Supernatural - O Retorno De Lúcifer
2 Capítulo 2 - Next Hunt
O caminho até Iowa foi longo, já estava noite quando chegaram ao cemitério.
— Por que temos que vir aqui a noite? Perguntou Cass. — Não temos. Respondeu Dean, pegando um litro de gasolina, e uma caixa de fósforo. — Então por que viemos? Perguntou Cass, olhando para o.céu. — Cass ... Se você não parar com essas perguntas, vou enfiar essa caixa de fósforo, no seu traseiro angélical. Disse Dean, olhando para Castiel.Castiel abaixou a cabeça, e sumiu.— Você magoou ele. Disse Sam, começando a cavar o túmulo. — Bebê chorão. Disse Dean, ajudando Sam a cavar. — Dean ... você acha que Lúcifer, conseguiria escapar da jaula? Indagou Sam, se apoiando na pá. — Se ele pudesse escapar, já teria escapado. Disse Dean, limpando o suor que escorria por sua testa. — Talvez, ele tenha um plano. Disse Sam, colocando a mão na nuca. — O Sam, para de pensar que.existe um " Complô Infernal", e cava. Disse Dean fazendo careta para o irmão.Sam obedeceu o irmão, e continuou cavando.Após um tempo cavando, eles finalmente chegaram ao cachão. Dean, usando a pá, quebra o cachão, e encontra a ossada. Ele joga a gasolina, e em seguida o fósforo. Logo, a cova fica em chamas, e Dean sorri.— Morra, vadia. Dean disse, olhando para as chamas. — Tecnicamente, ela já está morta. Apenas o espírito dela vaga. Disse Sam. — Vai se ferrar, seu nerd. Disse Dean.Ele pegou a pá, e se dirigiu para seu carro. Sam seguiu seu irmão, rindo da infantilidade do mais velho. Os dois entraram no carro, e Dean logo ligou o som. Rock You Like A Hurricane — Scorpions. — Essa música é demais. Disse Dean, sorrindo. — Concordo. Disse Cass, aparecendo no banco de trás, assustando os dois irmãos.novamente. — Droga, Cass. Disse Dean. — Será que da pra parar de aparecer assim? Indagou fazendo uma careta. — Desculpe-me. Disse Cass, olhando para frente. — Já terminaram o serviço aqui? — Já. Mas não graças a você. Disse Dean. — Dean. Disse Sam, repreendendo o irmão. — Que foi? Ele tem que nos ajudar! Disse Dean, ligando o carro. — Desculpe-me. Disse Cass, novamente. — Cass ... Para de pedir desculpa. Isso irrita. Disse Dean, olhando fixamemte para a estrada. — Recebi uma mensagem de Bob, temos um trabalho. Disse Sam, olhando para a tela de seu celular. — Onde? Perguntou Dean. — Overland. Respondeu Sam. — O que foi dessa vez? Perguntou Dean. — Hum...algum caso de vários assassinatos suspeitos. Respondeu Sam. — Suspeitos? Como assim? Perguntou Dean. — Os assassinos geralmente não entes próximos. Disse Sam. — Quer dizer que sobrinhos, genros ou primos estão matando seus parentes? Perguntou Dean confuso. — É, basicamente isso. Disse Sam. — Vai ver eles ficaram com raiva porque não ganharam o presentes que queriam, ou no casos do genros eles apenas odiassem sua sogra, o que não seria surpresa. Disse Dean rindo. Dean rindo olha para o rosto de Sam e percebe que ele estava sério. — Ah, certo, vamos logo. Mas antes vamos passar em uma lanchonete primeiro. Disse Dean. — Tô morrendo de fome. — E quando você não tá? Disse Sam com sarcasmo. E então Dean pisa fundo no acelerador do Impala e junto os irmãos partem para sua próxima caçada.
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