Supernatural - O Retorno De Lúcifer

3 Capítulo 3 - Envy kills


Notas iniciais
BOOOAAA NOOOIIITEEE VIETNÃ \O/

~ Lê eu feliz ~

Boa leitura ... ^^

Dean e Sam haviam parado em uma lanchonete na entrada de Overland, pois Dean estava com fome.
– Então o que o Bob falou mais sobre esse tal demônio? Perguntou Dean tomando sua cerveja.
– Hum... algo sobre ele estar atacando seus parentes, eu te disse não foi? Perguntou Sam sarcaticamente.
– Aaah, é meesmo... Disse Dean que não parecia estar ouvindo uma palavra de Sam.
– Ei! Dean! Gritou Sam.
– Anh? O que? Aquela atendente é bem atraente. Disse Dean falando sobre a garota loira que estava os servindo.
Sam dá um sorriso.
– Como sempre... Disse ele.
– Bem, depois eu pego o telefone dela, vamos procurar um lugar e depois investigar a cidade. Disse Dean.
– Certo. Concordou Sam.

Trinta minutos depois, Dean e Sam entravam em quarto de algum Hotel de Overland, Missouri.
– Bem, eu vou me deitar um pouco. Disse Dean.
– É, eu também. Disse Sam, o que ele não disse é que estava temendo os pesadelos novamente.

Sam estava se sentindo dolorido, na verdade ele estava todo machucado, e ele olhou ao redor e viu Dean todo ferido ao seu lado segurando o colt com sua mão ensanguentado e olhando assustado para frente. Sam não sabia o que podia ser então resolveu olhar para onde seu irmão estava observando. Ele viu, um trono negro na sua frente, com uma cela quebrada ao lado. E uma espécie de escuridão cobria o trono, e no dessa escuridão olhos brilhantes surgiram.
– Irmão Winchester, você tiveram sorte em me prender na primeira vez, mas isso não acontecerá. Disse uma voz no meio da escuridão. — Eu, o grande Lúcifer matarei vocês dois.
– Heh, sério? Tente, eu vou chutar sua bunda demoniaca, daqui até um inferno seu desgraçado. Disse Dean.
Lúcifer sorriu alto.
– Ora, ora, se fazendo de durão, Dean Winchester. Vejamos o que você acha disso...
E de repente alguma pedra afida surge no meio do peito de Dean. O sangue escorrendo pelo ferimento e o olhar que antes era forte e destemido, agora estava assustado e surpreso.
– DEEAAAN! Gritou Sam, que tentou correr e alcançar o corpo do irmão, mas percebeu que estava preso.
– Viu? Sam Winchester.... Esse é o futuro que os aguarda... Dean será morto em um instante, enquanto você, como foi meu hospedeiro... Eu irei brincar com você até você desistir. Disse Lúcifer.
– Lúcifer desgraçado, eu vou acabar com você! Disse Sam.
E de repente tudo foi ficando fraco, até desaparecer. E Sam perceber que tudo não passou de um pesadelo.
– Ei acorde, bela adormecida! Vamos dá uma volta na cidade. Disse Dean.

(...)

– Cara ... Esse hamburguer tá demais. Disse Dean de boca cheia.

– Dean, para você, qualquer hamburguer é divino. Disse Sam fazendo cara de tédio.

– Hmm ... O Sammy ... não acha meio suspeito? Perguntou Dean, apontando para uma garotinha de no máximo 10 anos, que os encarava.

– É só uma garotinha. Disse Sam. — Se bem que um demônio não é muito exigente.

– Ela é apenas uma criança. Falou Cass, aparecendo atrás de Dean.

– Castiel. Para de aparecer atrás de mim. Disse Dean olhando com raiva para Cass.

– Des... Cass ia falar quando Dean o olha de uma maneira irritada.

– Se você falar " desculpe-me" de novo, eu vou enfiar esse hamburguer no seu nariz angélical. Disse Dean.

– Dean ... Nem tudo em mim, é angélical. Disse Cass olhando para o céu.

– Dane-se. Olha, aproveita que você está aqui, e nos ajude. Disse Dean.

– Como? Perguntou Cass.

– Ache o demônio, e nos diga onde ele está. Disse Dean.

– Não posso ajuda-los. Disse calmo. — Me chamam em outro lugar. Disse Cass, e depois sumiu.

– Mas que filho da mãe. Disse Dean.

– Vamos investigar. Disse Sam.

– Já não estamos fazendo isso? Perguntou Dean.

– Não exatamente. Respondeu Sam. — Melhor investigar. Disse Sam, colocando a mão no.bolso.

– Por onde começamos? Perguntou Dean.

– Pela sobrevivente. Respondeu Sam.

(...)

– Senhora Scott? Perguntou Dean, para mulher que estava deitada na cama de hospital.

– Sim, eu mesma. Quem são vocês? Perguntou a mulher.

– Detetive Harry e detetive John. FBI. Dean disse, mostrando o distintivo.

– O que querem? Indagou a mulher.

– Só queremos fazer algumas perguntas, respondeu Sam.

– Mais? Disse a mulher.

– É ... Bem, passaram o caso para nós, e temos que investigar. Disse Dean.

– A senhora poderia nos dizer, o que viu? Disse Sam.

– Vi meu filho de 19 anos, sendo assassinado pelo meu filho de 14 anos. Disse a mulher, olhando diretamente para Sam.

– E o que mais a senhora viu? Perguntou Dean, sorrindo.

– Vi meu filho vindo em minha direção, com uma faca de cozinha, e seguida vi ... ele enfiando a faca em sua própria garganta. Falou a mulher, abaixando a cabeça.

– E o que mais? Perguntou Sam, percebendo que a mulher escondia algo.

– Eu ... Bem ... Vai parecer loucura. Ela olhou para Sam, que a incentivou a falar. — Uma fumaça preta saiu da boca dele, quando ele estava no chão, morto. Ela suspirou.

Os irmão trocaram olhares rápidos, e logo Dean ajeitou sua gravata.

– Havia algum motivo, para seu filho querer matar você? Perguntou Dean.

– Bem, talvez. Ele tinha inveja da minha relação, com o irmão dele. Disse a mulher.

– Inveja? Perguntou Sam.

– Eu e ele tínhamos uma relação conturbada, não nos davamos muito bem ... Mas eu e meu filho mais velho, nos davamos muito bem. Disse a mulher, começando a chorar.

– Obrigado pela atenção, senhora. Melhoras. Disse Sam dando um meio sorriso.

Os dois saíram do hospital, e foram em direção ao Impala 67 dos dois.

– Então, o que acha? Perguntou Dean.

– Um demônio, que possui pessoas invejosas, e faz com que ela mate pessoas. Disse Sam.

– Hmm. E como saber quem será a próxima vítima? Perguntou Dean.

– Ótima pergunta. Respondeu Sam