Sweet Temptation

10 Capítulo Nove - Stalker


Notas iniciais
Olá, meninas. Espero que gostem do capítulo (:
A gente se fala mais na N/A!
Divirtam-se! (;

Bella POV.

Eu me movia de forma mais rápida possível no quarto, jogando algumas roupas na mala, tentando pensar em tudo o que eu tinha que fazer. Mantinha meu celular próximo de mim, conferindo-o de minuto em minuto, apenas para o caso de Phil querer em contato comigo novamente.

Assim que terminei de fazer uma pequena mala, puxei-a e caminhei até a saída, trancando a porta e já chamando um táxi. Pedi que fosse até a delegacia, implorando para que o chefe entendesse o que eu tinha que fazer, e fiquei mexendo a perna de forma nervosa.

- Pronto, senhorita. – O taxista anunciou. – Chegamos.

Eu agradeci e deixei uma nota de vinte dólares com ele, antes de pular para fora do carro e entrar no lugar aonde eu ia todos os dias. Dessa vez, porém, era diferente.

Eu não estava ali a trabalho.

Cumprimentei alguns de meus colegas antes de seguir para a sala do Chefe Gerandy e bater à porta. Mordi o lábio de forma nervosa, realmente esperando que ele tivesse ali.

- Pode entrar. – Escutei-o gritar.

Abri a porta e entrei rapidamente.

- Boa noite, senhor – cumprimentei-o. – Posso falar com o senhor por um momento?

Ele olhou para cima imediatamente, antes de assentir, juntando uma pilha de papéis e as colocando de lado. Por fim, indicou a cadeira à sua frente, em um pedido silencioso para que eu me sentasse.

- O que está acontecendo? – indagou, provavelmente notando a mala que eu carregava.

Expliquei para ele sobre tudo o que eu sabia, até agora, deixando que ele me interrompesse nos momentos certos e me fizesse algumas perguntas.

- Eu conheci sua mãe – disse. – Há muitos anos, pouco antes dela e seu pai se divorciarem... É claro que eu entendo. Tire alguns dias e me mantenha informado de tudo o que acontece, ok? Eu vou tentar ajudar da melhor maneira que eu puder, acredite.

Suspirei de alívio.

- Obrigada – murmurei.

- E pode ir tranqüila – sorriu. – Esses dias que você vai tirar de folga, não irão lhe prejudicar quanto ao cargo de chefe, ok?

- Obrigada – disse novamente. – Assim que eu tiver mais informações, eu o manterei informado, senhor.

Ele assentiu novamente e eu me pus de pé, saindo dali e já pensando no que teria de fazer em seguida: ir até o hospital fazer uma visita ao meu pai, alugar um carro e partir para Forks.

_

Eu dirigia o mais rápido que podia, mesmo que ainda respeitando os limites de velocidade. Estremeci um pouco ao passar perto do local onde tinha sofrido o acidente com meu pai e tentei pensar em outra coisa, qualquer outra coisa.

Como o que eu estava indo fazer em Forks.

Phil havia me ligado um pouco assustado, dizendo-me das ameaças que minha mãe vinha recebendo nesses últimos dias. Ameaças de um dos caras que ela havia namorado quando eu ainda era criança demais para entender. A polícia de Forks tinha tentado cuidar do caso, mas nada de verdade havia sido feito. O cara parecia ter dado uma sumida e passara a ligar e mandar cartas que tinham deixado Phil e Renée assustados.

Eu sabia que não podia fazer muito, mas simplesmente não ficaria parada enquanto ela era ameaçada. Passaria alguns dias com os dois em casa e veria se tinha algo que eu notaria e que eles não tinham notado.

Mordi o lábio inferior com força quando vi a placa de boas-vindas a Forks. Nunca imaginei que voltaria aqui nessas circunstâncias. Parecia que tinha uma eternidade que eu tinha saído, quando na verdade tinha sido pouco mais de um mês.

Comecei a ver as casas já tão familiares e virei algumas ruas, antes de parar em frente à casa da minha mãe. Tirei o cinto e puxei a mala que estava no banco de carona, abrindo a porta do carro e saindo do mesmo, já levando minha mala. Caminhei em direção à porta como tinha feito tantas vezes ao voltar da escola e do trabalho.

Parecia meio estranho estar ali agora depois de ter voltado a morar em Seattle.

Bati à porta e esperei por um momento. Ouvi o barulho de passos do lado de dentro e pouco depois a porta foi aberta, mostrando um Phil aparentemente cansado.

- Bella! – Ele abriu a porta totalmente, abrindo os braços e me puxando para um abraço. – Que saudades, garota!

Eu senti um sorriso nascendo em meu rosto e retribuí ao abraço.

- Ei – murmurei. – Eu senti falta de vocês também.

Afastei-me um pouco, dando uma olhada na sala, apenas para ver se Renée estava ali ou não.

- Onde está minha mãe? – indaguei.

Ele suspirou pesadamente, dando passagem para eu entrar e puxando minha mala da mão. Fechou a porta atrás de mim e apoiou a mala no chão, apontando para a cozinha. Eu o segui, ainda me perguntando por que ele não podia responder onde estava minha mãe ali mesmo.

Sentei-me à mesa e o vi caminhando pela cozinha, pegando duas canecas e uma garrafa de café. Sentou-se à minha frente e me serviu um pouco de café, servindo-o logo em seguida.

- Sua mãe tomou um remédio para dormir – começou. – Ela não tem dormido bem esses dias.

Eu assenti rapidamente, rodeando a caneca com as minhas mãos e tomando um longo gole.

- Pode me contar o que aconteceu desde o começo, por favor? – indaguei.

Phil olhou para a caneca por um momento antes de assentir. Ele também tomou um gole do seu café e respirou fundo antes de começar.

- Sua mãe tem ido a reuniões, como você sabe – murmurou. – Ela realmente vem tentando parar de beber, sabe? Está melhor, sorrindo mais, se abrindo mais comigo. Sei que tivemos nossos altos e baixos, mas ela está mudando. Para melhor. E com isso, nosso relacionamento vem mudando também.

“As brigas que tínhamos antes agora podem ser resolvidas apenas com algumas conversas. Ela me deixa saber quando está querendo dar um gole em uma bebida qualquer, somente para se lembrar de como é o gosto. As coisas estão melhores, mesmo. E aí os telefonemas começaram.”

Ele parou por um momento e tomou outro gole do café, antes de suspirar.

- Não sou bobo – continuou. – Sei que sua mãe já teve muitos homens em sua vida, que ela cometeu seus erros. Mas sei também que ela e eu nos gostamos, que temos um bom relacionamento agora. Que as coisas são diferentes. Só não esperava que isso fosse acontecer, Bella. Os telefonemas, os bilhetes... O cara sabe a roupa que sua mãe usa no dia-a-dia, sabe o que ela está fazendo... É assustador.

Estremeci um pouco ao pensar nisso. Eu lidava com esse tipo de situação todos os dias e era meio estranho estar na pele de filha e mesmo sendo policial, não poder fazer nada para ajudar.

- Você tem todos esses bilhetes? – indaguei.

Ele assentiu, pondo-se de pé imediatamente e saindo da cozinha por um instante. Voltou menos de um minuto depois, trazendo uma pequena caixa nas mãos. Ele a entregou para mim antes de voltar a se sentar.

- Minha mãe sabe quem ele é? – perguntei.

Phil negou imediatamente. Eu assenti, abrindo a caixa e pegando alguns dos papéis. Não eram muitos, apenas cerca de dez, mas ao lê-los eu conseguia entender por que minha mãe e Phil estavam tão preocupados e assustados.

- Eles têm um horário para aparecer e um local? – perguntei, voltando a colocá-los na caixa.

Eu fiz uma nota mental de telefonar para o Chefe Gerandy e contar a ele sobre tais bilhetes.

Phil deu de ombros, inclinando a cabeça um pouco para o lado.

- Não dá para saber – murmurou. – Geralmente quando Renée e eu acordamos, os bilhetes já estão lá. Provavelmente ele os coloca de madrugada. Mas também já aconteceu de chegarmos do mercado, do trabalho e da reunião de sua mãe, e eles estarem lá.

Assenti.

- Vou ficar aqui uns dias – disse-lhe. – Vou tentar resolver isso, ok?

- Obrigado por isso, Bella. – Ele se pôs de pé. – Eu vou me deitar, se você não se importa. Tenho andando cansado esses dias também. Você sabe onde ficam as coisas e seu quarto. Vê se descansa também, ok?

Eu assenti e o observei levar sua caneca até a pia e deixá-la ali. Assim que ele saiu da cozinha e eu ouvi seus passos pesados na escada, puxei meu celular e disquei o número da delegacia, pedindo para falar diretamente com o Chefe.

- Boa noite, Bella. – Ele me cumprimentou. – Alguma novidade?

- Cheguei agora a pouco – murmurei. – Encontrei alguns bilhetes, o marido dela me falou de algumas ameaças... Ao que parece, ele os deixa aqui quando não tem ninguém ou então quando todos estão dormindo.

- Entendi... – disse.

- Amanhã vou começar com o pessoal da delegacia – informei. – Vou ver se eles podem me dizer algo a mais.

- Faça isso – disse. – Mantenha-me informado, por favor.

- Eu manterei, senhor. – Coloquei-me de pé, levando a caneca até a pia. – Até mais.

Após desligar, caminhei até a sala e afastei um pouco a cortina, tentando ver se havia algo de diferente ocorrendo do lado de fora. Permaneci ali alguns minutos, apenas parada, meus olhos correndo por toda a rua – pelo menos, tudo o que era possível ver –, mas além do carro que eu havia alugado, nada ali parecia diferente.

Bocejando e sentindo o cansaço do longo dia, além da viagem de quatro horas que eu havia feito, caminhei para o andar de cima após pegar minha mala no chão e entrei no quarto que tinha sido meu durante anos.

Parei por um momento ali, na porta, vendo como as coisas pareciam tão iguais – mesmo colcha, mesma cortina, mesmos enfeites – e ainda assim estavam tão diferentes.

Joguei a mala sobre a cama e peguei um pijama, trocando de roupa rapidamente. Eu gostaria de poder tomar um banho, mas sabia que provavelmente o barulho iria acordar minha mãe, que sempre teve um sono leve.

Pensando, então, em tomá-lo no dia seguinte, deitei-me e me cobri, deixando que o sono tomasse conta de mim.

_

Mesmo tendo ir dormir tarde, fui a primeira a acordar no dia seguinte.

Ainda fiquei enrolando um pouco na cama, esperando que o sono voltasse, mas ele não voltou. Fiquei pensando, então, que se estivesse em Seattle naquele momento, provavelmente estaria a caminho do trabalho.

Levantei-me pouco depois, selecionando uma roupa e seguindo para o banheiro. Tentei ser silenciosa enquanto me banhava e me vestia, antes de seguir para a cozinha e começar a preparar o café da manhã.

Ouvi então um barulho do lado de fora e caminhei até lá, sabendo que a essa hora, só poderia ser a entrega do jornal. Eu me abaixei, pegando-o, já pronta para voltar para dentro.

E havia outro bilhete ali.

Olhei de um lado para o outro, tentando ver se havia algo de suspeito ali. Por fim, suspirei, colocando-me de pé e entrando em casa novamente.

Deixei o jornal na mesa e abri o bilhete, mordendo o lábio inferior ao lê-lo.

Sua filha é realmente bonita, Renée. Eu vejo alguns traços dela que pertencem a você. Você deve se orgulhar dela.

Peguei-me suspirando e balançando a cabeça. Caminhei até o meu quarto e peguei a caixa que tinha deixado ali, guardando o outro bilhete. Assim que eu terminasse o café, iria conversar com o pessoal da delegacia, aqueles que foram meus colegas de trabalho até pouco tempo atrás.

_

Assim que voltei da delegacia, liguei para o Chefe Gerandy, deixando-o ciente de tudo o que eu sabia até aquele momento. Realmente não havia muito que fazer.

Após deixá-lo ciente de tudo, sentei-me e almocei com Renée e Phil. Minha mãe estava mesmo um pouco abatida por tudo o que vinha acontecendo, mas eu ainda podia ver as boas mudanças que esse tempo sem bebida e indo às reuniões tinha feito a ela.

Ela estava mais viva, mais alegre. Mais parecida com quem ela era antes de se divorciar de Charlie.

- Eu preciso ir ao mercado comprar algumas coisas... – Ela comentou, enquanto eu a ajudava a guardar a louça que tínhamos lavado. – Ultimamente eu não ando saindo muito por causa de tudo o que tem acontecido, sabe?

Eu sorri para ela.

- Fique aqui com Phil, mãe – comentei. – Me dê uma lista do que você quer que compre e eu dou uma passada no supermercado.

Ela sorriu, me olhando por um momento antes de assentir.

Dez minutos depois, eu estava saindo de casa, com a lista da minha mãe. Adentrei o carro que eu alugara e segui para o supermercado, batendo os dedos de leve no volante. Como tudo em Forks, o supermercado era perto e logo eu estava estacionando.

Procurei ser rápida enquanto pegava tudo o que minha mãe tinha pedido na lista e jogava no carrinho, cantarolando uma música qualquer enquanto isso. Depois de pegar o macarrão, olhei novamente a lista, tentando entender a letra de Renée o suficiente para saber o que aquele último item significava.

Alguns minutos depois, desisti. Puxei meu celular e disquei para casa.

- Ei, mãe – disse, apoiando o celular em uma orelha enquanto abria a bolsa e procurava a caneta com a outra mão. – Não estou conseguindo entender a sua letra nesse último item aqui.

Ela riu do outro lado da linha, pedindo que eu repetisse a lista toda para que ela pudesse se lembrar do que faltava.

- Certo – disse. – Estou tentando achar uma caneta aqui... Vou anotar para você... Só um minuto.

Bufei ao procurar pela caneta pela terceira vez e não achar. Desistindo, caminhei pelo corredor e vi um homem parado ali.

- Ei! – chamei. Ele imediatamente olhou para trás. – Você tem uma caneta?

Ele estreitou os olhos, inclinando a cabeça um pouco para o lado antes de sorrir e assentir.

- Só um momento, mãe – falei, tentando equilibrar a bolsa, o papel e a caneta.

- Por que você não entrega a caneta e o papel e eu anoto para você? – O homem à minha frente sugeriu.

Eu sorri, assentindo. Estendi-lhe a sua caneta e a lista da minha mãe.

- Pode falar, mãe – murmurei.

Além do último item, ela acrescentou mais algumas coisas e eu fui falando para o homem que mantinha um sorriso o tempo todo nos lábios. Quando terminei, guardei o celular na bolsa e estendi o papel para o homem.

- Obrigada – murmurei.

Ele sorriu e assentiu mais uma vez antes de se afastar.

Eu o observei durante um tempo, tentando me lembrar de onde o conhecia. Eu não sei por que tive essa impressão, de que ele era conhecido por mim, que eu já o tinha visto.

Depois de alguns minutos refletindo, balancei a cabeça e suspirei. Em Forks todos se conheciam. Não seria surpresa nenhuma encontrar uma pessoa que parecia familiar.

Voltei minha atenção para as compras e logo estava no caixa, passando e pagando tudo. E então, a caminho do carro, peguei a lista que minha mãe fez, pronta para jogá-la fora.

Porém, antes que eu fizesse isso, congelei ao olhar a letra.

Era a mesma que eu tinha visto em todos os bilhetes que minha mãe vinha recebendo.

Edward POV.

Levantei-me no dia seguinte no horário de sempre, já pronto para seguir para o trabalho. Tomei um banho antes de seguir para a delegacia, ainda pensando na maneira que Bella havia agido na semana passada.

Suspirando pesadamente, estacionei meu carro em frente a delegacia e desci, já entrando na mesma. Troquei-me, verifiquei meu uniforme e minha arma, antes de pegar um pouco de café e me sentar diante de milhares de relatórios que eu tinha para organizar. Bella e eu só iríamos fazer ronda na parte da tarde e ficaríamos até a noite, então eu tinha teria tempo de adiantar a maioria.

Permaneci assim o resto da manhã, mal parando. Depois de arquivar tudo o que tinha para arquivar, caminhei até uma lanchonete que ficava próxima dali e pedi um sanduíche. Após comê-lo, voltei para a delegacia, só então notando algo que eu notara durante toda a manhã.

A ausência de Bella.

Não era como se fôssemos melhores amigos agora nem nada do tipo, mas geralmente eu ouvia sua voz, a via sentada em sua mesa – que ficava tão próxima da minha. E agora, parando para olhar tudo com atenção, eu não me lembrava de tê-la visto desde ontem.

Dei de ombros, pensando que talvez ela estivesse na academia ou no vestiário. Algo assim...

Porém, quando chegou a hora de irmos para a ronda e eu fiquei a esperando durante uns dez minutos em frente à viatura e ela não aparecia, segui para a sala do Chefe Gerandy, batendo à porta, esperando que ele dissesse que eu podia entrar.

- Oh, Edward. – Ele apontou para a cadeira em frente a sua mesa. – Eu estava esperando que você fosse vir aqui. Já ia mandar te chamar.

Eu me sentei, estreitando os olhos por um momento.

- Aconteceu alguma coisa, senhor? – indaguei.

Ele suspirou.

- Swan teve um problema pessoal e ganhou alguns dias de folga – informou-me. – Como parceiro dela e alguém que tem sido amigo da família por tanto tempo, eu gostaria de saber se você não poderia ajudar na investigação.

- Investigação? – perguntei. – Há algum problema com Charlie, senhor?

- Não, não com Charlie – disse. – Infelizmente, ele ainda continua em coma, sem dar sinais de melhora nem piora. O problema é com a mãe de Isabella, Renée.

Engoli em seco, pensando na pergunta de Alice.

- O que aconteceu?

- Ao que parece, Renée se envolveu em alguns problemas no passado – disse. – Um dos caras agora está enviando bilhetes, ligando para ela, ameaçando. E bem, eu acabo de saber, por Bella, que ela descobriu quem era esse cara.

Eu me inclinei na cadeira, minha cabeça pensando em milhares de coisas.

- Pedi que Sam o investigasse – continuou. – Ao que parece, ele vive fazendo isso. Perseguindo mulheres. A última que ele perseguiu foi assassinada, mas nunca conseguimos provas que o ligassem ao crime.

- E agora? – indaguei. – O que faremos?

- É por isso que preciso de sua ajuda, Edward – disse. – Preciso que encontre provas que conectem esse cara, Adam Bradley, ao assassinato.

- Claro, senhor.

Ele me passou alguns arquivos e eu voltei para a minha mesa, procurando afastar todas as perguntas que eu tinha e me concentrando em ajudar Bella naquele momento.

Porém, por mais que minha mente se esforçasse no caso de assassinato que tinha sido fechado há alguns meses, minha mente continuava se perguntando as mesmas coisas.

O que Renée tinha feito depois de Charlie e ela terem se divorciado? E era por isso que Bella tinha se afastado? Era por isso que ela nunca tinha voltado para Seattle e tinha visitado o pai? E se foi, por que Charlie nunca comentou nada?

E para essas três perguntas, eu nesse momento não tinha nenhuma resposta.

Notas finais
N/A: Olá! E então, o que acham que vai acontecer? Só digo que... bem, vamos ver no próximo capítulo, haha. Pelo menos, vocês sabem mais que o Edward, não é? Isso é uma coisa boa (;
Enfim, eu espero que tenham gostado do capítulo.
Quem quiser spoiler, só deixar e-mail. O próximo capítulo ainda não está pronto, mas assim que estiver, mando para vocês o spoiler, ok? Sei que essas semanas têm sido loucas e que eu ando meio enrolada, mas o estudo e outras coisas estão me deixando assim, meio sem tempo e tudo o mais. Vou tentar me ajeitar logo, ok?
Espero que gostem do capítulo, meninas.
Até o próximo.
xx
N/B: ai.meu.deus. Agora acho que a coisa vai começar a desenrolar de vez Comentem muuuuuito que a Deh merece, uh? Btw, muito medo desse stalker da Renée