Sweet Nothing
12 Cap. 12- Simple Things Are The Best
Notas iniciais
A Jennifer não é de confiança e algumas teorias de vocês, estão mal, não é por ai.
Se passam 10 meses e Jennifer ainda não faz nada, mas...
Enfim, se quiserem dar uma olhada nessa fic:
http://fanfiction.com.br/historia/414188/Walking_With_The_Dead/
É interessante e a escritora é nova aqui...
Bem, não vos vou massacrar mais, por isso boa leitura!
Cap. 12- Simple Things Are The Best
Dia seguinte, estava sentada num edifício pequeno perto da cerca, estava chateada com Carl, aquele idiota, quer se levar à morte, que não me arraste! Vi que a portinha se abriu e dali, subiu Carl, o mirei chateada e voltei a ver os walkers ali.
–Bom dia.- Falou ele, olhei para aquele sol apenas
–É, não se ia embora ontem?- Disse seca
–Desculpe.
–Não se pedem, evitam-se.
–Eu só queria tentar nos proteger.
–Sabe o que é o mais impressionante de tudo?! É que nem salva o resto do seu grupo, Carl, eu...
–Era só para abalá-los!
–Mas eu não quero, está me usando como isca? Nós os dois, só para os expulsar?- Ele ia abrir a boca- Eu quero viver feliz da vida, nem que seja por um segundinho, só de paz e sossego! Eu estou farta desse maldito apocalipse e você quer fugir quando tudo está bem?
–Eu peço imensas desculpas, do fundo do meu coração.- Disse novamente e eu o mirei, suspirei fundo, dizendo calma. Olhei para o céu, sinceramente, eu só fico chateada com a pessoa quando realmente me irrita, ou me tenta magoar, ai é que fica no coração.
Mas Carl, o mirei, eu o amo, eu o amo bastante, praticamente meu melhor amigo, namorado, e meu rival. sai do parapeito andando até ele de cabisbaixo e lhe abracei, não aguentava ficar muito tempo zangada com ele, por mais idiota que ele fosse, eu naturalmente o amava, apenas o abracei, enrolando meus braços no seu pescoço.
–Você e Carl, muito juntinhos.- Falou Jennifer, eu estava saindo da cela, era o dia seguinte. Apenas lhe olhei de lado, dava seu sorrisinho de vaca, apenas passei por ela que deu um riso sem graça
–Se aproxima dele, Lucas ou James e vai desejar nunca ter sobrevivido.- A encarei nos olhos e de repente, meu pai aparece, estava bêbado.
–Sammy!- Gritou e eu dei um sorriso sem graça, ele me segurou e eu ri, mesmo assim encarando Jenny que tirou sua pose convencida parede se indo embora. Semicerrava os olhos na sua direcção, eu não confiava nela.
Praticamente, passaram 10 meses desde que estávamos na prisão, tinha andando a contar, a água era fresca, porém não sabíamos quanto tempo iria durar. Tínhamos mantimentos suficientes para todos como armas que nunca mais acabavam.
Eu e o Carl até tínhamos feito quinze anos, não muito importante... Apenas que ele já estava até mais alto que a Beth, ele andou a tomar a poção da trepadeira, essa é que é essa... E eu também tinha crescido, não muito mesmo assim, já não podia ser considerada baixinha, agora era estatura média baixa, estou tão feliz.
O grupo estava muito maior, mesmo assim o problema principal era a cerca, com os tiros que aquele maluco do Governador tinha dado, por isso alguns walkers concentrados nesses sons, vinham a caminho e apesar de usarmos as tábuas de madeira, continuava a não ser suficiente.
Agora estava andando pelo pátio, com a ajuda dos sobreviventes do tiroteio do Philipes a todos, eles se tinham unido ao nosso grupo e ajudavam bastante, na plantação, os porcos que alimentávamos, nas idas a cidade, até tínhamos quase conquistado a prisão toda, seria uma pena se a vedação partisse, e Carl tinha-se habituado a essa ideia.
–Bom dia.- Respondi a Carl que veio ter comigo, ele tinha o cabelo um bocadinho mais longo, apenas observei suas mechas de cabelo que lhe caiam sob o rosto dele- Me dá só um minuto com as tesouras.
–Não obrigado.- Se lembrou do meu antigo penteado, aquilo era horrível, mas agora está melhor, estava um bocadinho acima da cintura.
Ele colocou as mãos na cintura suspirando fundo e olhando em volta e depois me deu um selinho. Meu irmão e Beth é que também estavam, mas às escondidas apesar de Hershell estar sempre fuzilando Lucas com o olhar. Nós, não gostávamos de dar nas vistas, mais por alguma vergonha, timidez... Apesar de todos os beijos que ele me dava, estava sempre corando, era bom, acho eu.
–Quer dar uma volta?- Questionei e ele confirmou. Falávamos sobre várias coisas
–É pena que seu pai tenha perdido a memória.
–É, mesmo assim, nos damos bem.- Continuávamos a ser tipo pai e filha e então ele com Lucas, estavam sempre competindo e não eram só os dois, Daryl também se juntava.
–Não sabia que ele era gigante.- Nunca ninguém espera, quer dizer, eu sou baixinha e Lucas enorme, não quanto como James, mas era, Luquinhas e eu somos completamente diferentes também, nem sabiam que eramos irmãos.
Chegámos a um bloco, ele olhou pelos lados, me levando para um beco- Que foi? Alguma ameaça?
–Não, apenas fica.- Afirmou me beijando e depois descolou nossos lábios — Abre um bocadinho mais a boca.- Pediu entre suspiros ofegantes perto do meu rosto, com a mão encostada à parede ao lado de minha cabeça WTF? É um daqueles beijos de trocar germes- Sam.
–Espere. Me deixe pensar.
–Pensar? Porquê?
–Eu...- Ele me interrompeu, aprofundando o beijo, ele me segurou pela cintura, e eu enrolei meus braços no seu pescoço de leve. Este era de acabar o ar, a junção de nossas bocas me excitava, ficava respirando ofegante e pesadamente, uma corrente eléctrica percorria pelo meu corpo me deixando mais ansiosa, ele depois parou
–Como foi?- Eu ainda fui buscar algum ar, enquanto ele sorria convencido, provavelmente, minha cara denunciava tudo.
–Nada mau.- Respondi e ele revirou os olhos-É melhor voltar, eles nos devem estar esperando.- E assim foi- Uma corrida até o bloco C?
–Você continua na mesma.- Claro que ele chegou primeiro, porque eu deixei como é óbvio. Daryl, Lucas e James, para quem não se lembra, era meu pai, estavam jogando, era um jogo parvo que caso se perdesses, tinhas de receber um estalo. Ele sempre me chamava a minha para bater no caipira, talvez porque minha mão era pequena, mas um pouco grossa e conseguia dar bons estalos.
Lucas ia no seu quinto e a perder, como é claro.
–Você realmente é uma coisa.- Disse Beth, agora tinha 18 anos como meu irmãozinho
–Concordo.- Respondeu Jennifer se aproximando enquanto descia as escadas, apenas a mirei de lado, não confia nela, apesar de 10 meses, mesmo assim, qualquer coisa poderia acontecer e eu morrer assim em vão.
Olhei do lado de fora, esses idiotas estavam se acumulando ali de novo, mas se concentravam num lugar.
–É melhor cuidar-mos disso.- Afirmei, 10 se nós foram, Maggie também tinha os cabelos abaixo dos ombros e para mim estava mais bonita e acho que ela e o Glenn estão casados, isso indicaria o seu anel no dedo anelar.
Matamos aqueles estúpidos, eles são muito idiotas mesmo, não vêem a cerca, têm de pular para conseguir seus idiotas! Ainda bem que não, senão seria um problema. A cerca estava caindo mesmo, tivemos de prender isso com cordas, tínhamos de encontrar um lugar novo, sem esse tipo de coisa.
Rick estava brincando com Judith, nome dado por Carl, eu preferia Samantha, mas esse também dá.
Eu vos vou explicar como tudo está agora. Temos novos portões, geradores, espaços novos, até biblioteca, a jardim, parecíamos mais humanos. Eles tinham saído para buscar mais mantimentos, o resto em silêncio brincando no pátio ou a ler na biblioteca, eu e Carl fomos para o topo do edifício, ficaríamos mais a sós.
–Lembra quando você se declarou para mim?- Questionei andando em volta, com as mãos nas costas
–Acho que foi mais o contrário, você foi primeiro.- Ri, por acaso...
–E nunca vou deixar de dizer. Eu te amo.- Lhe abracei, estava extremamente feliz
–Eu também, eu também, imenso.- Nos beijámos- Quem diria? Eu te achava irritante, até no dia em que te apontei a arma.
–E eu te achava um chato e pior que um walker.
–Sério? Que tal agora?- Me puxou pela cintura dando outro beijo, eu não me fartava disso, assim que parou, desci à terra. Carl começou rindo- Você continua vermelha, depois desse tempo todo.
–Havia de ficar verde de raiva e virar o Hulk?- Brinquei lhe largando e alguém entrou, era meu pai, James.
–Baixote.- Me insultou, eu sou pequena, eu já cresci... Não sei, mas antes tinha 1,50. Tinha-me medido na escola.
–Grandalhão.- Ele me desarrumou meu cabelo- Quer jogar às cartas?
–Sim.
–Vou levá-la de você, adeus idiota.- Falou para Carl que abanou a cabeça negativamente sorrindo. As coisas estavam perfeitas como estavam.
Samantha Olsen Scherbatsky:
Lucas Olsen Scherbatsky:
Jennifer (Vadia):
Notas finais
Agora minhas aulas estão começando, já na segunda, que alegria. -.-
Mesmo assim, irei tentar postar, concerteza irei, quer dizer, eu me aplico, a comer batatas fritas.
Preview (Hayden falando com Sam sobre seu futuro):
-Não, isso é bom. Significa que vai ter uma grande e longa vida, que seu romance será bem-sucedido, mesmo com algumas turbulências, irá perder uma pessoa importante, e pode surgir concorrência e deixe seus inimigos próximos.- Jennifer!
Não me odeiem, mas algo muito mau vai acontecer e o que Hayden quis dizer?
Fique para um próximo episódio de... Esperem!... De "Sweet Nothing"!
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