Survive, Horror In Raccoon City – Resident Evil
3 Maio de 1998 – 4:30h am “A Promessa”
Soe caminhava com dificuldade, mesmo eu a ajudando, descemos até a parte mais baixo do prédio chegando na galeria de esgoto, sorte nossa que era um lugar iluminado. Caminhávamos pelo esgoto, meio que sem rumo, pois não tínhamos o mapa, estávamos nos orientando pelos nomes da rua gravados na paredes, de repente ouvimos barulho de tiros e gritos, quando vimos um Agente da Umbrella correndo na galeria, logo pedimos ajuda, mais ele não parou, passo direto, como se tivesse fugindo de alguma coisa, Soe logo fico com medo, ouvimos que alguma coisa aproximava correndo, e que não parecia ser passos humanos, avistei um porta ali perto, peguei Soe pelo braço, e nos escondemos, o som de passos se aproximava cada vez mais, mais passo direto, como se aquele agente fosse o único alvo dele, foi quando ouvimos um grito de dor muito alto e em seguida um grande estrondo, ficamos ali naquela sala estáticos, de qualquer forma teríamos que sair dali, saímos com cautela e fomos na mesma direção em que foi o agente da Umbrella e o encontramos morto no chão com o peito dilacerado e um grande buraco no teto que levava direto as ruas de Raccoon City. Percebi que havia um arma no corpo do agente e a peguei, Soe pegou uma bolsa de primeiros socorros e um Radio comunicador, continuamos a procurar um modo de sair dali, andamos mais um pouco e encontramos uma escada que ligava até um buero que por coincidência era perto de onde eu morava, aquilo levanto meu animo como nunca. Eu e Soe então saímos finalmente dos esgotos e estávamos nas ruas de Raccoon City, andamos e fomos encontrando poucos zumbis pelo caminho, alguns nos matávamos, outros ignorávamos, até chegar na rua da minha casa, que estava completamente destruída, aquilo me deixo preocupado, só pensava em encontrar minha mãe. Chegamos na frente da minha casa, peguei minhas chaves e entrei gritando por minha mãe, mais ninguém respondia, ao entrar Soe desmaia e soava muito, foi quando percebi que ela queimava em febre, carreguei ela até o sofá ali perto e a deitei, subi e fui até os quartos, mais não havia ninguém, aquilo me deu um desespero, encontrei o celular da minha mãe na mesa de cabeceira e mais nada. Desci muito frustrado e preocupado, e esperei com que Soe acordasse.
Soe acorda com muita dor no peito, foi quando ela começou a tossir sangue, dei um copo com água pra ela, mais ela não aceito, ao ver seu sangue em sua mão começou a chorar; “Não quero virar um deles”; disse ela muito assustada então sem ter o que disse ali falei; “Não vou deixar nada de ruim acontecer com você é uma promessa.” Ela então acenou a cabeça negando, não acreditando no que eu falava; “Não precisa fazer uma promessa, na qual você não poderá cumprir, eu sei o que vai acontecer comigo, só te peço uma coisa, quando eu virar um deles, não exite em me matar.” Percebi então que por mais que não parecesse, Soe era forte e aceitava o que estava acontecendo com ela, mais de alguma forma eu não aceitava, me sentia um pouco culpado, foi quando então o celular com sinal Via-Satélite começa a tocar, atendemos rapidamente e era Lílian, aquilo nos deixou mais aliviado. Lílian não acreditava que nós tínhamos sobrevivido, foi quando ela pergunto se estávamos bem, quando ia responder, Soe diz; “Estamos sim, nada de grave nos aconteceu.” Fiquei olhando pra Soe e não entendi por que ela mentiu. Lílian então combinou de nos encontrarmos na igreja da Cidade, e antes de disser qual delas a ligação foi cortada e perdemos o sinal. Perguntei pra Soe por que ela mentiu ao disser que estávamos bem, ela respondeu que não queria preocupar mais ninguém. Peguei a mão dela e disse; “Vou te ajudar a sair dessa.”, ela me olhou não muito animada, quando de repente o radio comunicador que havíamos pego do agente da Umbrella começa a tocar, como não era nosso, atendemos e ficamos em silencio e ouvimos o seguinte; “Corben ainda bem que você atendeu, achei que era o único a sobreviver, felizmente consegui recuperar a amostra, agora podemos sair desse inferno. Vender a cura do próprio vírus a Umbrella, foi uma idéia de gênio, vai garantir nossa aposentadoria até a próxima encarnação, me encontre na frente do Zoo de Raccon, e cuidado, não quero ser o único a usufruir dessa grana facil.” Quando ouvi a palavra cura, isso me deixo muito entusiasmado abri até um leve sorriso, como se eu sorrisse pra sorte, olhei pra Soe e logo ela percebeu o que eu tinha em mente, só que ela não concordou, disse o que garantiria que ele iria entregar a cura assim tão fácil, e também, tinha a Lilian, nós combinamos de encontrar ela. Então eu levantei e disse “O Zoo fica a dez minutos daqui, e é o caminho pra igreja mais próxima, nós não sabemos que igreja ela vai estar, bem eu vou lá, eu vou cumprir com minha promessa”. Soe então me olha e escorre uma lagrima do olho dela, logo ela enxuga e abre um sorriso de esperança.
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