Surreal (Klaus e Caroline)
11 Seu presente de Natal
Notas iniciais
– Klaus já passou da meia noite – eu apontei para um relógio na rua – já é natal!
– Feliz Natal Caroline – ele disse olhando em meus olhos e sorrindo de lado.
– Feliz Natal – eu respondi e nos abraçamos.
Então ele entrelaçou nossas mãos e fomos andando, a nevasca havia coberto toda a rua no entanto havia cessado naquele momento.
Quando passamos em frente a uma praça com pinheiro totalmente brancos pela neve, eu parei observando e Klaus fez o mesmo.
– O que foi? – ele perguntou olhando na mesma direção em que eu olhava.
– É lindo não é – eu apontei para o pinheiro mais alto do parque, onde estava com uma estrela no topo.
– Sim, mas acho você muito mais – ele disse me puxando para um abraço apertado.
– Você esta saindo um grande galanteador senhor Mikaelson – brinquei e então ele me olhou com uma expressão seria e pegou minha mão.
– Eu Te Amo — meu corpo ficou paralisado com as palavras que ele pronunciou, eu sabia que era pra valer porque seus olhos brilharam de um modo que um nunca havia visto antes.
Eu não sabia o que responder, não estava segura ainda de responder “Eu Te Amo” pra ele também, porque não estava certas de meus sentimentos, sim eu gostava dele, mas seria ao ponto de amar?
Percebi que ele ainda esperava uma resposta e então eu o beijei e ele retribuiu numa intensidade fora do normal um beijo profundo e avassalador.
Quando nos afastamos eu deitei minha cabeça em seu ombro, e ele passou a mão por detrás de mim e andamos juntos só parando quando chegamos em frente a minha casa.
– Boa Noite Caroline – ele disse encostando os lábios em minha mão, e se virando para trás com intuito de ir.
– Espera – eu segurei sua mão – você não quer subir, ainda tem um pouco de vinho – ele sorriu maroto e então entramos em casa, nossas mãos ainda unidas.
– Fique aqui, vou buscar o vinho – falei e ele soltou minha mão se jogando no sofá e tirando seu sobretudo.
Fui a cozinha peguei a garrafa de vinho que estava pela metade e duas taças, e voltei a sala Klaus estava sentado com os cotovelos apoiados nas coxas as mãos sustentando a cabeça, então eu peguei a garrafa e coloquei em cima da mesinha de centro.Tirei meu casaco e me sentei no sofá.
– O que foi? – perguntei o encarando.
– Nada – ele respondeu.
– Klaus...
– Ok – ele respirou fundo – você não me respondeu como eu esperava.
– Klaus, eu ainda não sinto tudo isso por você – respondi e vi que foi como se eu tivesse enfiado uma estaca em seu coração – eu não sinto isso ainda...
– E é isso que me preocupa – ele se levantou – você nunca chegar a sentir...
– Chega – eu me levantei o virando e pousei minha mão delicadamente em seu rosto fazendo carinho e o beijei, meu beijo era sem duvida apaixonado e urgente, e como na outra noite ele me beijou com calma e urgência, aquilo só me fazia querer ele mais e mais.
– O que você esta fazendo? — ele perguntou sorrindo.
– Vou lher dar seu presente de natal...
Dei um impulso no chão e Klaus me pegou no colo fiquei com as pernas entrelaçadas em sua cintura e ele colocou a mão em minha pernas sustentando meu peso, e então me prensou na parede me beijando com desejo.
Logo estávamos andando pelo corredor do meu quarto, intercalando entre parar no corredor e nos beijarmos loucamente e ir para o quarto até que enfim chegamos.
Ele me jogou na cama ficando sobre mim e segurando os meus braços e beijando meu pescoço aquilo estava me levando a absoluta loucura.
Logo ele havia liberado minhas mãos e eu o ajudava a tirar a camisa, olhei maliciosa passando a mão suavemente por seu peitoral e abdômen, ele me olhou com seu melhor sorriso e começou a morder levemente minha orelha me fazendo arrepiar, enquanto eu arranhava suas costas, depois ele começou a morder meu pescoço levemente enquanto eu dava leves puxões em seus cabelos.
Ele parou de morder meu pescoço e me fez sentar na cama tirando minha blusa me deixando apenas com o sutiã que por Deus era o mais sexy que eu tinha.
Ele parou por um segundo meio que me contemplando como se estivesse admirando uma perola preciosa, mas logo ele já me deitava na cama novamente descendo seus beijos dos meus ombros para entre os meus peitos e foi para minha barriga e parou quando chegou perto dos botões de minha calça, e subiu novamente até o ponto inicial.
Eu estava cansada de ser provocada e então resolvi provocar, rapidamente inverti as posições e agora ele estava embaixo de mim, e eu comecei a beijar seu pescoço dando pequenos chupões enquanto percebi que ele desabotoou meu sutiã e o tirou, eu parei por um instante e ele me olhava sorrindo, então eu voltei a beijar seu pescoço descendo os beijos até seu abdômen, e por onde eu passava beijando logo minhas mãos arranhavam o lugar, percebi que eu estava enlouquecendo ele.
Ele então se sentou, agora eu estava no colo dele, ele desabotoava minha calça e eu a dele, e juntos tiramos as calças ao mesmo tempo, ambos só com as peças de baixo.
Ele me olhava maravilhado como se fosse uma coisa de outro mundo, mas eu entendia eu estava o olhando do mesmo jeito, maravilhada com aquilo, como se no mundo não existisse nada mais belo que aquilo e que também eu teria a posse daquilo só para mim só eu pudesse tocar e um desejo incontrolável cresceu ainda mais dentro de mim, ele precisava ser meu assim como eu precisava ser dele.
Ele massageava meu seio esquerdo enquanto eu segurava forte em seu quadril e beijava seu poscoço, e então ele foi me deitando na cama ficando sobre mim, nossos corpos colados e só separados por duas finas peças intimas, ele desceu a mão pelas minhas coxas a apertando e me beijando com prazer.
E então ele desceu os beijos até perto de minha intimidade, e tirou minha calcinha devagar beijando em volta, quando ele voltou por um total impulso meu eu rasguei sua cueca.
– Era sua favorita? – falei e nós nos olhamos rindo, mas o riso logo cessou e nos encaramos até que finalmente ele me tomou por sua.
Éramos como o yin e yang, como se estivéssemos esperado milênios separados e enfim tivéssemos nos encaixado, uma sensação totalmente maravilhosa, que eu só senti com Klaus e por alguma razão eu sabia que Klaus sentia o mesmo.
Klaus alternava entre um ritmo acelerado e lento, o que dava ainda mais prazer, me fazendo enlouquecer, e no meio de tudo isso eu sorria, por ser pra mim a coisa mais maravilhosa do mundo, nunca havia experimentado algo assim, e a sensação era tão boa que por mim podia ser eterna.
Até que como se tivéssemos combinado eu e ele chegamos ao ápice juntos, e cada um se jogou pra um lado da cama sorrindo e completamente satisfeitos. Eu me joguei sobre ele novamente mas agora encarava aqueles olhos azuis.
– Eu te amo – falei e me aninhei em seu peito, ele começou a fazer carinho em meu cabelo e não demorou muito para mim adormecer.

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