Supernatural no Brasil

6 Capítulo 6: "Morte e Esperança"


Notas iniciais
Capítulo Final, a saga da família Winchester pelo Brasil, tenho uma segunda temporada quase fechada, mais ainda não sei se postarei. Boa leitura.

Em meio a dor, Dean rezava e pedia por um milagre, ele não podia perder, mais ninguém, muito mesmo o seu filho, o seu garotão, não ele, Dean já havia o deixado por seis anos, para que ele não sofre-se, ele queria mais, ele queria aquela família, ele queria o recomeço.

Em meio a tudo aquilo, uma voz, chamou a atenção de todos

— O menino, vai voltar, ele é muito importante para história.

— CASTIEL!!! (Exclamam todos juntos)

— Olá, Dean, Nise, não chorem não, levem o menino para casa, deem um balho, troquem de roupa e coloquem sobre a cama ou rede e fiquem com ele, não se preocupem ele vai voltar, é um menino muito especial. (Fala Castiel)

— Obrigado Castiel. (Fala Dean já empurrando a cadeira de roda com Nise e Jhonata)

— Oi Sammy, Mi, vocês tomem todas as providências sobre o que aconteceu aqui, e bem o resto deixem comigo, até mais. (Falando isso Castiel sumiu)

Sam e Michelle fizeram o que Castiel falou, e não questionaram.

Em quanto isso no apartamento de Michelle:

Dean deu banho em Jhon, e o secou carinhosamente, com um cuidado extremo, depois levou o corpo do menino para a cama do quarto de Michelle e ali Nise já havia escolhido, um pijama confortável o que o menino mais gostava, de um seriado de tv que pela ironia do destino falava exatamente sobre dois irmãos que caçavam, coisas sobrenaturais, o menino era fã daquilo, e acabou levando a mãe para ser fã também da série:

— Olha, ele é fã disso?(Fala Dean lembrando que aquela série foi baseada exatamente na história dele e de seu irmão, ele acabou rindo levemente daquilo, Nise o olhava ela era fã e tinha os livros da série)

— Eu também, mais porque você está rindo? (Nise, estava confusa)

— Assim que ele acorda eu conto pra vocês. (Responde Dean ajudando a vestir o menino)

Assim que o menino estava limpo e deitado no centro da cama, Nise falou:

— Eu também gostaria de me banhar, Dean você me ajuda? (Nise pediu corando, Dean levantou uma sobrancelha e sorriu lateralmente, então respondeu)

— Eu, claro, (Ele apontou para ela como se dizendo vou te carregar, e ela levantou os braços, e ele a carregou da cadeira de roda, em seus braços com carinho, ela passou seus braços pelo pescoço dele e sentiu o calor do corpo dele, que ainda estava sem a camisa, ela mordeu levemente o lábio inferior, e Dean percebeu e apesar daquele momento tenso ambus sentiram o calor da atração entre eles, Dean suspirou e a levou para o banheiro)

Dentro do banheiro Dean percebeu que não tinha onde sentar Nise, então ele a colocou sentada em cima da tampa do vaso sanitário e falou.

— Não se mexa, eu já volto! (Falando isso ele saiu do banheiro, Nise ficou escutando, ela ouviu ele abrindo a porta do quarto sendo aberta, depois de alguns minutos a porta do quarto fez novo barulho e novamente Dean adentrava o banheiro trazendo uma cadeira de plástico, sem braço, e sem falar nada fechou a porta do banheiro e colocou a cadeira dentro do box do banheiro, bem na direção do chuveiro, então falou, agora já se voltando para Nise.

— Agora, banho. Mais tem uma coisa, (Dean mexe a sobrancelha e continuou a falar) eu também preciso de um banho, mais antes que nosso filho acorde eu preciso fazer o que tanto quero. (Dean se curvou e olhando olhos nos olhos de Nise, que já estava respirando fora do compasso, e já ansiava por aquilo, mesmo seu celebro dizendo não ela se entregou, quando ele segurou seu rosto e a beijou, um beijo de filme Hollywoodiano)

Depois de alguns minutos do beijo entre os dois, Dean se separou de Nise e falou ainda respirando descompassado e a mesmo tempo já estava retirando o resto de sua roupa para tomar banho)

— Ainda quer se banhar?

Nise apenas balançou a cabeça positivamente, e corou fortemente. Dean se aproximou dela e a ajudou a desabotoar o vestido que ela vestia, era leve, e com botões todo na frente, era curto então, ela o ajudou ficando parada e só mexeu os braços para ele cair em cima do vaso, ela estava usando um conjunto de calcinha e sutiã cor preta de renda transparente, Dean sorriu as marcas do recado no corpo de Nise estava ali e isso deixou o coração de Dean dolorido, Nise percebeu mais não falou nada, e com habilidade Dea se livrou da roupa intima de Nise, então a carregou nos braços, e ela foi levada para o box, lá ele a sentou na cadeira, fechou o box e ligou o chuveiro, e ele a ajudou a tomar o banho a lavar o cabelo, e fez o mesmo com ele mesmo, depois a ajudou a se secar, e enrolado com a toalha na cintura, e colocando a toalha sobre os ombros dela a carregou de volta para o quarto, e a sentou sobre a cama, ela riu ao ver que ele já havia deixado uma permuda cinza, uma camiseta branca, uma cueca também branca, e claro o seu chinelo ali ao lado da cama, então ele retirou a tolha da cintura e ali mesmo sobre o olhar atento de Nise vestiu sua roupa, e no fim, perguntou.

— O que você vai vestir?

Ele apontou para uma mala no chão e ele a pegou e a abriu dentro haviam algumas roupas, entre ela uma camisola de cor branca de alça fina, decote grande e renda nas bordas ela fio que ia até a altura de suas coxas, ele sabia pelo tamanho da roupa e ao lado dela estava uma calcinha de renda da mesma cor, era bem pequena, então ele pegou as duas, uma em cada mão e falou.

— Essa, serve?! (Ele piscou, e ela corou assentindo)

Ele fechou a mala e colocou novamente no lugar, então retirou a toalha de seus ombros ajudou com os curativos que ainda tinha em sua pele depois a vestiu. Por fim ajudou a se pentear e se perfumar, depois a ajudou a deitar-se ao lado do corpo do filho que estava tão frio ele se deitou do outro lado e os dois olhando um para outro se deram as mãos por cima do menino como se o protegendo de qualquer coisa e o velaram aquele resto de dia.

Dois dias se passaram e Nelso, foi sepultado, mais não em caixão comum ele havia sido cremado, Michelle e Nise não compareceram ao sepultamento, elas não queriam participar daquilo, Sam e Dean ficaram com elas e o pequeno Jhonata que ainda não havia despertado, mais já respirava, então os quatro se revesavam e o tempo passou, um mês depois o pequeno Jhonata ainda não acordará mais estava vivo, Nise e Dean faziam as coisas juntos, mais nada acontecera além do beijo no banheiro entre os dois e ás trocas de roupas, Sam e Michelle já estavam ficando sem paciência para a cabeça dura de ambus então resolveram cuidar de sua vidas, Sam começou a aprender o português era engraçado de se ouvir, nos USA as coisas se complicavam, mais Dean já resolvera que só voltaria para lá depois que seu filho acordasse, e Sam o apoio, falando em Sam ele e Michelle estavam realmente se entendendo, o tempo passou mais e e mais e já faziam cinco meses que os Winchester estavam no Brasil, claro que aconteceram algumas coisas em quanto eles estavam por lá, eles espantaram fantasmas em casarões antigos pela cidade, mais o foco era cuidar das irmãs Silva e do pequeno Jhon.

Mais foi nos exatos nove meses do sono profundo de Jhonata, que Nise e Dean resolveram ter uma conversa definitiva.

Trancados no quarto que agora Dean, Jhonata e Nise ocupavam, o casal finalmente se abrem um para o outro:

— Nise, gostaria de pedir desculpas, pelo mau que minha família vez a você, eu ainda estou muito aborrecido com meu pai, e sinceramente não sei se eu o perdoaria por tudo que ele nos fez. (Fala Dean sentando na mesma cadeira de plástico que ele utilizava para dar banho em Nise quando ela estava ainda impossibilitada de andar)

— Dean, o que seu pai fez, foi horrivel, não vou negar, eu seria uma hipócrita se fizesse isso, eu era nova de mais, boba de mais, destemida, e pensei vou ter uma família mesmo sabendo que um dia assim como você apareceu também desapareceria, então pensei, não vou jogar essa história no Dean, não eu ruminei e cheguei a conclusão que era melhor dar uma chance para você e seu pai se entenderem, porém tudo aconteceu tão rápido, que não tive tempo de falar coisa alguma, e logo eu estava ali sendo torturada, agredida e então o sangue e a dor foi tão forte que logo já não havia nada a contar para você, nem a ninguém. (Nise começou falando de modo forte, mais ao se relembrar da dar da perda de seu bebê, ela fala baixo, quase sussurrando e respirando cansado de maneira profunda, as lágrimas teimosas começavam a rolar)

— Nise, porque você não falou de uma vez, qual foi seu medo? (Pergunta Dean agoniado)

— Porque, porque eu ouvi sua conversa com seu pai, no dia em que ele chegou, eu ouvi a conversa, então o medo me dominou, eu só queria proteger o meu bebê. Mais falhei, assim como agora com o Jhonata. (Nise olha para o pequeno Jhonata que ainda não acordara)

Dean, voltou ao passado, e ás lembranças foram certeiras sobre aquele dia em que o pai chegou. E em seus olhos o pavor e a vontade de se dar uns bons socos na cara.

Lembranças Dean: — Pai, eu não vou embora, não posso mais viver longe dela, quero ter uma família com ela, amo você e o Sammy, mais Nise é o meu viver agora.

— Dean, esculta, presta atenção, olha o que aconteceu com a sua mãe, você realmente quer que aconteça a mesma coisa com a Nise? Pela sua cara de espanto, sei que não, então a gente vai fazer o que tem que fazer, e vamos embora, ou acredito que vai ser o fim da nossa família.

Agora, fique pronto e faça o que tem que fazer.

Fim das lembranças de Dean era como se tudo volta-se e no outro dia Dean descobriu tudo sobre o acordo de Nise, mais não entendeu seu recuo, depois de algumas semanas, era hora de ele e seu pai irem embora, mais Dean disse que não e acabou ficando, e tudo aconteceu até que seu pai retornou, e lhe falou algumas coisas, e Dean, acabou aceitando tudo que seu pai falara e então fez toda aquela merda.

— Dean, não quero mais falar disso, por favor, eu quero saber do agora, do hoje, o que teremos, quando nosso menino despertar? (Nise olha diretamente nos olhos de Dean)

— Eu, quero tentar, eu quero você e nosso filho, mais vai ter que ser do meu modo, e você sabe que eu vou ter que voltar para minha terra natal, e virei assim que puder, mais será que você está dispostas a me esperar? (Dean responde, sério, e com um medo na voz, só de ter a possibilidade de Nise lhe dizer não)

Tempos depois Ohayo — Massachusetts — USA:

— Dean, temos que ir para casa, falta pouco para os pequenos chegarem.

— Sim, mais três Winchester, e Jhonata está eufórico.

FIM.

Notas finais
Ai digam alguma coisa a está pseudo escritora, o que acharam querem a continuação? Esperando a respostas. Até mais. E Continuem a assistir SUPERNATURAL.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!