Supresas de Natal
1 Capítulo Único
Notas iniciais
Comentem hein !
Muita coisa havia mudado. Depois da briga com os Volturi, Jake e eu resolvemos assumir nossos sentimentos, e largamos tudo para trás. Lembro-me daquele dia como se fosse ontem.
Flashback on
-Como teve coragem, Rosalie? — Alice estava indignada, e eu realmente fiquei mal de ver que logo ela teve essa reação.
-Eu não te devo explicações da minha vida, Alice!
-Jacob, como pode fazer uma coisa dessas quando mais precisamos de você? E Renesmee como ficará? E o seu "amor" por ela? — claro que essa frase imensamente estúpida só poderia ter sido feita por Bella.
-Oh, meu Deus, será que dá pra pensar menos em você, Bella?! Não vê que ele nunca poderia amar a Renesmee? Ela é uma criança, pelo amor de Deus! Será que você não vê que não podemos ficar aqui?
-Nós, Rosalie? Você quer me dizer que se importa com mais alguém além de si própria? Você passou a vida toda só pensando no seu próprio umbigo, e agora quer me dar lição de moral? Você não pode dizer nada por Jacob, você não o conhece! Nem ao menos gosta dele, Jacob não passa de um brinquedinho para você! Não é que depois que se transformou a sem sal tomou coragem para falar tudo o que não devia?
Ah, se eu te pego Dona Isabella...
-Ei, eu não sou brinquedinho de ninguém não.- Jake se manifestou pela primeira vez até então.
-Acho que devemos deixar apenas Rose, Emmett e Jacob resolverem e tomar uma decisão. — Carlisle disse sereno como sempre.
Todos saíram e ficamos só nós três na sala. Dois vampiros e um lobisomem.
Flashback off
Bom depois de muita gritaria, brigas e juras de morte, fomos embora com a roupa do corpo, e há cinco anos não temos notícias de ninguém. Por vezes, eu aproveitava quando Jacob estava dormindo, para chorar. Os Cullen era a única família que tinha me restado, e perdê-los doeu mais que qualquer outra coisa que eu pudesse imaginar. Até do mala do Edward eu tinha saudade! Enfim, foi essa a vida que eu escolhi. Preferi arriscar tudo para ter uma vida que finalmente tivesse sentido. Uma eternidade que não era tão gelada quanto precisava ser.
-Tenho uma surpresa para você — ele disse sussurrando no meu ouvido. Eu estava tão distraída com o jantar que nem o ouvi chegar.
Ele me girou pela cintura, e atacou minha boca. Como sempre nosso beijo era faminto, cheio de tesão. Ele me segurou pela cintura e me ergueu em cima do balcão, e o mantive preso no meio das minhas pernas.
-É uma surpresa de Natal. -Oh...! — ofeguei — Jacob há muitos anos que não comemoro o Natal.
-Quero te dar o Natal que você merece.
Ele me deu um beijo carinhoso, e depois me carregou em seu colo até o quarto. Fui deitada com cuidado na cama king size, e logo sua boca quente estava na minha. Sua língua quente enrolada na minha, seu gosto na minha boca.
-Me faça sua.
-Eu vou te foder todinha, minha delícia!
Eu delirei com essas palavras, mas eu queria mais que uma boa foda. Era noite de Natal, e eu queria a tal magia dessa data.
-Não, eu quero fazer amor com você. Me ame, Jacob.
-Seu pedido é uma ordem, meu amor.
Ele voltou a me beijar, e era realmente alucinante. A sensação que eu tinha era que eu poderia morrer beijando-o. Suas mãos passeavam frenéticas por todo meu corpo, e eu podia sentir meu corpo esquentando — na medida do possível — a cada passada do meu lobo. Ele se esfregava em mim, e aquilo estava me levando à loucura.
Fiz com eu que ficasse por cima dele na cama, ficando por cima. Jacob me olhou confuso, e eu ri alto com sua expressão indignada.
-Eu gosto de ficar no comando. — expliquei, e ele me lançou aquele sorriso de menino que me derretia.
Desci beijos molhados por seu pescoço — e tive que me controlar para não atacá-lo. Minha cabeça tinha noção de que aquele era meu homem, mas a tentação ainda era grande, afinal ele não deixava de ser humano.
Beijei toda sua barriga, e fiquei bem satisfeita quando vi seus pêlos se eriçarem. Brinquei com seu umbigo, e ele gemeu baixo quando minha saliva gelada se apossou de seu umbigo. Continuei meu caminho, e logo parei encarando seu lindo membro. A glande estava inchada e brilhando pelo tesão que já escorria. Soprei vendo seu membro vibrar.
-Porra mulher não maltrata não!
Abocanhei seu membro por inteiro, e o senti bater em minha garganta. Jacob gemeu alto ao me sentir envolvê-lo com minha boca gelada. Dei uma boa chupada, e o vi revirar os olhos. O tirei da boca, e lambi toda sua extensão, chegando até suas bolas. Voltei a chupar sua glande, e a cada chupada ou lambida, o pau de Jacob tremia, dando espasmos de prazer. Olhei nos seus olhos, e voltei a abocanhá-lo. Chupava como se fosse o melhor picolé do mundo, e depois subia raspando os dentes por toda sua extensão.
Cansei de maltratá-lo e comecei a chupar com gosto. Eu parecia uma criança faminta ali grudada no membro de Jacob como se não houvesse amanhã. Meu lobo girava os olhos nas órbitas, e gemia coisas desconexas. Nada fazia sentido, mas ele estava louco de prazer já que o lençol se rasgou em seus dedos.
Eu queria vê-lo se derramar para mim, então passei a mamar como uma louca, e raspar meus dentes nele. Quando senti que sua glande estava muito inchada e sensível, voltei a sucção á cabeça. Foi o golpe de misericórdia. Ele gozou loucamente, enchendo minha boca de seu prazer.
Jacob prendeu meu cabelo em sua mão, fazendo um rabo-de-cavalo, e me puxou. Sua boca me atacou, e ele deu um meio sorriso ao sentir seu gosto em mim. Ele me abraçou forte, colando seu corpo no meu, e me senti sufocada tamanho o calor que emanava dele.
Ele desceu seus beijos molhados até meus seios, deixando uma trilha de fogo por onde sua língua passava. Ele parou em meus seios rijos, e deu uma chupada no meu mamilo entumecido. Gemi baixo. Meus seios pareciam o alimento de uma criança faminta, já que ele me mamava com muito tesão. Minha intimidade estava ensopada em expectativa.
Jacob continuou lambendo minha barriga lisa até chegar seu destino. Ele apoiou minha perna direita em seu ombro, me abrindo o máximo que podia. Sua língua felina pressionou meu botão do prazer, e eu gritei.
O lobo me olhou sorrindo, e rumou pro meio das minhas pernas. Senti sua língua mergulhar em mim, me invadindo, e girei nas órbitas gemendo. Forcei sua cabeça guiando-o a ir mais fundo. Seu dedo deslizou fácil para dentro de mim, me fazendo chegar a ver pontinhos brilhantes na minha frente. Eu gemia louca de tesão, e Jacob trabalhava na minha boceta sem dó, me chupando com vontade, e estocando seus dedos com força.
Disposto a me fazer gozar, Jacob grudou no meu clitóris, me chupando com maestria, estocando dois dedos na minha boceta melada.
-Amor, eu vou... go...
-Goza pra mim!
Sua língua frenética me maltratava, revirando meu clitóris para todos os lados, e não durei nem mais um minuto. Meu mel frio foi sorvido por Jacob, enquanto eu gozava alucinamentemente, e voava para bem longe.
Eu ainda não tinha me recuperado totalmente, e ainda tentava me lembrar como se respirava, quando ele me invadiu sem aviso.
Gemi baixo, e ele aumentou as investidas com isso. Não ficamos muito tempo do jeito que estávamos, e antes que eu pudesse perceber Jacob já me pegava de quatro.
Seu membro ia fundo até meu útero adormecido, fazendo com que eu ofegasse o tempo todo antes de completar uma frase, e gemesse alucinada.
Nos esfregávamos com tanta intensidade que parecia que a qualquer momento sairia faíscas de nossos corpos.
Era mágico. Eu podia sentir tudo com tanta perfeição. Amor, carinho, prazer, tesão... Era calor e frio juntos. Aquilo que parecia impossível de estar juntos, e era a combinação perfeita: calor e frio, vida e morte, vampiro e lobisomem...
De repente, o quarto ficou menor, a pressão aumentou, a respiração faltou! Nossos corpos pareciam que queriam se fundir. Nos esfregávamos com muita força, íamos fundo, chegando a lugares nunca antes tocados. Numa última estocada cheia de esperança e amor, nós gozamos perfeitamente em harmonia.
-Feliz Natal...! — ele disse aos arquejos.
-Feliz Natal — sorri. Sentamos na cama, e de repente, Jacob levantou. Entrou nu dentro do closet, e saiu de lá com uma caixinha.
Meu coração — morto há tantos anos — acelerou em expectativa. Casara-me muitas vezes com Emmett, mas era o mesmo que não o fazer uma vez que eu não podia ostentar aliança alguma em meu dedo.
-Sei que para um vampiro, o tempo que estamos juntos não é nada, mas para mim é. Eu te amo, e não quero que nenhum outro babaca te deseje nem por um segundo. Quero que seja só minha. — ele disse firme.
-Eu já sou sua. — afirmei.
-Eu sei disso. Quero que todo mundo saiba também.
Jacob abriu a tal caixinha, e tirou de lá um anel. O anel mais lindo que eu havia visto na vida. Era evidente que ele havia feito, pois tinha um tom rústico que combinava perfeitamente com ele.
Foi colocado em minha mão, e me senti completa de ver aquele pequeno círculo ali no meu dedo, onde agora, eu tinha consciência que teve seu lugar guardado esse tempo todo.
Olhei a caixinha e sua tampa era adornada com nada menos que um lobo abraçando um coração branco, que obviamente era o meu coração imortal.
-Eu amei! Amo você.
-Isso me deixa feliz. Eu só quero te fazer a vampira mais feliz do mundo. — seus olhos castanhos brilharam e eu me emocionei.
-Eu já sou, lobo.
Sorri e o abracei. Ele era meu amor imortal, e me deu minha melhor surpresa de natal.
Notas finais
Quero me digam msm q queiram me matar ! Eu amei, na hr q escrevi ate deu calor gente ! Ui ..
Feliz Natal
bjs :-*
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