Sweet Emotion
29 Capítulo 29
Notas iniciais
A última cidade a ser visitada era Lisboa e depois teríamos 10 merecidos dias de descanso antes de pegar a estrada novamente.
Eu estava com Josh e Everly jantando no restaurante do hotel antes de nos prepararmos para nos dirigir até o local do show.
– Eu e Verônica temos planos ... – Josh disse depois de uma garfada no peixe assado dele.
– Mas vocês começaram a namorar ontem e já tem planos? – exclamei surpreendida.
Ele corou e não tirou os olhos do prato:
– Desculpa, Josh! – e segurei a sua mão que segurava a taça de vinho branco. – Desculpa! Conta, qual é o plano?
– Bom... – e agora sua voz era animada. – Vou visitá-la nos dias de folga da turnê e quando ela puder, ela vai pra cidade em que estivermos tocando. Passarei boa parte do tempo fazendo a ponte aérea EUA-Inglaterra, mas não me importo.
– Fico feliz de verdade, Josh! Quero ser a madrinha desse casamento, hein? – dei um cutucão nele e ele riu, sem dizer nada.
Meu celular vibrou sobre a mesa e era uma mensagem de Tony:
“Esse jantar ainda vai demorar? Acabei de sair do banho, ainda temos um tempo antes de ir pro show ...”
Eu ri ao ler e Josh nem se importou em colocar os olhos na mensagem, lendo sobre o meu ombro sem nem disfarçar.
– Vai lá, eu cuido do Everly. – ele deu uma piscadinha pra mim.
Dei um beijo em Everly e um beijo demorado na bochecha de Josh e pude sentir uma leve quentura na sua pele.
Ao chegar ao quarto, Anthony estava só com a toalha amarrada na cintura deitado na cama, mexendo no celular.
– Até que enfim! Eu já estava mandando outra mensagem! – ele disse ao me ver entrando.
– Muito apressadinho você! – e deitei sobre o colo dele. – Everly está com o Josh agora. – e deslizei minha mão sobre o peito dele.
– Hum ... – e suas mãos deslizavam debaixo da minha saia, apertando minhas coxas e minha bunda. – Vem cá, preciso te contar um segredo.
– Que segredo? – perguntei ainda admirando seu peitoral.
– Vem mais perto, te contar no seu ouvido. – e aproximei meu rosto mais perto e seus lábios me pegaram de surpresa, beijos molhados com uma ânsia enorme pela minha boca.
Suas habilidosas mãos subiam e desciam por debaixo da minha saia, até que ele me virou e me deitou na cama, agora ele estava sobre mim e sua mão agora encontrava a minha calcinha, seus dedos brincando por dentro dela e a umidade entre as minhas pernas aumentando.
Desabotoei os botões da minha camisa e joguei-a do outro lado da cama e logo meu sutiã tinha o mesmo destino. A boca de Anthony agora beijava meus seios e eu delirava com seus dedos sobre o meu sexo e suas deliciosas e demoradas chupadas nos meus seios, tentando controlar os meus gemidos.
Anthony mordeu com vontade o bico do meu seio e meu gemido saiu alto, ele olhou com malicia e sorriu pra mim. Ele escorregou até o pé da cama e tirou minha saia e minha calcinha, abriu as minhas pernas e sua língua deslizava sobre o meu sexo, o que me fez ofegar no primeiro toque de sua língua.
Sua língua era rápida e não poupava nenhum espaço, explorava sem nenhum pudor. Cruzei as minhas pernas sobre os seus ombros e apertei o seu cabelo com força e ele soltou um gemido, mas logo sua língua recomeçou o serviço, até que senti uma última e deliciosa chupada, me fazendo contorcer inteira.
Eu estava de olhos fechados quando senti seus lábios brigando novamente pelos meus, sua língua enroscava na minha e sem querer mordi um pouco mais forte seu lábio inferior, mas ele não se importou, ou até gostou, já que eu sentia seu corpo pressionando mais contra o meu.
Tony finalmente se livrou da toalha que usava e se ajoelhou na cama, me puxou na direção dele, abriu as minhas pernas e se encaixou em mim, minhas pernas em volta da cintura dele quando ele começou a penetração com movimentos suaves, suas mãos me segurando pela minha cintura.
Aos poucos, o movimento ganha velocidade e suas investidas eram mais fortes, suas mãos ora beliscavam a minha bunda, ora os meus seios, ora a minha cintura. Eu já estava ofegante e meus gemidos eram altos, minhas mãos segurando com força o travesseiro a cada investida forte de Anthony, minhas pernas estavam moles e ele também começava a gemer mais alto. Fechei meus olhos e as investidas cada vez mais fortes, aquela maravilhosa sensação de prazer surgiu quando Tony me penetra uma última vez com toda a força, e logo ele também chega ao orgasmo, caindo sobre o meu peito, sua respiração ofegante e irregular.
Fiquei ainda alguns minutos olhando pro teto, Anthony acariciando minha cintura:
– Eu sou a favor de cancelarmos o show e ficarmos a noite inteira trancados nesse quarto. – ele falou assim que a sua respiração normalizou.
– Ótimo! – e brinquei com o seu cabelo. – Pegue o celular e comunique isso ao resto da banda.
Ele riu e aproximou seu rosto do meu:
– Tenho um show pra fazer. – ele falou decidido.
– E eu tenho um menino lindo pra cuidar e fotos pra tirar. – e ele riu.
Ficamos alguns minutos contemplando silêncio, como se só houvesse nós dois no mundo e nada mais, quando a batida na porta já nos indicava que nosso momento havia chegado ao fim.
No dia seguinte, já seguíamos viagem de volta para os Estados Unidos e, depois de uma longa e cansativa conexão, finalmente chegamos ao aeroporto de L.A. e uma situação inesperada mudou o rumo dos meus planos:
– Seu passaporte, por gentileza? – pediu o fiscal da imigração.
Entreguei e ele olhou os diversos carimbos dos países por quais passamos na Europa durante a turnê.
– Seu visto, por favor? – e entreguei o documento ao fiscal.
Ele olhou, pediu um instante e se dirigiu ao outro fiscal do outro lado do balcão, ele gesticulava e acenava em sinal negativo com a cabeça e eu comecei a ficar nervosa.
– Sra. Mariana Albuquerque?
– Sim, pois não? Aconteceu alguma coisa?
– Seu visto venceu dois dias atrás, a senhora não tem permissão para entrar no país. Um dos nossos ficais irá acompanhar a senhora até o balcão da companhia aérea de seu país de origem para que a senhora possa comprar a sua passagem de volta.
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