Notas iniciais
Minha primeira Oneshot...espero que agrade!!

Eu dormia tranquila enquanto a chuva caia calmamente lá fora.

meus sonhos eram minha válvula de escape. Um artificio da mente para fugir da minha louca e corrida realidade.

Estava tudo como sempre, até que ele apareceu.

Um rapaz de pele branca como cera, cabelos pretos e cacheados dos olhos verdes como esmeralda. Ele sempre aparecia, é era sempre nessa hora que começava o terror.

O céu escurecia, as flores murchavam e o sol sumia. O perfume de rosas que dominava o ar era substituido por um cheiro forte de enxofre e sangue.

O lugar todo cheirava a morte. E em parte ela mesma aparecia para me levar com ela. Mas ele não deixava.

Era todo o dia a mesma coisa. Ele aparecia, tudo mudava, amorte chegava e tudo se desfazia em fumaça agridoce.

Mas dessa vez não foi assim. A figura maligna ecapuzada veio ao meu encontro. A foice suja de sangue brilhava para mim. Ele estava parado, vendo tudo de longe.

– Ajude — me, por favor! Isso irá me matar!

– Não posso!Lute! Lute Sophi!

A morte continuou caminhando em minha direção. Ela desferiu um gorlpe na altura da minha cabeça. Abaixei bem a tempo de sentir o vento roçar meus cabelos pretos e escorridos.

Acordei gritando e assustada. meu pequeno quarto parecia enorme agora. cada pequeno cantinho escuro me lembrava aquela figura horrivel. Olhei para minha direita e ele estava parado ali.

– Você...você não me ajudou! Queria me deixar morrer?!

– Não seria má ideia, porém, não posso fazer com que isso aconteça!

Ele era louco. Pulei da minha cama com a bochechas fervendo de raiva.

– Você e louco! Não me diz seu nome, me faz parecer louca na frente dos meus amigos e ainda quer me matar? Você deve me odiar muito mesmo!

– Pelo contrário, Sophi. Eu te amo mais do que qualquer outro vai amar. Eu te protejo como ninguém jamais te protejeu; e vou ser seu anjo para sempre!

Olhei incredula para ele. Os olhos dele brilhavam mais do que o normal. Eu sentia que algo aconteceria, mas ignorei.

– Você é realmente louco! Vamos! Me diga seu nome!

– Não me peça isso, Sophi. Eu te peço!

– Me diga!

– Não me force!

– Fale!

– Peça — me três vezes, que eu responderei. Me chamo Azazel!

Eu gelei quando ouvi seu nome. Como toda criança de família católica, conhecia aquele anjo, aquele nome.

– Não pode ser! Você foi mandado para o inferno!Não pode ser anjo- da — guarda!

– Anjo — da- guarda, não. Anjo da morte.

De repente todo barulho em volta sumiu. Minhas vistas escureceram. A última coisa que vi e ouvi foi aquela imagem negra encapuzada, com sua foice em meu pescoço, com Azazel falando ao meu ouvido:

– Eu te amarei para sempre, meu Anjo!


Notas finais
E ai?rewies?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!