Sweet Emotion

18 Capítulo 18


Notas iniciais
Foi difícil dar continuidade, mas espero que gostem! E não esqueçam do review! AH! E obrigada pelas msgs carinhosas! =)

Deve ter sido o banho mais demorado que eu já tomei na minha vida, não conseguia parar de pensar no que havia acontecido, uma vontade imensa de voltar correndo para o quarto dele.

Ao sair do banho, uma mensagem de Verônica no meu celular: “Que horas é o seu vôo? Quero me despedir de você.”

“Despedir de mim? Sei bem de quem você quer se despedir!”

Enquanto eu arrumava a minha mala para seguir para o aeroporto rumo a Barcelona, Josh me fazia companhia e ficava sabendo do ocorrido entre eu e Anthony:

- Mari, quando ele pediu pra gente tocar “Wet Sand”, eu e o Flea sacamos na hora que era pra você! – ele disse.

- Uma pena que Chad ficou magoado comigo. – eu falei enquanto fechava a mala.

- Nem esquente, Mari! O importante é que você e o Tony estão se acertando!

- Como assim, Josh? Se você visse o bilhete que ele me mandou, você entraria em depressão como eu entrei! – e estendi o bilhete que estava no criado-mudo pra ele ler.

A frase era curta, mas parecia que Josh queria ler além do que estava escrito, já que ele estava demorando demais pra falar alguma coisa:

- Eu não me preocuparia! Uma hora ele vai entender que já perdeu a batalha e que você e Anthony foram feitos um para o outro. – ele falou enquanto me devolvia o papel.

- Queria ser assim, tão calma, como você é e ter tanta certeza no que diz. – e me sentei ao seu lado.

- Não quero te decepcionar, mas depois do que eu vi ontem à noite, eu realmente não me importaria se eu estivesse no seu lugar.

- E o que você viu ontem à noite, você pode me contar?

- Vamos dizer que, assim como eu e Verônica sumimos por alguns instantes, Chad e uma das jornalistas também sumiram misteriosamente após a entrevista. – e ele me encarou.

Não consegui disfarçar a minha surpresa com o que ele acabara de dizer, minha boca aberta e minha mão, que antes segurava o bilhete com delicadeza, agora amassava com raiva.

- Então pra que esse drama? – e eu jogava o papel amassado pela janela.

- Eu te disse pra não se preocupar com ele, se preocupe com você e Tony. – e ele segurava a minha mão amigavelmente.

- Homens! – e funguei de raiva. – Mas e você e Verônica?

Como de costume, seu rosto corou rapidamente:

- Foi igual a primeira vez, sexo sem compromisso! Ela é muito linda, charmosa, carinhosa, tem um papo muito legal ... – uma pausa porque ele percebeu a minha cara de surpresa já que ele não parava de enumerar suas qualidades. — ... mas ela é comprometida, então ...

Algumas batidas na porta atrapalharam a nossa conversa e ao abrir, Anthony estava parado, sorrindo:

- Oi! – e ele deu uma rápida olhada para dentro do quarto. – Tudo pronto? Vamos sair em 10 minutos.

- Vou lá buscar a minha mala, encontro vocês lá embaixo! – e Josh sumiu atravessando a porta com a mesma velocidade com que disse isso.

Alguns segundos de silêncio, não porque eu não sabia o que dizer, mas sim porque eu estava admirando Anthony, que usava uma camiseta um pouco mais apertada, enaltecendo seus atributos físicos.

- Quer entrar? – falei depois de um suspiro.

- Achei que não ia me convidar nunca. – e ele logo foi entrando, me segurando pela cintura, fechando a porta logo atrás e me jogando contra a parede, me beijando enlouquecidamente.

Nossas línguas travavam verdadeiras batalhas, um desejo incontrolável surgiu em mim e comecei a deslizar as minhas mãos por dentro da camiseta dele.

- Acho que isso está atrapalhando. – e ele mesmo tirou a camiseta, exibindo seu peito.

- Bem melhor. – e puxei-o de volta para o meu corpo, enquanto eu alternava suaves deslizes com as mãos e fortes arranhadas na sua pele.

Agora era a vez dele brincar com as mãos debaixo da minha blusinha, suas mãos apertando meus seios com vontade, me fazendo delirar.

- Isso também está atrapalhando, Mari! – e ele puxou a minha blusinha e sem cerimônia, também tirou o meu sutiã.

Agora ele alternava os beijos entre a minha boca, meu pescoço e meus seios. Ele me segurou pela bunda e ao mesmo tempo me pendurei nele, cruzando um dos braços ao redor do pescoço dele e entrelaçando as minhas pernas nas costas dele, aquele desejo me consumindo por dentro.

Em algum lugar do quarto, meu celular tocava escandalosamente:

- Não, não atende, você liga de volta depois. – ele pedia enquanto eu tentava me desvencilhar do corpo dele, cada vez mais me pressionando contra a parede.

- E se for meus pais, Tony? Eles vão ficar preocupados se eu não atender. – tentei argumentar, ainda ofegante, mas na realidade eu não fazia questão de atender o chamado.

Agora além do meu celular, o de Anthony também tocava alto no bolso da calça. Por fim, ele me soltou e atendeu, no mesmo instante em que colocava a roupa e corria para atender o meu, mas a ligação já estava perdida: era Verônica me importunando.

- Só falta a gente descer, Mari! O Chad ligou avisando que a van para o aeroporto já chegou. – e ele colocou de volta a camiseta.

- Chad, tinha que ser ele! – tentei conter a raiva, mas não consegui.

Anthony apenas riu da minha indignação, se aproximou mais perto de mim e sussurrou ao meu ouvido:

- Não se preocupa, em Barcelona a gente termina o que começou aqui. – e a sua boca encontrou a minha novamente.