Sweet Love

1 Um Pouco de Amor


Notas iniciais
Boa Leitura!!!

A noite de Marinette e Chat Noir estava sendo inusitada. Primeiro eles quase se beijaram na varanda de Marinette e agora estavam saindo para um encontro. Uma garota em seu pijama e um super-herói com seu traje e sua máscara.

Por mais improvável que parecesse, as coisas estavam indo bem. Só que então, tudo deu errado ao perceberem que eram um casal tão improvável, que até mesmo André, o sorveteiro dos apaixonados, havia dito que não poderia servir o seu famoso sorvete para eles. Apenas amigos não deveriam tomar o sorvete do amor juntos – já que Marinette deveria amar Adrien Agreste e Chat Noir deveria amar Ladybug, apenas amigos é o que os dois eram para André.

Ambos estavam de costas um para o outro, decepcionados com o desfecho decepcionante do encontro.

— Você estava apaixonada por esse Adrien Agreste? – Chat Noir quebrou o silêncio. Marinette pensou em mentir, mas já era tarde demais para isso.

— Sim. Mas por causa desse amor, eu fazia qualquer coisa. Era muito pesado para carregar. – só de pensar nas burradas que tinha feito pelo seu amor por Adrien, Marinette sentia vontade de se esconder em baixo da cama e nunca mais sair. Passar vergonha era o menor dos problemas. Como Ladybug, ela tinha perdido todos os Miraculous e isso era terrível! – E você, Chat Noir? Você ainda tem sentimentos pela Ladybug?

— Não. Eram muito pesados para carregar. Por causa desse amor, eu fazia qualquer coisa. – Marinette riu sem humor.

— Você sempre terá os seus fãs.

— Eles não seriam mais tão fãs se soubessem quem está por trás da máscara. – Marinette andou até o loiro, que permanecia de costas.

— Eu não me importo que você esteja usando uma máscara. – disse com a voz suave, acomodando-se próxima a ele – Não importa quem esteja por baixo dela.

Chat Noir virou na direção dela, surpreso por ouvir essas palavras. Seu coração palpitava forte e o da garota, não estava diferente.

— Você é tão fã assim?

— Eu sou uma grande, grande fã. – ele sentou de frente para Marinette, queria ver melhor o rosto sereno daquela que amava. E tinha que admitir que a visão de Marinette à luz do luar, só fazia com que ele a desejasse mais.

— Fã do tipo...

— Fã do tipo... Que está pronta para isso. – ela se inclinou, beijando a bochecha dele com delicadeza.

— Ah! Isso? – o herói sorriu.

— Sim. E até mesmo isso. – Marinette beijou a ponta do nariz dele, o que fez com que ele tomasse coragem para beijá-la também.

— Por que não... Isso? – ele depositou um beijo na bochecha dela, próximo à boca. Ambos estavam com o coração ainda mais acelerado no momento em que os olhares se encontraram e por fim, juntaram os lábios em beijo que sabiam ser um beijo apaixonado. Tinham esperado tanto por isso, por serem correspondidos dessa maneira.

Marinette segurou o rosto de Chat Noir, aproveitando o toque dos lábios dele sobre os seus. E então, o herói se afastou e foi quando tudo deu errado de novo.

— Espera! O que está acontecendo com a gente? Isso é muito estranho! Quer dizer... Eu fui impulsivo.

— Não, não! Você foi ótimo.

— Eu sei quem você é, mas você não sabe quem eu sou. – e esse era o grande problema na visão de Adrien, que tinha a máscara e o alter ego para se proteger, enquanto Marinette não tinha nada. – Eu estou tirando vantagem do fato de você ser uma fã.

— Não está.

— Mas poderia. E isso é errado.

Marinette esbravejou irritada.

— Eu estou cansada das pessoas decidindo o que é melhor para mim!

E foi assim que Marinette quase se tornou uma vítima de Monarch, mas graças a Chat Noir, que a salvou com um beijo, isso não aconteceu. A parte ruim é que Marinette percebeu que não importa a quem seu coração pertencesse, isso sempre traria riscos. O que era uma droga.

***

Chat Noir e Marinette estavam na varanda depois da noite agitada. Afinal, mesmo que Marinette tivesse recusado o akuma, Monarch sempre encontra outra vítima. Porém, agora, felizmente Paris estava salva, graças à Ladybug e Chat Noir.

Mas, mesmo que a cidade estivesse salva, o coração dos dois... Bem, isso era outra história.

— Eu sinto muito pelo que aconteceu, Marinette. Você tem razão, pode amar quem você quiser. Mesmo um super-herói. Só que você pode confundir admiração com amor. – ele baixou a cabeça, odiando a si mesmo por ter que dizer àquelas palavras a Marinette – Mesmo que seja uma pessoa que eu gosto muito, eu estaria em vantagem. E eu me recuso a correr esse risco. Isso seria errado.

— Mas se fui eu quem quis beijar você?

— Você está certa, Marinette, e eu te entendo. Se eu fosse você, eu seria meu maior fã e gostaria de me beijar o tempo todo. – Chat Noir beijou sua mão várias vezes, fazendo com ela risse. – Mas eu, o eu real, não o eu fã... Se ele beijar você... Ah! – levou as mãos até a cabeça, grunhindo irritado com a falta de sentindo das palavras que saíam de sua boca. – Eu nunca consigo me expressar!

— Tudo bem, eu entendi. E eu sei que você é uma pessoa boa. – eles se abraçaram e Chat Noir se preparou para ir embora. Mais uma vez Marinette amou alguém e as coisas não terminaram bem. Ela respirou fundo e antes que ele fosse, Marinette segurou a sua mão. – Chat Noir! Espera! – ela sentiu a coragem tomando conta de si, enquanto o herói se virou novamente na direção dela e a fitou com seus doces e sinceros olhos verdes – Eu sei que o que aconteceu hoje, eu quase ter sido akumatizada, foi muito perigoso. E sei que também é muito perigoso nós dois nos envolvermos dessa maneira, mas... Eu só... Só queria ser feliz. Com você. – como se somente as palavras não bastassem, ver os olhos marejados de Marinette, fazia o coração partido do herói, despedaçar-se.

— Mas você pode ser feliz, Marinette. Com alguém que possa te amar.

— Não é assim que funciona. – ela abraçou o próprio corpo, magoada com a reviravolta daquela noite perfeita – Sempre que eu amei alguém, as coisas acabaram mal. Eu nunca confessei abertamente o meu amor e agora eu vejo que pode ter sido de propósito, porque eu sabia como tudo ia terminar. E quando você apareceu, eu pensei que podia ser diferente.

— Você não tem ideia do quanto eu quero que as coisas sejam diferentes também. Como você, passei por algumas paixões doloridas demais, mas isso entre nós... Bem... Eu não posso. – Adrien colocou as duas mãos sobre o rosto, abafando um grito de frustração.

Marinette estava bem ali, na frente dele. A garota que ele amava estava na frente dele, dizendo que o amava também. E ele estava ali, a rejeitando com um imbecil. E embora o motivo principal disso ser a segurança dela, o garoto não parava de se perguntar como seria se as coisas fossem diferentes, se ele pudesse dizer a ela quem estava por trás da máscara e se não houvesse um vilão louco atrás dos Miraculous – louco o suficiente para colocar tudo e todos em risco.

E tem mais, ela não o amava mais como Adrien Agreste e tinha confessado isso para ele. Era errado deixar que Marinette acreditasse que eles não eram a mesma pessoa, assim como também era perigoso que ela soubesse que eles eram.

— Tudo bem, eu entendi. – Marinette se aproximou do herói e segurou a sua mão – Mas, diferente das outras vezes que eu me apaixonei, eu quero deixar bem claro os meus sentimentos. Eu amo você, Chat Noir. Não somente como uma fã. E não me importo quem esteja por trás da máscara. Tenho certeza de que é alguém incrível.

Chat Noir segurou o rosto de Marinette com uma das mãos e a beijou com fervor, como se fosse o último beijo dos dois. Tinha que ser. Ele não podia colocar a garota que amava em risco. E Deus, como ele a amava!

Tudo seria tão mais fácil se ela ainda fosse apaixonada por Adrien Agreste, assim poderiam ficar juntos com menos obstáculos entre eles.

As lágrimas de Marinette se misturaram ao beijo e assim que eles se separaram, o garoto as limpou com cuidado. Ver ela desse jeito, só tornava a decisão de terminar o que mal tinham começado, ainda mais difícil.

— Eu também amo você, Marinette. E por isso eu preciso fazer o que for preciso para te manter segura. Mesmo que isso machuque nós dois. – ela o abraçou novamente, mas dessa vez era como se estivesse dizendo adeus. Porque no fundo Marinette sabia que era uma loucura amar Chat Noir.

Como Ladybug, mesmo que ele ainda a amasse, eles não poderiam ficar juntos, correndo o risco de Monarch estar à espreita, só esperando uma oportunidade de pegá-los desprevenidos. Como Marinette, apesar de ela não ser indefesa, Chat Noir não sabia disso e nem poderia saber, assim como ela não poderia saber quem era o garoto que estava por trás da máscara.

Amar um ao outro era um beco sem saída e isso doía profundamente.

O que ambos estavam enfrentando não era uma rejeição, era muito pior do que isso. Eles se amavam, mas havia uma grande impossibilidade, um empecilho cruel. Um muro que os separava.

— Olha, Chat, eu não vou implorar para você ficar, pois sei que já tomou sua decisão. – Marinette se afastou, secando as lágrimas – Mas caso você tenha receio sobre a sua identidade, o que eu falei sobre não ligar para quem está por trás da máscara é sério. Você não está se aproveitando de mim porque eu também tenho os meus segredos. Também tenho uma parte da minha vida que você não conhece e não pode conhecer. E isso me impede de ter uma vida amorosa normal. – o loiro não sabia bem o que ela queria dizer, mas estava surpreso com as palavras de Marinette. Nunca imaginou que uma garota incrível como ela, tivesse problemas com a vida amorosa – Quando percebi que amava você, sabia que se nós tivéssemos algo, não seria fácil. Nunca esperei por isso. E foi perigoso quase ser akumatizada, mas... Eu só queria amar e ser amada.

— Ah, Marinette! – Chat Noir segurou as mãos dela, sentindo seu coração doer – Se houvesse uma maneira de fazer isso funcionar... – ele refletiu por alguns segundos e logo uma ideia veio em sua mente. Não era perfeita e com certeza seria melhor que os dois terminassem tudo ali, mas ele devia algo a Marinette – Fecha os olhos, por favor. – a garota se surpreendeu com o pedido, porém não hesitou e o fez – Você confia em mim?

— É claro.

— Ótimo! Porque eu confio que você não vai abrir os olhos.

— Como assim? O que voc...

— Plagg, claws in! – mesmo com os olhos fechados, Marinette pode sentir o clarão da transformação se desfazendo. Completamente em choque e sem entender o que o herói estava fazendo, ela permaneceu imóvel – Me dê um minuto, Plagg. – Adrien estendeu um camembert para o kwami, que se retirou para comer o queijo.

— Como quiser.

— Chat? O que você está fazendo? – a garota pensou em Alya em seu quarto e rezou em silêncio para que a melhor amiga não fosse procurar por ela. Já era perigoso que Alya soubesse a identidade de um super-herói e seria ainda pior se soubesse a de dois.

— Escuta, Marinette. Além de ser perigoso, eu não acho certo estar com você como Chat Noir. É errado eu estar sob a proteção da máscara, enquanto você não tem nada. Só que você também não pode saber quem eu sou, porque é ainda mais perigoso. – Adrien colocou as mãos sobre os ombros de Marinette, que estremeceu com o toque da pele do herói. Era esquisito sentir as mãos dele, sem as luvas. Apesar disso, ela continuou de olhos fechados – Então nós podemos tentar algo diferente. Algo ainda perigoso, porém nem tanto quanto as outras opções. Assim a gente pode se conhecer de verdade.

— E o que seria? Vai precisar me explicar melhor. – os dois riram e Adrien se aproximou mais.

— Posso te beijar? Agora sem a máscara. – Marinette ficou séria, sentindo seu coração bater mais rápido. Não era primeira vez que beijaria Chat Noir, mas fazer isso sem a máscara parecia ainda mais íntimo, mesmo que ela não soubesse a identidade dele.

— Pode.

O beijo foi diferente dessa vez. Ambos estavam tímidos com o fato de não haver disfarces entre eles. E mesmo assim, Adrien sentia que não era justo com Marinette, que permanecia de olhos fechados como prometera. Mas ele não podia arriscar, ao mesmo tempo que queria muito ficar com ela.

Para Marinette, o toque de Chat Noir durante o beijo, mesmo que sentisse a pele de suas mãos pela primeira vez, era familiar. E por alguns segundos, ocorreu a ela que talvez eles se conhecessem por trás das máscaras. Afinal, ele não pode ter passado a amar ela, como disse que amava, só nas poucas vezes que se encontraram. Esse também era o receio de Chat Noir ao dizer que estava se aproveitando de uma fã. Só que ele não sabia que Marinette não era apenas uma fã e convivia mais com ele, do que ele sequer imaginava.

Eles se separaram e Adrien encostou a testa na de Marinette.

— Eu sou uma pessoa horrível, porque não quero que isso aqui acabe, mesmo que seja mais seguro pra você que eu vá embora agora.

— Eu já disse que não espero que me proteja. – ela tateou procurando o rosto dele, o que foi um pouco difícil com os olhos fechados. Mas com uma ajudinha do herói, Marinette conseguiu acariciar a bochecha dele – Eu só quero que me beije. – disse o mais próximo dos lábios dele que conseguiu – Nem que eu precise ficar de olhos fechados todas vezes que você faz isso. – ela sentiu as bochechas esquentarem – Digo, se te deixa mais tranquilo estar sem o traje.

— Marinette, se quisermos ficar juntos, não vai ser fácil.

— Eu sei. Você não entende como, mas isso é tão difícil pra mim quanto é pra você. – Marinette sentiu ele encostar seus lábios nos dela e depois se afastar e suspirar.

— Acho que podemos dar um jeito. Ou ao menos tentar. Nós só precisamos pensar melhor. E já está tarde. – ela concordou com a cabeça, sentindo-se levemente perdida com os olhos fechados e sem o toque de Chat Noir para orienta-la – Plagg? – o kwami apareceu logo em seguida – Plagg, claws out! – Marinette sentiu o brilho verde da transformação e abriu os olhos, imaginando que já seria seguro fazer isso.

— Boa noite, Chat Noir. E obrigada pelo encontro, por mais conturbado que tenha sido. – ele riu e se aproximou.

— Nos vemos amanhã no mesmo horário? – ela assentiu. – Boa noite, Marinette. – o garoto a beijou tão afetuosamente quanto os beijos que trocaram naquela noite. E assim que se separaram ele piscou e saltou para fora da varanda com um sorriso delicado.

Marinette suspirou com a visão de Chat Noir indo embora e entrou de volta no seu quarto, onde Alya a encarava totalmente boquiaberta.

— Está tudo bem com você?

— Comigo? Você o Chat Noir... Vocês... – Marinette sentiu suas bochechas esquentarem. Sabia que Alya teria ouvido tudo, ou pelo menos boa parte da conversa, só que era constrangedor pensar em tudo que disseram com a melhor amiga logo ali – Assim, desculpa, eu não queria escutar. Mas vocês estavam falando bem ali na sua varanda.

— Tudo bem. Acho que o Chat Noir não sabia que você estava aqui, ou ao menos não se deu conta. – ela sentou no tapete, escorando-se no divã e abraçando os joelhos – Acha que eu fiz uma burrada não é? É perigoso demais tentar algo com o Chat Noir.

— Sim, isso é verdade. Só que eu ouvi vocês e Marinette... Uau! Vocês disseram coisas tão lindas! – Alya sentou ao lado da melhor amiga e passou o braço pelos ombros dela, a trazendo para perto de si – Tá, eu sei que vocês vão ter que tomar muito cuidado e tal, mas você não tem noção de como eu estou feliz por você, amiga!

— Sério? – Marinette ergueu o olhar para a melhor amiga e contra tudo que imaginava ver, Alya possuía um brilho nos olhos e um sorriso amigável.

— Seríssimo! Eu não devia ter duvidado dos seus sentimentos por ele. Você está certa, pode amar quem quiser.

— Você só estava tentando me proteger, como uma melhor amiga faria. – as duas trocaram um abraço apertado. – E você também estava certa, porque é perigoso. Eu quase fui akumatizada por causa disso. Preciso ter o dobro de cuidado agora e pensar muito sobre o que eu e o Chat Noir vamos fazer com isso.

— Não se preocupa, você tem sua melhor amiga, que agora, ao invés de te ajudar com os planos para confessar o que sente pelo Adrien, vai te ajudar com planos para ficar com o Chat Noir, fora de perigo. – as duas sorriram carinhosamente uma para a outra – Além disso, rolou muita coisa nessa noite! Como tudo isso aconteceu? Você me deve explicações!

— Pode deixar, eu vou contar.

— Acho bom mesmo. – Tikki surgiu ao lado das duas – Tive que aguentar o cheiro do queijo fedorento do Plagg logo antes de dormir.

As três riram e logo a garota começou a explicar tudo.

E ao contrário do que Marinette pensava, Chat Noir ainda não tinha ido embora completamente. Ele permaneceu alguns prédios a distância, encarando a varanda da casa de Marinette e refletindo sobre tudo que tinha acontecido entre os dois.

Adrien sabia que não tinha tomado a melhor decisão essa noite. Era errado e arriscado estar com Marinette como Chat Noir. Mas ele a amava tanto! E por mais que ainda acreditasse que ela poderia estar confundindo sua admiração pelo herói, com amor, estava disposto a tentar algo. E quem sabe ela se apaixonasse de verdade por ele? De novo. Porque uma vez Marinette amou Adrien Agreste, então ele estava confiante que a garota poderia se apaixonar de verdade novamente. Ele só precisava mostrar um pouco do amor que sentia por ela, o que já era uma quantidade bem grande de amor.

Notas finais
Socorro eu não imaginei que ia ficar tão grande (para os meus padrões de oneshot hehe)!

Eu só preciso dizer que esse episódio foi maravilhoso, apesar do final. Então eu quis fazer algo digno de Marichat, mas eu não estou satisfeita ainda, portanto esse oneshot vai ganhar uma versão estendida e será uma short fic eeeeh!

Mais detalhes sobre a short fic, vocês encontram no meu Instagram de fanfics (ladyenoire). Inclusive, quem me segue por lá já teve até uma espiadinha da oneshot antes de sair e outros conteúdos também.

Obs: As partes que eu descrevi do episódio, podem não ser iguais a tradução que virá para o Brasil. Eu assisti em francês, legendado em inglês. Então fui traduzindo e adaptando conforme fizesse mais sentido no meu entendimento.

Enfim, espero que tenham gostado!

Obrigada por ter lido ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!