Supernatural: Eternal Flame
24 Hooper Colorado
Precisavam descansar um pouco após horas na estrada, ainda tinha um pequeno percurso para chegaram à cidade determinada. Bom, estava escurecendo e pararam em um hotel pra passarem a noite, pessoas normais até fariam isso na verdade, mas caçadores dormem apenas suas quatro horas necessárias antes de cair novamente na estrada.
Ao adentrar o apartamento Carter jogou sua mochila sobre a mesa, e Julianna não fez diferente.
– Com que quarto você vai ficar? — Pergunta Carter exausta, querendo ir dormir logo, estava enjoada de tanto tempo que passou naquele carro, e isso não é nenhuma novidade.
– Tanto faz — Respondeu, dando de ombros.
Então se dirigiu ao quarto menorzinhos, e se jogou na cama batendo com o cotovelo no criado mudo ao lado da cama.
– Droga — murmura.
– Mudei de ideia, eu quero esse quarto! — Ouve Julianna dizer, revira os olhos e retruca:
– Então sonhe com ele, ok?
[...]
( Carter ) Sonho On :
Desta vez o cenário era diferente uma loja com brinquedos enormes, Carter olhava ao redor prestando atenção nos mínimos detalhes. Se via em um corredor comprido que parecia não acabar nunca, tipo aqueles corredores de filmes de terror, que no fim tem uma escada que leva para algum lugar sinistro onde monstro ataca a vitima. O que mas chamou lhe atenção, foram aquelas bonecas gigantescas no topo das prateleiras daquele corredor. Lembrou daquele filme do Chuck, e riu de si mesma. Cada absurdo que passava pela sua mente, não deveria assistir tantos filmes de terror, assim. E parar de se distrair tanto, anotado!
Voltando a sua atenção para o corredor, avistou duas das bonecas cujo não estava encaixotada como as outras, permaneciam de pé no fim do corredor, Carter não podia ve lás muito bem graças aquela distancia.
Se aproximando delas, reconheceu pelas vestes que aquelas não eram bonecas, apenas aquela menininha loira, que não calçava ainda, uma de suas sapatilhas. Já o outro era um garotinho, de camiseta verde com listras pretas, segura um bonequinho na mão, mas não o reconhecia também.
A garotinha pegou na mão do menininho ao lado e ambos saíram correndo, Carter tentou segui-los já que não sabia o que fazer nessa bendita loja e não se lembrava de como sair, nem de ter entrado e para deixar as coisas mas macabras não tinha ninguém comprando naquele lugar. Quando se deu conta, os perdeu de vista, olhava ao redor em uma tentativa falha, de localiza los. Não se sentia confortável em corredores compridos como boa fanática de filmes de terror, começava a ter paranoias. Sabe filmes de susto são super legais... até que se descobre que a maioria deles são fatos reais. — Pensou Carter.
Sentiu algo que há incomodava, no seu calçado só então foi lembrar que tinha guardado uma arma ali, bom deduziu que essa poderia ser necessária. levantou a arma e deu curtos passos pelo corredor, não tinha noção do que poderia acontecer por aqui.
Ouvindo um barulho atrás de si, gelou. Droga, sabia que esse lugar estava vazio de mas — pensou.
E para piorar, não da de cara com o que esperava, não tinha Chuck algum. E sim um homem gordo e forte, vestia um macacão cinza de mecânicos e a sua boca espumava. Correu em direção à Carter, que não perdeu tempo observando todos os detalhes físicos que aquela coisa tinha nem se quer viu direito de que monstro se travava...
Sonho Off
[...]
Castiel e os meninos haviam voltado a casa de Bobby, acharam as famosas pragas apocalípticas em uma pequena cidade no Colorado. Queriam ver se Bobby sabia de alguma coisa, mas não tiveram sinal algum do velho caçador nem de Carter ou Julianna. O telefone de Bobby estava fora de área.
– Acha que ele há levou para...- Sammy interrompeu Castiel, dizendo :
– Não, claro que não. É o Bobby daqui a pouco eles voltaram.
– É uma pena, mas não podemos ficar aqui, no caminho a gente liga de novo, ou o Cass bate as asinhas e vem até aqui. — Fala Dean com pressa, mas ao ver os olhares surpresos em cima dele, continua. — É serio tem algo mas grave acontecendo na droga do colorado, não podemos ficar esperando aqui até eles voltarem, o nosso caminho é longo. Mas se não conseguimos entrar em contato com o Bobby no caminho voltamos, ok?
Ambos concordaram com a cabeça, e voltaram ao impala 67 rumo ao colorado.
[...]
Na entrada da cidadezinha de Hooper, as garotas veem uma barreira feita com veículos grandes e alguns homens armados. Um homem loiro, com uma jaqueta verde escuro, típica de Dean Winchester caminha até o carro delas, pede com educação para que saiam do carro e o deixem revista lás.
– Estão limpas — Grita ele para os outros homens.
– Porque essa barrei.... — Antes que Carter terminasse de falar, ele joga água encima delas. — Agua benta? — Deduz ela.
– Droga! Cara da pra avisar? — Pergunta Julianna estressada com aquela atitude, mas era uma coisa fácil de se deduzir obviamente a cidade não estava em ótimas condições, pelos presságios e as pragas do apocalipse.
– São caçadoras!? — Diz o rapaz aliviado.
– Novata — Carter levanta as mãos em sinal de rendimento, ele apenas sorri.
– Nos também, tivemos de aprender a sobreviver de algum jeito. — Ela até perguntaria o porque, mas ao tentar ver além dos grandes veículos usados como barreira, a cidade estava devastada pelo pouco que viu. — São proibidos carros aqui, então teremos uma queima de calorias até o refugio.
– Porque? — Pergunta Julianna confusa.
– Há muitos acidentes, existem demônios espalhados pela cidade.
O rapaz explicava tudo enquanto elas o acompanhavam, passaram por uma ponte quebrada e isso explicava coisas como, o fato dessa cidade não ter virado noticia. Carter começou a diminuir os passos para ficar mas atrás deles, e prestar atenção no quão devastada estava aquela cidade, placas caídas, janelas quebradas e carros cobertos por gafanhotos. Parecia ter tido uma guerra por aqui, si bem que é mas ou menos isso.
Algum tempo de caminhada depois, e finalmente chegaram ao tal refugio, uma igreja. Cujo tinha armadilhas para demônios na entrada e sal nas portas e janelas, fora mais homens armados.
– Isso mesmo, uma cidade de caçadores — Diz o rapaz, Carter ficou surpresa e desapontada ao ver crianças contribuindo com aquilo, até que vendo isso poderia entender o ponto de vista dos Winchester's. — Aproposito, eu sou Caio, se precisarem de algum auxilio estarei trabalhando com munições pras armas lá nos fundos. Não tem como errar o lugar!
Tanto Carter quanto Julianna estavam meio que perdidas naquele local, sem saber direito por onde deveriam começar. Até que gritos chamaram sua atenção. Uma mulher ruiva vestida de branco esperneava querendo sair daquela igreja, enquanto dois homens tentava acalma lá.
– Eu quero meu filho.
Decidiram esperar que a moça se acalmassem antes de se oferecerem para prestar seus serviços, de... Resgate.
[...]
No impala, havia um grande silêncio. Castiel acompanhava os Winchester's no banco de trás de carro, estava inquieto.
– Hey, Cass tudo bem ai atrás? — pergunta Dean olhando pelo retrovisor interno do carro.
– Bobby, atendeu o celular? — pergunta Cass.
– Eu estou tentando ligar mas não atende — Responde Sam, jogando o telefone dentro do porta luvas.
O anjo se contorceu de dor um pouco, havia algo errado com ele. Não sabia direito o que era... Na verdade suspeitava, tinha quase certeza, algo relacionado a sua queda.
– Você acha que eles foram caçar? — pergunta Dean, segurando o volante com mas força.
– Porque Bobby mentiria? — Sam tinha quase certeza que a resposta era sim, foram. Mas conhecia melhor do que ninguém Dean Winchester, e quem gosta de escanda los?
Castiel ainda não depositava cem por cento de confiança nos humanos, em Carter bem, ele não sabia até que ponto ir quando se tratava dela, a algum tempo atrás até poderia continuar dizendo que a conhece melhor do que ninguém, mas agora aquela garota simples e sozinha tinha desaparecido está diferente. E não, não é mais madura, isso que o preocupava.
– Qual o lance Cass? — Pergunta Dean, com um sorriso no rosto, reconhecia aquele olhar, assim como Sammy também conhecia.
– Nenhum.
– Qual é? Conta quem é? — Insistiu, o que chamou a atenção de Sam que revirou os olhos reprovando o irmão :
– Cara, ele é um anjo.
– Um anjo caído, tem mas que aproveitar, mulheres...- Antes que terminasse de falar, ouviram um barulho de... Asas no banco de trás. O anjo não estava mas ali.
– Você assustou ele. — Fala Sammy.
[...]
Aquela moça que a poucos instantes gritava e implorava por ajuda, agora estava sentada em um banco simplesmente rezando de cabeça baixa. Carter não queria parecer indelicada e interromper a oração da moça, sentou-se ao lado dela esperando à erguer a cabeça novamente.
– Olá?
– Oi... — Tentou dizer a ruiva, mas saiu como um soluço, porem deu de entender o que ela disse.
– Eu, quero ajudar... Quem é seu filho? — Carter não sabia bem o que dizer e não achou muito sutil ir direto ao ponto. Mas a moça há lançou um olhar esperançoso.
– Arthur.
– E onde o viu pela ultima vez? — Pergunta, fazendo sinal pra que Julianna se aproximasse.
– Antes de vir para cá... E-ele queria um boneco... Ben 10. estávamos próximos a uma loja de brinquedos, na verdade aquela era a maior impressa dessa cidade, ocupa grande parte dela. Um desperdício de terreno. — Diz ela, enxugando o rosto.
Arthur, deveria ter uns oito anos pela descrição que a moça deu. Não perderam tempo e foram imediatamente procurar a tal loja não deveria ser difícil acha lá, já que ocupa grande parte do terreno da cidadezinha.
– Então, como conheceu os meninos? — Julianna tenta puxar assunto, detestando aquele silencio enquanto caminhavam.
– Pelo Cass, e algumas semanas depois de te lôs conhecido aparecem na minha casa, dizendo que eu devia vir com eles, me falaram na possibilidade de que Cass estar morto. — Respondeu Seca, sem demonstrar emoção alguma em sua face.
– E porque diabos eles disseram isso? Porque você confiou em quem não conhecia? — Pergunta a caçadora, mas em tom de reprovação.
– A principio eu não confiava neles, mas o Cass sim. Chega de perguntas ok?
– Só mas uma! Passando tanto tempo com os garotos, nunca reparou em algum deles? Bom, uma mulher no meio de três homens?
– O que? — Aquela pergunta fez com que Carter parasse de caminhar imediatamente e encarasse Julianna.
– Dean, você não acha ele lindo? — Pergunta ela, em uma tentativa falha de disfarçar.
– Entendi aonde quer chegar — Diz rindo — Você está... afim do Dean?! Dean Winchester.
– E você?- Pergunta novamente, não gostaria de concorrência, muito menos quando se trata de homens, sendo que ela realmente gostava de Dean Winchester aquele cara meio galinha, com todos os defeitos e qualidades.
– Não, fique fria não sinto nada pelo Dean. E eu não passo o tempo todo no meio deles. Eu fico na casa do Bobby, na verdade não os conheço muito bem, só tenho a dizer que o Sammy é super gentil comigo e o Dean um tremendo babaca.
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