Sweet Emotion Parte 2
15 Capítulo 15
Notas iniciais
Anthony foi me empurrando e me deitou no sofá da sala, ele já estava sem camiseta e eu ainda suspirava em ter aquele corpo todos os dias.
Recomeçamos os beijos frenéticos de antes, alternados com fortes mordiscadas nos lábios, suas mãos abaixando as alças do vestido que eu usava, deixando meus seios à mostra.
Comecei a chupar o pescoço de Anthony enquanto ele acariciava meus seios, suas mãos estavam quentes e apertavam com força, o que me fez soltar um gemido em meio aos chupões.
Suas mãos desceram até as minhas coxas, se demoraram um pouco nelas e logo ele descobriu o meu sexo.
- Mari, sua safada! – ele disse assim que descobriu que eu não estava usando calcinha e logo seus dedos trataram de explorar meu sexo, subindo e descendo por ele antes de finalmente ser penetrada por eles.
Parei com as chupadas, fechei os olhos e deitei minha cabeça na almofada: quanto mais força ele penetrava com os dedos, mas eu arranhava o seu braço, quase numa tentativa inútil de pedir para parar.
Eu gemia baixo e quando abri os olhos, Anthony sorria daquele jeito malicioso dele, e contorci meu corpo quando ele deu uma última e mais forte penetrada com os dedos, minha mão agarrando no braço do sofá.
Tony logo tirou o meu vestido e nossos corpos de colaram um contra o outro, nossos beijos alucinados. Me demorei ainda um pouco mais no seu pescoço, enquanto ele passeava com as duas mãos pelo meu corpo ao mesmo tempo em que ele pressionava o quadril sobre o meu, me fazendo sentir seu membro sobre a calça.
Desci minha mão pelo peitoral dele e alcancei o fecho da calça, mas logo Anthony se levantou e tratou de se livrar dela, juntamente com a sua cueca.
Ele se sentou no sofá e fez sinal para que eu me sentasse sobre ele e foi o que eu fiz: sentei de costas no colo de Anthony, acomodei seu membro dentro de mim e soltei um gemido quando o senti totalmente dentro, Tony me segurando pela cintura com as duas mãos enquanto mordia o lóbulo da minha orelha.
Comecei a rebolar o quadril suavemente, sem pressa e as mãos de Tony desceram para as minhas coxas, ele apertou-as com força e logo puxei as suas mãos para os meus seios, enquanto sentia-o beijando o contorno da minha tatuagem nas costas.
Desacelerei o rebolado e comecei o movimento de subir e descer, Anthony começou a gemer no meu ouvido e eu sorria de satisfação. Suas mãos desceram novamente pelo meu corpo, uma delas sobre a minha coxa e a outra sobre o meu sexo, deslizando o dedo sobre ele, me fazendo gemer alto pela surpresa do toque.
- Você gosta disso, não gosta? – ele perguntou ao meu ouvido.
- Assim ... – eu respondi no momento em que ele encontrou o ponto mais sensível do meu sexo, e conseqüentemente o mais prazeroso.
Aumentei a velocidade do movimento de subir e descer e meu coração estava acelerado: cada toque de Anthony me fazia sentir verdadeiras descargas elétricas pelo corpo, minhas pernas amolecendo e meus gemidos começando a se tornarem gritos de prazer.
- Não seja tímida, amor! – Anthony disse quando aumentei mais ainda a velocidade e encostei a minha cabeça sobre o seu ombro. – Eu quero ouvir você gritar!
E não demorou muito para o pedido de Tony ser atendido: cravei minhas unhas no braço dele e logo gritei de prazer e logo depois ele grita também, apertando com força os meus seios.
Ainda estávamos ofegantes quando eu começava a sentir o meu corpo relaxar. Puxei uma das almofadas do sofá, joguei-a no tapete da sala e deitei de bruços sobre ela, tentando relaxar e recuperar as energias, mas logo Anthony se joga sobre mim, beijando novamente o contorno da minha tatuagem.
- Eu quero mais, Mari! E eu sei que você também quer! – ele dizia a cada beijo que dava sobre a minha tatuagem.
- Tony ... – seus beijos me causavam arrepios. – Tenho a exposição a noite, eu preciso descansar!
Tarde demais!
Anthony me virou de lado, sua mão passeando pelos meus seios e pela minha barriga quando eu sinto seu membro ainda rígido sobre a minha bunda.
- Você é impossível, Anthony Kiedis! – eu disse antes de roubar um beijo dele e logo em seguida ele erguia a minha perna, me penetrando com força.
Minhas costas estavam grudadas no seu tórax, sua penetração cada vez mais forte e começamos a gemer no mesmo instante: enquanto uma mão segurava a minha perna, a outra apertava o meu seio, minha mão deslizando pela lateral do corpo dele, até o momento em que eu alcancei a sua bunda e dei um aperto nela, e ele gemeu mais alto.
Nunca fui fã dessa posição no estilo conchinha, mas com Anthony tudo era diferente e prazeroso: virei um pouco meu rosto para encontrar o dele e ele sorria pra mim, nossas bocas se encontraram no mesmo instante em que gememos de prazer, o grito abafado pelo beijo.
Voltei a ficar de bruços e Anthony deitou sobre mim, seu rosto grudado no meu me fazendo sentir seu delicioso hálito de menta:
- Quer descansar na cama? – ele disse enquanto eu sentia sua mão brincando sobre as minhas costas.
- Quero! – e a minha voz foi abafada pela almofada, meu rosto afundado nela.
Anthony riu e me pegou pelo colo, meu corpo estava mole e quase sem vida, uma vontade imensa de ficar deitada na cama o resto do dia.
No quarto, ele delicadamente me deitou sobre a cama, deitou ao meu lado e me cobriu com o lençol. Me aconcheguei no peito dele enquanto ele bagunçava o meu cabelo.
Ficamos nesse silêncio contemplativo por vários minutos que pra mim sempre pareciam horas ao lado de Tony.
- Mari. – ele disse quando eu estava começando a cair no sono.
- Diga. – respondi meio sem forças.
- Eu tava pensando ... – ele beijou a minha testa. — ... tem chantilly, calda de chocolate e leite condensado na geladeira ... Qual deles você prefere? Ou você ainda prefere gelo?
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