Notas iniciais
Espero de todo o coração que vcs gostem pq deu mtoooo trabalho fazer esse capítulo ... rs... E não esqueçam da review pra deixar a autora aki mais feliz! =)

- Tony, já posso tirar essa venda dos meus olhos? – perguntei assim que senti que o carro estava parando.

- Não, não pode! Eu vou tirar quando for o momento certo! – ele respondeu e percebi que ele manobrava o carro, como se fosse estacionar em alguma garagem.

Anthony vendou os meus olhos com um pedaço de tecido preto logo que entramos no carro depois da festa e acho que dirigimos por quase uma hora e nesse tempo todo ele ia cantalorando sem parar e respondia vagamente toda vez que eu perguntava para onde estávamos indo.

Ele parou o carro e escutei ele saindo e logo depois Tony abriu a porta do meu lado e pegou na minha mão.

- Posso tirar agora?

- Mas você está muito impaciente hoje, mocinha! – ele foi me guiando e ouvi o barulho de chaves, mas aquela não era a nossa casa, pois havia alguns degraus na entrada. – Melhor você ser bastante paciente, pois essa venda vai demorar pra ser tirada. – senti ele fechando a porta atrás de mim e sua mão tocou a minha cintura. – Com licença! – e Tony me pegou no colo, igual ao dia da nossa lua de mel.

Mais alguns passos e acho que entramos numa espécie de corredor, já que senti meus pés batendo na parede. Ouvi mais um barulho de porta abrindo e ele me deitou numa cama macia e pude sentir um perfume de rosas no ambiente.

- Tony?

Ele não me respondeu mas ouvi uma risada baixinha e logo ele estava deitado sobre mim e senti seu peito nu sobre o meu corpo.

- Se você tirar essa venda, vai estragar toda a surpresa, então seja boazinha, okay? – Anthony sussurrou ao meu ouvido e logo sua boca estava no meu pescoço e arrepios percorreram o meu corpo com o beijo inesperado.

- Vem cá, colabora comigo! – ele me levantou e desabotoou o meu vestido que logo estava no chão e suas mãos não perderam tempo em tirar o meu sutiã.

Anthony me deitou de novo, puxou os meus braços e prendeu meus punhos com um tecido na cabeceira da cama, meu coração acelerando mais que o normal quando ele sussurrou um “Volto já!”, me deixando sozinha amarrada naquela cama, vestindo só a minha calcinha.

Passaram-se alguns minutos que pareciam horas e logo ele estava de volta ao meu lado, senti ele sentando na beirada da cama.

De repente, algo muito gelado tocava os meus lábios, o que me fez contorcer o corpo de susto e só então entendi que Anthony estava passando um cubo de gelo neles. Ele passou mais algumas vezes e seus lábios tocaram os meus e mais arrepios surgiram com o toque quente dos seus lábios com os meus lábios gelados.

Agora ele começava a me torturar, passando o gelo pelo meu corpo todo e em seguida ia lambendo por onde o gelo passava, mas logo a sua atenção se volta para os meus seios: ele fazia movimentos circulares com o cubo ao redor do bico dos meus seios e depois sua boca os sugava com prazer.

- Anthony, me desamarra, por favor! – eu implorei, louca de vontade de arranhar as costas dele e agarrar o seu cabelo.

- Não, não! Seja uma boa menina, Mari! – e agora o gelo descia pela minha barriga, parou um pouco sobre o meu umbigo e depois disso ele deslizou o cubo por cima da minha calcinha e novamente me contorci com a surpresa.

Eu podia imaginar o sorriso malicioso de Anthony enquanto ele tirava a minha calcinha e isso me deixava mais louca ainda. Ouvi um barulho do que deveria ser um balde de gelo sobre o criado-mudo, ele brincava com os cubos que havia lá dentro, o que só aumentava a minha ansiedade em saber o que ele planejava, mas logo o mistério foi desvendado: Anthony deslizou o cubo de gelo sobre o meu sexo, pra cima e pra baixo, me fazendo gemer de prazer.

Ele ficou nessa brincadeira por um algum tempo, o gelo agora deslizava pelas minhas coxas e senti sua língua penetrando no meu sexo, meu coração acelerou mais ainda no primeiro toque. Tony brincou mais um pouco com o gelo nas minhas coxas antes de passar o cubo novamente pelo meu sexo e começar a chupá-lo, enquanto eu fechava as mãos tão fortemente que sentia minhas próprias unhas me machucando.

Fiquei delirando de prazer enquanto ele brincava com o meu sexo mas logo ele para e sinto ele se levantando e saindo da cama. Ouvi sua calça caindo no chão e novamente ele estava de volta à cama, abriu minhas pernas e penetrou com força, suas mãos me segurando pela cintura.

Eu gemia alto a cada investida dele, mas a minha vontade era de gritar, mas controlei o máximo que eu pude, mordendo meus lábios para evitar algum grito escandaloso.

- Pode gritar, amor, estamos sozinhos! – Anthony deve ter percebido o meu desespero em querer gritar quando mordi os lábios.

Mesmo assim, eu ainda só gemia alto, a penetração cada vez mais forte e suas mãos ainda me segurando pela cintura. Eu começava a ouvir Anthony gemendo alto quando sinto ele deitando sobre mim, ainda me penetrando forte, suas mãos deslizando pelo meu corpo.

- Vamos, meu amor! Quero ouvir você gritar! – ele disse ofegante ao meu ouvido.

Prendi minhas pernas em volta do seu quadril, sua boca mordia o lóbulo da minha orelha e sua mão apertava novamente com força a lateral do meu corpo.

- Grita, Mari! Grita! – ele pediu de novo e sua penetração estava mais forte e acelerada, fechei mais ainda as mãos e as unhas cravaram mais forte na palma da mão, os gemidos de Anthony e o seu pedido me excitando mais ainda até que finalmente não resisti e gritei quando cheguei ao orgasmo e logo em seguida ele gritava também, o movimento aos poucos desacelerando.

Tony ainda estava um pouco ofegante quando desamarrou os meus braços e tirou a minha venda, seus lábios tocaram a minha testa e eu o abracei forte, seu suor misturado com o meu. Deitamos de lado, de frente um para o outro e era impossível não sorrir de satisfação.

- Onde estamos? – perguntei enquanto ele acariciava o meu rosto.

- Em uma casa numa praia quase deserta perto de Hermosa Beach. Conhece esses lados de cá?

- Não, na verdade, nunca imaginei que existisse uma praia quase deserta em LA.

Ele riu e puxou meu corpo para próximo do dele e eu pude sentir seu coração ainda batendo rápido.

- Obrigado por me fazer o homem mais feliz do mundo, Mari! – ele beijou a minha testa.

- E obrigada por me fazer a mulher mais feliz, sortuda e invejada da face da Terra! – e nossos lábios se encontraram naquela conhecida vontade de explorar um ao outro.