Notas iniciais
Está aí mais um capítulo.
Espero que gostem.
Quero Reviews hein....
*--*

A garota estava sentada, com um terço na mão e uma biblia na cabeceira. Ao ouvir a porta, a garota se virou para ver quem era. Os irmãos viram arranhões em quase todo o corpo da garota. Porém sua expressão era serena, tranquila.

- Essa garota é piradinha ! — sussurou Dean antes de se aproximarem.

- Desculpe o incomodo senhorita Parker, somos do FBI. Eu sou o agente Benneth e esse... - Sam aponta para Dean. — ...é o agente Doson. Viemos lhe fazer algumas perguntas.

- Mais perguntas? Eu já falei com a polícia. — reclamou a garota. — Eles disseram que estou louca, de que adianta falar? Ninguém acredita.

- Nós acreditamos. Só queremos mais detalhes, fale novamente o que aconteceu.

A garota hesitou, mas acabou cedendo.

- Eu e Brady estavamos no armário de vassouras quando... - Dean a interrompeu.

- No armário de vassouras?

- é que eu e o ... Brady... estavamos ... estudando. — explicou a garota.

- Estudando... - Dean ocultou o riso, dando uma breve tossida. — Continue.

- Estavamos lá quando aconteceu. Uma espécie de luz apareceu do outro lado. Uma onda de pavor me tomou sabe? Fiquei morrendo de medo. Brady também sentiu. Ele saiu para ver o que era, mas assim que ele abriu a porta, uma coisa pegou ele. No inicio eu não vi como era mas, quando voltou para me buscar, eu pude ve-lo. Ele tinha corpo de homem mas, era muito estranho e tinha asas enormes e negras. Como de um morcego. Ele chegoua me pegar mas, antes de alçar voo, um clarão apareceu no céu e alguma coisa lançou aquilo longe. Porém antes de ir embora, vi algumas coisas de relance. Uma espécie de asa branca como uma pomba. Depois eu apaguei. - terminou a garota.

- Apagou?

- Na verdade, desmaiei. — admitiu ela.

- Não se lembra de mais nada?

- Não. Só me lembro de acordar no hospital. Para você saber, nem me lembro bem como consegui esses arranhões. — ela gesticulou para o proprio corpo.

- Isso é tudo. Sei que é dificil relembrar, mas agradecemos por ter nos contado... novamente. — Disse Sam.

Dean foi indo para a porta, quando a garota disse.

- Vocês acham que Brady está vivo?

Sam não respondeu, mas DEan foi direto.

-Não sabemos, mas iremos procura-lo.

Ao sairem do quarto, Dean ainda estava duvidando do anjo. Não podia ser um arcanjo, eles nunca fazem nada.

- Isso não prova que é um anjo. — Dean argumentou

- É a melhor teoria que temos, e Castiel confirmou. Porém se existem quatro arcanjos, como pode um anjo normal fazer aquilo que só esses quatro podem?

- Se dependermos de ajuda "celestial", não vamos descobrir nada. É por nossa conta dessa vez Sammy. Cabe a nós matar aquela coisa e encontrar o "anjo misterioso". Se é que ele existe. - acrescentou Dean.

- Se existe alguma coisa, vamos achar. — respondeu Sam.

Os irmãos Winchester foram até o carro, mas antes de entrarem, Dean colocou os braços em cima do carro, olhando para Sam.

- Você reparou naquela garota? Aquela estagiária? Daniella.

- O que tem ela? — perguntou Sam, parando no outro lado.

- Para alguém que trabalha naquele lugar, ela sumiu bem rápido não?

- Talvez. Mas ela não é prioridade Dean.

- Eu sei. Acho melhor irmos. TEm algo que quero saber.

Dean entrou no carro. Sam sorriu e entrou em seguida. Durante o trajeto, pois estavam procurando um hotel, Dean começa a pensar alto.

- Aquela garota... tem alguma coisa nela. Sei lá. — disse.

- Dean, ela é só uma estagiária.

- Não é isso Sam... a quer saber, liga seu computador quando chegarmos. Procura alguma coisa sobre ela. — Dean avista um hotel na beira da estrada. — Ali, vamos ficar aqui mesmo. Você pega o quarto. — Dean estacionou o carro em uma das vagas.

Dean sai do carro, seguido por Sam. O hotel era simples como todos os outros. Ele foi até a recepção, que era bem pequena. Apenas um balcão e algumas cadeiras.

-Humhum...- ele pigarreou, pois não havia ninguém.

- Desculpe. — uma mulher saiu por uma porta, enrolada em uma toalha. Os cabelos estavam molhados. — Estava no banho, e meu filho não esta. Posso ajuda-los?

- Eu queria um quarto para duas pessoas. — respondeu Dean meio retardalhado com a cena.

- Está com sorte, temos um. — ela pegou a chave para entregar. Ela ergueu a mão e olhou Dean de cima a baixo. Dean ergueu a mão também. A mulher entregou a chave mas, deixou sua mão pousada sobre a dele. — Se precisar de alguma coisa, qualquer coisa, pode me procurar.

- Eu posso até aceitar. — ele sorriu, piscou e se retirou.

Notas finais
Mesmo não tendo muitos Reviwes, postei mais um capítulo.
Mas peço, deixem né.
Agradeço a quem já deixou, continue lendo, muitas suspresas estão por vir.