Sweet Emotion Parte 2
3 Capítulo 3
Notas iniciais
- Calma, espera! – Anthony disse de repente quando eu abri a porta do quarto do hotel.
- O que foi? Eiii!!! – e ele pegou rapidamente, me carregando nos braços.
- Vamos cumprir a tradição! – Tony disse enquanto entravamos no quarto e logo coloquei meus braços em volta do seu pescoço.
Ele fechou a porta atrás de nós com um pontapé, deu mais uns passos parando ao lado da cama:
- Enfim, sós! – Anthony sorriu e eu achei graça do comentário dele.
Por fim, ele me colocou de volta ao chão e tirou o fraque, colocando-o na poltrona próxima da cama.
- Então ... – ele disse.
- Então ... – eu me aproximei, passeando a minha mão sobre a camisa dele.
- Tem certeza que você não está cansada? – sua mão me segurava pela minha cintura, enquanto eu sentia a outra mão buscando o zíper do meu vestido nas minhas costas.
- Absoluta! – entrelacei meus braços em volta do seu pescoço, nossos lábios se aproximando e finalmente se encontraram, beijos violentos e sedentos, nossas línguas se descobrindo como sempre faziam.
Comecei a desabotoar os botões da camisa de Anthony, nossas bocas não se largaram em nenhum momento e logo eu estava desfrutando daquele corpo, minha mão passeando pelo seu peito.
Anthony finalmente conseguiu abrir o zíper do meu vestido e logo ele estava no chão juntamente com a sua camisa. Ele parou de me beijar e ficou me olhando: meus seios estavam nus e eu usava uma cinta-liga branca e eu também ainda estava com as luvas de renda.
- Que perfeita! – Tony disse antes de mergulhar os lábios sobre os meus seios, mordendo o bico deles provocando uma série de arrepios pelo meu corpo.
Sutilmente ele me deitou na cama e sua boca voltou para a minha, aquela batalha que nossos lábios travavam e já estávamos acostumados, minha mão na sua nuca e logo eu puxo levemente o seu cabelo.
Sua boca agora ia de encontro ao meu pescoço e descendo pelo meu peito e pela minha barriga, sua mão acariciando os meus seios, até que ele encontrou o meu sexo e começou a beijá-lo por cima da calcinha, acelerando os meus batimentos.
Com cuidado, Anthony tirou a minha calcinha, mas ainda me deixou com a meia fina branca e eu me levantei para tirá-las quando ele me impediu:
- Não, eu te quero assim ... com as meias e com as luvas. – ele deu aquele sorriso malicioso que eu ainda não havia me acostumado e senti outro arrepio quando ele me deitou de novo e deitou sobre mim, seu quadril pressionando fortemente o meu e eu sentia um volume entre as suas pernas.
Puxei seu corpo para mais perto do meu e sua mão deslizava pela lateral do meu corpo, até acariciar a parte interna da minha coxa e levei um susto quando sua mão encontrou o meu sexo, seus dedos brincando nele, me fazendo gemer.
Ele encontrou uma conhecida umidade no meu sexo e conforme ele deslizava seus dedos, mais a umidade crescia e mais eu tentava controlar os meus gemidos. Puxei Anthony pela cintura da calça e percebi que minhas mãos estavam tremendo, eu não conseguia destravar o zíper quando ele achou graça, se levantou e finalmente tirou a calça juntamente com a cueca.
- Pronto, sua danada! – ele sussurrou quando deitou novamente sobre mim e nossos beijos recomeçaram e seu corpo pressionou mais ainda o meu.
Tony estava beijando o meu pescoço quando senti suas mãos abrindo devagar as minhas pernas, suas mãos segurando as minhas coxas quando ele me penetrou com força, minha respiração começava a falhar.
Ele segurava fortemente as minhas coxas ao mesmo tempo em que me penetrava, meu coração acelerando, uma das minhas mãos puxando com força o seu cabelo e a outra segurando na beirada da cama.
Tony apertou uma última vez as minhas coxas e agora eu cruzava as pernas em volta do seu quadril, a velocidade com que ele me penetrava aumentando e ele mordeu o lóbulo da minha orelha, me fazendo gemer:
- Você é perfeita, Mari! – ele sussurrou ofegante, meu coração parecia que ia sair pela boca a qualquer momento.
- Tony ... mais forte ... – eu pedi também ofegando, ele sorriu e imediatamente fui atendida, sua penetração cada vez mais forte, seu rosto agora grudado no meu e seus gemidos ao meu ouvido me deixando mais excitada.
Fechei os olhos e apertei mais o corpo de Anthony contra o meu, nossos gemidos cada vez mais alto quando senti verdadeiras ondas de prazer percorrer o meu corpo, me fazendo arquear e soltar um grito de prazer e logo Tony também gritava ao meu lado, nossos corpos suados diminuindo o ritmo até finalmente amoleceram de cansaço.
Anthony ficou um tempo deitado sobre mim, sua mão acariciando a minha cintura e nossa respiração demorando para voltar ao normal.
- Agora sim, eu estou cansada. – confessei por fim e virei meu rosto de encontro ao dele, que sorria tanto quanto eu.
- A gente tem que viajar amanhã mesmo? – ele perguntou dando beijinhos sobre o meu nariz.
- Sim, Tony! Depois vocês voltam em turnê e você não vai ter tempo pra mim, só vai ser shows, entrevistas ...
- Por isso mesmo! Se o tempo vai ser pouco, melhor a gente aproveitar trancados nesse quarto. O que você acha?
- Dorme, Tony! Amanhã eu te dou uma resposta sobre o assunto. – dei um beijo nele e fechei os olhos, imaginando que essa noite não poderia ter sido mais perfeita.
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