Surprises of Fate

15 Capítulo 14 - Reunion of friends and a little doubt.


Notas iniciais
Olá meus amores! Sei que demorei mas é porque minhas aulas começaram na quarta e agora começou a correria de quem vai fazer vestibulares no final ano, só quem passou por isso ou tá passando sabe como é. E outra, eu estava terminando de escrever o bendito capítulo 16 (no caso o 17) e quase não saia porque é bem complicado escrever do modo que ele foi feito (não posso soltar spoilers, ops). Enfim, queria agradecer aos comentários que tive no capítulo passado, senti falta de umas leitoras e MOÇAS NÃO OUSEM EM SUMIR! E queria agradecer especialmente a Juliavaz que deixou uma recomendação maravilhosa, que me fez ficar sorrindo durante uns dois dias seguidos hahahaha. Agora falando sobre esse capítulo... Nesse capítulo tem alguém bem legal de volta, e que vai plantar uma pequena dúvida na Lena e em vocês também. Na cena da balada, a música que vai está tocando é essa aqui http://www.youtube.com/watch?v=LYZ6gXWZfZM então quem quiser entrar no ritmo e ler essa parte ao som da música,ai está! Enfim, parei de enrolar. Boa leitura!

Caroline, Rebekah e eu tínhamos acabado de chegar a uma das boates mais movimentas de New York, hoje a noite era somente nossa, sem namorados, ficantes ou apenas doadores de esperma. Era impossível o corpo não se movimentar automaticamente ao som das músicas eletrônicas que tomavam conta do espaço, seguimos para o bar onde as meninas pegaram suas vodcas e eu como estou proibida de beber apenas um refrigerante.

A pista de dança estava lotada, vários casais dançavam sensualmente e outros apenas curtiam a música. Assim que nos aproximamos daquele lugar que esbanjava uma energia ótima, uma das minhas músicas eletrônicas preferidas começou a tocar, Let’s Go. Puxei as meninas para o centro do local e começamos a dançar com o ritmo da música, eu realmente estava sentindo falta de me sentir tão liberta, e a dança sempre foi um jeito que eu encontrei de extravasar tudo.

Let's go!

Make no excuses now

I'm talking here and now

I'm talking here and now

Como todas as vezes que eu e as meninas resolvíamos ir à balada, nunca ficávamos sozinhas durante a noite toda, sempre tínhamos diversão, mas agora era diferente, tanto Caroline como Rebekah estavam namorando, e bem eu era a única solteira ali que poderia aproveitar os benefícios de uma balada.

Let's go!

Your time is running out

I'm talking here and now

I'm talking here and now

Enquanto meus braços estavam sobre minha cabeça, meus olhos fechados e deixando a música levar meu corpo, sinto braços fortes em minha cintura me puxando contra um corpo másculo acompanhando meus movimentos. Fiquei de frente ao desconhecido e pude ver seu rosto, olhos verdes, cabelos de um loiro escuro e um corpo perfeito, continuei a dançar com o rapaz, suas mãos estavam em minha cintura e os meus braços em seu pescoço, e eu não estava dando a mínima por nem saber o nome dele.

It's not about what you've done

It's about what you doing

It's all about where you going

No matter where you've been

Let's go

A parte da música que ficava mais agitada chegou e eu já estava mais do que animada com o tal cara, podia sentir as suas mãos passeando pelas minhas costas em quanto meu quadril balançava tentando acompanhar o ritmo da música.

Let's go!

Let's go!

Let's go!

Hey, it's now or never

Let's go!

Tomorrow's good, tonight's better

— Me diz seu nome, linda — o cara com quem eu dançava falou gritando, já que era impossível escutar algo por ali.

— Elena — sorri e a música ainda tocava a todo vapor. — E o seu?

— Robert — Sorriu mostrando seus dentes extremamente brancos — Eu to querendo muito ficar com você gata.

Em qualquer outro dia, eu não teria pensado duas vezes antes de ficar com esse cara, mas algo dentro de mim me impedia de fazer isso e a todo instante o nome de Damon vinha em minha mente. Eu tinha quase certeza que Damon não está só comigo nesse mês que estamos no nosso acordo, claro que eu não me importava já que não estamos em relacionamento nenhum para manter a fidelidade, mas algo dentro de mim me impedia de ficar com o Robert, e eu não estava gostando nada disso. Cadê a Elena que sabia aproveitar a vida de todas as maneiras possíveis? Eu sinto falta dela, mas talvez essa Elena precisou partir para dar lugar a Elena que agora vai ter um filho, mesmo que ele ainda não esteja aqui.

— Desculpa Robert, mas eu não posso. Foi legal dançar com você — beijei sua bochecha e fui ao banheiro da boate.

Precisava respirar um pouco, eu realmente estava exausta depois de tanto dançar. Exausta, porém satisfeita, eu estava sentindo falta dessas saídas com a Car e a Bekah, nós estamos tão ocupadas com o trabalho que mal temos tempo para nossa diversão. Tentei tirar um pouco do suor que tinha em meu rosto e retoquei minha maquiagem, sai do banheiro que estava tão lotado quanto lá fora e fui procurar minhas amigas. Pude ver as loiras conversando com alguns rapazes, com certeza explicando que eram comprometidas e não poderiam se divertir com eles. Eu ainda tentava entender o porquê de ter dispensado aquele cara, eu estou solteira, não sou comprometida com ninguém, porque tomei aquela atitude? Talvez porque você já está tendo tudo o que precisa em suas noites movimentas com o moreno selvagem e não quer mais ninguém. Meu inconsciente me olhava com cara de deboche como se falasse o óbvio. E ele tinha toda a razão, Damon sempre fez todas as minhas vontades e eu as dele na cama, tornando as coisas ainda mais prazerosas e eu tinha certeza de que se eu ligasse agora para ele pedindo para ir a minha casa, ele estaria lá, não por mim ou por algum sentimento, mas sim por conta do nosso sexo alucinante.

— Caroline e Rebekah dispensando homens maravilhosos na balada, eu vivi para ver isso! — falei rindo enquanto me sentava entre elas, no banco do bar.

— Somos mulheres comprometidas agora Leninha, e pensa que eu não vi você dispensando o bonitão de olhos verdes? Cadê a Elena que pegava todos na balada? — Caroline ria debochando da minha cara. Infelizmente, minhas amigas aprenderam a mania do Damon de me chamar de Leninha apenas para me irritar.

— Ah não estava afim. — respondi. Virei meu banquinho em frente ao bar e pedi mais um refrigerante. Estava louca para tomar uma dose de tequila ou vodca mas como a prioridade é o meu bebê, tive que me contentar apenas com uma coca-cola.

— Não estava afim ou ficar com um peso na consciência em ficar com outro cara enquanto está com o Damon? — Bekah perguntava enquanto segurava o riso.

— Nada disso, apenas não estava afim. Mas lamento informar a vocês, já são 23hs e precisamos voltar para casa, amanhã eu trabalho e acho que vocês também, certo? — falei tentando mudar daquele assunto.

— Claro, mas você está mudando de assunto — Caroline gritou enquanto eu caminhava na frente.

Como eu não estava indo com a intenção de beber, viemos de carro e eu seria a motorista do dia. Minhas amigas foram todo o caminho rindo de mim por ter dispensado o Robert, e falando que eu já estava me apaixonando pelo Damon, e claro que ignorei as duas. Claro que não odeio o Damon como antes, em um mês de trato foi inevitável não nos aproximarmos, mas sabíamos que não existia sentimento nenhum ali. Você quer acreditar que não existe, do seu lado claro. Meu inconsciente dava o ar da graça novamente.

Deixei Rebekah em sua casa que ficava não muito longe da minha e segui em direção a minha casa. Apesar de não está fazendo mais aquele frio que só New York faz, a noite estava com aquele clima bastante agradável, uma brisa fria balançava meus cabelos ao seguir o caminho do hall do meu prédio. Caroline já estava mais do que tonta, não só pela bebida mas também pelo sono, empurrei ela pra o chuveiro assim que chegamos colocando a água na temperatura mais fria fazendo a loira pular e me xingar de todos os nomes possíveis. Depois de ter feito minha amiga cuidar dela mesmo, tomei um banho quente e me deitei.

Os pensamentos sobre tudo que aconteceu hoje rondavam minha cabeça, talvez eu não tenha ficado com o Robert apenas porque tinha ido ali com a intenção de dançar e me divertir, e obviamente não é obrigatório ficar com todo cara que pede na balada. Isso não tinha nada haver com o Damon, apenas não me senti bem para ficar com ele, ou como pensei antes a minha responsabilidade de ser mãe e cuidar de um ser tão pequeno e indefeso estava começando tomar conta de mim. E eu estava extremamente feliz por isso, abriria mão de tudo pelo meu filho, sem pensar duas vezes. Fechei meus olhos tentando relaxar o meu corpo, e deixei a exaustão me levar pela inconsciência.

*

Balançava a Caroline tentando a acordar de qualquer jeito, seu despertador tocou no mínimo cinco vezes enquanto eu tomava café da manhã, acordar minha amiga era a pior coisa do mundo.

— Você vai se atrasar vadia! Levanta! Você sabe que se você atrasar no trabalho, vai me influenciar também já que estamos trabalhando JUNTAS! — gritei a última palavra em seu ouvido e por incrível que pareça ela não se mexeu — Ok, não vou mais ficar aqui.

Peguei minha bolsa em meu quarto e as chaves do meu carro e segui em direção ao trabalho, o trânsito de New York estava caótico como sempre e eu chegaria atrasada por conta da preguiça da Caroline. Me perdi em pensamentos, e o meu pensamento foi parar em Cary, ah eu estava com tantas saudades do meu melhor amigo! Desde do dia que ele me contou que não poderia mais ser meu doador eu não falo com ele, sei que estou sendo uma vadia egoísta e uma péssima amiga por nem ter respondido um mísero sms dos mil e um que ele mandou nesse tempo todo.

Cheguei à empresa com apenas cinco minutos de atraso, fui correndo para a minha sala dando início ao meu dia. Minha manhã não foi nada fácil, a porta da minha sala não parava um minuto fechada, tudo sobre a divulgação do filme que eu e Caroline estava responsável tinha que passar por mim e por ela, mas como ela ainda não chegou tudo sobrou pra mim. Quando terminei minha manhã eu estava exausta, estava terminando de guardar as fotos que seriam usadas em banners, panfletos e autdoors quando Damon entra em minha sala sem nem bater na porta.

— Oi Leninha — sentou na cadeira em minha frente — Como foi a sua baladinha? — sorriu sarcástico.

— Melhor impossível — Pude perceber que o moreno fechou a cara.

— Ah bom saber, então vamos nos encontrar hoje? — perguntou enquanto mexia em um porta retrato em minha mesa.

— Hoje não, preciso resolver uns assuntos pendentes.

— Ok. — Damon levantou e saiu sem dizer mais nada. Tive a leve impressão que ele ficou um pouco irritado por eu ter dispensado ele pelo segundo dia seguido.

Mas hoje eu não poderia mesmo me encontrar com ele, preciso conversar com o Cary e ter uma noite com o meu melhor amigo, sei que ele está sentindo minha falta tanto quanto eu a dele e pior, ele pensa que estou com raiva dele. Não posso negar que nas primeiras semanas eu realmente estava irritada com ele mas com o passar do tempo, vi que ele tinha todo o direito de me negar aquilo ainda mais quando o amor da vida dele estava em jogo.

Peguei meu celular, e procurei o número do meu amigo por minha agenda. Apertei seu número e esperei os pequenos bips começarem demonstrando que a chamada foi iniciada. Depois de alguns bips, finalmente a chamada foi atendida.

—Lena? Ai meu deus é você mesmo? — Cary perguntava com a sua voz de bicha espantada.

— Sim, sou eu sua bicha! Pensou que eu tinha esquecido de você? — sorri.

— Eu pensei que você estava com raiva de mim! — suspirou — Mas me conte o que aconteceu na tua vida esse mês inteiro.

— Foi tanta coisa, não dá pra falar por telefone. Te liguei justamente pra isso, que tal lá em casa hoje a noite?

— Tudo certo gata, às 19hs está bom?

— Claro, caso eu não tenha chegado você pode entrar com a sua chave. Caroline não vai está em casa hoje, vai para a casa do Klaus.

— Tudo bem, até mais tarde.

Terminei a ligação e sai para o almoço. Passei na sala da Caroline para ver se ela já tinha chegado e minha amiga estava falando exaltada com alguém pelo telefone, usava seus óculos de leitura a deixando ainda mais charmosa. Como eu sabia que ela não iria ter a sua hora de almoço por conta do seu atraso, apenas fiz uma mímica direcionada a ela afirmando que traria seu almoço, ela apenas levantou a mão em sinal de positivo.

Aproveitei que Anne estava saindo também para almoçar e fui com ela. Fomos ao restaurante de sempre e fizemos nossos pedidos, Anne era uma graça de pessoa e eu realmente gostava dela, sempre reservada e com seu jeito meigo conquistava as pessoas e se tornava amiga de todos, ela me contava animadamente sobre como o seu relacionamento está perfeito, e que nunca pensou que iria encontrou o amor da vida dela em seu trabalho. E logo meus pensamentos me tiraram a atenção da conversa que eu estava tendo naquela mesa. E eu, quando e aonde vou encontrar o amor da minha vida? Já tinha ficado, namorado sério com vários caras mas nenhum eu senti esse amor que todos comentam, eu tinha um carinho enorme por eles ou apenas fiquei por ficar e realmente ao terminar com eles eu perguntava quando alguém iria mexer comigo de verdade.

Voltei a atenção para a Anne que ainda continuava falando sobre o Finn e tentei novamente acompanhar a conversa que já estava bem adiantada, terminamos nossos almoços, paguei e peguei o da Caroline que pedi assim que fizemos nossos pedidos, voltamos rapidamente para a empresa, pois nos animamos com a conversa e passamos um pouco do horário. Anne foi para sua mesa na recepção e eu segui para a sala da Caroline para deixar seu almoço, a loira ainda estava no telefone e com uma cara nada boa enquanto uma de suas mãos massageava suas têmporas, dei um beijo na sua bochecha antes de sair e ela sussurrou um obrigado dando um sorriso fraco.

Segui para a minha sala, passando pela a de Damon já que era de lado da minha e escutei alguns gritos dele com alguém pelo telefone, chamando a tal pessoa de irresponsável e que não tinha profissionalismo. Céus, hoje está todo mundo estressado? Entrei em meu escritório e resolvi abri meu email para ver se já tinha a resposta de alguns clientes sobre nosso trabalho e se gostariam de acrescentar algo. Ao contrário da tarde dos meus amigos, a minha foi bastante tranqüilo, já que a coisa toda caiu para cima de mim no turno da manhã.

Terminei meu serviço mais cedo e fui para o meu apartamento, antes de completar o trajeto, parei no restaurante japonês preferido do Cary e comprei nosso jantar. Cheguei em meu apartamento, tomei um banho rápido e vesti minha fiel calça de moletom e minha blusa que caberia três de mim dentro, me sinto confortável e aquecida com elas. Estava colocando a comida no microondas para aquecê-la, quando vejo Cary entrando em meu apartamento, minha nossa como estou com saudades dele!

— Meu deus que saudades que eu estou de você — falei pulando nele e o abraçando com força — Desculpa por eu ser uma egoísta, e uma péssima amiga! — funguei no seu pescoço. Eu estava com saudades de tudo no Cary, do seu cheiro, do seu abraço quente, e da paz que sinto quando ele está por perto.

— Ah minha Lena, você não sabe o quanto senti sua falta — beijou meus cabelos — Eu pensei que iria perder sua amizade para sempre.

— Não fale isso jamais! — falei me afastando dele — Sei que fui uma egoísta, e uma amiga horrível mas nunca ia te abandonar.

Depois de dar mais uma dez abraços em Cary o soltei e fui tirar nossa comida do microondas que já tinha parado a algum tempo. Coloquei nos pratos e peguei nossos palitinhos levando tudo para a sala e colocando na mesa de centro. Meu amigo como sempre invadiu minha geladeira e pegou uma cerveja, a única pessoa que comia comida japonesa e tomava cerveja tudo ao mesmo tempo era ele. Jantamos em meio a risadas e colocando as novidades em dia, Cary me conto como foi tudo no dia que ele contou a Alef sobre ele ser o doador e como ele reagiu, pude perceber pela voz do meu amigo como ele se sentiu na hora, totalmente dividido. Contei sobre como fiquei triste por saber que não iria ter mais o bebê e que até não fui para o trabalho no outro dia, e claro que meu amigo quase chorou me pedindo desculpas por me fazer passar por isso.

E óbvio que não poderia deixar de contar sobre o meu trato com o Damon, contei desde nossa conversa no meu escritório sobre ele perguntando se eu estava bem e em seguida me convidando para jantar, até minha primeira noite com ele. Eu me sentia tão à vontade com o Cary, que não ligava de contá-lo os mínimos detalhes de tudo, até da minha noite com o moreno selvagem.

— Elena, fala sério! Damon? O Damon que você disse que nunca iria para a cama? O da empresa? — ele perguntava ainda sem acreditar.

— Ele mesmo.

— Você é totalmente louca! — falou rindo.

Cary perguntou se minha família já sabia disso tudo e claro que contei como foi à reação deles ao saber que ele seria o pai, mas com todas as mudanças de plano, apenas quem sabia sobre o Damon era minha mãe.

— Você está há quanto tempo com ele? Um mês certo? — me encarou.

— Um mês e duas semanas eu acho, não sei ao certo. — falei enquanto levava os pratos para a pia. Comecei a lavar nossos pratos e percebi que meu amigo tinha ficado em silêncio depois da minha resposta, me virei para saber o que ele estava fazendo e o vi sentando na cozinha americana pensativo. Terminei tudo e sentei ao seu lado.

— Porque parou de falar de repente? — perguntei curiosa.

— An... Lena, sua menstruação já veio esse mês? — Cary perguntou sério. Ao ouvir a pergunta do meu amigo todo meu corpo congelou, minhas mãos soavam e com certeza eu estava pálida. Não, minha menstruação não tinha vindo esse mês. Pra falar a verdade já estava atrasada a 3 semanas e isso me deixou ainda mais nervosa. — Pela a sua cara, não veio. Lena você quer fazer um teste? Eu compro agora pra você na farmácia aqui da frente.

— Não Cary, vamos esperar até o fim da semana. Eu quero esperar um pouco, não quero criar expectativas. — falei com a voz trêmula, mas tudo o que eu falei já tinha ido para os ares. Eu já estava me imaginando grávida e esse era meu erro, minha expectativa está alta demais.

— Então vamos esperar, mas caso não chegue até sábado, você promete que me avisa? Vou está aqui na sua porta batendo com um teste — ele fazia carinho em minhas mãos enquanto falava.

— Tudo bem — suspirei.

Depois de algum tempo, Cary precisou ir embora já que estava bem tarde. Meu dia foi tão corrido pela manhã que me deixou totalmente cansada como se eu tivesse corrido uma maratona o dia todo, e ainda tinha isso agora.

Será que eu estou grávida?

Notas finais
oi oi oi, todo mundo tá aí? hahaha. Enfim, gostaram da Lena da balada? E porque acham que ela não ficou com o Robert??? Lembrando novamente que ela ainda NÃO tem sentimentos pelo Damon em! E o Cary voltando, o que acharam??? E o momento do capítulo, a Elena está ou não grávida? Comentem, comentem! E quem quiser pode recomendar também! xx meus amores, amo todas vocês!