''Pobre mulher na escuridão, solitária, morbida.''

Em um hospício em tokio , um homem pinta um quadro livremente, ele se diz uma pessoa que não tem problemas mentais e que foi injustiçado por estar na quele local. Então , este rapaz percebe a aproximação de um outro homem, que chega nele e diz:

-Hola? — ele acena , violinos começam a tocar , com uma melodia assombrosa .

-Oi...

-Não vou perguntar se você esta bem , pois não irá responder. Eu quero saber se você ama a mulher que está pintando ... a ama, não é mesmo?

O rapaz não pensa duas vezes e diz que ''sim'', mas um sim apaixonado.

-Já sabia desta resposta- olha com um olhar cruel. — E o que vai acontecer com o seu sentimento, se ela morrer?

O violino começa a tocar , um melodia triste, avisando que o homem estava tento lembranças tristes à respeito de sua mulher, como uma viagem que ele e ela fizeram juntos, num campo, em um campo de margaridas amarelas.

-Morrer? — ficou curioso

-Sim, meu lord, morrer, se você sair daqui do hospício e quando retornar ao seu lar , ela estar morta, hem? — ele sorri maléficamente- E se isso ser real?

-Não faria isto! — um tom agressivo

-Veremos.

O suposto homem sai de perto do rapaz. Após três dias, o maníaco com o qual falou, ganha alta . A sua , seria dali duas semanas.

Neste período, a vida dele, no hospício é de dor e solidão , os cuidantes o tratavam como um doido. E , depois de 2 semanas abriu-se o portão para ele, finalmente , liberto .

O que ele esperava ver? Sua mulher, Otan e seus filhos , Hiro e Kuroshi, mas, nada , eles não estavam lá... lagrimas cairam de seus olhos. Aflito, pega um táxi e para em frente ao seu apartamento, aonde sua família estaria. Subiu as escadas , destrancou a porta com a chave que estava no hospício , e ao entrar , estava tudo escuro , escuridão.

-Amor?

-Sim meu bem??- a voz vinha do quarto.

O rapaz abriu a outra porta e encontrou a esposa degolada , com uma poça de sangue , no chão.

-Não! — gritou e correu para abraça-la .

-E agora? como está seu sentimento.

O mesmo homem do hospício , estava ali , parado com a faca do crime na mão.

-Seu monstro!- ele pois o corpo no chão e correu agarrar o pescoço do homem , que caiu no chão logo após seu golpe, depois começou a socar o rosto do maníaco , porém, não ligaca, enquanto recebia os socos, ele ria, feito um pscopata .

-Você nunca vai conseguir me machucar, como eu te machuquei , hehe ...

Foi nesta hora, que ele fechou o punho , para dar outro soco, mas , parou;

-Vai embora!-a voz calma agora .

O outro se levanta e se dirige a porta principal .

- Ah ! É melhor buscar seus filhos na escola , já que sua esposa não pode ir busca-los , tchal tchal !

Os olhos dele parara, arregalados e violinos tocam outra música deprimente. Ele se vira para o corpo de sua esposa e diz:

-Adeus meu amor, descançe em paz, eu te amo minha alma gêmea , Adeus.

Então ele fecha os olhos dela e liga para um agente funerário, não necessitava da polícia , enquanto isso ele vai buscar as crianças na escola, por sorte estavam vivas.

-Pai ! — eles ficam surpresos.

-Filhos, vocês estão bem?

-Sim!

Eles entram no táxi e vão para a casa da tia . Chegando lá , ele conta à irmã , que a sua esposa se suicidou.

A irmã de sua esposa, tia de seus filhos, fica muito triste.

...

-Então , eles vão ficar com você.

-Tchal , papai!

-Até logo — uma voz se segurando para não chorar.

No dia seguinte, o marido, presenciou o funeral depressivo de sua esposa. Sofreu, porém, sua investigação só estava começando.

Para conseguir saber o nome do assassino , que era o seu principal objetivo, ele foi até o hospício em que estava preso , Chegando lá, perguntou ao mesário qual é o nome do penúltimo preso solto, por sorte ele conseguiu o nome , mas algo a mais o chamou a atenção , ele viu um cartaz escrito : ''Jigoku Tunshin'' , que significava linha do inferno. Ele pegou o endereço .

-Oh , então está interessado na donzela? — era um velho, com estatura baixa.

-Para que server?- perguntou.

- Para aliviar os intrusos que te rancorizam na vida, você acessa à meia noite , coloca o nome de quem quer se vingar .

- Obrigado — disse indo embora.

Pianos soavam clima de tensão, em sua casa, exatamente às 00:00 hs .

''Será que eu devo ?'' , pensava. Derrepente o telefone toca e ele vai atender.

-Alô?- com uma voz meio tremula.

- Meu amigo favorito !

O homem larga o telefone apavorado. Após desligando. Volta, então, para a frente do computador. Porém , ele bota o status para desligar, assim , não acessando o Jigoku Tunshin.

No dia seguinte, logo de manhã. uma notícia anuncia que a tia havia se acidentado em um acostamento , só Hiro sobriviveu . A tigela de leite, caiu e quebrou , o homem correu e roubou um carro de um cidadão que estava em frente ao seu prédio. E foi até o hospital para ver como ele estava.

- Como ele está? — a voz estava prestes a desabar , não aguentar o choro.

-O estado dele é grave, como pai... deve ser péssimo .

O médio tinha razão, o coração dele estava partido, seu sentimentos , acabados,.. ele sabia ,o acidente foi provocado e não por culpa da tia. Sim, foi o maníaco, ele tinha certeza, o nome dele era Mackey, um inglês nascido na Inglaterra , migrante para o japão, acusado de crimes de tortura física e psicológica à pessoas inocentes, não tendo nenhuma relação com ele.

Decidiu então ir para a casa e esperar até meia noite, para acessar o site. Passando horas, finalmente ele colocou o nome de Makey no site.

Violinos piraram, e uma menina de cabelos negros e olhos vermelhos, com um manto (kimono) , apareceu em sua frente.

-Quem é você- perguntou a estranha figura.

- Emma Ai , você me invocou.

Fazia sentido, o site à chamou.

-Então , pegue.

A menina esticou o braço e em sua mão havia um boneco de palha preto , com um laço vermelho amarrado . Ele pegou.

-Se você deseja se vingar, basta desfazer o laço.

Não pensou e começou a desfazer o pequeno e frágil laço vermhlo ...

- No entanto , se você desfizer o laço, terá de estar ciente que o vingado irá para o inferno , mas , como a vingança é uma faca de dois gumes, sua alma, quando você morrer , cairá no abismo do inferno tamvém, e vagará entre dor e sofrimento por toda a eternidade.

O homem se sentiu no inferno, sentiu esqueletos tentando o puxar pelo pé. Pegou o seu quadro e pintou Emma Ai . E adormeceu profundamente.

Na manhã , o telefone toca novamente e ele o atende.

-Alô ?

-Alô ? — com uma voz de sono.

-Seu filho não aguentou e morreu, lamento.

O telefone caiu da mão do rapaz.

O homem surtou e desfez o laço do boneco de palha, execultando sua vingança. Então , ouviu de longe uma voz dizer para Makey:

''Pobre sombra envolta da escuridão, suas ações só trazem dor e sofrimento à humaniade, quer saber, como é a morte?''

Nosso protagonista se sentiu aliviado , mesmo voltando para o hospício , ele se sentiu feliz, reconstruido ... e ao pegar o quadro que pintou da linda menina do inferno, viu nada.''

''YAMURO , NÓS ALIVIAMOS O SEU RANCOR''

Notas finais
Não me acho repetitivo e sem criatividade.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!