Sweet Nothing
1 SN - I
Notas iniciais
Abro os meus olhos, após despertar com a minha música favorita no despertador. Cada músculo do meu corpo insiste em me deixar na cama, mas eu não posso.
Me levanto esfregando os olhos, ainda com sono. Seis e meia da manhã e eu aqui de pé.
Ó meu Deus! Que gafe a minha ... Nem me dei o trabalho de me apresentar a vocês. Na verdade, eu nunca fui boa com apresentações. Mas vou tentar me descrever, assim como em meus livros.
Sou Elena Gilbert. Estou nos meus belos 21 anos. Meus cabelos castanhos e olhos como tal, não são importantes. Tem algo que eu realmente me orgulho nessa vida. Sou escritora. De livros juvenis é claro, porque me considero uma eterna adolescente. Eu já lancei 3 livros de sucesso. Todos eles de minha saga "The Chronicles of Runaways".
— Elena.— chama Katherine.— Ligação para você.
Caminho até a sala e pego o telefone de sua mão. Era os agentes da Salvatore Studios. Recebi uma proposta para adaptar meus livros ao cinema. Eu ainda estou pensando, porque isso acabaria com a imaginação dos meus leitores.
Katherine me olha intrigada. Na verdade, a mesma cara de sarcasmo de sempre.
— Eu realmente acho que você deveria aceitar.
— Você não entende.— respondo.— É uma coisa de escritor.
— Mas, pense. Eles realmente ficariam felizes de ver o livro favorito nas telonas. E outra, imagina o dinheiro que você iria faturar!
— Não é questão de dinheiro, Kath.— afirmo eu.— Sei lá, posso pensar na proposta. Afinal, a gente parte para Nova York daqui a pouco.
Eu e minha irmã vivemos viajando de um lugar para outro. Não consigo ficar parada. Migrando, eu consigo ir achando inspiração para os livros.
Já iriamos para New York, antes da proposta do estúdio. Eles querem acertar essa produção e querem que eu opine na escolha dos atores (bom, se eu aceitar).
A Salvatore Studios é uma grande e famosa empresa de produção de filmes. Pelo que eu soube, ela é administrada por dois jovens rapazes. Que 'responsa'.
Aff, caro leitor, eu estou tentando te impressionar. Porque não é sempre que eu falo assim tão certinho.
Volto ao quarto e pego as minhas malas. Já as fiz ontem, mas Katherine deixa tudo pata última hora. Pego uma roupa qualquer e coloco a em cima da mesa. Entro no banho e esqueço da vida lá.
Quando saio minha irmã ranzinza já vem me atormentando.
— Elena, rápido. Ou vamos perder o voo!
Na verdade, falta um bom tempo para chegarmos lá. Mas de fato, eu tenho que parar de ser assim dispersa.
Logo eu me visto e ela me chama o táxi que entramos. A nossa casa é a mais ou menos, uns 30 minutos do aeroporto.
Outra coisa que eu esqueci de contar, é sobre a minha irmãzinha querida, Kath. Nós somos gêmeas e é impossível achar uma só diferença em estética entre nós.
Já de jeito, chega a doer o jeito que somos diferentes referente á personalidade. Katherine sempre foi meio vingativa e não se importa com ninguém além dela. Mas sei lá, amo minha irmã. Talvez um dia ela melhore.
E eu? Ah claro, uma boba abnegada. Romancista alucinada, acredito que a única coisa que temos certeza é do amor e da morte. Mas não, eu não encontrei o meu amor de verdade. Sempre fuitímidademais para essas coisas.
O carro para e saímos. O voo não demora muito a chegar. Eu tenho muito medo de aviões. Prefiro a água, a terra e até o fogo. Menos o ar.
Quando pousamos, é a pior sensação. Parece que vamos cair e vamos virar comida para urubu. Descemos do avião e já tem gente da S.S* nos esperando.
— Senhorita Pierce. Senhorita Gilbert.— diz o homem á nossa frente.
Ele é loiro, meio forte e até bonito.
— Meu nome é Matt Donavan. Sou o representante da empresa e vou guiar vocês até os seus aposentos.
Entramos num carro do tipoesportivo.Chegamos num hotel com uma entrada linda.
— Então, a noite terá um jantar. Peço para vocês que vão de traje social. Vocês conheceram os donos da empresa, os Salvatores. E vamos acertar tudo para produção.
Subo as escadas do lugar, é tão bonito! Coloco uma roupa bonita e social, um vestido rosa escuro. Katherine usa um preto muito bonito.
Esperamos e descemos para festa. Tem muita gente, com pinta de rico. Não me sinto bem nestes lugares.
— Senhoras e senhores, os irmãos Salvatore.
Só tenho tempo de abrir minha boca em um O.
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