Supremo Amor
15 V & H 15
Notas iniciais
Victória sorriu e se abaixou para beijar seu menino e Heriberto fez o mesmo com Maria. Despois os dois se olharam e ele a enlaçou pela cintura.
— Você está maravilhosa, Victória, uma rainha. — ele disse todo feliz e sorrindo ao olhar nos belos olhos dela.
— E você está perfeito, Heriberto. — ela sorriu buscando os lábios dele com todo desejo que sentia.
Os dois se beijaram e quando o beijo acabou, Heriberto alisou as costas dela com amor.
— Espero que sua lingerie seja preta. — disse sensual apenas para ela ouvir.
Victória sorriu e sussurrou no ouvido dele causando arrepio.
— Não há lingerie...
O jantar foi maravilhoso, cada parte daquele momento em família, com as crianças rindo, com os dois se divertindo. Era maravilhosos saber que poderia ter momentos como aqueles. Max ficava o tempo todo cochichando com Maria, os dois estavam combinando coisas, combinando o que fazer.
— Eu quero que vocês dois prestem bem atenção.— Victória disse com amor.— Não vão dormir tarde hoje, brinquem um pouco mais e vamos dormir.
Max soltou uma risada e olhou os dois. Ele era um menino muito atento e sempre gostava de dizer as coisas que pensava. Heriberto tinha ensinado a ele que não era errado falar o que se sente. Ele tinha sido ensinado a ser uma menino autêntico.
— Vão nada, nós vamos dormir e vocês vão namorar.— ele disse rindo e Maria olhou para a mãe com a cara assustada.
— Max!— Heriberto repreendeu.
— Ora, ora, Maximiliano Rios Bernal! quer dizer que você acha mesmo que vou namorar o seu pai?— ela disse segurando o riso e olhando o pequeno sorrir e se aproximar enquanto maria ficava emburrada e cruzava os braços.
— Eu sei que vão, porque você é a namorada dele e ele quer beijar você toda hora.— ele disse rindo e os olhos brilharam.
— Eu acho que nesse momento eu vou beijar sim, mas não seu pai!— e Victória agarrou Max com todo seu amor, queria ele mais que tudo e fez cócegas e beijava enquanto ele gritava.
— Meu Deus, Vick, eu vou fazer xixi na roupa.— ele disse no meio das cócegas que recebia.
O menino era lindo e mesmo que ele fosse alguém que ela conhecia, já era alguém que ela amava. Pegou seu pequeno no colo cheirando ele com todo amor. Maria caminhou emburrada e sentou no colo de Heriberto, segurou uns segundos e depois chorou. Chorou sentido porque ela estava em um mundo de emoções.
Max saltou correndo do colo de Victória e foi até Maria e abraçou com todo amor. Ela retribuiu e os dois ficaram uns segundos assim. Victória se aproximou, se abaixou e segurou o corpinho de sua filha, mas ela recuou e se apertou mais em Max. Vick recuou e encheu os olhos de lágrimas.
Era tudo novo para as duas, era tudo novo para todos. Alisou as costas de Maria um tempo e depois a pequena se afastou de Max e disse com os olhos cheios de dor.
— Eu quero ir para a casa de minha vovó Bernarda!— a frase caiu como um tiro.
Victória engoliu o choro, sentiu o coração tremer. As vezes, tudo que queremos é ser amados, ter a atenção de alguém somente para nós. O que os filhos trazem para a vida é essa certeza de amor, certeza de que seremos amados. E quando não é assim, uma mãe se parte. Victória tinha sido partida quando a filha lhe foi tirada, e agora estava de novo se partindo.
Ela ficou tão se reação que se sentou no sofá engolindo seco enquanto Max alisava o rosto de Maria preso no peito de Heriberto. Ela estava sofrendo, ela estava com ciúmes da mãe e mesmo assim, tão pequena nem sabia como se comportar.
— Filha, amanhã nós vemos isso, tá bom?— ela disse com o rosto vermelho de desespero.
Heriberto fez um gesto com a cabeça para que ela se acalmasse. Depois sorriu sentindo que a menina lhe cheirava o pescoço. Ele alisou o rostinho dela e puxou Max colocando os dois no colo. Depois chamou seu amor e ela disse que não. Heriberto sorriu e fez de novo o gesto com a mão.
Victória foi a eles e quando se encostou, Maria agarrou o corpo da mãe. Victória soltou um soluço e prendeu sua menina em seus braços. Apertou puxando o corpinho pequeno. Max alisou o rosto do pai. Foram mais alguns minutos assim e por fim, começaram a se distrair e Maria dormiu nos braços da mãe, assim cmo Max nos braços de Heriberto.
Heriberto se levantou e levou seu filho enquanto Victória levava Maria. Os dois colocaram as crianças no quarto, beijaram e cobriram. Eram tão lindos, tão perfeitos, eles ficaram namorando os filhos dormirem e depois saíram do quarto. Heriberto a pegou no colo e sorriu quando Victória colou sua testa na dele.
O quarto estava arrumado e perfumado. Lindo e simples como ele nem podia imaginar que seria naquele momento. Victoria nem precisava de nada.
Heriberto sorriu com aquela sensação de alegria e desejo se misturando. Ele sabia que Victória era perfeita, que era uma alucinação de desejo. Ela era o mais perfeito dos seres. Quando Heriberto a colocou no chão do quarto, voltou, fechou a porta e a olhou.
Vitória sorriu olhando para ele e mordendo os lábios. Ela sabia, sempre ia saber como seduzir um homem. Ele não era qualquer um, era o homem dela. Era o homem que ela estava se apaixonado.
— Esse braço deveria estar engessado, Doutor!— ela provocou.
Heriberto sorriu e se aproximou olhando para aquela mulher linda que ele deseja tanto.
— Está tudo perfeitamente bem. Eu estou todo pronto para você, Victória!— a voz saiu firme e desejos dela.
— Me olha.— disse com o corpo cheio de desejo e olhando o homem em sua frente. Ele era lindo, ela estava cheia de medos porque há tempos não entregava seu corpo a ninguém. Victória era uma mulher reservada e muito intensa.
— Você quer que eu morra?— ele disse com calor tirando sua camisa. A cada peça dela, ele tirava uma dele.
E assim, nesse jogo perigoso, Victória ficou apenas de lingerie, preta, deslizou a mão para tirar o sutiã e ele segurou se aproximando.
— Me deixe fazer, me deixe tirar.— beijou o ombro dela com carinho. Ele deslizou a alça e suspirou a espera do que tinha para ver ali, nos pequenos seios que ela ansiava por ofertar aos lábios dele...
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