Notas iniciais
Tentei ser criativa, mas sei lá ... espero que gostem! E por favor, não esqueçam da review!

– Mel. – eu disse depois de pensar nas opções que ele me deu. – Eu quero mel.

– Mel? – e Anthony parecia surpreso com a minha escolha. – Mas a gente tem mel aqui em casa?

– Claro que temos, Tony! Eve gosta de panquecas com mel no café da manhã, esqueceu?

– Ah, é verdade! – ele parecia ter se recordado que sim, havia mel em casa. – Mas por que mel?

Corei um pouco com a pergunta e afundei meu rosto no peito dele, minha resposta saindo meio abafada:

– Porque eu sonhei com mel em um dos sonhos que eu tinha com você.

Senti o peito de Anthony se mexer ao mesmo tempo que ele ria e isso me fez sentir uma idiota.

– Okay, vou lá buscar. – ele carinhosamente puxou meu corpo para o lado da cama. – Onde está?

– Está no armário do lado da geladeira, na primeira prateleira de cima pra baixo.

– Tudo bem, me aguarde! – ele deu um beijo na minha testa e levantou da cama, abriu uma das gavetas da cômoda, vestiu uma bermuda e ainda deu uma piscadela antes de sair do quarto.

Me espreguicei na cama e olhei no relógio: mais algumas horas e era a hora da abertura da exposição, mas acho que vamos chegar um pouco atrasados.

Ouvi barulhos de armários sendo abertos e fechados com força e imaginei que ele não havia encontrado o mel.

– Achou, Tony? – eu gritei do quarto.

– Não, não achei! Que armário mesmo? – ele gritou de volta.

Homens! Por que eles não enxergam as coisas que estão no nariz deles?

Levantei com muito esforço da cama, vesti o meu roupão de seda que estava sobre a beirada da cama e fui até a cozinha ajudar Tony.

– Eu não acho, Mari! – ele disse assim que me viu.

Me dirigi até o armário ao lado da geladeira, abri a porta e peguei o frasco de mel ao lado do pacote de cereais:

– Aqui! – e entreguei o frasco pra ele. – Onde está seus óculos, seu ceguinho?

– Hum, você gosta de homens de óculos, então? – ele me puxou pela cintura e senti sua mão forte me envolvendo.

– Não, eu só perguntei onde estava, não significa que eu goste de homens de óculos. – respondi deslizando a minha sobre o seu peito.

– Eu acho ... – sua boca deu uma mordiscada no meu pescoço. — ... que você gosta de outra coisa e não de me ver de óculos.

– É? – minha mão agora estava na sua nuca, brincando de subir e descer. – Do que eu gosto então?

– Disso! – e sua boca foi de encontro a minha, nossas línguas naquela conhecida batalha que sempre travavam, meu coração acelerando com o toque da mão de Tony sobre o meu rosto.

Caminhamos de costas e senti minha bunda batendo na pia da cozinha, o corpo de Anthony pressionava o meu e sua mão puxou a minha perna pela coxa e logo cruzei ela no quadril dele.

– Tony ... – eu falei meio sem fôlego quando ele abriu o roupão e sugava o bico dos meus seios. — ... o mel!

Ele sorriu entre a chupada mas ainda se demorou um pouco até tirar o meu roupão por completo e me deitar sobre a mesa da cozinha, sua boca encontrou a minha enquanto suas mãos deslizavam por todo o meu corpo, explorando cada centímetro dele.

Logo Tony abre o frasco e despeja o mel sobre os meus seios, se lambuzando neles enquanto os chupava com vontade, suas mãos sobre as minhas coxas me deixando louca com a proximidade delas com o meu sexo, mas ele apenas passeou pelas minhas coxas.

Anthony se cansou dos meus seios e ele estava quase deitado sobre mim quando ele despeja algumas gotas de mel sobre os meus lábios e nossas bocas se encontraram novamente, misturados com o sabor do mel. Abri ligeiramente as pernas e podia sentir o volume na bermuda dele aumentando, percorri minhas mãos sobre as costas dele e puxei com força o seu cabelo, o que fez ele soltar um gemido em meio aos beijos.

– Mais mel? – ele sussurrou ao meu ouvido mas não tive tempo de responder: ele já havia derrubado o mel sobre a parte interna da minhas coxas, deu leves lambidas e deslizou as mãos sobre elas.

Senti ele parar de deslizar as mãos e olhei para baixo: Anthony sorria maliciosamente e o frasco de mel estava bem ao alto, o mel caindo em fio e em cheio sobre o chamado monte de Vênus e tive que gritar de surpresa quando a sua boca lambeu o mel do monte e desceu para o meu sexo, sua língua circulando por todos os lados e fui obrigada a cruzar as minhas pernas sobre o seu pescoço, o passear de língua se transformando em longas e demoras chupadas.

Segurei com força a beirada da mesa enquanto eu mordia meus lábios, contorcendo o corpo de olhos fechados para curtir melhor ainda as sensações que ele me proporcionava.

Anthony parou de chupar e senti suas mãos sobre os meus seios, apertando com vontade, passeou um pouco sobre eles e logo ouvi o barulho do zíper da bermuda, minhas pernas sendo abertas por ele e seu membro me penetrando com fortes investidas, suas mãos me segurando pela cintura e meu corpo deslizava para cima e para baixo na mesa.

Cruzei minhas pernas ao redor do seu quadril dando um leve impulso para que ele me penetrasse mais forte e Tony obedeceu: suas investidas cada vez mais fortes e o movimento de entra e sai cada vez mais rápido.

Anthony começou a gemer mais alto no mesmo momento em que eu segurava com força um dos seus braços enquanto a outra mão ainda segurava a beirada da mesa, abri os olhos e ele estava de olhos fechados, mordendo os lábios e isso foi o que me bastou para delirar de prazer, arqueando o corpo no mesmo instante em que gritamos juntos de prazer, o movimento aos poucos parando e eu sentindo me faltar o ar.

Senti Tony cair sobre a minha barriga e comecei a acariciar o seu cabelo, sua respiração tão irregular quanto a minha quando ouvimos a campainha tocar:

Com muito custo, Anthony levantou o meu corpo e me deu um beijo demorado, a campainha tocando insistentemente.

– Tony! Abre a porta, cara! Preciso falar com você! – ouvimos Chad gritar.

– Vou tomar um banho, me preparar pra exposição. – eu falei enquanto colocava o roupão. – Vê lá o que o chatinho quer. – dei um selinho nele.

Eu estava quase na porta da cozinha quando Anthony me puxa pela cintura e me beija de surpresa:

– Eu te amo, Mari! Você é perfeita demais pra mim!

– Não, você que é perfeito demais pra mim! – e outro grito de Chad chamando por Anthony atrapalhou o nosso beijo apaixonado.