Survivor Game
1 1.Nossas vidas!
Notas iniciais
Olá nem sei se tem alguém ai...
Bem essa historia e dividida então temos a visão do narrador e das duas personagens principais que sera sempre simbolizada por um 'X' na mudança de narração.
P.S: Essa estoria não segue a linha do tempo da serie muito menos do Hq.
Mudarei a capa depois...
Boa leitura!
Foi tudo começou tão rápido é ao mesmo tempo tão devagar tudo por debaixo dos panos e quando tudo explodiu era tarde demais para a humanidade. Os dias anteriores antes de tudo acabar estava agitado os fatos sendo manipulados pela mídia e pelo governo seis noites depois todos trancados dentro de casa com medo da nova “Doença” assistindo os noticiários que passavam direto na internet mil e uma teorias sobre tudo aquilo.
“Boa noite”.
Despedir-me da minha mãe antes de ir dormir no quarto eu e minha irmã seguimos rumo ao quarto onde deitamos e ficamos conversando por mais um tempo antes de dormir. Naquela noite sonhei como nunca e descansei que nem uma criança.
“Ei, acorda”.
Minha irmã me balançava frenética sem fazer muito barulho na tentativa de me acordar. Abri meus olhos e levei alguns segundos para despertar completamente.
“O que foi? Ainda ta de noite”.
Reclamei notando a falta de luz solar invadindo as cortina do quarto.
“Fala baixo eles estão na porta”.
Ela colocou o indicador perto dos lábios foi ai que ouvir algo se chocando contra a porta e ruídos desconhecidos.
“Do que esta falando?”.
Olhei confusa sem entender nada do que estava acontecendo levantei rapidamente dando uma rápida olhada no quarto e vi que a porta estava bloqueada com alguns moveis.
“Eles existem e estão aqui... Os zumbis”.
Seu corpo tremia, mas seus olhos estavam firmes como nunca.
“Ta de brincadeira”.
Sorri nervosa sabia que minha irmã não estava brincando quando olhava daquele jeito.
“Eu vi com meus próprios olhos”.
Ela se afastou.
“Nossa mãe?”
Perguntei nervosa ela apenas negou com a cabeça pude concluir que um dos que se chocava contra a porta era nossa mãe. Ficamos-nos entre olhando por um tempo e finalmente chegamos a uma conclusão e assim fizemos sem outra escolha e fomos rumo a nossa sobrevivência.
Eu desci da cama minha Irma me deu o cabo do rodo que ficava no armário dentro do nosso quarto ela tava com o da vasoura. Pegamos duas mochilas para pegar alimentos com cuidado removemos os moveis que estava na porta e num piscar de olhos seis deles entraram fomos tomada por um medo horrível alguns veio para cima de mim coloquei o cabo entre mim e os três mortos por sorte eu conseguir aguentar a força deles que não parece tanta quanto imaginava, mas ainda sim conseguiam me empurrar a ponto de me encurralarem na parede não tinha como sair dali eu iria morre e não queria e para meu completo desespero ouvi os gritos de minha irmã.
X
Estávamos perdidas desde o acidente e acabamos por perder a noção do tempo afinal ninguém vai ficar marcando os dias enquanto corre de mortos-vivos. Também nunca ficamos muito tempo com outros sobreviventes já que eles tentem a atrapalhar nunca acreditamos que a humanidade pudesse se reergue e graças a essa mentalidade descartada podemos fazer de tudo para sobreviver com consciência leve.
Paramos numa cidade pequena e nos abrigamos ali temporariamente, faz alguns dias, estávamos caçando algo ali perto e como não havia ninguém vivo por perto fomos juntas e para nossa sorte encontramos dois coelhos e um ninho com três ovos, tiramos a sorte grande.
Conseguimos voltar antes do sol se por assamos a carne e cozinhamos os ovos e tivemos uma ótima refeição há meses então pudermos descansar para no outro dia deixar o abrigo e seguir nosso caminho não queríamos nos arriscar e pegar uma horda de mortos-vivos migratórios.
“Devemos ir logo”.
Falou a mais nova na porta pronta para partir.
“Espera, tenho que pegar algo”.
A mias velha vasculhou a cozinha pegando algo e colocou na bolsa voltou para a porta de saída e finalmente seguiram rumo pela estrada. Por sorte apenas apareceram alguns mortos nada que pudesse atrapalhar a viagem.
Havia passado três cidades após a que saímos e decidimos ficar ali para descansar já que eu não estava me sentindo muito bem provavelmente havia contrariado algum tipo de resfriado. Antes de nos estalarmos andamos pela cidade para conhecê melhor e traça rotas de fugas depois procuramos com cuidado uma casa mais camuflada que tivesse e ficamos nela uma bem pequena e baixa atrás das fileiras de casas existente ale.
“Começaremos a Limpeza”
Avisou a mais nova segurando kusarigama. Achei muito inteligentes termos entrado numa casa de um fanático por armas orientais e ocidentais ate ficaria feliz se não tivéssemos naquele estado humanitário.
A mais nova bateu na porta forte o suficiente para que todos os mortos dentro da casa ouvissem não demorou e três deles aparecessem se chocando na porta desesperados. As duas irmãs me prepararam a maior abriu a porta os deixando sair. A mais nova habilmente jogou a corrente de sua Kusarigama e prendeu dois deles atingindo em suas cabeças a lamina de sua arma, a mais velha que ficou com o ultimo balançou seu Warhammer weapon acertando a cabeça do morto entraram e verificaram tudo antes de se acomodar no local.
“Devemos ir atrás de algo para comer?”
Sugeriu a mais velha tendo não encontrado nada na cozinha.
“Sim, mas você fica não tem condições de sair”.
Concordou a mais nova dando as condições.
“Nem pensar que eu deixarei você ir lá fora sozinha”
Contestou a mais velha.
“Eu quem o diga... Você não vai a lugar nenhum desse jeito então deita essa bunda na cama e descanse eu volto antes do sol se por”.
Falou autoritária e saiu antes da maior contestar novamente e que sem escolha a maior só pode obedecer.
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