Sweater Weather
17 Capítulo 16
Notas iniciais
POV NARUTO
Eu estava parado com Hinata no jardim da minha casa, estávamos nos beijando dentro do carro, que Kakashi havia me emprestado para sair com ela. Era dia 10 de outubro, dois meses depois do inicio das aulas e algumas semanas depois que eu e Hina começamos a namorar, também, o dia do meu aniversário de dezessete anos. Eu e ela tínhamos ido para a praia, passamos o dia lá. Estava um sábado lindo e estávamos totalmente apaixonados.
— Tá – ela disse, interrompendo nosso beijo – precisamos entrar. Já estamos aqui a pelo menos uns dez minutos.
— Ahhh, – eu disse, fazendo biquinho – vamos por favor ficar mais um pouquinho.
— Não, Naruto Uzumaki – ela disse, rindo, enquanto eu a enchia de beijos – vamos entrar, agora.
Eu assenti, fingindo estar bravo e nós finalmente saímos do carro. Quando eu e Hina entramos em casa, luzes se acenderam e papeizinhos coloridos caíram sobre nossas cabeças, muito papeizinhos. E eu pude ver todos os nossos amigos gritando “SURPRESA” e sorrindo para mim. Eu fiquei imóvel por alguns minutos, tentando entender. Mas depois, acabei rindo, e me sentindo muito feliz. Hinata sorria para mim e me abraçou, pedindo desculpas e dizendo que já sabia sobre a festa, por isso estava tão ansiosa para sair do carro.
Eu congelei quando vi uma pessoa vindo em minha direção. Meus olhos se encheram de lágrimas, quando vi a figura alta e velha de meu padrinho sorrindo para mim, com um presente em mãos. Jiraya tinha vindo para meu aniversario, mesmo dizendo uma semana antes que não poderia vir. Eu o abracei com toda a força do mundo e pude sentir ele retribuir o abraço com a mesma intensidade.
— Velho tarado, – eu disse, o chamando pelo apelido que eu dera a ele quando ainda era criança – você veio!
— Eu vim – disse ele, sorrindo e me entregando um presente – Agradeça a sua namorado depois, foi ela que preparou tudo. E sobre o presente, espero que goste.
Eu sorri para Hinata, que corou. E em seguida, abri o presente com certa ansiedade. Tirei os laços o mais rápido possível com violência e quando consegui finalmente abrir a caixa, o meu sorriso morreu. Era um sapo, de pelúcia, velho, grande, sujo e surrado.
— O que é isso, velho ? – perguntei a ele.
— É um sapo – ele disse, sorrindo. – E tem mais uma coisa aí dentro...
Olhei dentro do pacote e haviam duas fotos velhas. Senti meu rosto queimar quando vi a primeira foto, e uma lágrima escorrer de meus olhos. Na foto eu ainda era um bebê, segurava o mesmo sapo que estava no pacote de presente de Jiraya, e haviam duas pessoas ao meu lado. Uma mulher de cabelos compridos e vermelhos, sorrindo e segurando um bolo de aniversário com uma velinha acesa, um cara simpático de cabelos espetados e loiro, assim como os meus, os olhos dele eram azuis e se pareciam muito com os meus, ele me segurava no colo e sorria muito feliz.
— Eles são meus pais. – eu disse, não conseguindo me segurar, enquanto encarava Jiraya.
— Essa foto fui eu que tirei, no seu aniversário de um aninho. – explicou ele – Quando cheguei aqui na cidade ontem a noite, fui para a minha antiga casa, que agora fica vazia. Estava remexendo umas coisas e então achei essas fotos e esse sapo. Foi o ultimo presente que seus pais lhe deram.
— Obrigado, Jiraya – disse, sentindo que mais lagrimas escorriam de meus olhos – eu nem sei como agradecer.
— Não precisa agradecer – ele disse, sorrindo – só olhe a outra foto logo.
Eu a olhei e só consegui me sentir mais feliz. Eu ainda era um bebe, e estava no colo de Jiraya, que era bem mais novo do que agora. Tio Obito estava ao lado, fazendo uma careta para a câmera, meus pais abraçados sorriam e Tio Kakashi e Tia Rin estavam lá também, segurando Kaya, pequenininha, no colo. Mostrei a foto para eles, que não conseguiram se segurar e explodiram em risadas.
— Vocês se lembram desse dia ? – perguntou Tio Obito – Foi no batizado do Naruto, nunca vi Jiraya tão bêbado.
— Ei, em minha defesa, eu era o padrinho e estava nervoso – disse ele, parecendo envergonhado.
Eu consegui rir daquilo e segurar toda a vontade de chorar. Afinal, foi mesmo o melhor presente que já recebera em toda a minha vida. A única lembrança que tinha de meus pais. Fora isso, o resto da festa foi bem tranqüilo. Sasuke me deu um par de meias do Ben10. Esse imprestável, e ainda disse que sempre fora meu sonho ter uma dessas, mas ele se esqueceu que era meu sonho quando eu tinha sete anos. Itachi me deu um jogo de vídeo game, o que me deixou bem feliz, já que queria a tempos. Kaya me dera uma camiseta do meu jogador de futebol preferido. E o resto dos presentes foram bem normais.
A festa foi divertida, todos os meus amigos estavam lá. Nós conversamos, comemos e bebemos refrigerante, já que Kakashi e tia Rin estavam de olho em nós. Em geral eles não ligavam que nós bebíamos, mas ultimamente, Kaya estava abusando, então eles cortaram nossa porção de bebida diária. Eu até estava preocupado com ela, ela vivia bêbada por aí, mesmo assim, eu me sentia impotente, já que ela não gostava de falar sobre isso e fugia toda vez que eu ia em seu quarto para conversar. Então, eu apenas estava fingindo que estava tudo bem. E afinal, hoje era meu aniversário, eu queria aproveitar.
Todos foram para a casa lá pelas dez da noite, era um sábado, e mesmo assim todos quiseram ir embora cedo. Neji se ofereceu para levar Hinata para casa, mas ela disse que ajudaria a arrumar e que iria mais tarde. Kaya, Sasuke e Sakura ficaram para ajudar, enquanto Shisui e Itachi preferiram ir com os outros garotos para o bar, o que rendeu uma discussão habitual entre Itachi e Kaya, mas tirando isso, até que correu tudo bem nossa limpeza.
Sakura ajudou pouco, ela disse que não estava se sentindo bem fazia alguns dias, e Hinata e Kaya concordaram, dizendo que ela passava mal todas as manhãs no dormitório e que estavam preocupadas. Mas ela disse que ia visitar um gastrointestinal para saber o porquê dos enjôos matinais. Quando já havíamos limpado tudo, Sakura e Sasuke foram para a casa dele e Kaya se arrumou esperou Temari vir buscá-la, elas iam sair juntas e com Tenten, já que agora Temari e Shikamaru não transavam mais, e nem conseguiam ficar perto um do outro por muito tempo sem se sentirem desconfortáveis e Tenten e Neji também não estavam lá essas coisas.
Enfim, Tio Obito, Tia Rin, Tio Kakashi e Jiraya estavam no jardim, bêbados, sentados em uma mesa, rindo e conversando alto sobre coisas do passado. Eles estavam se divertindo, afinal, não era sempre que Jiraya estava por aqui, ele sempre estava viajando por aí, escrevendo seus livro de aventura.
Peguei meus presentes, com ajuda de Hina e levamos para meu quarto. A minha foto com meus pais eu coloquei em um porta-retratos, na mesinha ao lado da minha cama, e a dos meus tios com meus pais eu colocara no meu painel de fotos, onde já haviam várias fotos da família. Hinata se sentou na cama, me olhando inocente. Eu adorava aquele olhar dela.
— O que quer fazer, Hina ? – perguntei, me sentando ao seu lado – quer sair ? Kaya nos chamou para ir com ela para uma festa, você ta afim ?
— Na verdade, – ela disse, se levantando – eu ia te dar o meu presente, fui a única que ainda não te deu nada.
— Mas você ajudou a organizar a festa – eu disse, enquanto ela parava na minha frente – e também, se esforçou para trazer meu padrinho para cá.
— Eu sei, – ela disse, me olhando ingênua, mas com uma cara cheia de intenções, seu rosto estava corado e ela começou a desabotoar a blusa de bolinhas que usava – mesmo assim, eu insisto.
— H-Hina ? – eu disse, me sentindo bobo, quando aqueles peitos enormes apareceram em um sutiã rosa de rendinhas – O que está fazendo ?
— Estou te dando o meu presente, Naruto – ela disse, sorrindo com malicia, subindo a saia para cima e se sentando em meu colo – você não quer ? – perguntou ela, fazendo biquinho.
— Q-quero – eu disse, eu estava tendo o melhor dia da minha vida, só podia ser. – só foi inesperado.
— É, – ela respondeu, me dando vários beijinhos. Na boca, no pescoço, na orelha. Eu suspirei e fechei meus olhos. Eu tinha a melhor namorada de todas. – então fica quietinho e aproveita.
Eu jamais pensara que Hinata pudesse ser safada, era obvio que ela estava envergonhada. A cada movimento que ela fazia, eu podia ver seu rosto avermelhar mais, mesmo assim ela estava se esforçando para me dar prazer, e eu estava quase me derretendo a cada beijo que ela dava. Ela saiu de cima de mim e então se ajoelho no chão, e desabotoou minha calça. Me olhou com aqueles olhos claros e sorriu. Era oficial, aquele era o melhor dia da minha vida e a Hina era a mulher da minha vida.
Com um movimento rápido, Hinata abocanhou meu membro e eu quase explodi de prazer. Ela fazia movimentos lentos e delicados com aquela boquinha pequenininha e quente. Eu fechei meus olhos e joguei a cabeça para trás. Eu ia morrer se ela não fosse mais rápido, aquilo era quase uma tortura, mas era uma tortura muito boa. Ela começou a fazer movimentos rápidos e eu me segurei para não gozar na boca dela, já que pareceria que eu era um virgem idiota se o fizesse. Ela me olhou e sorriu, tirando o membro da boca. E então, começou a se despir na minha frente.
Tudo que eu conseguia fazer era olhar, com os olhos arregalados, aquele corpo maravilhoso aparecendo, quando ela finalmente tirou a saia, a calcinha e o sutiã, tudo de uma vez. Hinata era a garota mais bonita do mundo, e eu estava apaixonado por ela de um jeito inexplicável. Ela era perfeita, tinha peitos grandes, cintura fina e uma pele branquinha e macia. E eu só conseguia pensar no quanto ela era gostosa, quando a deitei na cama delicadamente e comecei a beijar aquela pele cheirosa dela. Ela suspirava, e a cada mordidinha que eu dava em sua barriga, deixava uma marca vermelha. Apertei seus peitos com vontade e chupei com certa violência, enquanto ela gemia baixinho, e isso me deixava louco.
Eu retirei toda a minha roupa rapidamente, e a olhei antes de beijá-la novamente. Seu rosto estava vermelho e ela sorria com certa timidez. Seus olhos claros estavam brilhando e seus cabelos compridos estavam espalhados pelo travesseiro. Eu a beijei com paixão, ela era, sem dúvidas, a mulher de minha vida.
Antes de preenche-la com meu membro, que já estava pulsando de tesão, eu usei meus dedos e minha boca. Ela estava molhada e gemia baixinho, com certa timidez, enquanto eu a tocava com movimentos lentos. Ela cruzou as pernas em volta da minha cabeça, e começou a gemer mais alto, e eu percebi que ela iria gozar. Continuei os movimentos até que ela gemeu meu nome e então tremeu todo o seu corpo, enquanto chegava ao ápice. Ela me puxou pelo cabelo até seu rosto e nós nos beijamos novamente.
— Naruto, – ela disse, com o rosto vermelho e fechando os olhos – eu quero que a minha primeira vez, seja hoje.
A encarei por alguns segundos, tentando tomar a decisão certa. Eu queria fazer isso, mas não sabia se seria uma boa idéia, eu queria que fosse perfeito e especial para Hinata, e não sabia se seria tudo isso se fizéssemos isso no meu quarto.
— Hina – eu disse, olhando em seus olhos quando eles se abriram – tem certeza ? Você não prefere que seja em um lugar mais romântico ?
— Não – ela respondeu, sorrindo – eu quero que seja hoje, agora, com você.
Peguei a camisinha, que havia na gaveta da mesa ao lado (meus pais tomavam o cuidado de colocá-las lá, no meu quarto e no de Kaya, para evitar acidentes, eles não queriam netos tão já), coloquei rapidamente e então a preenchi com meu membro. Fiz movimentos lentos para que ela não se machucasse, e ela parecia estar gostando. Em determinado momento, ela pediu para que eu parasse e trocou de lugar comigo, tomando as rédeas da situação e sentando lentamente em mim, aumentando a velocidade gradualmente. Ela parecia estar mais confortável nessa posição, pois assim, poderia controlar para que não sentisse dor.
Ela fazia movimentos tão rápidos, que eu só conseguia revirar os olhos e apertar a cintura dela. Eu ficava observando-a, enquanto ela jogava a cabeça para trás com os olhos fechados e rebolava em mim, ela estava linda, com aqueles cabelos longos e aquela cintura fina. Ela se jogou em cima de mim e nos beijamos enquanto gozávamos juntos. Hinata se deitou na cama ao meu lado, ofegante, enquanto eu jogava a camisinha fora, no lixo que havia embaixo da mesinha.
Ela me observava, deitada, nua, com o rosto levemente corado e o corpo inteiro brilhando com o suor. Ela sorriu para mim, quando eu a aconcheguei entre meus braços e eu sorri de volta, encarando aqueles olhos lindos. Eu só conseguia pensar em uma única coisa...
— Eu te amo, Hinata – eu disse, e ela pareceu surpresa. Seus olhos encheram de lagrimas e ela sorriu.
— Eu também te amo, Naruto – disse ela, e se deitou em meu peito.
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