Sweet November
35 Momento desesperador....medidas desesperadas
Notas iniciais
enjoy it ♥
Todos correram para o hospital, lá encontraram a srª Brooks na sala de espera, sua aparência era de alguém que não dormia por dias.
– Como ela está? – Tom perguntou aflito.
– Na mesma ainda, caso não apareça um doador ela deverá começar a quimioterapia imediatamente.
O doutor apareceu nesta hora para o alvoroço de todos na sala.
– Srª Brooks? Podemos falar?
– Fale aqui! Pois queremos saber sobre Charly também! – disse Bill nervoso.
– Tudo bem doutor, pode falar – permitiu Mary.
– Bem, a situação é complicada, se ela não encontrar um doador de medula logo correrá sérios riscos.
– Mas e a quimioterapia? – srª Brooks estava aos prantos.
– Ela está muito fraca, não sei se aguenta algo tão forte.
Nesta hora a mãe de Charly desabou, todos foram consolá-la, enquanto isso fui falar com o doutor.
– Posso vê-la?
– Pode sim, mas uma visita rápida, me acompanhe por favor.
– Obrigado.
Ao entrar no quarto e vê-la naquela situação: na cama, inconsciente. Foi a mesma coisa de sentir meu coração ser dilacerado.
Peguei sua gélida mão, olhei bem para seu rosto pálido, cheguei bem perto de seus ouvidos e sussurrei:
– Não me abandone, por favor. Prometa que ficará comigo. Você não pode me deixar. Desde nossa infância soube que você era especial, mas não sabia o quanto. Agora eu sei: Eu te amo Charlotte, não me deixe...
– Gustav, você precisa sair – o doutor me levou de volta para a sala de espera.
Todos estavam quietos na sala. May havia ido embora com Mandy, os demais ficaram.
De repente Tom se levanta num pulo da cadeira.
– Chega! Doutor...faça os exames de compatibilidade, eu me habilito como doador – todos ficaram surpresos.
– Ok, então me acompanhe, por favor.
Tom foi para uma sala de exames verificar se seria possível doar a medula para Charly. Depois de uma hora ele voltou.
– E aí? Como foi? – perguntou Veeh abraçando-o.
– Ainda não sei, isso demora algumas horas, o jeito é esperar.
Depois de duas horas o dr. Raimbeck voltou.
– E então doutor? – Tom perguntou ansioso.
– Bem, vamos aos exames...
Notas finais
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