Surprises of Fate
13 Capítulo 12- Making up for lost time.
Notas iniciais
Meus olhos ainda estavam pesados, mas fiz um esforço tremendo para abri-los. Senti aquela conhecida dor devido a todo o esforço feito durante toda a noite. Céus, onde eu estava com a cabeça para fazer tudo aquilo? O quão inconseqüente eu estou sendo em aceitar toda essa loucura?
Virei lentamente e encontrei o moreno ainda dormindo, e pelo visto não iria acordar tão cedo. O que esse homem está fazendo comigo? Quando em meu juízo normal eu estaria aceitando dormir com ele só para ter meu filho e para ele me ter na cama? No momento estou me odiando profundamente, minha mãe tem razão eu estava sendo irresponsável, mas agora não tinha como voltar atrás, já tinha começado isso e tenho que terminar.
Sai da cama e procurei minhas roupas, aliás, restos de roupa. Vesti meu sutiã e lembrei que minha calcinha tinha sido arrancada e rasgada por um moreno de olhos azuis totalmente selvagem e minha camisa tinha ido pelo mesmo caminho. Entrei em uma porta que supus ser o seu closet, e acertei. Procurei a gaveta onde Damon guarda suas cuecas e depois de abrir várias finalmente achei. Nada mais justo do que pegar uma cueca e uma blusa sua, já que ele destruiu as minhas, sorri com a minha ideia nada normal.
Peguei uma boxe branca e a vesti, ficou super folgada mais ia ter que servir. Procurei alguma blusa social sua tentando encontrar a menor possível o que realmente não tinha, já que todas eram do mesmo tamanho. Peguei uma azul clara, vesti e obviamente ficou um vestido, sai do closet procurando o meu cinto que usei ontem e o encontrei perto da porta do banheiro. Coloquei a mão na boca rindo baixinho pela loucura que a nossa noite foi, e fui para frente do espelho gigante que tinha no quarto do Damon e tentei dá um jeito naquela blusa enorme com o cinto. Dobrei as mangas as deixando 3/4, e fiz a blusa ficar menos comprida. Vai ter que servir.
Sai silenciosamente do quarto, Damon continuava dormindo do mesmo jeito. Queria evitar uma cena constrangedora ao acordar, estava totalmente ciente que não teria nada de café da manhã na cama ou acordar com beijos. Nossa relação era totalmente restrita, o foco era o meu filho.
Peguei um táxi ali perto e segui para o meu apartamento. Finalmente posso pensar com um pouco de clareza. Verdadeiramente eu não sei o que estou sentindo, em parte estou me odiando completamente por ter aceitado isso, transado com o Damon e agora está nessa “relação” estranha até engravidar, por outro lado, estou me sentindo ótima pela noite magnífica que tive. Como posso negar isso quando só o Damon conseguiu fazer eu ter mais de três orgasmos em uma noite? Céus, como ele consegue? Ainda podia sentir seus toques firmes, suas mãos ágeis passeando por todo o meu corpo e sua voz rouca gemendo em meu ouvido. Estou me odiando ainda mais por ser tão irresponsável a ponto de querer o moreno fazendo ainda mais loucuras comigo, e eu poder desfrutar ainda mais daquele corpo maravilhoso. Acabei rindo com esses pensamentos, como posso está me odiando e me amando ao mesmo tempo?
Percebi que o taxista me encarava pelo retrovisor, com uma cara totalmente estranha tentando entender porque comecei a rir sozinha ali atrás. Depois de poucos minutos estava em frente ao meu prédio, paguei ao taxista e segui para o meu apartamento.
Acho que nunca estive tão ansiosa para conversar com a Caroline, não estava dando a mínima para a inquisição que iria sofrer assim que colocasse os pés naquele apartamento, pra falar a verdade eu estava torcendo que ela fizesse isso. Precisava dividir a noite mais louca da minha vida com alguém.
Peguei minhas chaves dentro da bolsa e abrir a porta, a sala estava em total silêncio, mas eu conseguia escutar o som da televisão vindo do quarto da minha amiga. Passei pela porta do seu quarto e vi uma Caroline totalmente jogada na cama comendo algo que não identifiquei, quando me viu começou a bater palmas, sentando na cama e sorrindo quase dividindo seu rosto em dois.
— Mocinha venha aqui e me conte tudo! Todos os detalhes, os mínimos detalhes — sorriu batendo na cama.
— Deixa, por favor, eu tomar um banho rápido? Eu volto logo e te conto tudo, eu prometo — falei rindo.
— Pode ser, e essa blusa? Não é sua! Ai meu deus! — colocou a mão na boca quando deduziu de quem era.
Caminhei para o meu quarto sorrindo com a reação exagerada da Car. Tirei toda a minha roupa, e não pude deixar de sentir o cheiro forte do Damon que estava impregnado tanto na sua blusa como no meu corpo.
Tomei um banho rápido, ansiosa para conversar com a minha amiga. Prendi meu cabelo em um rabo de cavalo, vesti uma roupa mais leve e corri em direção ao quarto da Car.
— Finalmente — afastou dando espaço para eu sentar ao seu lado. — Agora fala tudo!
Comecei a contar sobre como ele chegou à minha sala pedindo a resposta e como tudo ocorreu. Da saída da empresa até a sua casa e a loucura que foi para abrir a porta já que o próprio dono da casa estava mais concentrado em deixar chupões por toda extensão do meu pescoço do que abrir a bendita porta. Caroline não para de pular na cama sorrindo loucamente enquanto fazia perguntas nada discretas.
— Minha nossa! E ele tem pegada na cama? Óbvio que tem — falou ela mesmo se respondendo — Se você no dia do beijo no carro já chegou ofegante, imagina entre quatro paredes! — sorriu maliciosa.
— Sim, ele tem muita pegada Car. Céus, ainda me pergunto como aquele homem consegue fazer aquelas coisas — Caroline me encarava rindo e eu corei sobre o seu olhar.
— Preciso te perguntar... É grande? — falou gargalhando se jogando na cama.
— Caroline!! Isso não é pergunta que se faça! Eu nunca perguntei o tamanho que era o do Klaus!
— Ah amiga, não perguntou por que não quis, mas sim é muito grande e ele faz uma coisa... — falava empolgada já sentada novamente.
— Ai eu não quero saber — falei levantando as mãos — Enfim é grande. Ann... bem grande — falei rindo.
— E ele viu quando você saiu?
— Não, claro que eu não ia esperar ele acordar Caroline. Não quero isso, iria envolver sentimentos demais, esperar acordar e... Não mesmo. — respondi seria.
— Você está certa Lena! Mas eu acho que ele vai ficar muito puto!
— Não vai, até porque ele não é desse tipo e o combinado nunca foi esse! — falei dando de ombros.
— Eu não estou dizendo que ele vai ficar chateado porque não vai ter você no café, e sim porque foi você que teve a atitude de deixar ele sozinho. Damon está acostumado com ele deixando as mulheres, não ao contrário. — Car piscou.
*
Nosso final de semana passou tranquilamente, como previ Damon não ligou ou tentou entrar em contato pra saber de nada, ele já está bem acostumado com esse tipo de coisa. Hoje já é segunda e tenho que encará-lo no trabalho, e isso vai ser divertido. Ou não.
Tudo na empresa hoje estava relativamente tranqüilo,o que era de se estranhar. Caroline e eu almoçávamos na minha sala, o dia estava chuvoso e preferimos pedir nossa comida e ficar por aqui mesmo. Damon ainda não tinha me procurado e isso era bem a cara dele mesmo, porém isso me aliviava bastante porque não teria que dá justificativa a ele nem tão cedo. Minha amiga tagarelava sobre como meu filho iria nascer perfeito, já que Damon é um pedaço de mau caminho — palavras da própria — e eu era simplesmente perfeita.
Minha mente viajou totalmente para uma criança de olhos azuis, pele branquinha e cabelos cor de chocolate correndo por um quintal totalmente coberto por uma grama bem verde, enquanto pedia “Mamãe me pega”. E claro que eu era a pessoa mais feliz do mundo em correr atrás daquele pequeno e enche-lo de beijinhos por todo o rostinho gorducho, enquanto sua risada tomava conta de todo o lugar. Meu pequeno pulava do meu abraço e ia correndo em direção a uma árvore enorme que tinha ali, ainda sorrindo enquanto chamava por alguém. Naquela cena eu fiquei totalmente imóvel ao ver meu bebê no colo do Damon o chamando de “Papai” enquanto o moreno o lançava para o ar chamando-o de “garotão do papai”. Céus o que está acontecendo comigo?
Senti alguém apertando minha mão e me chamando, e despertei do meu devaneio. Caroline olhava para mim assustada enquanto eu sentia algumas lágrimas intrometidas rolarem por minha face. Sim, eu ainda iria viver aquilo, brincar com o meu filho por um quintal enorme, escutá-lo me chamando de mamãe enquanto corre brincando, apenas não conseguia entender porque Damon tinha ido parar ali, com certeza era a Caroline falando sobre meu filho ter as características dele e acabei relacionando tudo. Damon jamais iria passar pelo papel de pai, e nem eu esperava isso, de forma alguma. Mas aquela cena não saia da minha mente e me fazia sorrir involuntariamente. Sei que quando aquilo acontecer, vai ser apenas eu e meu pequeno e eu já estou imensamente feliz só em apenas pensar nisso. Eu e meu filho.
— Lena!! Da pra falar comigo? Você ta me assustando — Caroline estalava os dedos na minha frente.
— Desculpa — falei secando as poucas lágrimas que ainda tinha no meu rosto — Eu acabei me perdendo em pensamentos, onde eu já estava com o meu filho, brincando, correndo, sendo mãe — sorri.
— Logo você vai está com ele amiga, e vai ser a mãe mais coruja desse mundo. — Minha amiga me abraçou forte.
Terminamos o nosso almoço tranquilamente e Car seguiu para a sua sala.
Minha tarde foi totalmente parada, sem nada pra fazer e eu pensava seriamente em ir pra casa mais cedo e cair na minha cama e dormir, dormir muito. Mas como não tenho esse poder de sair à hora que quero tenho que ficar aqui.
Caroline entrou na minha sala, dizendo que o Sr Sullivan solicitava a minha presença e a dela agora em seu escritório. Céus, para que fui falar que minha tarde estava tão tranquila? Ao chegar à sala do nosso chefe nos sentamos e esperamos ele chegar deus sabe lá de onde.
Depois de alguns minutos de espera o Sr Sullivan chega nos cumprimentando formalmente e sentando em sua cadeira. Começou com o seu papo de sempre nos elogiando, dizendo que éramos suas melhores funcionarias e por isso daria um dos trabalhos mais importantes que a empresa já recebeu. Dirigir a parte de marketing de um filme super famoso que iria ser lançado, toda a área de divulgação do projeto, autdoors que envolvessem ainda mais o público seriam nossa responsabilidade. Claro que eu e a Caroline ficamos radiantes, pois com isso nosso salário dobraria, e se tudo desse certo conseguiríamos conquistar ainda mais a confiança do Sr Sullivan. Recebemos todas as instruções necessárias para o inicio desse novo projeto, e os principais materiais que seriam usados.
Ao sair da sala, Caroline ainda pulava de alegria por essa “promoção” dizendo o quanto estava animada e que precisamos comemorar isso hoje. Concordei plenamente com sua ideia, avisando que iria pegar minha bolsa em meu escritório e poderíamos seguir para o barzinho de sempre.
Abri a porta da minha sala com um sorriso enorme, tudo estava se encaminhando bem na minha vida. Ganhei uma promoção excelente, meu filho em breve estaria em meu ventre e eu não poderia desejar nada mais que isso para ser feliz completamente.
— Olá fujona — aquela voz que me enlouqueceu na sexta a noite falou. Ele estava totalmente à vontade sentado em minha cadeira com suas pernas em cima da minha mesa.
— Ah oi! Dá pra tirar os pés da minha mesa, por favor? — falei empurrando suas pernas para baixo, não conseguindo mover um centímetro já que não tinha força o suficiente para isso. Bufei irritada e segui para o banheiro com o intuito de lavar meu rosto e retocar a minha maquiagem para a saída com a minha amiga, nem Damon e seu jeito irritante vai estragar o meu dia maravilhoso.
— Posso saber por que você saiu escondida no sábado? — falou encostado na porta do banheiro. Virei-me em sua direção e direcionei o meu melhor sorriso irônico a ele.
— Ah então você queria beijinhos de bom dia e café da manhã na cama? — falei rindo — Esperava mais de você Damon! Está se tornando um romântico apenas com uma noite? — sorri sarcástica.
Guardei minhas coisas em minha bolsa e voltei para a minha sala, passando por um Damon sorrindo malicioso para mim. Idiota.
— Óbvio que não Leninha, você sabe muito bem que não sou disso. — falou caminhando em minha direção — Mas sabe o que eu queria? — Damon me prensava com o seu corpo contra a minha mesa.
— Não, o que? — respirei fundo.
— Continuar com o nosso trato. Tentar fazer você conceber o seu filho, com um sexo matinal maravilhoso daqueles que te deixa tão exausta a ponto de voltar a dormir. — sussurrou no meu ouvido fazendo todo o meu corpo se arrepiar. — Mas podemos compensar esse tempo perdido agora.
Damon segurou meu rosto e me beijou. Um beijo quente, delicioso e que fazia tremores fortes dominarem o meu ser. Sua língua encontrou a minha ferozmente e uma verdadeira batalha foi iniciada, umas de suas mãos estavam enroscadas em meus cabelos, tenho uma leve suspeita que ele tem uma pequena adoração pelo o meu cabelo. Sua outra mão estava em minha cintura, a apertando cada vez mais me fazendo suspirar fortemente. O moreno selvagem me pegou no colo me levando para o pequeno sofá que tinha ali, depositando o meu corpo sobre o estofado enquanto tirava a minha blusa e jogava no chão. Seus beijos foram descendo pelo meu colo, e chegando aos meus seios onde Damon depositou beijos, mordidas e leves chupões, eu já estava ofegante, e com um calor fora do normal mesmo que o ar da sala esteja ligado e o clima lá fora esteja totalmente frio. Damon tirou sua blusa de um jeito apressado que deixou a cena totalmente engraçada, e subiu em cima de mim naquele espaço super estreito. Minhas mãos corriam livremente por suas costas, apertando, arranhando enquanto minha boca estava envolvida com a dele. Meu moreno tentava tirar meu sutiã procurando o fecho desesperadamente e só aí que acordei totalmente. Meu deus! Eu estava no meu escritório, no trabalho e alguém poderia ver!
Empurrei Damon que caiu sentado no chão me fazendo rir sem querer pela sua queda e levantei do sofá, passando as mãos pelo meu cabelo tentando ajeitar a bagunça que tinha ficado.
— Posso saber por que diabos você me empurrou? — falou ainda sentado no chão.
— Damon nós estamos no local de trabalho, qualquer pessoa pode entrar aqui e eu tenho que sair com a Caroline hoje. — peguei minha blusa do chão e comecei a vesti-la. Damon levantou rapidamente do chão retirando minhas mãos da minha blusa e a jogando no chão novamente.
— Não tem mais ninguém aqui, todo mundo já foi embora e eu quero você aqui Elena. Ligue para a Caroline e diga que aconteceu um imprevisto, qualquer coisa. Mas eu quero você. — falou me prensando contra a porta ao mesmo tempo em que trancava a sala.
— Não vou fazer isso. — disse firme. Quem ele pensa que é pra mandar em mim? As coisas vão acontecer do meu jeito.
— Ah você vai sim. — Damon saiu em direção a minha mesa e pegou meu celular. Andei em sua direção tentando tirar o aparelho da sua mão o que foi impossível, meu celular já estava em sua orelha enquanto ele ligava para alguém. Céus, que homem infernal! — Ah Oi Caroline, aqui é o Damon! Sim sim, o Damon — sorriu — Então Elena vai precisar sair comigo para resolvermos algumas coisas e vai ter que adiar a saída de vocês — escutei minha amiga falando algo para ele que o fez rir — Então loirinha, você descobriu! Isso mesmo. Vou ajudar a sua amiga a conceber o filho que ela tanto quer então sua saída foi por água a baixo — Meu deus eu não acredito que ele falou isso, corei fortemente olhando para aquela cara safada do Damon. Fui em direção ao sofá, me sentando e tentando conter minha vergonha e minha raiva. Ele não tem esse direito! — Ah claro que ela concordou, sou estou adiantando e ligando pra você porque sei que se ela fosse ligar iríamos perder muito tempo — sorriu safado para mim — Então tchau loirinha. — desligou a chamada e meu telefone também. — Tudo resolvido Leninha.
— Não vou transar com você Damon, perdeu seu tempo. — Falei colocando minha blusa e tentando encontrar a chave da porta.
— Não vai a lugar algum porque a chave está comigo — falou caminhando ainda sem camisa em minha direção. Porque ele tem que ser tão gostoso? — Vamos Leninha eu sei que você quer — sussurrou apertando minha cintura enquanto me empurrava novamente para o sofá. Damon distribuiu beijos da base do meu pescoço e foi descendo até onde minha blusa permitia. — Eu já estou ficando com raiva dessa blusa! — grunhiu baixo arrancando-a. Não consigo resistir a ele, isso é uma certeza.
O moreno selvagem estava novamente em cima de mim, agora me beijando ainda mais com fervor. Suas mãos ágeis agora acharam de primeira o fecho do meu sutiã, tirando-o rapidamente e o jogando junto com a minha blusa. Seus dedos brincavam com os meus mamilos, puxando-o, apertando e dando leves beliscões que fazia meu corpo tremer em resposta, sua boca quente agora dava total atenção a um dos meus seios me fazendo buscar ar e controlar os gemidos mordendo fortemente meus lábios. Damon sugava fortemente meu mamilo já rígido e massageava meu outro seio, não consegui segurar o gemido alto quando senti o mordendo aquela parte tão sensível.
Seus beijos agora foram descendo por toda a minha barriga, sua língua quente brincando com o meu umbigo fazendo meu corpo arquear em direção ao seu.
— Tem roupa demais aqui morena, vamos tirar isso — Damon retirou meus sapatos, juntamente com a minha calça. Ficando de joelhos, puxou minhas pernas agora totalmente expostas sem o tecido da calça e distribuía beijos por meus pés, panturrilhas e coxas. Novamente voltando para cima de mim, me beijou novamente e suas mãos corriam por todo o meu corpo aproveitando a falta de roupa nele.
— Quem está com roupa demais agora é você Salvatore. — O empurrei, fazendo o sentar no sofá. Levantei vagarosamente ainda o encarando e pude ver seus olhos carregados de luxúria e desejo. Desfiz seu cinto, e puxei a sua calça jogando pelo chão onde minhas roupas também estavam. Sua ereção já estava enorme, fazendo a cueca marcar bem seu membro, sentei novamente agora no colo do Damon e em cima do seu membro pulsante. O moreno grunhiu baixo quando sentei em suas pernas e nossas intimidades se tocaram mesmo cobertas pelas roupas íntimas. Beijei sua boca e minhas mãos foram para o seu cabelo, puxando cada vez mais forte fazendo Damon gemer e morder meus lábios.
Levantei novamente, agora para tirar sua boxe fazendo seu membro enorme ficar livre. Peguei-o em minha mão e pude ver Damon jogando a cabeça para trás e sua boca abrindo em um “o” perfeito. Comecei a mover minha mão rapidamente por todo o seu membro, o fazendo gemer rouco coisas desconexas. Fui parando lentamente meus movimentos e Damon voltou a me encarar, ainda o encarando comecei a lamber toda a extensão do seu membro e sugando sua glande.
— Elena — Damon respirava fundo e suas mãos já estavam em meu cabelo me guiando em seu membro. Sugava fortemente, e minha língua brincava fazendo movimentos aleatórios no moreno que grunhia cada vez mais alto. — Já chega, quero gozar dentro de você. — Damon me puxou novamente para seu colo e puxou minha calça a rasgando. Mais uma que foi para o lixo.
— Eu acho bom você parar de rasgar minhas calcinhas. Aqui não vou poder pegar uma cueca sua emprestada — Só depois percebi que acabei contando o meu pequeno segredo.
— Então quer dizer que você pegou uma cueca minha Leninha? — sussurrou malicioso em meu ouvido.
— E uma blusa também — falei rindo. Damon me colocou novamente no sofá, abrindo minhas pernas, enquanto sua língua quente já estava em minha intimidade. Meus gemidos saiam altos e desesperados, enquanto sua língua trabalhava fortemente lá em baixo. Sua barba estava por fazer, fazendo assim arrepios fortes tomarem meu corpo quando sua barba roçava na minha intimidade ou na minha perna. — Damon! Por favor!
— O que minha morena? Diga o que você quer. — falou enquanto introduzia um dedo em minha intimidade. Os movimentos de vai e vem do seu dedo dentro de mim me fazia perder a linha e fechar os olhos enquanto gemia por ele.
— Damon.... Eu ahhh — Meu moreno selvagem introduzia mais um dedo dentro de mim, e aumentava ainda mais as estocadas com seus dedos. Eu já me sentia a beira do precipício, todo o meu corpo tremia e minhas pernas ficavam cada vez mais tensas. Damon continuou o movimento incessante dos seus dedos e levou sua boca novamente até minha intimidade, agora chupando meu clitóris. Céus! Eu não vou agüentar — Damon, ah meu deus! — não consegui mais segurar e gozei. Tenho a impressão que a cada orgasmo que tenho com Damon fica cada vez melhor.
Damon retirou seus dedos de dentro de mim, e os sugou fechando os olhos. Como ele poderia fazer disso uma coisa tão excitante? Ficou novamente por cima de mim, como sempre não depositando todo o seu peso sobre mim apoiando-se em seus braços. Senti seu membro duro roçando contra minha intimidade me fazendo gemer involuntariamente.
— O que você quer Lena? — sussurrou no meu ouvido.
— Você — falei ofegante.
Damon introduziu seu membro fortemente em mim, me fazendo morder seu ombro por tamanha sensação de prazer que tive e o fazendo gemer junto. Ele começou a se mover, rápido, forte e implacável como sempre, seus braços faziam força contra o estofado, deixando seus bíceps ainda mais definidos, minhas mãos apertavam seus braços e seguia por suas costas o arranhando com força o fazendo grunhir.
Apenas um braço agora estava apoiando seu corpo, já que o outro passeava livremente sobre mim, me puxando cada vez mais ao seu encontro. Damon estocava com força, nunca perdendo o ritmo, cada vez mais forte, mais rápido.
— Ahh Damon... — mordia meus lábios fortemente para evitar gemidos mais altos, e com certeza minha boca estaria machucada depois disso.
Damon sentou comigo em seu colo me deixando no comando. Minhas mãos estavam segurando em seu ombro enquanto eu subia e descia sobre seu membro, suas mãos apertavam fortemente minha cintura me guiando nos movimentos. Meus cabelos estavam totalmente molhados de suor, grudando em minha testa e eu podia sentir pequenas gotículas de suor correndo sobre mim. Damon não estava diferente, seu cabelo estava totalmente grudado em sua testa, o deixando ainda mais sexy.
Tirei os fios que cobriam a testa do meu moreno colocando-os para trás para me dar visão melhor dos seus olhos. Damon me colocou novamente contra o sofá e agora estocava ainda mais forte, olhando em meus olhos e sorrindo com o seu melhor sorriso de lado, tirou alguns fios revoltos que caiam na minha face e me beijou. Nossas línguas seguiam o mesmo ritmo forte e rápido que as estocadas do Damon, fazendo aquela sensação de pré-orgasmo ficar ainda mais forte, fazendo todos os meus músculos se contraírem. O beijo foi diminuindo a intensidade até estarmos novamente nos encarando.
— Você é linda minha morena — Damon falou mordendo meu lóbulo — Goza pra mim!
E como se meu corpo fosse totalmente devoto a Damon e o obedecesse, explodi em um orgasmo maravilho, sentindo meu corpo virar mil pedacinhos. Meu moreno selvagem estocou mais algumas vezes e em seguida pude sentir seu liquido quente sendo derramando em mim, céus que homem.
Seu rosto estava enterrado no vão do meu pescoço, enquanto meus braços estavam em volta do seu pescoço. Nossas respirações estavam pesadas e cansadas depois de toda a nossa brincadeira, sorri com o pensamento.
Damon levantou seu rosto e me encarou.
— Até que não foi tão ruim perder seu compromisso com a loirinha em? — falou passando seu nariz pelo meu rosto.
— Não, não foi nada ruim seu moreno selvagem. — Damon sorriu com o apelido.
Depois de alguns minutos Damon levantou retirando seu membro e me deixou sentindo falta de algo. Arrumamos-nos em um total silêncio, ajeitei o sofá em seu canto e segui para o banheiro. Fiz um coque em meu cabelo suado e ajeitei a minha blusa.
— Vem, te levo em casa — Damon falou da porta do banheiro. Desliguei a luz do banheiro e a da sala e saímos. O prédio estava em um total silêncio e apenas os seguranças noturnos estavam ali. Damon deu uma desculpa qualquer ao segurança que estava na saída e seguimos para a minha casa.
Como em meu escritório, o caminho para casa foi um total silêncio. Não estava arrependida por ter transado com o Damon no nosso local de trabalho, a ideia de alguém ter a chance de descobrir o que você está fazendo é bastante excitante. O homem ao meu lado parecia está perdidos em pensamentos e com um cara que estava bastante satisfeito pela nossa escapulida.
O carro parou em frente ao meu prédio, retirei meu cinto de segurança e encarei novamente Damon.
— Obrigado pela carona.
— Só pela carona? — sorriu safado. — E os nossos exercícios não merecem reconhecimento? — Falou fazendo beicinho. Será que ele sabia como ficava sexy fazendo isso?
— Não acha que está muito velho para ficar fazendo beicinho feito uma criança? E a nossa noite foi ótima. — sorri — Agora tenho que ir.
— Até amanhã Lena — falou me dando um beijo rápido. — Ahh desculpe por isso. — Essa coisa de se despedir com beijo, e tudo mais não estava no nosso trato então sempre é estranho quando isso acontece.
— Sem problemas. Boa Noite. — sai do carro.
Meu apartamento estava vazio e escuro, Caroline com certeza foi para a casa do Klaus depois da mudança de planos. Como o Damon podia ser descarado a ponto de falar aquelas coisas para a minha amiga? Cretino.
Entrei no banho, tomando uma ducha rápida e me vestindo. Deitei na minha cama pensando em meu encontro nada discreto com o moreno selvagem e estava tão cansada que rapidamente adormeci.
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