Sweet Ménage
28 LA DOMMINA.............................Pov. Jasper Cullen.
POV. JASPER CULLEN
— Isso Bella eu sou todo seu, pode me bater, me açoitar, me punir, meu corpo é todo seu, por que eu sou o seu escravo Dommina, para lhe fuder e dá prazer somente a você. – Excito-me diante da visão dela usando couro e com o chicote na mão.
— Você foi um menino muito mau.....Mau....Mau. E merece ser castigado. – Ela fala de uma forma autoritária tremendamente sexy...................Porra meu pau está duro.
— Sim fui um menino muito mau e, mereço o seu castigo Dommina. Faça o que quiser comigo. – Falo puxando as restrições das amarras, o meu pau tão duro rígido sob o meu estômago.
— Mas antes de lhe bater e depois lhe fuder eu vou chupar o seu pau, somente para o meu prazer, você não pode gozar, entendeu escravo. – Fala lambendo os lábios depois de desferir uma chicotada na minha perna.
— Si.....Sim seu prazer. – Gemo.
— Ah porra. – Rosno quando o calor quente da sua boca aveludada me envolve totalmente.
— Oh merda. – Meus quadris ganham vida empurrando o meu pau, cada vez mais para o interior da sua boca, suas pequeninas mãos torturam as minhas bolas, me fazendo revirar os olhos.
— Não pode gozar escravo. – Sussurra baforando uma corrente de ar quente contra a coroa do meu pau. O liquido pré-ejaculatório escapa da ponta. E ela sorve a gota nos seus libidinosos lábios.
— Não pode gozar escravo.- Fala novamente sua boca jogando ar quente no meu pau.
— Porra. – Rosno quando ela bate o chicote na minha pele.
Filha da puta ela está me torturando e, o pior é que eu estou gostando.
— Não pode go.......Grito a interrompendo.
—EU NÃO VOU GOZAR PORRA. – Rosno já me desfazendo em uma torrente de gozo. Encaro os seus olhos zombadores.
— Ah você gozou escravo e acabou com a minha diversão. – Fala quando ainda jatos e mais jatos de porra caem do meu pau. Me fazendo sentir um alivio instantâneo.
....
Uma risada me faz abrir os olhos desajeitadamente ainda dominado pelo prazer.
Só o que o meu enevoado cérebro registra é o sobe e desce da boca de Bella na extensão do meu pau, e ela está usando uma larga camisa de linho, minha cabeça desaba no travesseiro.
Porra foi apenas um sonho erótico com ela. Mais merda parecia tão real.
As chicotadas. A sua voz dominante. O calor da sua boca envolvendo o meu pau, e eu me desfazendo em porra. Pelo menos o calor que eu senti no meu pau veio da boca dela que está me chupando gulosamente.
— Bom dia dorminhoco. – Cantarola saltando em cima de mim, e eu a recebo mais que disposto.
— Ótimo dia, eu poderia me acostumar a ser acordado todo dia assim sendo chupado. – Sussurro no seu ouvido e ela se arrepia.
— E eu poderia me acostumar, a acordá-lo assim chupando você. – Fala com as bochechas coradas. Beijo-a intensamente.
— Por que tanto você gemia, antes deu começar a chupá-lo?!! –Pergunta com o rosto enfiado no meu pescoço.
— Estava sonhando com você. – Falo.
— Sonhando comigo. – Sorri.
— Sim um sonho bastante molhado entendeu?!! – Falo sugestivamente.
— Estava, tendo um sonho erótico comigo. – Fala espantada e eu rio.
— Conte. –Pede depois de um tempo, e posso apostar que está corada.
— Você lê muitos romances eróticos não é Bella. – Digo e ela engasga rindo.
— Culpada. – Declara sua respiração fazendo cócegas no meu pescoço.
— Bem acho que vocês descobriram meu pequeno segredinho sujo, quando me amarraram e narraram alguns trechos de um romance erótico que eu estava lendo. – Diz.
— Bem então já leu sobre dominação e submissão não é. – Digo e ela respira ofegante.
— Si.....Sim. Está excitada não é. – Falo e ela ri escondendo o rosto no meu peito.
— Não vou negar. – Sopra suavemente.
— Quer me amarrar e, me foder é isso Jasper?!! – Pergunta.
— Sim com certeza seria uma experiência e tanto, mas o sonho que eu tive era inverso. – Lembro e, um arrepio percorre a minha coluna.
— Você quer que eu te amarre e te foda. – Sua expressão é de atordoamento e excitação.
— Bem sim. – Dou de ombros. — Ela me olha com a sobrancelha arqueada.
— Uma vez em Madrid, eu fui até uma desses clubes de dominação, e foi muito excitante, mas eu era quem dominava, por que obviamente não deixaria qualquer mulher me subjugar, mas com você é diferente eu dominei durante muitos anos, com você eu cederia o poder e, a deixaria me dominar completamente, em uma cena. – Digo olhando em seus olhos.
— Por quê?!! –Pergunta ofegante.
— Porque eu te amo. – Afirmo e a beijo.
— Você é praticante de BDSM?!! –Pergunta.
— Sim e não. – Falo e ela me fita confusa.
— Sim eu gosto de foder duro e forte, de amarrar, dá palmadas, usar brinquedos, mas somente para o prazer, tipo: Vibradores, consoladores e dildos anais, como aqueles que usamos em você. – Falo e ela fica vermelha.
— Mas estou fora dessa merda de controle, castigos e punições dolorosas e certamente não vou querer alguém me chamando de Mestre a toda hora, enfim estou fora da merda da dor. – Digo e ela fica pensativa.
— Como era lá no clube de Madrid?!! –Pergunta curiosa.
— Interessante e excitante, dispúnhamos de muitos brinquedinhos, e poderíamos encontrar uma parceria disposta a servir lá mesmo. — Falo.
— Lembro-me dos chicotes, das palmadas contra as carnes expostas, o som dos quadris se chocando, por que alguns casais faziam sexo sem se importar a quem estivessem observando, mulheres vestidas de couro em posições de dominações ou de dominadas. Porra uma mulher com salto agulha, vestindo látex com um chicote na mão e os lábios carmesim, com certeza me excitaria para caralho. – Divago e ela ri.
— Ora, ora Sr. Jasper Cullen, então quer dizer que você gostaria de ser dominado?!! – Pergunta mordendo o meu peitoral.
— Seria excitante ter a minha mulher mulher me controlando. – Gemo quando ela me lambe.
De repente ela monta em mim, sem ao menos eu esperar ela bate fortemente a sua mão na minha coxa.
— Tipo assim. – Fala rindo.
— Quase. – Rimos alto e ela me beija.
— Parem de fornicar sob os lençóis, temos um império para controlar. – Edward quebra o clima entrando quarto.
— Fornicar. Não é uma palavra muito antiquada não. — Rimos alto.
— Tínhamos uma empregada que era uma religiosa fanática, e ela sempre falava essa palavra quando nos repreendia sobre sexo, principalmente quando nos flagrava batendo punheta dentro do banheiro. — Edward ri.
—Dizia que nós só deveríamos fornicar depois de casados, e somente para a reprodução. Se fizéssemos isso simplesmente pelo prazer carnal nós iriamos para o inferno. – Edward explica, ela olha para nós dois e cai na gargalhada.
— Como se nós fossemos fornicar só para ter bebês, nem em sonhos. É muito bom foder só por foder. — Falo
— Certo Srs. Fornicadores, eu não lhes conduzirei para o inferno eu vou me arrumar. – Ela salta da cama e eu faço o mesmo.
— Cadê o grandão?!! – Questiono e ele dá de ombros.
— Já foi para a empresa. – Franzo o cenho.
— O Emm anda muito esquisito ultimamente. – Falo saindo da cama.
— Também percebi. – Diz terminando de se arrumar.
— A cara só porque dormimos com a mesma mulher, isso não significa que eu quero vê a porra dessa sua bunda branca balançando na minha direção a toda hora, sem que nós estejamos envolvidos numa trepada depravada. – Edward resmunga e eu rio.
[...]
NO ESCRITÓRIO.............
— Escuta essa Emm você vai rolar de rir. – Falo assim que ele entra na sala.
— Dois caras vinham de carro por uma estrada, quando avistaram uma placa bem grande. – Começo depois de parar de rir.
—"Cachorro chupador, entrada a 2 km. – Falo.
— Passaram e ficaram curiosos. Mais à frente tinha outra placa. — Faço uma pausa.
— "Cão que faz chupeta, entrada a 1 km". – Digo.
— E aí resolveram ir até lá. – Sorrio e ele permanece sério.
— "Cachorro que faz chupeta, Aqui!”. – Sorrio e ele me olha.
— Eles entraram então disseram. – Sugo o ar.
— É aqui que está o tal cachorro?!! Perguntam curiosos.
— O cara o olha e diz. — Continuo a contar.
— Vieram atrás de uma chupeta. O negão pergunta. – Emm me olha desconfiado.
— E os caras sorriem. – Falo.
— Sim, vamos ver como é. – Digo.
— E o negão diz. Sentem-se e abaixem as calças. — Quase não consigo terminar de vontade de gargalhar.
—Chupa Rex!. – Cantarolo.
—Chupa Rex!. – Sorrio.
—Chupa Rex!. Canto.
— E o Rex nem se mexeu. Então o negão disse. — Ele arqueia a sobrancelha.
— Ah Rex, seu cachorro burro. Vou te mostrar de novo como se faz uma chupeta, mas esta é a última vez tá bom garotão. O cara diz então se ajoelha para chupar os caras. – Falo já rido e ele simplesmente me olha sem expressão.
— Não achei graça nenhuma. – Resmunga e eu paro de ri.
— Cara você está muito estranho, não entendeu a piada não. O negão usava o cachorro para poder atrair homens e, fazer boquetes nos outros caras. – Explico.
— Eu por acaso sou gay para querer saber de boquetar o pau de um homem, eu sou é muito macho fodedor de buceta. – Fala e sai batendo a porta.
— O que é que deu nele?!! –Pergunto e Edward dá de ombros.
— Sei lá, mamãe devia tê-lo enviado para o governo, o Emm é um daqueles casos que deveria ter sido estudado pela NASA, por que normal ele não é. – Diz e rimos.
[...]
NA SAÍDA DO ESCRITÓRIO....
— Sr.Jasper Cullen. – Viro-me e vejo dois grandalhões mal encarados.
— Sim. – Respondo.
— Pega ele. – Diz e logo sinto algo pressionar o meu nariz, antes de apagar a única coisa que penso é.
PORRA ME FERREI.
....
— Hmmm. – Gemo incoerente.
— Hmmm. – Gemo novamente.
—Hmmm.............Ai porra. – Abro os olhos imediatamente quando sinto a minha pele formigar.
— Bella. – Sussurro ao vê-la sentada em uma poltrona de frente a cama. . Porra ela está usando couro. E está se tocando por cima da calcinha. Visão fodida. Estou ficando de pau duro.
— Mas que porra Bella, o que está acontecendo aqui. – Grito quando tento me levantar e percebo que estou algemado na cama. Ela somente levanta uma sobrancelha sem dizer uma palavra.
— Bella..............- Sua voz sai calma e decidida.
— Calado escravo. – Fala dominadora e, um arrepio varre o meu corpo para se concentrar no meu pau, que tenta se expandir, mas de alguma forma parece estar confinado.
— Escravo?!! – Questiono.
— Sim o meu escravo sexual. – Porra eu vou morrer de...............Tesão.
— E eu vou usar o seu corpo, para o meu exclusivo prazer, por que eu sou a sua dona. – Caralho essa mulher é muito gostosa.
— Mas se você for um bom menino, talvez eu deixe você gozar uma vez quando estiver me chupando. – Bate repetidamente o chicote na sua mão, me olhando autoritariamente.
Porra....Porra.....Porra....Se eu não a comer acho que vou morrer de pau duro.
— Um bom menino, mas eu sempre sou um bom menino. – Falo quando entendo o que de fato estar acontecendo.
Oh mulher maravilhosa do caralho. Está realizando a minha mais louca fantasia.
Autoritária. Algemas. Chicote. Dominante. Couro. Minha Dona. Merda estamos em uma cena, e eu não poderia achar melhor.
— Mas você foi um menino muito mau, demorou uma eternidade para acordar, me privando de brincar com esse seu corpo gostoso, que é somente meu. — Diz com um riso zombeteiro.
— Acho que devo puni-lo escravo, o que você acha?!! – Pergunta se levantando, revelando assim o seu espartilho vermelho sangue de couro. Suas meias pretas sete oitavos transparentes, revestindo essas lindas pernas torneadas, tudo isso em cima de botas de couro preto de salto altíssimos louboutins. E merda uma pequena calcinha preta que mal cobre a sua pequena e rosada buceta.
Essa mulher está vestida para matar.........Para me matar.
— Porra. – Gemo alto.
— Você não ouviu escravo. – Ela fala passeando o chicote na minha perna me arrepiando completamente.
— O que Bella. – Falo e ele me olha com um brilho no olhar.
— Caralho. – Grito quando o chicote lambe a minha pele mais uma vez.
— Que escravo mais impertinente eu arrumei, eu sou a sua dona, então não se refira a mim como se fossemos iguais. De agora em diante me chamara apenas de Dommina entendeu escravo. Você me deve respeito. – Levanta o chicote e meu gemido rompe a minha garganta.
— Sim Dommina. – Gemo me excitando, com a sua voz dominadora.
— Você colocou uma gaiola de pau em mim, não é Dommina. – Falo e ela me olha maliciosa.
— Ah escravo você é tão perceptivo. – Fala puxando os lençóis de cima de mim, e então eu vejo o meu pau preso atrás das grades.
— Sabe eu estou com a chave bem aqui nos meus seios e, se você for um bom escravo e me fizer gozar gostoso, eu posso liberar o seu pau e, até chupá-lo, o que você acha escravo?!! – Pergunta sensualmente me mostrando o seu generoso decote.
— Porra, acho que você vai me fazer vir igual a um maldito adolescente, só por olhá-la vestida de forma tão provocadora......Dommina. – Falo lambendo os lábios.
— Não olhe para mim desse jeito como se estivesse me comendo. Só eu sei a hora que você vai me comer. – Estala o chicote. Porra meu pau salta nas grades do confinamento.
— Agora escravo. – Passei o seu chicote de couro no meu peitoral e merda estou com vontade de implorar para ela o acertá-lo em mim.
— Tem uma certa parte do meu corpo que está me incomodando muito. – Lambe os lábios.
— É um lugar que chega a latejar ansiosamente, por encontrar alivio em algo grande, duro e macio e, este local está tão úmido...........Hmmmm!!!. –Porra ela não está fazendo isso. Ela enfia a mão dentro da calcinha e começa a se acariciar desavergonhadamente.
— Bella..................Ai merda. – Enquanto ela se acaricia com a mão ela usa a outra para me bater.
— Olha o respeito pela sua dona escravo. – Destila me ameaçando com o seu chicote.
— Ah escravo está tão quente aqui dentro, está latejando e dolorido e, acho que os meus dedos são muito finos, para aplacar essa dor entre as minhas pernas. – Morde os lábios e pelo movimento da sua mão, imagino que ela esteja enfiando os dedos na buceta.
— Dommina deixa eu enfiar os meus dedos dentro dessa bucetinha. –Peço puxando as algemas.
— Não, eu tenho uma ideia melhor escravo. Que tal se eu sentar a minha buceta na sua cara e você me chupar. – Diz safadamente e o meu pau dói, por não poder tocá-lo.
— Porra....Sim....Sim Dommina senta essa bucetinha na minha boca para que eu possa lambê-la. – Digo ansioso para provar o seu doce mel.
Ela sorri, e vejo as suas bochechas coradas, aliás, desde que começamos essa cena, o rubor lhe acompanha a deixando ainda mais adorável, eu adro esse contraste de menina com mulher fatal.
Ela sobe em cima da cama apoiando uma perna na cama, enquanto o outro joelho está dobrado, posso sentir o cheiro da sua excitação, o tecido da sua calcinha está molhado, isso reflete o seu desejo por mim. E eu sou o bastardo mais sortudo por ter essa mulher na minha vida.
— Annn!! – Ela geme quando afasta a calcinha expondo a sua doce carne rosada para mim. Chupo vigorosamente o seu clitóris inchado.
— Use a mão e abre essa bucetinha para mim Dommina. – Digo e ela usa uma mão para afastar os grandes lábios do seu sexo, enquanto a outra se ocupa de manter a calcinha afastada.
Alterno chupadas entre o seu clitóris, e os lábios da sua buceta, ela geme incoerente acima de mim, endureço a minha língua e penetro a sua deliciosa fenda repetitivamente, sua buceta fica cada vez mais molhada e rosadinha devido as minhas chupadas.
— Oh escravo tão bom, eu vou adorar dar para você. – Infla o meu ego e, eu a penetro fundo a fazendo se desmanchar na minha língua. Ela grita alto.
—Hmmm.....Gostosa demais, adoro foder essa bucetinha com a minha língua. – Falo consciente das suas bochechas coradas e do meu rosto brilhante pelo seu prazer. Ela assalta a minha boca em um beijo furioso.
— Não vá se acostumando, eu não costumo beijar escravos. – Diz saindo de cima de mim e quase caindo quando toca o chão.
— O que foi a deixei de pernas bambas. – Brinco e ela me acerta com o chicote.
— Olha a língua quando falar comigo escravo. – Sibila e move o chicote parando em cima da gaiola de ferro que o prende.
— Esse cinto de castidade é ótimo para domar um pau. – Ela sorri e, eu olho para baixo vendo o meu amigão lutando para sair do seu confinamento, sem êxito algum.
— Vamos escravo levante-se. – Fala depois de soltar as algemas da cama. Caminho pelo quarto sob a ameaça do seu chicote. E porra nada mais poderia ser tão excitante.
— Erga os braços escravo. – Faço e logo ela prende as algemas em uma armação de ferro no teto.
— Você foi um garoto muito mau escravo e, sabe o que garotos maus como você merecem escravo. – Diz me rondando me fazendo parece a presa e ela a caçadora.
— Hummm..... – Gemo quando o chicote lambe a minha pele.
— Responda quando eu lhe fizer uma pergunta escravo. – Bate novamente e gemo.
— O que garotos maus merecem Dommina?!! –Pergunto e ela sorri.
— Merecem ser castigados. E você, merece ser castigado por ser um menino mau muito gostoso. – Diz e eu gemo quando ela estala o chicote na minha perna.
— Sabe escravo eu estou com uma enorme vontade de lambê-lo todinho. – Sussurra sedutoramente.
— Lamba-me então Dommina. – Falo entre gemidos.
— Hum. – O chicote resvala em mim.
— Não me dê ordens escravo, eu vou lambê-lo, porém somente depois de deixar a sua pele em brasas com o meu chicote. – Silvo entre dentes após a sua declaração.
— Preparado para ser açoitado escravo?!! – Pergunta com o chicote embaixo do meu queixo.
— Sim Dommina. Eu estou preparado. – Respiro mais rápido.
— Ótimo escravo, por que não vou ser piedosa. – Mal termina de falar e o açoite beija a minha barriga.
Porra ela não estava brincando. Ela desfere golpes contra a minha pele a deixando avermelhada e quente e merda, ela está muito gostosa nessa postura de dominadora. Suas chicotadas verberam diretamente no meu pau, que está inchado e implorando para ser libertado.
A única coisa que posso fazer, é gemer e olhá-la com desejo de arrancar as suas vestes de couro e, fodê-la. Porra o meu pau está muito duro, preso nessa gaiola de pau, se ela não fizer alguma coisa rápida as minhas bolas vão estourar de tanta porra acumulada.
— Suas bolas devem estar quase explodindo não é mesmo escravo?!! –Pergunta diabolicamente. Parecendo ler a minha mente.
— Sim Dommina, elas doem de tanta porra acumulada na cabeça do meu pau querendo saltar pra fora. – Falo sorrindo maliciosamente e ela arfa.
— Bem escravo creio que já o açoitei o suficiente e agora eu vou lambê-lo. – Diz deixando o chicote cair no chão.
— Oh merda. – Gemo quando ela lambe e morde o meu mamilo.
— Bom não é, parece ter conexão direta no seu pau. – Fala e eu somente assinto.
Seus lábios sobem indo de encontro ao meu pescoço. Onde passar a lamber, chupar e mordiscar somente me contorço diante do seu assalto luxurioso.
Sinto a sua respiração quente, e as minhas mãos formigam para tocá-la, a sensação de restrição é agonizante.
— Quero te tocar..... – Gemo olhando nos seus olhos.
— Eu sei, mas essa é a intenção fazer você ter vontade de me tocar e não poder realizar essa sua vontade. Eu no comando e você obedecendo. – Fala e eu suspiro aperto as mãos nas algemas acima da cabeça.
— Sua boca é tão gostosa. – Diz ao passar os seus lábios despretensiosamente sobre eles.
— Então me beije. – Sopro e sou recompensado por uma mordida no lábio inferior que faz o meu pau se revirar.
Ela insere a sua língua na minha boca, e logo estamos devorando um ao outro por entre o beijo. Respiramos ofegantes quando desgrudamos os nossos lábios um do outro. Ela vai descendo uma trilha de beijos por minha barriga. Porra......
— Deve estar doendo pra caralho ter o seu pau confinado desse jeito não é mesmo?!! – Pergunta ajoelhada diante do meu pau, e ele quer se levantar para saudá-la como ela merece.
— Sim muito. – Respiro fundo.
— Você gostaria de uma chupada escravo?!! –Pergunta batendo os cílios.
Merda como um gesto tão simples pode me por ainda mais duro?!!
— Oh porra, sim eu realmente preciso de uma chupada para me aliviar. – Praticamente rosno por ter o meu pau sob tanta pressão.
Ela retira uma chave do seu sutiã, e logo a gaiola que prende o meu pau e me impede de gozar estão longe de mim.
— Parece maior. – Fala com os olhos brilhando, e realmente o meu pau está enorme com veias grossas e pulsantes circundando a cabeça inchada.
Ela o levanta e o olha admirada. Minhas bolas pesam e, eu sinto que se ela me levar à boca vou despejar tudo o que tenho dentro dela.
— PORRAHHH......................- Grito alto assim que sua língua o toca.
— Se gozar na minha boca eu vou mordê-lo, e vai doer. – Fala e eu tento me controla.
Ela me leva profundamente na sua garganta, aperto as mãos em punhos para evitar o derramamento de porra goela a baixo. Porra, mas a sua língua é uma provocadora me acaricia e massageia o meu pau de forma que quase me desmancho.
— Chega cansei de brincar com o seu pau, eu quero ser comida. – Solta-o, e aperto os dentes tentando não vir a borda.
Caralho ela levou a sério essa fantasia de me dominar. E porra isso é quente.
Ela faz a minhas algemas deslizarem pela armação de ferro acima de nós, e nos leva para um canto na parede, onde tem uma barra de ferro chumbada na parede para apoio.
— Não se mexa, eu vou foder o seu pau. – Fala e eu arqueio a sobrancelha, esperando para ver o que acontece. Ela rapidamente tira a calcinha e se livra das outras roupas, ficando somente com as suas botas de salto altíssimos.
Porra essa mulher é infernal.
— Foder o meu pau. Isso vai ser interessante. – Digo sem disfarçar o sorriso.
— Quieto escravo, ou então eu não deixo você gozar. – Ameaça-me.
— Sim Dommina. – Falo humildemente.
— Quero o seu pau mais duro. – Fala começando a massageá-lo com a mão e eu gemo.
— Mais duro?!! – Pergunto incrédulo.
— Se ele ficar mais duro que isso, vai acabar rachando de tanta porra acumulada nele. – Trinco os dentes.
— Calado escravo eu decido como quero o seu pau, ele é meu para fazer o que eu quiser entendeu. – Rosna e o aperta forte....................Porra caralho ele já está duro e isso dói.
— Sim porra ele é seu. – Falo alto e levo um tapa.
— Não me xingue escravo eu sou a sua dona. – Fala me encarando.
— Sim a minha dona. – Sorrio.
— Agora escravo fique parado, e quero me masturbar usando o seu pau. – Ela fala e eu gemo longamente.
— Sim....Sim.....Sim merda que quero isso. – Falo olhando para sua bunda empinada quando ela se vira.
Aproxima a sua bunda da minha pélvis e, começa a roçá-la contra o meu pau.
— Não gema eu quero silêncio, isso é para o meu prazer e, não o seu. – Diz quando meus gemidos se tornam mais alto.
Filha da puta de uma gostosa. Ela realmente entrou no clima.
Mordo os lábios não gemer enquanto ela faz pressão no meu pau, sem deixa-lo entrar na sua buceta.
Porra de tortura mais gostosa, reviro os olhos ao sentir a sua umidade.
Ela quer me dá, mas antes vai me torturar bastante. E para completar o meu desespero ela geme igual a uma cadela. A minha cadela.
Vai Bella deixa eu me enterrar em você. Grito mentalmente.
— Implore para eu te foder escravo. – Ela diz comprimindo ainda mais o meu pau entre as suas nádegas.
— Me fode Dommina.- Grito e escuto o seu riso.
Filha da puta gostosa.
— Acho que você já foi castigado o suficiente. – Ela diz e pega o meu pau dolorido o guiando para a entrada da sua buceta e, e, um impulso rápido sua bunda encontra o meu quadril e eu estou enterrado profundamente até as bolas dentro dela.
— Filha da puta assim eu vou gozar. – Rango os dentes e ela geme.
— Não goza agora. – Grita.
— Isso porra, fode o meu pau com a sua bucetinha apertada. – Grito quando as suas internas carnes macias ordenha o meu pau.
— Hmmm!! – Ela geme.
— Porra Bella você está se tocando?!! –Pergunto roucamente.
— Oh sim. – Ronrona.
— Merda é muito excitante vê-la me foder e se tocar ao mesmo tempo, queria poder estar em todos os seus buracos. – Ela ofega.
Safada ela gosta de uma conversa suja enquanto fode, ou é fodida.
— E o que você gostaria de foder em mim escravo?!! – Pergunta empinando a bunda.
— Porra queria poder comer sua buceta, seus peitos, sua boca, seu rabo, porra você é muito gostosa Dommina – Ela geme e inesperadamente ela bate na sua bunda a deixando vermelha. E esse gesto me excita pra caralho, por que ela repete esse gesto sucessivamente.
— Merda de tortura. – Rosno.
— Oh escravo, seu pau é tão bom que eu acho que vou gozar nele. – E antes de terminar a safada está melando o meu pau com o seu gozo abundante e, antes eu possa me desfazer dentro dela, ela rapidamente tira o meu pau duro da sua buceta.
— Isso é sacanegem não é, você não pode me deixar assim de pau duro. Eu preciso gozar. – Rosno.
— De poder eu posso, já que eu sou a sua Dommina, e como eu disse essa foda seria para o meu prazer e não o seu. – Desdenha e o meu rosto forma uma carranca.
— Mas como eu sou uma Dommina muito boa e, não quero vê o meu escravo sofrendo de pau duro, eu vou deixa-lo gozar. – Dizendo isso ela se estica e solta as minhas mãos das algemas.
— Quero que me foda na cama escravo. Agora. – Fala e eu gemo mediante a expectativa.
Ela simplesmente segura no meu pau duro e, vamos caminhando para a cama. Ela nua rebolando a sua bunda gostosa e empinada e, o meu pau preso entre os seus dedos.
Deus eu devo ser o bastardo mais sortudo do mundo.
Ela me empurra e eu caio deitado na cama e, ela rapidamente me monta.
— Acho que agora eu vou cavalgar em você escravo. – Diz sentada em cima de mim suas pequenas unhas afiadas enterradas no meu peitoral.
— Sim me monta Dommina. – Gemo e ela me dá as costas.
— Mas o que você está fazendo?!! – Pergunto desconcertado.
— Eu vou montá-lo escravo, mas eu quero que você veja a minha bunda enquanto eu subo e desço no seu pau. Hoje vamos de vaqueira invertida – Diz e eu gemo ainda mais. Ela se posiciona colocando as pernas embaixo da minha, sua bunda se aproxima perigosamente do meu quadril, então ela pega o meu pau e lentamente vai se encaixando nele.
— Oh merda. – Gemo quando vejo a sua buceta engolindo o meu pau avidamente.
— Uma bela visão não acha escravo. – Faz trocadilho com o seu nome e eu rio.
— E bota bela nisso, ver o meu pau se enterrando na sua buceta é uma visão quente como o inferno. – Digo e me levanto a surpreendendo, ela fica meio que ajoelhada e montada em mim, nossos quadris continuam a se chocar e sua buceta é quente.
Lentamente a coloco de quatro, e ela somente geme apertando o meu pau ainda mais.
— Sua buceta é uma delicia, mas agora eu quero comer o seu rabo. – Falo lascivamente e ela geme em resposta assentindo.
Tiro o meu pau da sua buceta e, a surpreendo com o chamado beijo grego, beijo e lambo o seu anelzinho de músculos e ela choraminga relaxando, endureço a minha língua e meto no seu cuzinho apertado.
— Chega me fode logo escravo. – Manda meio que implorando e eu rio.
— Seu pedido é uma ordem Dommina. – Falo e passo o meu pau recolhendo a umidade da sua buceta antes de enfiá-lo lentamente no seu cú.
— Ann porra adoro dá o cu pra vocês. – Ela diz em meio aos gemidos.
— Bom saber por que eu adoro comer o seu cú também. – Rio e ela geme.
— Agora mexe essa bunda, e faz o seu cuzinho me engolir inteiro. – Falo e ela o faz, enquanto eu vou deixando o seu traseiro rosado pela sucessão de tapas recebidos.
Abaixo a cabeça e a mordo bem no meio das suas costas. Ela se arqueia querendo mais.
— Acho que eu vou gozar. — Ela diz gemendo.
— Bem então goze, por que eu também vou e advinha só. – Sussurro no seu ouvido.
— O que?!! – Pergunta.
— Eu vou encher o seu rabinho com a minha porra quente. – Falo descaradamente e ela geme em reposta.
— Por favor, sim. – Ronrona e goza. Invisto mais três vezes dentro da sua bunda e meu corpo retesa quando eu gozo abundantemente dentro dela, que a porra chega a escorrer pra fora do seu rabo.
Caralho que gozada o meu pau parece que quer se desmanchar em porra.
Caio em cima dela ofegante, e passado alguns minutos eu viro para o lado e, resmungo quando o meu pau sai de dentro dela, ela me olha sorrindo.
— Atendi a todas as suas expectativas de ser dominado escravo?!! –Pergunta timidamente e, eu tiro os cabelos do seu rosto corado.
— Sem dúvida alguma minha Bella Dommina, você ficou a porra mais linda e sexy toda de couro. – Falo e ela sorri.
— Eu te amo. – Ela diz seriamente.
— Muito. – Sussurra e o meu coração salta.
— Eu também te amo muito minha Bella. – Declaro-me.
— Bem agora que eu já dominei o meu escravo em uma foda quente e depravada, eu gostaria de fazer amor com o meu Jasper um dos homens da minha vida. – Mal termina de falar e eu já estou em cima dela, me empurrando profundamente no seu interior.
Ela me abraça com as suas torneadas coxas, enquanto eu mergulho nela, nos beijamos a todo momento e, ela aperta fortemente o meu bumbum.
— Você não tem jeito. – Sorrio balançando a cabeça quando o seu dedo me penetra levemente.
— Você se importa?!! –Pergunta.
— Não com você, por que é você e, eu sou todo seu assim como você é minha. – Digo e ela sorri com o seu dedo ainda em mim. Sorrimos e olhamos um nos olhos do outro.
— Te amo. – Falamos ao mesmo tempo. Enquanto nos desmanchamos no nosso mais sublime prazer.
— Onde estamos?!! –Pergunto com ela aconchegada nos meus braços.
— Em um motel fora da cidade. – Diz me surpreendendo.
— Motel não em um clube?!! –Pergunto e ela ri.
— Você iria se surpreender com a temática que os hotéis abordam hoje em dia. – Sorrio.
— Então você foi a responsável pelo meu sequestro. – Acuso.
— Culpada. – Sorrimos.
— Queria que parecesse real e, quando me visse ficasse surpreso e excitado. – Diz bocejando e eu rio.
— Eu te amo mulher. – Falo e a sua respiração é tranquila. Ela dormiu.
Porra realmente eu sou um grande bastardo sortudo.
[...]
DIAS DEPOIS...........
— É sério, nós somos uns bastardos sortudos aquela mulher é meu Deus não sei nem como explicar. – Sorrio ao terminar de relatar a minha aventura sexual com Bella.
— Sem dúvida Bella é um presente para nós, por isso temos que cuidar e muito dela. – Edward fala e Emm fica taciturno.
— É sério Emm, porra o que está acontecendo cara, você está estranho, calado e não fez nenhuma piadinha mesmo sabendo que o meu pau foi engaiolado e eu fui chicoteado. – Digo e ele se levanta caminhando de um lado para outro parecendo desesperado.
— É porque eu sou gay porra. – Ele fala e eu Edward nós entreolhamos e gargalhamos.
Esse dia fica cada vez melhor. Realmente Emm é um caso para a NASA estudar......................
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