Sweet Dreams

2 Um começo escuro


Sabe quando você é criança??? Que você sonha principes e princesas e unicornios, amores reais... tudo parece tão... lindo. Aí você cresce e continua sonhando, mas é claro que você sonha diferença, mais ainda sonha. E isso, pode ser a única coisa, o único motivo pelo qual alguém acabaria com sua vida.

Eu tinha apenas 14 anos, havia mudado de escola no meio do ano, e tinha feitos novas amizades, saindo de um bullying desgraçado. Minha nova escola era boa, mas ela podia melhorar... para a pior.

Lembro-me que naquele dia sai da escola no sabado, e fui andando por ai tomando chuva na cara. Estava depressiva quando alguém me para no meio da rua e me pergunta:

— O que você acha da realidade?

Olho para a pessoa da cabeça aos pés.è uma velha ou um velho, a vós aspera , fina e seca.Com a cebça coberta com o capuz do agasalho:

— Uma droga.

Me esquivo dessa pessoa e ela sorri. Provavelmente uma doida ou doido qualquer. Ela me puxa de novo e pergunta:

— Gostaria de fazer um mundo melhor colaborando para os que não tem nada??

Ela estende a mão trêmula e me encara com os olhos negros, como se alguém os pintou com piche:

— Gostaria de colaborar por mundo melhor ?? Arranje um emprego e pare de estorquir dinheiro dos outros.

Me esquivo dela e continuo andando. Não olho para trás, mas sinto que ela continua me encarando... sinto um frio no estomago estranho. Atrás de mim ela grita:

— Você pode se arrepender...

Ridicula. Me arrepender do que?? Continuo andando normalmente. O dia corre normal.

2- Um mundo coberto por sangue

Levanto um poco sonolente e distraida. Ouço uns barulho no corredor, e depois na cozinha. Minha mãe parece bem agitada. Me levanto devagar, com os olhos embaçados. Pedo meus óculo e saio andando para a cozinha. A casa estava escura, como se estivesse abandonada, sinto um cheiro de mofo de repente.

Pero em frente a porta da cozinha que está fechada. Essa porta sempre fica aberta. Algo está estranho. Abro a porta tudo vazio. Chamo pela minha mãe e pelo meu pai. Silencio. Automaticamente sigo para o hall e abro a porta e saio para rua. Era o dia mais grotesco da minha vida.

O céu estava com uma cor vermelho sangue, a cidade estava escura coberta por uma sombra. Grito alto, meu eco ecoa por todos os cantos. De pijama mesmo saio andando pela rua desorientada. Quando sem perceber alguém me puxa. Não pode imaginar o meu susto quando vejo aquela velhinha santada no canto da calçada, olhando para mim sorrindo:

— Vai colaborar comigo agora??

— Não tenho dinheiro...

— Mas quem disse que eu quero o seu dinheiro.

— Mas...

Olho para aqueles olhos negros. Os labios a boca daquela mulher vão se desfazendo. Sinto como se uma corrente de ar me prendesse para baixo, me impedindo de correr, ir embora. No lugar ela se tranforma num homem. Tão consigo descreve-lo, só sei que é lindo.

De repente, me liberto da força que me prendia no chão e corro. Corro o mais que posso. Quando chego sem perceber num jardim lindo, como eu sonhava quando eu era pequena, olhos para os lados. Num lindo coreto no centro do jardim, ele estava lá. Sorriu para mim. Devagaqr fui adando na sua direção. Ele me controlava.

Ele me abraço e sussurrou:

— Bem -vinda a sua realidade. Bem-vinda aos seus sonhos.

Olho em volta tudo desaparece e fica negro, no lugar vejo uma praça, pessoas em volta de um palco, e meus pais mortos estirados no chão duro...

Doces sonhos...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.