Surprises of Fate

38 Capítulo 37 - Katherine Pierce Part II


Notas iniciais
Olá pessoas de corações cheio de amor que quase não me ameaçaram pelos comentários. Sou uma autora bem legal e em dois dias estou aqui novamente atualizando, obrigado pelos comentários (mesmo que em quase todos eu fui ameaçada) fiquei super feliz! Gente vcs ficaram tão loucas querendo me matar que nem pensaram em uma coisa que eu achei que todo mundo ia perguntar pelos comentários "porque diabos a Elena tá na casa do Damon, se ele deixou ela em casa antes de ir trabalhar?", tá vendo nem perceberam isso! Tudo, exatamente TUDO que está acontecendo na fic é necessário pra o relacionamento dos dois, eles precisam amadurecer muito para ficar juntos definitivamente e alguns fatos vão obrigar eles a "crescerem". Capítulo todo POV Elena!!! Boa Leitura!

Damon tinha me deixado em casa há pouco tempo, apesar dele está tão cansado quanto eu ainda precisava trabalhar. Desfiz minhas malas e guardei em uma parte do meu closet todos os presentes que eu e meu bebê tínhamos ganhado da família do Damon, tudo era realmente encantador.

Depois de algum tempo organizando isso e preparando algo para comer, conversei com a Caroline pelo skype por alguns instantes e pude contar alguns acontecimentos desse final de semana, a minha amiga era pura felicidade ao saber que o Damon agora está aceitando a ideia de ser pai, avisei também que eu precisava conversar com ela assim que voltasse sobre algo bem importante e apesar de muita insistência dela para saber informei que era assunto para tratar apenas quando ela voltasse. Não achava justo estragar a viagem dela informando que eu iria me mudar do nosso apartamento, pois eu sabia que ela iria acabar perdendo a alegria de curtir os últimos dias em Londres.

A parte que eu mais odiava em ter Caroline viajando era não ter nenhuma companhia e como eu estou de férias e Damon está trabalhando, eu acabava sempre ficando sozinha. Depois de assistir quase todos os canais da TV a cabo acabei pegando no sono.

*

Acordei depois de algumas horas sentindo algumas cólicas e aquilo me deixou bastante alarmada, lembrei das recomendações da minha médica sobre eu ter bastante cuidado nesse período que o meu bebê iria ter um crescimento repentino e uma angustia tomou conta de mim em apenas pensar que algo poderia está errado. Não queria tirar Damon do trabalho, e a única pessoa que me vinha em mente era o Cary, disquei rapidamente seu número enquanto acariciava minha barriga tentando amenizar aquela dor.

Por puro azar meu amigo não atendeu e aquilo me deixou ainda mais angustiada por está sozinha, como eu tinha a chave da casa de Damon resolvi não arriscar ficar no meu apartamento sem ninguém e arrumei algumas coisas para ir a casa dele. Mary estaria lá e com certeza ela saberia como me ajudar com esse pequeno incômodo, optei por não ir dirigindo e peguei um táxi até lá.

Paguei a corrida ao chegar e entrei na casa, pude escutar o cantarolado da Mary e sorri com aquilo, cheguei à cozinha e ao me ver ela abriu um enorme sorriso.

— Oh querida, não sabia que você viria para cá, por pouco você me encontrou.

— Eu não estava me sentindo bem e como estava sozinha em casa preferi vim pra cá — sorri enquanto acariciava minha barriga.

— O que você está sentindo? — falou preocupada enquanto largava o tomate que cortava.

— Cólicas, e isso está me deixando preocupada — suspirei — minha médica avisou que talvez eu fosse sentir alguns incômodos porque o bebê cresceu bastante durante esses dias, mas fico receosa...

— Você fez certo de vim para cá, vou fazer um chá para você.

Sentei na cozinha americana e enquanto Mary fazia meu chá e seus outros afazeres nós conversávamos sobre diversos assuntos me fazendo esquecer um pouco as cólicas. Ela me entregou uma xícara com chá e ao sentir o cheiro deduzi que era camomila, tomei comendo alguns biscoitos observando como àquela senhora se sentia a vontade naquele espaço. Ao terminar o meu pequeno lanche, Mary sugeriu que eu deitasse um pouco, pois logo eu estaria sonolenta e as cólicas iriam passar.

Segui seu conselho de bom grado e deitei-me na enorme cama de Damon, antes disso tirei toda a roupa que usava e vesti uma camisa do meu moreno e me acomodei em baixo das cobertas me protegendo do frio agradável que o ar condicionado proporcionava. Meu bebê parecia está mais calmo já que as dores quase não eram mais sentidas, e apesar de ter dormido algumas horas antes de vim para cá eu já podia sentir uma sonolência novamente.

*

Estiquei meu corpo pela cama e ao olhar pela enorme janela do quarto percebi que a noite já tinha caído e o lugar ao meu lado estava frio mostrando que em nenhum momento no meu sono eu tive companhia. Peguei o meu celular que estava ao meu lado no criado mudo e meus olhos se arregalaram ao ver que já se passava das vinte e uma horas, levantei preguiçosamente da cama e caminhei para o banheiro, fazendo lá uma pequena higiene.

Ao sair daquele recinto, escutei vozes vindas da sala e deduzi que Damon já tinha chegado e sorri abertamente com a possibilidade de voltar para cama a agora com a companhia dele. Ao chegar à sala as vozes foram diminuindo como se estivem ido embora ou apenas a conversa tinha cessado, e ao pisar naquele ambiente me arrependi amargamente de ter feito isso.

Vendo aquela cena diante dos meus olhos, uma dor terrível atravessou em meu peito nada poderia ser comparado a isso. A dor de um membro do corpo quebrado ou um corte profundo virava nada perto daquilo que eu estava sentindo, como se estivesse sendo esmagado meu coração doía sem parar e as lágrimas corriam sem nenhum pudor pelo meu rosto. Como ele tinha coragem de fazer isso comigo? Depois de todas as palavras que foram ditas durante esse final de semana, de ter dito que me amava e finalmente aceitado o nosso filho. Era tudo uma grande mentira.

Uma dor forte atravessou minha barriga e eu acabei me apoiando na mesa de vidro com alguns vasos que tinha por trás do sofá derrubando um e atraindo a atenção daquelas duas pessoas para mim. Ao olhar para os seus olhos que até poucas horas atrás transbordava amor por mim, um soluço alto e sôfrego saiu dos meus lábios e automaticamente lembrei que eu não poderia sofrer nenhuma emoção forte demais ou me estressar, isso afetaria meu bebê. Eu tentava buscar o ar de todas as formas possíveis, mas parecia que todo o oxigênio daquele lugar tinha sido sugado.

— Tchau Damon — a mulher falou cínica —acho que você é a Elena, certo? Tchau — abriu um sorriso totalmente debochado. Filho da puta, ele tinha falado sobre mim para aquela vadia. Imagens dos dois rindo de mim hoje à noite por tudo o que eu disse durante esse final de semana invadiram minha mente e novamente os meus soluços ecoavam pela sala.

Damon a empurrou e fechou a porta em seu rosto, caminhou depressa se aproximando de mim eu estava com tanto nojo dele que eu só queria sair dali.

— Meu amor, me deixa explicar tudo para você? Não interprete mal, pelo o amor de deus! — falou enquanto tentava abraçar o meu corpo, eu não queria nenhum tipo de contato com ele, o que eu desejava era apenas a distância. Me desviei do seu toque e ele me encarou horrorizado.

— Não toque em mim Damon! Nunca mais!

— Elena — seus olhos estavam marejados e eu tentava entender como ele podia ser tão falso, tão fingindo, aquilo me dava náuseas — Katherine é uma velha amiga, ela estava um pouco bêbada e querendo algo a mais, por isso ela já estava indo embora, mas antes ela me beijou de surpresa.

— Não me venha com essas desculpas! — gritei — Você a trouxe para sua casa, para casa que eu durmo com você Damon — sussurrei enquanto chorava novamente — Eu não quero nem imaginar que você já transou com ela na cama que eu estava dormindo agora... Céus! — dei as costas a ele e comecei a andar pela sala tentando controlar a raiva e a tristeza que eu estava sentindo.

— Claro que não Elena! Eu não via a Katherine a mais de dez anos, e desde que eu estou com você há exatos sete meses a única mulher na minha vida é você! E eu estou muito bem apenas com você, porque eu te amo.

— Não ouse mais dizer que me ama! — voltei a olhá-lo novamente agora apontando em sua direção — Não ouse falar isso quando é uma grande mentira. Damon se você tivesse dito que não me amava naquele dia iria doer, mas não iria se comparar jamais a isso que eu estou sentindo agora, e em lembrar que foi você —enfatizei a palavra — que pediu para continuarmos com isso e eu como uma tola apaixonada fiquei radiante por saber que iria continuar com o homem que eu amava!

— A coisa mais real que eu senti em toda a minha vida é isso que eu sinto por você Lena — lágrimas também corriam por seu rosto e aquilo me irritava profundamente. Fingido! — Você lembra o que eu disse? Para nunca duvidar do que eu sentia por você?

— Como você quer que eu lembre disso quando eu acabei de te ver beijando outra mulher Damon? Não me peça para lembrar-se das suas palavras falsas! Eu te falei Damon, aliás, implorei para você não trair a minha confiança, mas olha só! — sorri forçadamente — Aqui estou eu, completamente magoada e com o coração dilacerado.

— Por favor amor, acredite em mim! Não existe mais nin...

— Acabou Damon. — sussurrei.

Damon me encarou e sua expressão era de puro horror, agora os sons dos seus soluços se misturavam com o meu e ao olhar seu rosto minha dor aumentava ainda mais e tudo que eu queria era abraçar alguém fortemente, e tudo isso que está acontecendo ser apenas um pesadelo.

— Não Elena, isso não — segurou meus braços — Não faz isso comigo.

— Você que fez Damon, eu relevei todas as suas atitudes nada legais em relação ao bebê porque eu tinha esperanças de você mudar. Mas eu não posso relevar uma traição, a confiança acabou. — me soltei das suas mãos e andei para um canto da sala tomando certa distância dele.

Damon me encarava com os vermelhos pelo choro e nenhuma palavra era pronunciada por ele, seus soluços agora estavam bem mais altos que o meu e sem vergonha alguma ele se desmanchava em lágrimas na minha frente. E eu não sentia nada, pois sabia que tudo aquilo era fingimento da parte dele e eu não iria ceder.

— Sabe o que mais me machuca Damon? — perguntei fazendo-o me encarar — Eu vim para cá porque eu estava morrendo de medo de algo acontecer comigo e principalmente com o bebê, vim para cá porque sabia que a Mary estaria aqui e me faria companhia até você chegar. Eu estava com medo de perder o nosso bebê por conta de algumas cólicas que eu estava sentindo, mas o que isso importa? — sorri amargamente — Enquanto eu estava aqui preocupada com isso e torcendo para você chegar logo para ficar com nós, você estava se divertindo com outra e provavelmente rindo da otária aqui.

Damon levantou rapidamente do sofá onde estava sentado e parou em minha frente colocando suas mãos em minha barriga.

— Elena... Vocês estão bem? — ao olhar para os seus olhos eu podia enxergar preocupação, e eu o odiava por isso. Como ele conseguia fingir tão bem?

— Pare com isso! — retirei suas mãos da minha barriga — Não finja que você se importa com ele ou comigo, aliás, você está de parabéns por ter conseguido fingir por dois dias que suportava a presença dele entre nós e merece um prêmio por conseguir me enganar tão bem enquanto dizia que me amava.

— Não repita isso nunca mais! — gritou me fazendo dar dois passos para trás — Nunca mais fale que eu fingia suportar o meu filho e que amava você. Eu posso ter errado por não ter enxergado antes o quanto esse bebê é importante para mim e como eu já o amo, mas em nenhum momento desse final de semana eu fingi. E sobre amar você, não ouse nunca dizer que eu não te amo, é o sentimento mais real que eu já senti na minha vida e se isso não fosse verdade eu não faria questão de falar a todos o quanto eu amo você.

— Tanta questão e esqueceu-se de falar a sua amiga — sorri — Tudo bem Damon, não quero mais discutir sobre isso. Vou trocar de roupa e ir para a minha casa.

— Você não vai acreditar em mim? — sussurrou.

— Não. Acabou.

Andei a passos largos até o quarto que até pouco tempo eu estava e em imaginar quantas mulheres dormiram naquela cama uma forte náusea tomou conta do meu corpo, retirei a blusa dele que eu estava vestida e coloquei a minha. Peguei a minha bolsa e sai daquele lugar. Ao passar pela sala, pude o ver sentado no sofá com a cabeça entra as mãos e o seu choro alto dominava a sala. Meu coração estava completamente despedaçado e apenas o que eu queria era um remédio que fizesse aquela sensação insuportável sumir ou acordar desse terrível pesadelo.

— Elena, por favor, não faz isso eu te imploro.

— Eu não estou fazendo nada Damon, suas atitudes que ocasionaram isso. — limpei com as costas da mão meu rosto.

— Deixa então eu levar você em casa, para ter a certeza pelo menos que você e o nosso bebê vão chegar bem.

— Não precisa, se quando eu estava com dores cheguei bem então não vai ser agora que vai acontecer algo.

Caminhei até a porta e ao sair senti meu corpo sendo puxado e se chocando com o peitoral firme dele.

— Meu amor não me deixe, eu não sei viver sem você. Sem o nosso filho. Eu vou enlouquecer. — falou chorando — Me desculpa, por favor. Eu imploro.

Eu queria falar que o perdoava abraçá-lo e nunca mais sair dali, mas eu não podia, estaria sendo conivente com a atitude nojenta dele.

— Não posso Damon. — ele abraçou meu corpo e chorou desesperadamente em meu ombro, aquilo estava me destruindo ainda mais. Ele levantou a cabeça, soltou um pouco minha cintura e se agachou na altura da minha barriga e a beijou me fazendo fechar os olhos para evitar que mais lágrimas corressem pelo meu rosto.

— Desculpa o papai bebê — beijou novamente minha barriga — Eu sou um grande idiota, mas eu vou fazer de tudo para conseguir o perdão da sua mãe e eu vou poder pegar você no colo — ao escutar aquilo não consegui conter as lágrimas e os soluços já não podiam mais ser controlados — Eu te amo meu amor.

Ele levantou-se novamente e me encarou, acariciou meu rosto com cuidado secando algumas lágrimas.

— Mesmo que você não acredite mais, eu te amo demais. Mais do que tudo, mais do que a mim mesmo — olhava em meus olhos e sua mão fazia um carinho em meu queixo — Vou lutar por você de todas as formas possíveis, vou te reconquistar e te mostrar que eu te amo sim e que tudo isso que você viu hoje foi apenas um mal entendido. No dia que você me aceitar e eu ter a certeza que você confia em mim novamente, vou te pedir em casamento e você vai passar a ser minha esposa, porque minha mulher você já é e sempre vai ser mesmo quando não estivermos juntos — sussurrou — Talvez isso demore, mas vai acontecer. Eu vou te provar que te amo... — ele encostou nossos lábios levemente e eu me afastei.

Sai rapidamente dali, deixando-o na porta da casa enquanto eu esperava algum táxi na frente do seu portão. Por sorte, não demorou muito para um sem ninguém ocupando passar e eu entrei entregando o meu endereço ao motorista.

Ao olhar pela janela, pude o ver ainda na porta agora chorando novamente e me encarando quase implorando para voltar. Quando o táxi finalmente deu partida e se distanciou um pouco dali pude chorar tudo o que estava guardado em meu peito, assustando até um pouco motorista que perguntou se eu estava bem recebendo apenas um aceno com a cabeça. Tudo estava perfeito e de repente desmoronou, todas as palavras ditas se perderam ao vento, cada atitude ficou para trás como pura falsidade.

Meu celular tocou e com certo receio encarei a tela e suspirei aliviada ao ver que era o Cary.

Lena, desculpa não ter te atendido mais cedo. Meu celular tinha ficado na sala do trabalho e eu estava resolvendo algumas coisas pela recepção, o que você queria? — perguntou animado.

— Cary, por favor, vai para a minha casa — o choro desesperado que eu tanto segurei foi obrigado a sair ao escutar a voz do meu amigo com seu tom sempre tão carinhoso — Por favor — sussurrei.

Meu deus Elena, o que aconteceu? Céus eu estou indo para aí, fique calma isso pode prejudicar o bebê. Respire. Já estou chegando.

Desliguei a chamada e joguei o aparelho novamente dentro da bolsa, eu sentia que o meu bebê estava tão agitado quando eu. Ele se mexia sem parar dentro de mim, eu nunca tinha o sentindo desse modo desconfiei até que se alguém encostasse em minha barriga poderia senti-lo.

O motorista parou em frente ao meu prédio e após acertar tudo com ele subi sem ao menos cumprimentar alguém que estava no hall. Demorei alguns minutos para achar a chave do meu apartamento devido às lágrimas que embaçavam a minha vista, mas quando finalmente consegui apenas corri para minha cama e deitei-me em posição fetal. Desejava a todo o momento que aquela cama tivesse o enorme poder de absorver toda a dor e a decepção que eu estava sentindo.

Escutei a porta sendo aberta, mas não tive nenhuma coragem de me mover e continuei em minha posição enquanto as lágrimas não cessavam nunca, olhei para a porta e vi o meu amigo parado e me encarando embasbacado. Sentei-me com alguma dificuldade, ele sentou-se na cama e apenas me abraçou fortemente como se quisesse sugar aquela dor que eu estava sentindo mesmo que ele não soubesse para si mesmo, e ao sentir seus braços em minha volta me entreguei completamente a aquela sensação.

Notas finais
Então agora é definitivo, Delena acabou huehuehue. Alguém aí está com pena da Elena?? E do Damon? E pra quem ficou bolada porque os momentos fofos de delena agora vão acabar, não fiquem, porque agora sim vai ter momentos fofos entre eles mesmo que os dois não estejam juntos. Venham comentar e recomendar, aí eu venho rápido como esses dias. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- SPOILER CAPÍTULO 38 "— Foda-se que a sua intenção era apenas conversar, aquela mulher é uma vadia Damon e você sabe muito bem disso. Era óbvio que ela iria querer se vingar de você de alguma forma pelo toco de dez anos atrás, e claro que você como um grande idiota que é falou da Elena para ela e o quanto a amava, ela viu a oportunidade perfeita de te fazer pagar — sua voz era de pura indignação, eu sabia que merecia escutar tudo aquilo por isso apenas encarava meus pés — Você perdeu a única mulher que te amou de verdade Damon! Que aguentou todas as suas merdas, suas inseguranças, te fez uma pessoa melhor durante esse tempo que ela estava com você! E eu não gosto nem de pensar o quanto ela está sofrendo por isso porque ela é tão minha amiga quanto você, e já sofreu muito por conta das suas atitudes ridículas. Tem noção que agora você perdeu a mulher que te amava incondicionalmente e o seu filho? O filho que você tanto renegou, agora provavelmente vai chamar outro de pai — ao escutar aquilo meus olhos automaticamente viraram um mar de lágrimas e imaginar aquilo me proporcionou uma dor horrenda —Porque não pense que a Elena vai ficar pra sempre sozinha, ela vai sofrer nesses primeiros dias, mas uma hora ela vai superar e o que não vai faltar é homem que queira está no seu lugar.” ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- QUEM VCS ACHAM QUE FALOU TUDO ISSO PARA O DAMON?????? Venham comentar comigo sobre o capítulo e o spoiler!!! Tô no twitter @likenian e na ask http://ask.fm/NianLife Amo vocês. xx