Sweet November
9 Capítulo 9
Notas iniciais
Finalmente sexta- feita, depois da escola fui correndo para casa, ou melhor, para casa da minha tia, nem esperei Charly para ir embora a minha ansiedade era tão grande que fui na frente. Quando cheguei mal guardei a mochila e corri para o banheiro tomar um banho. coloquei uma outra roupa, passei lápis no olho e é claro não esquecendo de passar uma sombra bem dark.
—Tia to saindo, vou ao parque, antes de anoitecer to de volta, beijos— gritei da porta.
—Cuidado, Nathy, não quero que a sua mãe preocupada.
Que droga não me lembro do Bill ter falado á hora que era pra está lá, seja como for é melhor estar adiantada do que atrasada. Estacionei o carro e fui andar um pouco, tentei ligar no seu celular e só dava caixa postal. O que me deixou com raiva, fui para perto de um chafariz que por sinal era a atração do parque alem de ser bonito era um salva vida nos dias quentes de verão.
Voltando ao assunto fiquei sentada na beirada do chafariz segurando o celular esperando ansiosamente o Bill me ligar, mas um cara de uniforme e para variar segurando um lindo buque de rosas vermelhas, tava se aproximando de mim com uma cara de sei lá um maníaco que persegue garotas indefesas, ele foi se aproximando cada vez mais, deu um sorriso que até que era bonitinho.
—Você é Nathy?— a ta bom e como ele sabe meu nome? Conta até três e sai correndo pedindo ajuda. Calma Nathy, só pode coincidência de ele saber o meu nome.
—Sim, sou eu. Porquê?— respirei fundo antes de confirmar.
—Isso é pra você?— me estendeu o lindo buque.
—Quem mandou?— curiosa nem um pouco.
—Fui eu!— Bill apareceu todo arrumado, divinamente lindo, mais um pouco eu babava em cima das rosas.
—São lindas— Ele se aproximou de mim olhou em meus olhos e se ajoelhou, até parece sonho.
—Quer namorar comigo?— abriu a pequena caixa de veludo contendo dois anéis de ouro branco um contendo uma enorme pedra rosa.
—OMG, não sei o que dizer!— e era verdade estava sem palavras, foi uma verdadeira surpresa para mim, ele mesmo havia dito que não tinha certeza se daria certo e agora me pede em namoro.
—Que tal um SIM?!— sorriu
—Sim— me joguei em seus braços, fazendo nós dois cair na grama, com cuidado me levantei e Bill colocou a aliança em meu dedo anular, pra dizer a verdade ficou muito bem no meu dedo, combinou mais nele do que na pequena caixa.
—O que você achou?— apontou pro anel em meu dedo.
—É linda.
— Tom me ajudou a escolher, assim como a garota da loja,foi uma decisão difícil, eram muitos anéis lindos, pensei que esse fosse ficar exagerado para você, afinal você só tem dezesseis anos.
—Quase dezessete
—É daqui a alguns meses.
— Mesmo assim.
—Ok, vamos— se levantou e depois me ajudou a me levantar.
—Onde vamos?— arrumei a minha roupa ao levantar
—Vou te levar para conhecer meus pais! O que acha que eles não perguntam quem é a tal garota que eu estou ficando e o Tom vive falando de você lá em casa— Grande Tom, você vai ver só garoto.
—Serio? Eu preciso ir agora? Tipo não pode ser daqui alguns dias, semana ou até meses?
—Não, vamos hoje!— disse determinado
—Mas eu... — tentei fazer lo mudar de idéia, ou melhor tentei dizer.
—Sem mais.
—Bill, eu não posso ir desse jeito!— preciso pensar em algo, mas o que?— Preciso de um tempo pra poder me apresentar e se a sua mãe ou seu padrasto não goste de mim?
—Você está ótima e eles vão amar você, apenas seja você mesma— é pelo visto não tem conversa mesmo
Cada um foi com o seu carro, como sempre Tom tava na frente da casa com uma garota em seus braços, isso é uma vulgaridade para a idade dele, apesar dele ser mais velho que eu, velho merda nenhuma ele é pouca coisa, é alguns meses mais velho. Tom é um safado isso sim, para quem dizia que estava gostando da May ficar com as garotinhas mostra muito bem.
Passei por ele e dei um sorriso, Bill pegou na minha mão e Tom olhou para mim com cara de safado, espera ai ele tem cara de safado, enfim adentramos na casa, os pais do Bill estavam todos na cozinha, sua casa era linda, bem decorada, e de bom gosto, fomos até a cozinha, e já podia sentir as minhas bochechas corarem de vergonha por ser a primeira vez.
—Mãe, Gordon, essa é a Nathy, minha namorada— me colocou na sua frente.
—Oi— cumprimentei meio sem graça.
—Relaxa, ninguém vai te julgar garota— Simone me abraçou— Não ainda— olhou para Gordon que começaram a rir, ai que danou se corei de vez, estava pior que pimentão— É brincadeira, sinta se a vontade, o lanche sai daqui a pouco e Bill chame o seu irmão para dentro— acenou com a cabeça.
Eles foram muito gentis comigo, me fizeram me sentir mais a vontade, e Tom como sempre fica gozando da minha cara, só por causa que eu coro muito fácil, ele é um idiota mesmo, conversamos sobre tantas coisas, a tia Simone contando da infância dos Bill e do Tom, eles tentavam cortar ela falando, eles estavam constrangido pela infância o que foi muito engraçado, depois de comer ajudei a guardar as coisa, lavei e guardei a louça, por educação e por que minha mãe me acostumou a isso também.
—Podia me ajudar ás vezes também Bill— enquanto a gente fazia ás coisa ele ficava sentado comendo biscoito, ele só não engorda de ruindade.
—Isso é coisa pra mulher mãe!— Bill se queixava.
—Ajudar de vez em quando não mata ninguém Bill— eu disse.
Fiquei mais um tempo, Bill me mostrou a casa e o seu quarto o do Tom, mostrou também os seus CD’ s favoritos. Estava quase escurecendo quando descemos para o andar térreo, por insistência eu fiquei pro jantar, liguei para a tia Mary avisando que iria demorar um pouco para voltar e para a minha surpresa meus pais estavam de volta, e antes do previsto, não quero voltar para casa não agora, sei que meus pais vão questionar meu namoro com Bill, eles acham que eu sou nova de mais, só que eles começaram a namorar aos quinze anos e por que não posso namorar aos dezesseis.
Fui para “casa” meus pais ainda estavam lá com as minhas malas todas arrumadas, eles não perderam tempo mesmo, estavam com uma cara estranha, algo aconteceu, mas o que? Podia sentir a tensão no ar, por ordem deles eu subi para o quarto da Charly, o que não parecia estar bem, deve ser um resfriado.
Passou um tempo e a tia Mary subiu com meus pais, que continuaram com ás mesmas cara o que me preocupou, tentei descobrir, mas nada disseram
—Posso ficar aqui mãe?
—Já ficou tempo de mais— meu pai disse.
—Obrigada pela Mary.
—Sempre que precisar pode deixar aqui.
—Eu sei.
Nathy off
Notas finais
—É claro que estou bem! Por que não estaria?— engoli em seco".
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