Sweet November
6 Shopping II Parte
Notas iniciais
E sei que deveria ser melhor, mas a tanta coisa pra pensar que acabo sem idéia do que escrever.
Enfim espero que gostem.
Me desculpe os erros se houver.
BOA LEITURA
ENJOY ♥♥
—Mandy sempre foi desse jeito?— Gust perguntou colocando uma boa quantia de sanduiche na boca.
—Mandy? Não ela era mais doce do que mel— parou por um segundo e depois voltou a falar— Ela era prestativa, mais simpática do que eu ela era legal era uma amiga e tanto, mas depois da separação de nossos pais e quando descobriu que meu pai ia se casar novamente com outra mulher ela ficou furiosa, sempre teve ciúmes de nosso pai com outras mulheres e com essa noticia foi o fim, se mudou para casa da nossa mãe mudou por completo se transformou em tudo o que não era.
—Vejo que fez novos amigos May, só não esperava que fossem eles, com tanta gente tinha de serem eles, qual a melhor palavra de descreve los... Perdedores.
—Ah você não sabe o que está pedindo— olhei furiosamente para a garota na minha frente.
—O que você vai me bater?
—Você que pediu— levantei-me e cai em cima dela.
— Briga, Briga, Briga— Tom começou a gritar— Sempre quis ver uma briga de garotas— dizia ao Georg que olhava com os olhos arregalados— Será que vão rasgar a roupa uma da outra? Eu posso ajudá las.
Rolava mos pelo chão, tapas e puxões de cabelos rolavam a solta, agora sim quero ver quem é a perdedora, fiquei em cima dela prensando o seu pescoço no chão, ela conseguiu se soltar e lascou um soco na minha boca fazendo sangrar, senti que era arrancada de cima dela. Fora que uma raiva nasceu novamente eu a visendo segurada para que não voltássemos a brigar.
Fomos levadas para uma salinha do shopping, nos obrigaram a sentar uma do lado da outra o segurança ficou parado com os braços cruzados na nossa frente esperando alguma palavra, como eu não tenho nada a declarar não disse nada.
—Então vão contar o que houve ou vão esperar chamar a policia e seus pais para contarem?
Mandy foi a primeira a abrir a boca, na onde foi parar a garota durona da escola agora se mostra toda medrosinha, isso é que se humilhar. Comecei a rir das ceninhas delas, não que eu seja má, ás vezes ser má com os outros é bom néh ainda mais aqueles que irritam até a morte.
—O que você está rindo?— o segurança perguntou com a cara carrancuda que dá medo, mentira, tá mais para um sonsa monga.
—Se não te conhecesse diria que está com medo Amanda— disse tranqüila sem demonstrar expressão.
—Medo? Eu? Hahaha me faça rir!— disse debochando.
— Então por que foi logo abrindo a boca quando disse que iam chamar os pais e a policia?
—Por que não quero que dê rolo para mim. Afinal sou uma garota descente coisa que você não é.
—Por que não quer ter problema com a sua mãe— dei um sorriso bem falso a ela.
—Cala a boca, não sabe o que diz— disse com raiva, e quem disse que eu tenho medo de você?
—É? Então se mete comigo pra ver o que eu espalho pra escola.
Ficamos na merda daquela salinha por uns quarenta minutos foi á benção quando a minha mãe chegou e me tirou daquele lugar infernal.
Minha mãe me puxou para um corredor vazio provavelmente começaria a lascar de falar pelo acontecido, que eu não deveria fazer isso, fazer aquilo, que NÃO deveria fazer nada que me prejudicasse no futuro, ficaria umas boas meias hora só a ouvindo ela falar me encostei-me à parede e ouvi ou tentei.
Bill
Fui procurar Charly, todos estavam preocupados pela demora só tínhamos visto Mandy sair, fui andando até um corredor comecei a ouvir vozes parecia ser a tia Mary encostei-me à parede ouvindo a conversa dei uma espiada e meus olhos se encontraram com o da Charly e logo me encostei de novo na parede, esperei a conversa acabar e vi a tia Mary ir embora Charly saiu um pouco depois sem dizer nada a acompanhei, ao menos deveria dar explicação por estar ali.
—Não conte nada a ninguém sobre o que você ouviu— disse sem olhar para mim.
—Desculpa por ter escutado a conversa com a sua mãe foi intencional, todos estavam preocupado e resolvi te procurar
—Bill— Ela parou e ficou olhando para baixo— Você sabe que te considero muito como meu amigo— acenei com a cabeça como um sim— Sabe também que é o meu segundo melhor amigo— havia lagrima em seus olhos triste— Não conte para o Gust ele iria ficar preocupado comigo e é a única coisa que não desejo, você é a única pessoa que agora sabe do meu problema não quero que pensem que eu sou diferente, não agora. No final deste me vou passar no médico e vou ter de fazer quimioterapia vou faltar alguns dias, eles vão notar a minha ausência, eu queria que me encobrisse se você quiser é claro.
—Faria isso com muito prazer— abracei a com força.
—Obrigada Charly— me virei e Nathy estava parada ao lado do Gustav
—Não é o que está pensando— Charly disse secando as lagrimas.
—Nunca é. Pensei com fosse a minha amiga
—E sou!
—Então por que fez isso?— deu as costas e saiu correndo e Gust fez a mesma coisa só que foi andando e eu fiquei sem entender nada.
—O que foi isso?
—Ela acha que estou dando em cima de você!— voltou a andar me deixando para trás— Lembra ela gosta de você.
— E por que acharia isso? Nó somos apenas amigos.
—Diga isso pra ela então.
—E você? Gosta do Gust não é?
—Eu o que? Do Gust? Não é impossível, somos melhores amigos e é claro que eu gosto dele, mas não conta pra ele— apontou o dedo na minha cara, tipo quando se faz ameaça a alguém.
— É muita coisa pra não contar pra ele— ri
Fui para o estacionamento estava indo para direção do meu carro, mas acabei mudando o percurso e fui em direção ao carro da Nathy do outro lado do estacionamento. Nathy olhava sem expressão para frente do carro, bati no vidro para que ela pudesse abrir, debrucei na janela e fiquei olhando para seu rosto até ela me encarar com o rosto corado de vergonha.
—Nathy?
—Sim— continuou sem expressão.
—Não pense que eu e a Charly temos algo...
—Vocês estavam bem juntos quase agarrado um ao outro. Não que eu esteja com ciúmes, por que eu não estou— falou com um tom de superioridade o que foi engraçado ao menos para mim.
—Não precisa negar— sorri— Não tive a intenção de te magoa La, é serio. Charly me disse que gostava de mim.
—Ela o quê?— disse assustada— Quando ela disse? Bom o que exatamente ela disse?
—Alguns dias atrás estavam sentados na aula de educação física e ficamos conversando até que o assunto foi parar em você, ela me disse que no primeiro dia que você me viu, você sentiu algo por mim, que toda vez que eu olho para você é como se ficasse hipnotizada— dei uma pausa para me lembrar das palavras— Hã, que a todo o momento você não para de falar sobre mim, ainda acho que é mentira essa parte. Não me lembro de muita coisa, ela falava coisa com coisa. Mas quero ouvir de você.
—Ouvir o que?
—A verdade, de que você gosta de mim— sorri.
—Err...Eu gosto— disse num sorriso triste e timido
Aproximei do seu rosto e deu um beijo em sua boca, eu fiz por impulso o que acabou tornando o momento especial foi quando eu acabei por descobrir algo que estava na duvida que não sabia se era verdadeiro ou não. Afastei-me dei um tchau e voltei ao meu carro.
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