Notas iniciais
'-'
FELIZ ANIVERSÁRIO SÃO PAULO!!!!!!!!!!
kk
Tá velhiinha essa minha cidade!!!!!!! mais de 400 anos! kkkk
kkk
tudo bom meus amores?
eu fiz torta de limão. Quem quer? '-' tá uma delicia. eu acho. a aparência tá boa. u.u
Tá, como se eu fosse comer. Num quero, é doce demais.
Quero arvorezinha!!!!
*0*
kk
bem. er...
'-'
O cap. é meio romântico *0*
Então... '-'
Er...
'-'
eu amo esse bichinho
'-'
kkk
'-'
BOA LEITURA!

Pov. Bella.

Duas semanas depois.

--cansei.—me soltei dele.—esse filme é chato.

--chata é você.—mostrou a língua pra mim, mostrei de volta. Ficamos nessa guerrinha até ele me pender em seus braços e me beijar.

--quero ir pra casa e assistir algum filme beeeeeeem dramático.

--para chorar em meu colo?

--pode ser. Desde que podemos parar de imitar filmes.—dei de ombros. Ele riu e beijou minha testa.—estou brincando, estava legal.—o beijei e sorri maliciosa.-mas bem que poderíamos fazer outras coisas.

--vai desistir é?—sorriu malicioso enquanto eu desabotoava sua camiseta.

--não vamos passar nada demais.—passei a mão por seu peito e o beije levemente. Logo depois beijei seu pescoço.

--Bella?

--hum?—perguntei ainda beijando seu pescoço.

--vamos para o Toronto? (n/a Canadá)—perguntou.

--fazer o que lá?—afastei-me um pouco para vê-lo.

--passar o feriado lá. O que acha?

--hã..—fiz uma careta de confusão.—tá... claro.

Ele sorriu e me beijou.

--pode continuar se quiser.—sorriu malicioso. Logo me afastei.

--não, tenho trabalho de escola. Te vejo de noite.—o beijei de novo e sai de seu escritório antes que ele me prendesse lá. Me alimentei de um qualquer na rua.-não inocente, mas um bandido qualquer. Sou boa demais para matar inocentes.- e fiquei em casa estudando, esperando que Damon chegasse com a droga da pizza logo.

(...)

No Alaska.

--olha só que lindo!—exclamei ao ver meu boneco de neve pronto.—saiu perfeito. Sou demais!

--Bella, você só me entregou as coisas, eu que montei!—Damon passou o braço por meu ombro.

--detalhe. Se eu não tivesse lhe dado as coisas, não sairia perfeito1

Ele riu e revirou os olhos.

--vamos passear pelas ruas logo.—riu.

Revirei os olhos e voltei a caminhar pelas ruas com ele, deixando o boneco de neve de nariz de galho de arvore para trás. Tomamos chocolate quente, ficamos grudados um no outro por causa do frio.—mesmo que não o sentíssemos, mas estava bom fingir que sim.—e brincamos com a fumaça que saia de nossas bocas.

Voltamos tarde para o hotel, ficamos embaixo das cobertas vendo TV e eu não demorei muito para adormecer.

Três dias depois estávamos de volta a loucura de Nova York.

Ele trabalho, Eu escola, e assim ia indo. Continuando com a parte do trato de 70 dias com apenas beijos. Estava difícil.

De volta a NYC.

Movi a cintura mais uma vez e desisti. Ficou cansativo brincar de bambolê. Damon não chegava nunca de onde quer que tenha ido!

--é excitante demais ver isso, sábia?—me assustei ao ouvi-lo.

--Damon! estava ai a quanto tempo?—me aproximei dele.

--um tempinho.—me beijou.

--onde você estava?

-na casa de Stefan.

--hum... fazendo o quê?

--pedindo um negócio a ele.

--e o que seria?

--você já vai saber.—beijou minha testa.—vou levá-la para um lugar hoje.

--que lugar?—deitei a cabeça de lado.

--vá tomar banho e vista a roupa que deixar na cama, ok?

--hum.... tá. Mas que lugar?

--vai logo.—me empurrou para a escada.

Dei de ombros e fiz o que ele mandou. Logo tomei um longo e delicioso banho.

Em cima da cama tinha um plástico

preto. Quando o abri me surpreendi com o vestido vermelho que havia ali. Ergui as sobrancelhas confusa.

Dei de ombros e me arrumei, não entendo o porquê de estar tão formal. Depois de pronta.—com saltos pretos enorme.—desci as escadas e encontrei Damon na ponta, com Smoking.

--sério, para que tudo isso?—perguntei enquanto ele pegava minha mão.

--você já vai saber.—me beijou.

--vamos imitar quais filmes?—perguntei risonha. Ele deu de ombros.

--não sei. Só sei que acontece em filmes.

Ri de novo e o acompanhei até a escadaria que levava para o terraço do prédio.

Arfei quando vi como estava. Tinha até músico particular!

O céu estava aberto e estrelado, a lua já estava no centro, nascente. Havia uma mesa um tato pequena, forrada de toalha dourada e velas em cima dela, dois pratos e um carrinho com uma garrafa de vinho, taças ao lado e uma bandeja prateada fechada.

--uau.—falei baixo.

--sei que sou demais por organizar isso.

--sei que não foi você, foi Alice

--droga.-resmungou. Eu ri.—mas a ideia foi minha.

--por isso estou adorando.—o beijei. Ele se virou melhor para conseguir me beijar direito, antes que aprofundássemos demais o beijo, me afastei.—vamos?

--venha.—me conduziu até a mesa e puxou a cadeira para que eu sentasse.

--obrigada senhor.

--de nada.

O jantar foi até engraçado. Ele brigou por dizer que tinha que ser bem romântico. Mas não conseguíamos impedir as palhaçadas e as coisas comuns que fazíamos. Depois de comer lasanha e tomar vinho, os pratos saíram da mesa com um homem hipnotizado.—segundo ele, um prostituto no qual ele deixaria eu matar depois.—e a mesa ficou livre.

--então... acabou o jantar?—perguntei.

--não.

--vai me convencer a quebrar o tratado que fizemos de 70 dias de greve? Falta quatro semanas!—ele riu.

--não é isso.—olhou para baixo e respirou fundo.—acho que... se formos seguir o que pretendo nem... daria para quebrar isso.

--o que pretende?

--na minha época...

--velhote.

Ele me mandou um olhar feio que dizia para me calar e apenas ouvir.

--as famílias eram rígidas.—continuou como se não houvesse o interrompido.—eu quebrei as regras, é claro. Mas...

--regras de quê? Virgem até o casamento?

--sim...

--já somos casados.—ergui o dedo com a aliança. Ele riu fraco e a tirou de mim.

--não conta. Você foi forçada.

--mas eu adorei, era só pra fazer drama e charme.—revirei os olhos.

--mesmo assim... me deixe continuar por favor, estou sufocado e você está sexy demais o que me faz esquecer do que irei falar.—ralhou.

--desculpe.---me encolhi.—continue.

Ele respirou fundo antes de voltar a falar;

--enfim... Era diferente... ás vezes gostaria de voltar para aquela época, com você. Seria diferente. Eu... poderia fazer certo.

Fiquei confusa e segurei sua mão. Arrependimento batendo essa hora da noite? Arrependimento de quê?

--certo como?

--bem... nós...—ele limpou a garganta. Era visível seu esforço para continuar sério e ultra romântico.

Eu estava adorando isso. Não seu sofrimento, mas o momento em si.

--quando começássemos a namorar, eu não poderia ter feito algo a mais do que ter lhe roubado alguns beijos e levado-a para sair, segurando sua mão. Apesar de que mesmo no século passado, sei que não resistira e quebraria esta regra.—ri com ele. Depois ele ficou sério e eu continuei com o sorriso nos lábios.—mas... o certo seria eu ter... pedido ao seu pai antes, e no dia seguinte a levado para sair como agora, roubar dois beijos, talvez três. Dizer que iria ao banheiro, e até iria mas para tentar me acalmar e decorar o que falaria a você. E quando voltasse, a faria ficar de pé.—se levantou.

Meu coração se acelerou.

Ah, ele não vai ser clichê a esse ponto e me fazer chorar! Se ele fizer eu o mato quando estiver ‘sóbria’

--e... eu...—gaguejou um pouco, segurei a vontade de rir diante sua enrolação, vergonha e de tanto que ele era fofo assim.—ajoelharia em sua frente...

--eu vou te matar.—sussurrei.

--e lhe daria um lindo anel.—colocou uma caixinha em minha mão.

--sua morte vai ser lenta.—sussurrei com o maldito nó na garganta.

--e diria que você foi a melhor coisa que já me aconteceu, e que sem você eu não quero viver, que não gosto nem de pensar na ideia de ter um futuro sem você. Por que na verdade não existe futuro sem você, pois não existe vida.

--uma morte lenta e dolorosa.—sussurrei ainda mais baixo, ele sorriu de canto.

Ah se a lágrima caísse! Eu irei matá-lo!

--e diria que só quero viver com você, e que te amo mais que tudo. E que adoraria acordar todos os dias ao seu lado. Coisa que já faço. Mas enfim.—ri fraco com ele. Lágrima maldita, não cai!—e perguntaria a você...

--eu vou arrancar seu coração e comê-lo Salvatore.—respirei fundo em busca de ar. Ele riu fraco e abriu a caixinha preta. arfei com o anel.

--Isabella.

--desgraçado...

--você gostaria de se casar comigo?

Ar... Voz... Por que vocês estão em falta?

Procurei por minha voz que deu chá de sumiço e por fim consegui dizer, enquanto esticava a mão para que ele colocasse a droga do anel.

--sim...

Ele sorriu, colocou o anel e eu pulei em seu colo enquanto ele levantava comigo no colo. Apertei meus braços em seu pescoço e aprofundei mais o beijo.

--eu vou te matar.—disse contra seus lábios enquanto uma lágrima escorria no rosto. Ele riu.

--vai querer ficar viúva tão cedo?

--idiota.—ele apertou maus o braço em minha cintura.me afastei um pouco dele.—Alice que te comprou, não foi? Para organizar o casamento...

--não.—ele riu.—eu estava conversando com Stefan que queria te fazer chorar de felicidade.—passou o dedo por onde a maldita lágrima havia molhado meu rosto.—ai ela apareceu e disse que organizaria tudo. Não importava o que fosse. E então Elena sugeriu o casamento.

--e as palavras foram suas?

--foi difícil planejá-las, sabia? Estou a duas semanas fazendo isso.—revirou os olhos. eu sorri e o beijei de novo.

--ficou perfeito.

--sabe que Alice organizará o casamento, certo?

Suspirei pesadamente, já imaginando tudo.

Salão enorme, centenas de pessoas, fotógrafos, flores, música alta, bebidas caras, enfeites exagerados, vestido longo e detalhado...

--não quero nem pensar no que fui me meter.—balancei a cabeça negativamente. Ele riu e me beijou de novo.

Fiquei por mais um tempo ali com ele, até que ele decidiu que estava na hora de entrar. Mordemos os humanos, guardamos as coisas e voltamos para o quarto. Ficamos em seu quarto, eu não estava com a mínima vontade de trocar de roupa. Então meu vestido, na parte lateral da perna esquerda foi rasgado.

Ele já estava sem a camisa, eu só com o vestido rasgado.

--ainda falta 4 semanas.—o lembrei. Ele suspirou pesadamente.

--esse trato foi idiota.—resmungou.

--pense assim: vamos ter a lua de mel para compensar.—dei de ombros. Ele riu.—espero que seja no caribe.

--ah, aposto que Alice fará algo ainda maior.

Ri e o beijei de novo.

--não quero resistir.—disse subindo em cima dele.

--oh droga, sai de cima de mim! eu que não vou me controlar!

Ri e o beijei de novo. Seus dedos deslizaram por minhas costas, apertaram minhas nádegas e desceu até minha perna, deixando um rastro de fogo por onde passava.

--vamos acabar quebrando esse tratado ridículo.—disse de olhos fechados.

--hum....—encostei meu nariz ao seu.—coisas ridículas ficam melhor quando são quebradas. Essa é a beleza.—ri.

Ele riu comigo e me beijou novamente.

Quebramos o ‘tratado’ de 10 semanas. Mas não importava. Foi completamente diferente do ‘normal’. Por mais que fosse muito clichê e eu quisesse vomitar diante de tanta... fofisse. Eu adorei a forma como ele me tratou com carinho.

Por mais que eu achasse que depois de pensar sobre isso vomitaria diante de tanta coisa clichê, eu disse o bendito ‘eu te amo’ a ele várias vezes. Por mais que fosse clichê, fiz questão de ser lento e amoroso. Eu adorei cada parte desse momento.

Como Emmett diria para mim: O Amor te muda. Te deixa mais idiota.

Notas finais
E ai tudo beleza?
GOSTRAM DO CAP.??????????
*0*
Eu mudei meu perfil. *-* finalmente. Precisava de um novo em 2013. Aquele estava muito antigo. :S
Mas agora tá novinho. *-* Até a foto. Da Effy. man, Skins é DEMAIS!
kkk
'-'
ok, eu vou ver Once Upon A Time, TVD vou ver de noite com meus pais e meu amigo que vem dormir aqui. Tem uma festa hoje, da igreja, vamos virar a noite e ele vai dormir aqui. *-*
demais, não? *-*
Eu to meio Down. :S Sorry por não ser animada. Mas, ah sei lá, deve ser coisa da idade né? Adolescencia... :S sentimentos...
enfim.
'-'
comentem meus lindos e gostosos alfacezinhos. *0*
eu tenho MESMO que ir. :S to mal. '-' mas logo fico boa. :D
kkk'
amo vocês, meus lindos. *-* Ontem eu.... ia fazer uma coisa, mas ao pensar em vocês eu não consegui.
EMICIDA. VAI PASSAR EMICIDA E EU NÃO TO LÁ. A RITA LEE TÁ LÁ E EU NÃO VOU? POR QUE DEUS?
OH, VIDA TRÁGICA!!!!!!!
ç.ç
'-'
enfim.
'-'
Ah, da coisa que eu ia fazer. Era uma coisa ruim, ao pensar em vocês, leitores, eu não tive coragem de cometer esse erro. *-* Obrigada, vocês não sabem o quanto me ajudam! Obrigada mesmo.
Agora, eu vou indo. Comentem! agora posso responder reviews MUAHAHAHAHAHAAAHAA *-*
reviews, reviews, reviews!!! kkkkkkkkkk
Beijos com gosto de torta de limão para vocês. Ou, para quem não gosta de doce, com gosto de alface e/ou arvorezinha!!!
kk
fui!