eu pudesse esticar minha mão, à procura de algo que fosse acender as luzes, senti duas mãos se fechando fortemente contra mim, empurrando-me contra uma parede e me virando. Pega de surpresa, demorei a reagir.

E quando dei por mim, os olhos frios de Adam estavam focados em meu rosto enquanto ele erguia as mãos e as fechava de forma firme contra o meu pescoço.

Notas finais
N/A: Heey! Sinto muito por atrasar novamente ): É pelos mesmos motivos da semana passada, então nem vou repeti-los, mas enfim... Espero muito conseguir me organizar logo. Mesmo.
Enfim, depois desse final eu não tenho muito o que a dizer. No próximo, vocês saberão o que acontece, haha.
Só... tenham um pouquinho de paciência, ok?
xx
N/B: OMG! OMG! E agora? Será que o Adam vai tentar matar a Bella? Ou ele quer dar apenas um susto nela? Curiosos? Comentem!