Surprises of Fate

21 Capítulo 20 - Now it's for real!


Notas iniciais
Olá minhas Mães Diná hahahahaha! Gente, todo mundo que comentou afirmou que a Elena já está grávida e tudo mais, viraram Mãe Diná? Então obrigada por todos os comentários que me fizeram rir DEMAIS, e obrigada pela recomendação perfeita Cécilia Araújo, amei! Mas então, como foi o carnaval de vocês? Brincaram e beijaram muito?? hahahaha. Meninas, queria dar boas vindas as novas leitoras, sintam-se a vontade em comentar muito meus amores! Estamos com 116 pessoas acompanhando, 39 favoritos e 8 recomendações, posso pular de alegria??? Enfim, parei de enrolação, e aqui tá o capítulo. Acho que vocês vão gostar. Boa Leitura!

— Elena eu vou comprar sim! — Caroline repetia isso há exatamente trinta minutos.

— Você não vai, não tem necessidade! Eu já disse que isso é apenas aquela comida que me fez mal! — respondi exaltada.

— Uma comida que você comeu a mais de uma semana?Aliás, duas semanas. Elena, por favor!

— Car, me escuta, não é nada disso que você está pensando. Com certeza eu estou com aquele probleminha que tinha a alguns anos atrás, de algumas comidas me fazerem mal e eu ficar com todo esse enjôo, é apenas isso. Você ta querendo ver coisa onde não existe!

— Elena, escuta o que você está dizendo! Vamos aos fatos, você está atrasada um mês e duas semanas, todos os dias você vomita sem parar nada para no seu estômago, e só essa semana você desmaiou duas vezes! Sem falar que quando você não está vomitando, você está comendo feito uma louca e reclamando do meu perfume que até um tempo atrás você adorava.

Toda essa briga tinha um único motivo: Caroline achar que eu estava grávida. E eu não estava dando a mínima para todo esse discurso da minha amiga, eu sempre tive um pequeno problema em que muita coisa que eu comia me fazia mal, já que meu fígado não aceitava muito bem todo tipo de alimento e isso me causava enjôos fortes e muitas vezes eu ficava de cama por conta disso. E tudo isso começou quando jantei na casa do Damon um dia antes dele viajar, a comida com certeza me fez mal e todo o estresse diário não ajudava em nada na recuperação. Todos os dias a Car insistia em me fazer ir ao médico, mas eu achava totalmente desnecessário já que eu sei tudo o que o médico iria falar, apenas me mandar ficar de repouso e comer coisas leves e nada de gordura até eu está recuperada totalmente, e eu vinha fazendo isso por conta própria, apenas comendo comidas leves. Tudo bem que a parte do repouso eu não estava levando tão a sério já que eu preciso trabalhar para sobreviver, mas eu procurei o máximo possível não me esforçar tanto esses dias e sair um pouco mais cedo para repousar mais.

Mas Caroline não via isso como apenas meu problema de sempre, mas afirmava que eram sintomas de gravidez, onde alegava que eu não enjoava tanto como estou agora e nem ficava enjoada apenas por sentir o perfume dela, e isso eram pequenas coisas que eu estava evitando pensar já que não queria ter mais uma decepção.

— Estou indo aqui. — Caroline estava totalmente irritada, prova disso era a forma que ela jogava sua carteira e celular dentro da pequena bolsa que estava em sua mão.

— Aonde?

— Não interessa, você não quer me escutar então tudo bem. — Saiu batendo a porta com força.

Suspirei fundo e segui para a cozinha atrás de algo para comer, nessa parte minha amiga tinha razão, eu estava comendo feito uma louca, resolvi jogar pelos ares nesse momento a coisa de comer coisas leve e peguei algumas panquecas que estavam na geladeira e as esquentei por fim coloquei queijo e presunto como recheio. Eu não era muito fã de panquecas desse modo, mas como sabia que não podia comer gordura o bacon estava totalmente cortado da minha alimentação então optei pelo queijo e o presunto mesmo, que por sinal estava com uma cara ótima e fazia minha boca salivar.

Peguei as cinco panquecas e coloquei-as no prato, abri a geladeira e retirei a jarra de suco de morango que tinha feito assim que acordei e despejei o líquido gelado em um enorme copo que eu tinha. Assim que coloquei o primeiro pedaço de panqueca em minha boca, eu me sentia no céu pela sensação prazerosa que estava sentindo naquele momento, em poucos minutos eu tinha devorado as cinco panquecas que recheei e tomado o enorme copo de suco e estava pedindo aos céus para não vomitar novamente.

Sentei-me no sofá, e liguei a TV em algum programa qualquer. Até agora não estava sentindo nenhum tipo de enjôo ou coisa parecida e estava extremamente feliz por conseguir finalmente depois de duas semanas segurar algo no estomago. Encostei minha cabeça no encosto do sofá e fechei os olhos pensando na pessoa que estava me fazendo mais falta no momento, meu moreno. Eu estava com tantas saudades dele, já faz duas semanas que ele partiu e até agora ninguém falou nada sobre quando ele e Finn estão voltando, nem a Anne sabe quando eles estão retornando. Claro que depois que Damon foi para a Espanha nós nos falamos, principalmente quando estou no trabalho e ele me repassa tudo o que aconteceu para entregar ao Sr Sullivan, e quando eu estava em casa e ele com um tempo livre conseguíamos conversar um pouco pelo WhatsApp. Mas isso não bastava, eu estava com saudades do seu calor, do seu abraço, do seu beijo, de tudo, eu estava sentindo falta do meu moreno.

Meus pensamentos foram interrompidos pela porta sendo aberta e uma sacola branca voando em cima de mim e caindo em cima do sofá.

— Vai fazer isso agora! — Caroline falou seria. Abri a sacola e vi vários testes de gravidez ali dentro, de várias marcas e tipos.

— Eu não acredito que você fez isso!

— Fiz, pra você deixar de ser cabeça dura! Eu não sei mais o que fazer, sei que é loucura, mas estou quase ligando para o Damon!

— O que o Damon tem haver com essa história?

— Porque ele é o único que consegue convencer você a fazer o que você não quer, apenas por isso. Agora pega essa sacola e vai para o banheiro Elena Gilbert.

Peguei a sacola de má vontade e segui pisando duro até meu quarto, joguei a sacola em cima da cama e sai pegando alguns testes e levei para o banheiro em seguida me trancando no pequeno espaço. Olhei para aquelas pequenas caixinhas e um frio percorreu pela minha espinha, minhas mãos já soavam e segurei no mármore da pia enquanto me olhava no espelho que tinha ali. Céus, será? Eu não quero criar expectativas.

Se eu realmente estiver grávida como vai ser a partir de agora? Meu trato com o Damon vai acabar e cada um vai seguir o seu caminho, e eu nunca mais vou ter meu moreno para mim e a cada momento que pensava nisso meu coração apertava. Mas por outro lado, eu iria ter meu bebê. O meu filho.

Já estava naquele banheiro há dez minutos encarando aquela pequena caixinha e pensando na possibilidade de finalmente eu realizar o meu sonho de ser mãe, que eu já poderia está carregando o meu pequeno aqui comigo. Involuntariamente acariciei minha barriga e fiz uma prece para que meu bebê já estivesse aqui.

Eu estava com tanto medo de fazer esse teste e ter mais uma decepção, ainda não tinha me recuperado totalmente da última mesmo estando ciente que aquilo poderia ter acontecido, mas o nervosismo continua se fazendo presente, deixando minhas pernas bambas.

— Elena, eu não acredito que você ainda não fez esse teste! — Caroline entrou no banheiro colocando as mãos na cintura.

— Car, você sabe mais do que ninguém como eu estou me sinto. Tenho medo de me decepcionar mais uma vez — olho fixamente para a caixa em minhas mãos.

— Claro que eu sei Lena, mas você só vai saber se fizer. E você sabia que iria ser difícil, que poderia não dá certo das primeiras vezes — falou calmamente — Mas aqui, toma essa água pra ajudar e faça isso logo — me entregou uma garrafa d’água. Tomei todo o conteúdo e lhe entreguei. — Daqui a quinze minutos eu volto para ver o resultado com você. — fechou a porta do meu banheiro. Chegou a hora.

Fiz o que precisava, e fiquei esperando os dez minutos necessários até o resultado aparecer. Azul positivo, rosa negativo, azul positivo, rosa negativo. Repetia sem parar isso como se fosse um mantra.

Encarei o relógio no meu pulso e vi que já tinha passado o tempo que precisava. Olhei o pequeno teste na minha mão com tanto receio que quando vi o resultado não acreditei, olhei novamente a bula e vendo que estava certo encarei o teste chorando feito uma tola.

— Olha amiga não precisa ficar triste se não for novamente dessa vez, pode tentar quantas vezes quiser — Car entrou no banheiro me encarando e chegando perto de mim – Não chora Lena por... —minha amiga olhou fixamente para o teste e começou a bater palmas, pular, tudo ao mesmo tempo. —AI MEU DEUS ELENA, AI MEU DEUS!

— Car... — Eu não conseguia parar de chorar. É o meu sonho sendo realizado.

— VOCÊ CONSEGUIU AMIGA, EU ESTOU TÃO FELIZ! — Car me abraçava forte chorando junto comigo.

— Sim, eu vou ser mãe.

Eu abraçava Caroline e chorava sem nenhum pudor, a felicidade que eu estava sentindo era coisa de outro mundo e eu tinha quase certeza que ninguém nunca tinha sentido tudo isso nessa proporção. Era um misto de sentimentos, alegria, realização, felicidade, orgulho, paz interior e também tristeza, sim tristeza. Agora eu não vou está mais com o Damon e tudo que vivemos vai ser esquecido com o passar do tempo, vai ficar como mais uma aventura na vida de nós dois, aliás, apenas na dele. Porque pra mim vai ficar marcado como uma das coisas mais perfeitas que me aconteceram, onde eu consegui finalmente ter o meu filho dentro de mim e ao mesmo tempo encontrei o amor da minha vida mesmo que ele nem saiba de tudo isso.

— Vamos sair desse lugar apertado, vem aqui está abafado e não faz bem para você. Você sabe que as grávidas precisam respirar o ar mais puro possível, sempre caminhar ao ar livre, então Lena chegou à hora de você deixar aquela preguiça de caminhar de lado porque agora você precisa exercitar seu corpo, é bom para você e o bebê e...

— Car, calma! Eu acabei de descobrir que estou grávida! Aliás, eu preciso fazer um exame seguro, ai meu deus vai que isso esteja errado, Caroline eu ...

— Elena! — gritou me interrompendo — Esses testes são os mais caros e os mais seguros que existem, são quase nulas as chances de darem errados. Mas nós vamos agora mesmo fazer seu exame de sangue, que tal ligarmos para o Cary?

— Car, hoje é sexta! Não é porque ganhamos uma folga, que todo mundo também tem que ganhar.

— Eu sei, mas o Cary vai ficar chateado se ele não estiver presente quando você descobrir oficialmente que está grávida. Então vou ligar pra ele — bateu palminhas.

Sentei em minha cama enquanto a Caroline falava animadamente com o meu amigo. Eu não conseguia tirar o sorriso bobo do rosto, minhas mãos estavam em minha barriga desde do momento em que vi aquele teste ficar com listrinhas azuis, meu bebê está aqui comigo. Como será que ele vai ser? Tenho certeza que vai ser o bebê mais lindo do mundo, ainda mais se puxar ao pai, aqueles olhos azuis, cabelos extremamente pretos e a pele branca como porcelana. Se for um menino vai ser o garoto mais perfeito do mundo, as garotas vão babar nele e se for uma menina vai ser uma princesinha, que com certeza vai dá um trabalho enorme. Sorri com o pensamento.

Eu descobri que estou grávida a menos de quinze minutos e já estou pensando como meu bebê vai ser, mas é uma coisa que não tem como eu impedir. Mas em toda essa felicidade, tinha uma parte dolorosa, a parte em que vou ter que deixar meu moreno ir, a parte em que acabou tudo. Eu estava totalmente dividida, uma parte de mim era total felicidade ao ponto de pensar que em certo momento iria explodir, mas em outra era de uma extrema tristeza. Tristeza porque ele iria me esquecer, tudo que vivemos ia ser apenas uma lembrança e nada mais, mas para mim ia ser a melhor coisa que aconteceu obviamente depois do meu bebê.

— Lena, eu disse que o Cary iria conosco, ele vai passar aqui daqui a cinco minutos. — minha amiga falava enquanto entrava no meu quarto. — Amiga porque essa carinha? Era pra você está radiante!

— E eu estou — sorri — Mas agora... Eu vou ter que contar ao Damon que nosso trato acabou e eu não sei como vou fazer isso porque...

— Você se apaixonou por ele.

— Não Car, mas sei lá, vais ser uma coisa bem estranha. — Disfarcei. Não estava preparada para assumir que estava apaixonada por Damon para alguém, então preferia continuar negando.

— Sei... — me encarou séria. Seu celular apitou e ela automaticamente pulou da cama. — Vamos lá, o Cary já está aqui em baixo.

Apenas coloquei uma calça jeans e pequei um casaco e descemos. Meu amigo estava esperando encostado no carro, e com certeza se eu não soubesse que ele era gay e se eu não estivesse totalmente apaixonada pelo Damon, eu estaria morrendo de amores por ele.

— Olá mais nova mamãe — sorriu abertamente e me abraçou — Eu estou tão feliz por você meu anjo — sussurrou no meu ouvido.

Cary abriu a porta do carro para mim e para a Car, nos acomodamos e seguimos para o hospital mais próximo. Durante todo o percurso, Caroline e Cary falaram sobre o bebê, sugerindo vários nomes para meninos e para meninas e a loira planejando em como iríamos fazer o enxoval do meu pequeno. Ainda era tudo tão surreal, que não dava nem para acreditar que um pequeno ser estava dentro de mim e que agora tudo na minha vida girava em torno dele, apenas dele. Minhas mãos não saiam da minha barriga, eu estava tão feliz.

Chegamos ao hospital e seguimos para a recepção. Cary com seu charme convenceu a recepcionista de me encaminhar na mesma hora para a sala de exames e fazer o possível e impossível para o resultado sair assim que eu terminasse de fazer o exame.

Uma hora depois eu já estava com o meu exame em mãos, onde confirmava que eu estava grávida, agora sim realmente tenho a certeza.

Eu estou grávida.

*

No momento estou deitada na minha cama assistindo algum seriado que eu não me recordo o nome, esperando meus melhores amigos chegarem com nossas pizzas. Pouco tempo depois que eu cheguei do hospital, liguei para Rebekah para contar a novidade e posso dizer que ela surtou bastante, meus ouvidos é que sabem. Car e Cary resolveram comprar pizzas para comemorar a minha gravidez. Bekah também estava vindo, e eu já estava me preparando psicologicamente para escutar os três falando sobre meu pequeno a noite toda. E eu estava radiante por conta disso.

Apesar da minha felicidade que era enorme, eu ainda estava preocupada com várias coisas. Como iria contar ao Damon? Nunca pensei que dar essa notícia para alguém seria tão difícil, e certamente não era pra ser, já que tudo era pra ser apenas um combinado, mas as coisas mudaram totalmente e quando eu vi já estava apaixonada por ele. E só em pensar que quando eu contar a ele que estou grávida e pedir pra ele assinar o contrato, tudo acabou. Céus, o contrato!

Com certeza essa vai ser a parte mais difícil de conversar com o Damon, mas isso é uma forma de me proteger e proteger meu filho. Não posso imaginar alguém querendo arrancar meu bebê dos meus braços logo agora que consegui finalmente engravidar, e imaginar alguém tentando tirar a guarda dele de mim me causa um medo fora do normal. Eu iria fazer esse contrato com o Cary também, claro que meu amigo nunca iria tirar meu filho de mim, mas ele entendia perfeitamente como eu iria me sentir segura caso ele assinasse, e com Damon não vai ser diferente apenas porque estou apaixonada por ele. Chega até ser cômico eu me preocupar com um contrato que fala que eu tenho a total guarda do meu filho e que o doador sobre hipótese nenhuma teria direito sobre ele, já que Damon nunca vai querer essa responsabilidade. Mas sempre é bom prevenir.

O contrato era algo bem simples, com no máximo seis clausulas. Mas as mais importantes era sobre a minha guarda total sobre meu filho e caso o doador queira algum dia visitar a criança tem essa liberdade, obviamente falando comigo antes.

— Chegamos!! — Escutei Car gritar da sala.

Calcei minhas pantufas e segui para a sala, encontrando lá meus amigos colocando várias pizzas e refrigerantes espalhados pela mesa.

— Amiga eu estou tão feliz, parabéns! — Rebekah me abraçou forte — Eu nem acredito que vou ser titia! — abaixou em frente da minha barriga e levantou minha blusa — Oi bebê, aqui é a tia Bekah, sua dinda.

— Sua o que? — Caroline gritava com as mãos na cintura — Me desculpe, mas eu vou ser a madrinha do bebê da Elena.

— Eu que vou ser Caroline, não discuta.

Fui para a cozinha e vi que meu amigo pegando pratos e copos do armário.

— Elas já estão brigando pra saber quem vai ser a madrinha do pequeno? — Cary sorriu abertamente, expondo seus dentes branquinhos.

— Lembre-se que também pode ser uma menininha — acariciei minha barriga e sorri. — Mas já estão sim, elas me dão medo. — falei enquanto escutava as duas loiras ainda brigando.

Levamos as pizzas para a sala e alguns refrigerantes. As loiras ainda discutiam sobre quem vai e quem não vai ser a madrinha e eu apenas revirava os olhos assistindo a cena que chegava a ser engraçada.

Depois de alguns minutos elas finalmente cansaram e resolveram vim comer comigo e com o Cary. O tema central da conversa era meu filho, sobre cores de enxoval, se eu já pensava em nomes tanto para meninos como meninas.

— Lena, você já pensou como vai contar ao Damon? — Caroline perguntou e recebeu olhares repreensivos.

— Já, assim que ele chegar de viagem vou chamá-lo para jantar aqui em casa e contar que estou grávida e pedir para ele assinar o contrato.

— Que contrato? — Rebekah perguntou parando de comer sua pizza.

Tentei explicar como funcionava esse contrato, e as pequenas clausulas que tinha nele.

— Acha mesmo isso necessário? — Car me olhou um pouco apreensiva.

— Claro. Se eu iria fazer com o Cary que é meu melhor amigo porque não faria com o Damon? É uma forma de segurança Car, mesmo que eu saiba que Damon nem vá querer conhecer meu filho quem dirá ter sua guarda, mas sempre é bom se prevenir.

— É pode ser. — A partir daí esse assunto se encerrou.

Pouco tempo depois Cary e Rebekah foram pra casa, já que estava bastante tarde. E claro que antes de saírem não perderam a oportunidade de bancar os médicos e me encherem de precauções, dizendo que eu deveria passar bastante tempo repousando e sem fazer esforço nenhum. Quando as pessoas vão entender que gravidez não é doença, para a mulher se tornar uma inválida?

Tomei um banho quente e me deitei na cama. Eu realmente precisava de uma boa noite de sono, fazia tempo que eu tinha tido um dia tão cansativo e cheio de novidades. Estou tão ansiosa para ir a minha medica e descobrir a quanto tempo estou com meu pequeno aqui e não sabia todo aquele cansaço, fome e enjôo tinham uma bela justificativa. Levantei minha blusa e acariciei minha barriga, ela continuava do mesmo jeito sem nenhuma ondulação, nem parecia que eu estava grávida, mas agora eu tinha certeza que o meu bebê já estava aqui, vivendo dentro de mim.

— Oi meu amor, apesar de ter descoberto hoje que você já estava aqui, eu já te amo muito e daria minha vida por você sem pensar duas vezes.

Notas finais
Alguém aí? huehuheueheuhe Finalmente nossa Elena grávida, o que acharam??? Comentem muito, sobre o capítulo e o que acham que vai acontecer daqui por diante! Comentem, favoritem e recomendem! Amo vocês, muito! xx