Notas iniciais
Bem, não teve muita coisa por que eu estava com dificuldades, mas tá aí. Não tem previsão para o dia que vou postar o próximo capítulo, talvez dia 20. Espero que gostem, boa leitura!

Quando me disseram sobre a praga, muitas coisas passaram pela minha cabeça, principalmente como seria o futuro e imagens das pessoas que eu amava sendo devoradas por aquelas aberrações ambulantes. Eu tive que me desfazer de tudo, das amizades, dos sentimentos, de todo tipo de coisa que me lembrava ao passado. Tornei-me uma pessoa mais fria e quase sem emoções, claro que ainda resta um pouco de humanidade em mim, mas a maior parte da mesma já se foi há muito tempo.

Meu nome é Sam, eu tenho 19 anos e sou de Sunbury, uma cidade da Pennsylvania. Isso tudo é um Inferno, eu não sei se vou conseguir viver nesse mundo, mas eu sou forte e consigo seguir em frente. Se eu quisesse desistir eu já teria pegado a minha .38 e dado um tiro na boca. Vivemos em um mundo em que só os fortes sobrevivem e eu quero ficar vivo, mas se eu sobreviver eu tenho a consciência que nunca mais vou ser o mesmo.

O impacto foi muito grande para mim, eu acho que foi para todos. Lembro-me do primeiro caso que foi uma semana antes dessa merda toda acontecer, eu tinha visto no jornal que um homem na Georgia foi atacado por uma pessoa que se movia lentamente e estava machucada. Ele acabou morrendo. Não me preocupei muito, só achei um pouco curioso e de repente BAM! Havia uma grande epidemia na Georgia e nos estados vizinhos. A doença era tão forte que podia matar, mas ninguém sabia que a vítima poderia uma hora outra acordar. E quando eu digo isso não é como acordar de um sono, a pessoa volta totalmente diferente, o sangue não circula mais o que faz a pessoa ficar pálida e não consegue exercer as funções que o cérebro de uma pessoa normal faria. O sistema nervoso está de morto de certa forma, ele cumpre sua função sem muita eficácia, mas o que mais muda é o fato de eles serem carnívoros e consequentemente eles atacam os animais e os humanos, qualquer ser vivo em sua frente. Mas isso eles conseguem fazer direito, apesar de estarem parcialmente mortos eles ainda são uma ameaça. Sozinhos são lerdos e burros, mas em grupo são muito perigosos e eles agem e se movem como um só.

Em resumo, temos que viver se escondendo e lutando para sobreviver, todas as regras da sociedade já se foram, tudo o que era antes já se foi. Não é fácil viver em um mundo assim, a doença é tão devastadora que dentro de uma semana mais da metade da população dos Estados Unidos morreu.

Notas finais
Desculpa pessoal, é só isso. Eu prometo que os próximos capítulos vão ser bem mais longos do que esse! Deixem seu review ou crítica para me ajudar a melhorar. Espero que tenham gostado o/