O caminho até Iowa foi longo, já estava noite quando chegaram ao cemitério.

— Por que temos que vir aqui a noite? Perguntou Cass.

— Não temos. Respondeu Dean, pegando um litro de gasolina, e uma caixa de fósforo.

— Então por que viemos? Perguntou Cass, olhando para o.céu.

— Cass ... Se você não parar com essas perguntas, vou enfiar essa caixa de fósforo, no seu traseiro angélical. Disse Dean, olhando para Castiel.

Castiel abaixou a cabeça, e sumiu.

— Você magoou ele. Disse Sam, começando a cavar o túmulo.

— Bebê chorão. Disse Dean, ajudando Sam a cavar.

— Dean ... você acha que Lúcifer, conseguiria escapar da jaula? Indagou Sam, se apoiando na pá.

— Se ele pudesse escapar, já teria escapado. Disse Dean, limpando o suor que escorria por sua testa.

— Talvez, ele tenha um plano. Disse Sam, colocando a mão na nuca.

— O Sam, para de pensar que.existe um " Complô Infernal", e cava. Disse Dean fazendo careta para o irmão.

Sam obedeceu o irmão, e continuou cavando.

Após um tempo cavando, eles finalmente chegaram ao cachão.

Dean, usando a pá, quebra o cachão, e encontra a ossada.

Ele joga a gasolina, e em seguida o fósforo.

Logo, a cova fica em chamas, e Dean sorri.

— Morra, vadia. Dean disse, olhando para as chamas.

— Tecnicamente, ela já está morta. Apenas o espírito dela vaga. Disse Sam.

— Vai se ferrar, seu nerd. Disse Dean.

Ele pegou a pá, e se dirigiu para seu carro.

Sam seguiu seu irmão, rindo da infantilidade do mais velho.

Os dois entraram no carro, e Dean logo ligou o som.

Rock You Like A Hurricane — Scorpions.

— Essa música é demais. Disse Dean, sorrindo.

— Concordo. Disse Cass, aparecendo no banco de trás, assustando os dois irmãos.novamente.

— Droga, Cass. Disse Dean. — Será que da pra parar de aparecer assim? Indagou fazendo uma careta.

— Desculpe-me. Disse Cass, olhando para frente. — Já terminaram o serviço aqui?

— Já. Mas não graças a você. Disse Dean.

— Dean. Disse Sam, repreendendo o irmão.

— Que foi? Ele tem que nos ajudar! Disse Dean, ligando o carro.

— Desculpe-me. Disse Cass, novamente.

— Cass ... Para de pedir desculpa. Isso irrita. Disse Dean, olhando fixamemte para a estrada.

— Recebi uma mensagem de Bob, temos um trabalho. Disse Sam, olhando para a tela de seu celular.

— Onde? Perguntou Dean.

— Overland. Respondeu Sam.

— O que foi dessa vez? Perguntou Dean.

— Hum...algum caso de vários assassinatos suspeitos. Respondeu Sam.

— Suspeitos? Como assim? Perguntou Dean.

— Os assassinos geralmente não entes próximos. Disse Sam.

— Quer dizer que sobrinhos, genros ou primos estão matando seus parentes? Perguntou Dean confuso.

— É, basicamente isso. Disse Sam.

— Vai ver eles ficaram com raiva porque não ganharam o presentes que queriam, ou no casos do genros eles apenas odiassem sua sogra, o que não seria surpresa. Disse Dean rindo.

Dean rindo olha para o rosto de Sam e percebe que ele estava sério.

— Ah, certo, vamos logo. Mas antes vamos passar em uma lanchonete primeiro. Disse Dean. — Tô morrendo de fome.

— E quando você não tá? Disse Sam com sarcasmo.

E então Dean pisa fundo no acelerador do Impala e junto os irmãos partem para sua próxima caçada.