Sweet Desire
44 Capítulo 41 - O remédio
Notas iniciais
O resto da madrugada fiquei encarando para aquele papel em branco, no qual escreveria da maneira mais inteligível possível ao receptor; como o ser mágico havia orientado escrever o pedido sendo bem detalhista para não haver erros com o desejo; mas minha mente estava a ponto de explodir, tudo porque estou morrendo de medo de acabar escrevendo algo que possa piorar a situação ou acabe nos colocando no livro novamente; o que piora tudo é que nem o Gregg (o ser mágico) sabe controlar seus próprios poderes ainda.
Toquei o papel em cima da mesa, encostei minhas costas na cadeira, joguei minha cabeça para trás e fiquei fitando o teto; é muito complicado tomar uma decisão, preciso consultar um outra pessoa, de repente els saberá lidar com coisas minímas, sendo assim, estará menos propenso a suceder desastres. Agora me indago sobre qual pessoa peço para me ajudar?
Alcancei meu celular que também estava sobre a mesa, desbloqueei indo até a parte todos contatos e visualizando com calma todos os meus poucos contatos, aí pude ver o nome do Jimin.
— Ele é advogado...
Ele com certeza estar acostumado com cláusulas e brechas na lei, então, é capaz de reparar algo que para muitos é considerado irrelevante, só que pode conduzir as circunstâncias um quadro mais crítico do que já estar no momento; então, o auxílio do Jimin será algo de suma importância para mim.
Disquei o seu número e aguardei que atendesse a chamada.
"Alô?" sua voz dava a entender que havia acordado aquela hora.
Mirei os meus olhos ao relógio que tem em uma das paredes da cozinha, pude assim notar que era muito cedo.
— A-alô, desculpa te interrompido seu sono...
Ouvi seu bocejo do outro lado da linha e suspirou.
"Sem problemas, o despertador já ia tocar mesmo"
— Mesmo assim, desculpe o incomôdo — respirei fundo me concentrando no vale desejo — Preciso me encontrar contigo, é algo importante.
"É algo haver com o V? Ele ainda estar mal?" sua voz soava bem preocupada.
— Sim, ele estar na mesma — baguncei meu cabelo, respirei fundo de novo, ultimamente venho sentido meu corpo muito exausto — Tem como nos encontrar hoje?
"Sim, sim" fez uma pausa "A Jess estava querendo te visitar, mais tarde aparecemos aí e conversamos, tudo bem?"
— Sim ,quanto mais rapido melhor — falei alertando que era algo muito urgente.
"Ah, compreendo. Vou me arrumar e já já apareço por aí"
— Muito obrigada.
Encerrei a ligação largando meu celular em cima da mesa, esfreguei meu rosto e dei um enorme e longo bocejo, parece que meu corpo anda pedindo por uns três meses de descanso direto; estou me sentindo muito estranha, não consigo nem arrumar a casa direito que já bate um sono e me sinto exausta; assim que as coisas melhorarem o V vai ter que me levar para tirar um breve descanso em Taiwan.
— Hey!
Dei um salto da cadeira, coloquei minhas mãos sobre meu peito sentindo meu coração bater à mil e me virei enxergando o Suga com seus olhos inchados e seu cabelo todo desgrenhado.
— Está devendo? — indagou.
— Adormeceu?
Assentiu se sentando na cadeira ao meu lado e mexeu em meu cabelo.
— Como um anjinho — concluiu dando um sorriso de canto — Você anda me traindo demais ultimamente... Só está dando atenção para o TaeHyung, só pensa nele! — fez beicinho fechando os olhos com se fizesse birra.
Nos encaramos sabendo muito bem que estava fazendo uma brincadeira sem graça para descontrair um pouco; encostou seu cotovelo na mesa, apoiou sua cabeça na palma da mão e com a outra buscou uma das minhas, segurou e acariciou gentilmente.
— Fique tranquila, tudo ficará bem e melhor que antes — esforçou-se em tentar me tranquilizar.
— Vai ficar — menti, para não me tornar um fardo; me acalmar é uma tarefa impossível de se fazer com esse turbilhão de coisas rondando minha cabeça.
— Ótimo — sorriu e veio se aproximando — Um beijinho para celebrar seu pensamento positivo..
Não pude evitar um sorriso e me aproximei também, entretanto, fomos interrompidos pelo som de uma campainha e o Suga bufou.
— Nem com o nosso filho dormindo podemos ter tempo de namorar! — rolou os olhos — Deve ser o Hoseok, ele gosta de ser inconveniente! — se levantou saindo da cozinha em passos pesados.
O segui encontrando DooYoung e o Hoseok entrando carregando mochila nas costas e uma almofada nas mãos, pareciam estar de mudança; parei no meio da sala, colocando as mãos na altura da cintura guardando os dois explicarem a chegada inesperada e prazerosa; DooYoung veio saltitante em minha direção e nos abraçamos.
— Gente, aqui não é o hotel para joãos ninguém! — Suga reclamou — Quantas vezes tenho que lembrar?
— Cala a boca — Hoseok jogou as almofadas no sofá — Vamos passar uns dias aqui com vocês para ajudar cuidar do V — Hoseok explicou aquela invasão toda, enquanto se jogava em cima do sofá também.
— Hoseok, você veio é tomar as cervejas que o NamJoon sempre trás! — o acusou.
— Ele trouxe essa semana? — perguntou interessado.
— Tá vendo! — Suga apontou para o outro fazendo uma expressão de "eu sei de tudo", porém levou uma travesseirada na cara da DooYoung — Doo!!
— Eu vim cuidar da minha amiga — falou fazendo-me corar e me olhou preocupada — Unnie, seus olhos estão amarelados!! — bateu os pés no chão como sempre.
— Estão? — arregalei meus olhos.
— Pior que estão mesmo! — Suga se aproximou e observou — Temos que te levar ao médico... — saiu de perto indo para a cozinha.
DooYoung agarrou minhas mãos e começou a fazer um discurso embolado em coreano mesmo, parecia mais sobre me cuidar mais, assim posso ajudar mais das pessoas a minha volta e como amiga ia fazer de tudo para que nada ficasse muito pesado em meus ombros, enquanto o Hoseok mandava pegar mais Sol.
— DooYoung, tem como levar a Sulkin ao médico? Não posso faltar a uma reunião, o cliente vai embora do país esta noite — explicou.
— Tudo bem, levo — ela olhou o relógio — No caminho a Jess unnie mandou mensagem avisando que estava vindo, então, acho melhor aguarda-lá, pois mais gente fica melhor pra cuidar do TaeHyung.
— Não precisam se preocupar, podemos ir outro... — fui interrompida pelos dois gritando um belo não — As-assim vão acor-acor-acordar o V...
— Garota silenciosa, vou na cozinha comer alguma coisa — Hoseok se levantou do sofá e foi caminhando em passos lentos em direção ao outro cômodo; Suga ficou apontando com ar de "não falei que era inconveniente?"
— Vou tomar um banho — Suga saiu indo para o quarto, acho que indo pegar sua roupa.
— Unnie, tem algo muito diferente em você — Doo falou após uma demorada avaliação.
— O quê? — arregalei os olhos e observei as partes do meu corpo que davam para seres vistas por mim.
— Ahn... Ainda não sei — sorriu sem graça — Mas tem alguma coisa, auréa, não sei! — abanou as mãos — Senta aqui, descansa um pouco — me fez sentar.
Ficamos conversando sobre várias coisas, até mesmo sobre a Rise que estava se mostrando uma pessoa admirável e diversas coisas que aconteceram com ela e o Hoseok aquela semana.
— Mas o Hoseok não entende, não se pode colocar toalha em cima da cama! — sim, ela estava reclamando dele.
— Ela que não entende, nunca coloco de propósito! — ele estava ao nosso lado comendo biscoito e ouvindo tudo; mas nada abalava seu sorriso de que está certo na situação todo.
— Estou indo, parem de terem discussão de casal aqui — Suga se aproximou dando um beijo na minha testa — Se cuida!
— Vai logo! — DooYoung mandou fazendo bico pra ele.
— Jimin e a Jess já vão subir, vou deixar a porta aberta — e saiu.
Pouco tempo depois, chegou o Jimin com um sorriso bonito estampado no rosto e veio na direção minha e da DooYoung nos cumprimentando formalmente e riu vendo o Hoseok deitado no sofá; eles entraram em uma briguinha idiota.
— Cadê a Jess unnie? — DooYoung indagou olhando para a porta ainda aberta.
— Está vindo atrás — apontou para direção onde uma baixinha com um salto enorme entrava com uma expressão muito série e bufando.
— O Jimin não espera os outros não, sai andando na frente — reclamou e veio até eu e a DooYoung — Oi amores — nos abraçou.
— Unnie, temos que levar a Sulkin unnie para um atendimento médico, olhe os olhos dela — apontou para mim.
— Não preci... — fui interrompida mais uma vez.
— O Suga já ligou para o Jimin e explicou tudo — pausou — Eu a levo no meu médico e você cuida deles — falou logo após explicando que achava melhor ela que já conhecia o pessoal do consultório ir junto e a Doo entendeu sem nenhum problema.
— Sulkin, vá se arrumar — DooYoung mandou.
Eu não tive nenhuma segunda opção, ia para o médico de qualquer maneira.
Logo estava eu parada toda nervosa na sala de espera do médico da Jess unnie, fiquei balançando os pés; meus batimentos estavam rápidos; mirei minhas mãos que estavam de punhos fechados e estavam molhados de suor; fez meus olhos e respirei fundo tentando controlar os meus nervosos.
— O que está acontecendo? Você está suando frio — Jess indagou preocupada.
Olhei para Jess querendo dizer logo qual era o meu problema, mas não havia coragem dentro de mim para dizer algo desse tipo, era constrangedor e bizarro demais.
— Nada — dei um sorriso amarelo.
— Somos amigas, me conta.
— Bom... — tentei tomar coragem de contar tomando fôlego, fechei os olhos e abri soltando lentamente — Eu não sei se sou como todos... — ela estreitou o olhar — Eu não sei se sou por dentro como um ser humano normal.
Ela ficou em silêncio tentando processar o que acabei de falar; depois ficou boquiaberta parecendo acabar de lembrar que sou um personagem de um livro também e fechou mostrando não saber o que falar e depois sorriu.
— Mas não terão como saber de onde você veio, só podem afirmar que será um caso raro — deu uma piscadela.
Nesse instante fui chamada a sala, Jess pôde entrar comigo, o médico foi simpático e começou a fazer perguntas sobre o que estava sentindo, sobre minha alimentação, se venho sofrendo uma série de estresse e etc.
— Tudo indica que deve ser uma anemia — disse enquanto escrevia no papelzinho — Hm.. Você tem menstruado regulamente? — indagou.
Fiquei em silêncio tentando lembrar, sou péssima pra gravar essas coisas, como eu sinto cólica antes de descer, nunca me preocupei em ficar contando, agora me sinto mal por isso.
— Si-sim? — ele arqueou a sobrancelha para minha resposta indecisa — Acho que estou dois meses sem menstruar...
— Quê?! — Jess deu um grito tampando o rosto.
— Calma — o médico chamou nossa atenção — Existem casos em que a anemia corta o ciclo menstrual, mas tem chances de ser uma grávidez, pois pelo estresse e a falta de uma alimentação saudável durante uma gestação; até mesmo no princípio de uma, podem causar anemia.
Enquanto ele falava devagar, por saber que sou de nacionalidade diferente, eu ficava calada boquiaberta não acreditando no que ouvia, afinal, o Suga deu uma teoria com bases significativas de que nós que saímos do livro não podemos nos reproduzir. Quais são as chances de um gato não ser fértil? A Pooh não é, logo associamos que se ela não pode ter, nós também não podemos; e por que semi humanos teriam filhos?
— Fazemos o exame para ver? — Jess indagou, posso afirmar que estar muito empolgada com a ideia.
— Sim, sim. Caso dê positivo te encaminharei para um obstetra.
Dê negativo, só peço isso.
Fui caminhando exausta pelo corredor já no andar em que moro, minha cabeça estava em algum outro planeta e minha alma estava indo embora; as batidas dos saltos da Jess ecoavam no corredor e do nada começamos a ouvir uma gritaria.
— Está vindo do seu apartamento? — Jess perscrutou assustada e nos entre olhamos.
— V!- rapidinho acordei para vida e sai correndo, digitei a senha da entrada e assim que entrei encontrei todos gritando e o chorando.
— EU NÃO QUERO MORRER!! — V gritava enquanto DooYoung batia nas suas costas e o Hoseok pulava em volta desesperado.
— VOMITA, COLOCA ISSO PRA FORA! — incentivava.
— POR TUDO QUE É MAIS SAGRADO, EU PRECISO VIVER!! — o coitado estava desesperado.
Corri na direção dele pergutando desesperada o que estava acontecendo, mas ninguém dava atenção, todos tentavam fazer o V colocar pra fora alguma coisa e isso estava me dando nos nervosos, até que dei um grito.
— ME DIGAM O QUE ESTAVA ACONTECENDO NESSE MERDA DE LUGAR, CACETE!!!
Um silêncio mortal se fez presente e o V sentou no sofá chorando, DooYoung arregalou os olhos e o Hoseok estava boquiaberto.
— Você xinga... — estava muito surpreso.
— Me respondam — esfresguei meu rosto tentando controlar a raiva.
— A Rise chegou para visitar o V como de costume... — a Rise anda curtindo levar uns fora do V ultimamente e aparece para bater um papo sempre que dar um tempo — ... Nisso eu e o Hoseok resolvemos preparar um almoço para todos, deixamos os dois se bicando e do nada o V começou a gritar que não queria morrer e tentando vomitar algo...
Então pude compreender que nem mesmo a DooYoung e o Hoseok sabiam o que estava acontecendo, me virei em direção a porta do quarto, assim encontrando a Rise segurando uma embalagem de remédio.
— Ri-rise?
— Desculpe, vocês podem me odiar, mas... De tanto conversar com o TaeHyung pude entender o quanto ele anda sofrendo, será que vocês em nenhum momento pensaram na dor forte que ele anda sentindo no peito? O quão difícil lembrar de tudo que aconteceu e o que ele fez? — ela bufou — Alguém devia ama-lo o suficiente para o ajudar numa decisão tão difícil!
— O QUÊ? — ela o ajudou a tirar a própria vida?
— Eu consegui uns remédios controlados da esposa do meu manager e trouxe pra ele...
Nem precisou continuar falando, já fui avançando na direção dela e a gritaria logo se iniciou, ela correu tentando me evitar, mas logo me segurou pelos braços tentando impedir de fazer alguma coisa.
— Calma, eu não quero te machucar! — ainda tem a ousadia de insinuar que sou inofensiva para ela?
— Que direito você tem de o ajudar em uma decisão dessas?! — eu tentava me soltar, mas ela me segurava firme.
— Eu apenas entreguei o remédio na mão dele!
— CHAMA UMA AMBULÂNCIA, EU ESTOU MORRENDO — V estava pálido e se sentou no chão como se estivesse perdendo suas força, DooYoung o abanou e bateu em seu rosto — Eu tomei a decisão errada...
— Ainda dá tempo! — DooYoung tentou o motivar — Hoseok, liga pra ambulância.
— Estou ficando sonolento...
— Chega — Rise me soltou — Você não vai morrer — V a encarou não entendendo nada, mas ainda assim chorando — O frasco continha bala (nota: *tic tac*), se fossem remédios controlados você já estaria inconciente a muito tempo...
— Como não nos tocamos? — Jimin questionou envergonhado.
— Por que fez isso? — ele indagou.
— Cansei de você sendo fraco e fazendo drama, então resolvi te dar um choque de realidade e te mostrar que sua vida vale muito — a Rise é demais mesmo — Escuta fracote, e daí que no livro seu personagem fez milhares de coisas ruins? O importante é você fazer coisas boas agora; você tem uma família aqui, é amado por pessoas incríveis e que sabem o que você realmente é, dê valor a isso e pare de continuar sendo um bundão chorão;
Meu amigo ficou calado de cabeça baixa parecendo refletir sobre tudo que ocorreu e todas as palavras que garota a sua frente havia dito; e que todos já haviam dito; e ficamos em silêncio dando esse tempo para ele.
— Você está certa — a encarou — Obrigado por ter aberto meus olhos. Mas ainda não gosto de você!
— Posso te provar que gosta — ela sorriu o fazendo rir.

— Duvido muito.
Logo corremos até ele dando um abraço em grupo dizendo o quanto era importante para todos nós.
Passando um tempo o Jimin me chamou para conversar em um canto e indagou sobre o que eu queria, mas expliquei que estava tudo, por enquanto, resolvido que não precisaria mais da ajuda, entretanto, estava muito agradecida e sentia por ter o alarmado atoa.
O resto do dia estava tranquilo, V estava no seu canto quieto, mas era visivel sua mudança e isso me deixava muito feliz; o Jimin enviou mensagem no grupo chamando todos para jantar aqui em casa e o NamJoon falou para não se preocupar com as cervejas; dito e feito, trouxe bastante cerveja.
— Sua ideia foi brilhante Rise — DooYoung elogiou quando ficou apenas as mulheres na sala, os rapazes foram pra cozinha ver o que tinha para prepararem o ramen e preciso ressaltar que a cozinha estar parecendo uma feira.
— Nem tanto, vi isso na televisão e pensei, por que não? — rimos com a careta que ela fez.
— Faltava mesmo dar um susto nele — Jess começou a falar — O V pelo pouco, pouco mesmo que conheci, já dava para notar que é uma pessoa muito animada e que sempre arranja solução para tudo; é difícil acabar vendo alguém assim daquela maneira!
— Verdade. O importante disso tudo é que ele estar bem e vai melhorar ainda mais! -DooYoung comemorou sozinha e rimos da cara dela — Unnie — me cutucou — Por que está tão quieta?
— Ela sempre é assim? Não? — Rise estranhou a pergunta.
DooYoung fez bico.
— Não como hoje. Era para ela tá quieta com um sorrisinho de canto pelas circunstâncias — a DooYoung me conhece tão bem.
— Estou bem, fique tranquila... — a porta sendo aberta chamou minha atenção e vi o Suga entrar carregando uma caixa de bolo em suas mãos.
— Trouxe bolo de morango — falou fazendo todas comemorar — Vamos comer após o jantar. Já encomendaram?
— Bom, os rapazes estão preparando — Jess informou e o Suga arregalou os olhos perguntando "O quê?" e ela riu — Os seus amigos estão fazendo o jantar.
— Suicídio coletivo?! Vou lá especionar — e saiu indo para a cozinha.
Após um tempo todos de maneira organizada, começaram a arrumar à mesa, e nos sentamos envolta dela no chão (nota: as mesas de lá normalmente são baixas) e começamos a comer, enquanto JungKook contava sobre sua vida de entregador de pizza e as dificuldades no trânsito.
— Deixa de palhaçada — Jin se irritou com o JungKook reclamando dos taxistas — Lembra não? Você quase me atropelou!
— Yah, você estava no meio do caminho! — se defendeu.
— Eu estava na calçada! — o lembrou.
— Mas o lugar das motocicletas é na calçada! — aí começou todos a se meter e virou uma bagunça.
— Isso é mal da família Min, sempre acham que podem fazer o que bem entendem! — NamJoon começou a falar nem ligando para o olhar mortal do Suga e do JungKook — O Yoongi estacionava sempre errado e ficava furioso ligando para delegacia reclamando da multa.
— Você só estar me apontando para poder defender o Jin — Suga falou como se estivesse o desmascarando — Deixa seu namorado se defender sozinho!
— Não somos um casal! — os dois se irritaram com o branquelo.
— Claro que namoram. Estamos em pares! — mostrou eu e ele; Jimin e Jess; Hoseok e Doo; V e Rise e eles dois.
— Nós dois não namoramos! — V contestou.
— Ainda! — Suga falou com convicção.
— E o JungKook ? — Jimin indagou.
— Ele é a criança da casa, pois é o mais novo! — respondeu.
— Por enquanto.. — Jess deixou no ar me fazendo cuspi a àgua que eu tomava.
— Como assim? Jess... — Jimin ficou pálido achando que ela estava grávida.
— Nós descobrimos hoje cedo que a Sulkin estar grávida.
Todos ficaram com os olhos sobressaltados, boquiabertos e pálidos com a notícia; a latinha de cerveja que se encontravam nas mãos do Suga caiu, estourando no chão e eu queria correr para bem longe.
Fale com o autor