Survivors
3 Capítulo Dois - Decisões
Notas iniciais
E ai minha gente, saindo mais um capítulo quentinho.
Bora lá!
Nem tente se atrever a perguntar há quantas horas estou na estrada. Esse sol escaldante, essa falta de água e principalmente de uma companhia para poder conversar estavam me enlouquecendo.
— Ahh cale-se. Não aguento mais esses pensamentos negativos e idiotas dentro da minha cabeça. — Falei xingando meus próprios pensamentos. — E essa voizinha besta, ah calem a boca ai dentro. — Bati na minha própria cabeça fazendo cara feia por causa da dor no mesmo estante. — Merda de apocalipse. — esclareci.Andei mais alguns metros ate me agachar próxima a uma árvore na beira da estrada. Retirei a mochila das costas e bebi o restante da água que tinha. Sempre mantive minhas coisas prontas para alguma fuga, àquela noite no acampamento não foi diferente. Depois de destravar minha pistola e colocar minhas facas da bainha do cinto a única coisa que tive tempo de fazer foi colocar a mochila nas costas e partir. Dentro dela tinha duas mudas de roupa, uma garrava de água que agora já estava vazia, algumas barrinhas de serreais, alguns enlatados e munição. Eu tinha duas pistolas na cintura, uma simples e a outra com silenciador. No cano do coturno que vestia ainda tinha uma faca escondida. Claro que eu torcia para nunca ter que usa-la, mas nunca se sabe ainda mais nós dias de hoje. Eu ainda tinha outra faca que carregava na cintura, eu a usava para matar alguns errantes que tinham o azar de atravessar o meu caminho.Puxei o mapa que carregava na lateral da mochila e o abri. Analisei com cuidado as rotas que deveria seguir e tracei o melhor caminho de chegar ao meu destino.— Bora lá então. Não deve estar tão longe. — Incentivei-me.Coloquei a mochila nas costas e comecei a minha longa caminhada. Vocês devem estar se perguntando para que diabos de lugar essa garota esta indo, para o inferno só pode!— Ah não, isso seria impossível. Afinal eu já vivo nele. — respondi a minha própria pergunta. Encarrei a estrada em frente e segui. Há muito tempo eu não ia para o interior, na verdade há anos. Não consigo lembrar direito se a ultima vês que estive aqui foi em alguma data comemorativa ou em um passeio rotineiro. Alguns km dali tinha uma grande fazenda. As quais passei longas ferias, tardes quentes e invernos regados a chocolate quente e marshmallow assados na lareira. Era uma grande casa branca aconchegante. A melhor coisa era acordar de manhã com o galo cantando e sentir aquele cheirinho de café passado e de pão de caseiro quentinho. Meu estomago roncou com aquelas memorias.— Droga fique quieto, daqui apouco você esta gemendo mais que alguns zumbis. — Falei apontando para minha barriga. — É definitivamente estou ficando louca. — Quando subi meu olhar não consegui acreditar no que estava vendo. — CALAAA A BOCAAA. — Gritei. Agora sim enlouquecida. — Fazenda Green, fazenda Green. Caralho não acredito que achei você. Corri para o portão que se mentia fechado, torcendo para que Tio Hershel, Maggie, Beth e companhia estejam bem e com comida. Afinal eu estava quase morrendo de fome.Parei bruscamente antes de chegar ao portão. E se todos tivessem morrido? E se não tivessem mais ali? Eram muitos — E se — E esse mundo não era mais para pessoas que tinham tempo de pensar nesses detalhes. Tirei a pistola do cinto e destravei a mesma. Fui ate o portão e o abri. Respirei fundo e segui pelo caminho que levaria ate a casa.
Notas finais
Gostaram? Amanhã tem mais.
Beijos e abraços. :*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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