Supernatural: A Batalha Contra Lúcifer
1 Capítulo 1 - A descoberta do plano de Lúcifer
Notas iniciais
Era uma manhã ensolarada, o sol deslumbrava-se através da janela, Sammy, além de usar calça jeans, uma blusa xadrez (azul com branco) com um casaco marrom por cima e botas, continuava com seus cabelos que não sei nem definir o que era aquilo, já estava de pé na frente do computador. Nerd!
- Alguma novidade?
- Não. – respondeu Sammy, ainda olhando para o computador.
- Sabe... isso é muito estranho. – disse sentando-me na mesa e abrindo o pacote de uma torta que havia comprado em uma padaria logo na esquina.
- Também acho. – concordou Sammy. – Está tudo tão quieto.
Concordei com a cabeça sem parar de comer aquela deliciosa torta. Estava tão concentrado na comida que quando Sammy soltou uma gargalhada, pulei da cadeira.
- Que droga, Sammy! – exclamei irritado enquanto Sammy continuava a rir. — Está rindo de quê?
- Nada não. – respondeu Sammy. Já passava pela minha cabeça o motivo do que ele estava rindo.
- Ah, qual é Sammy, não me diga que já está conversando com a Alex!
- Estou... só que não. – respondeu Sammy, rindo mais ainda se dirigindo à mesa para comer, eu não entendi nada.
Liguei o rádio que ficava do lado da cama e me deitei, ouvimos o rádio com finalidade de escutar algum acidente, mais não havia nada. Isso era bastante estranho e ao mesmo tempo bom.
Anoiteceu e nada de ruim tinha acontecido. Sammy havia saído com Alex, sua atual namorada, até que era bonitinha, mais não concordava com esse namoro, devido ao nosso trabalho. Já era dez e meia e nada de Sammy voltar, abri a televisão, e mudei para o canal em que estava passando o jornal, nenhum acidente era nosso tipo de caso. Resolvi ir para o computador, já estava ficando entediado, acessei meu site preferido, o das Asiáticas Peitudas, sendo que isso não era novidade, sempre acessava quando Sammy não estava por perto. Assim que o site carregou, o infeliz chega com Alex.
- Olá Dean! — disse Alex me cumprimentando. Tinha cabelos pretos e lisos sobre o ombro com uma franja cobrindo sua testa, usava uma blusa rosa que cobria seus braços com uma jaqueta preta por cima e uma saia jeans com uma meia preta e botas. Seus olhos eram como o oceano de tão azuis e tinha um tom de pele claro.
- Oi Alex. Tudo bem? – respondi gentilmente, com um sorriso forçado.
- Dean, me empresta seu carro para dar uma carona à Alex até a casa dela? – perguntou Sammy com a maior cara de pau, ele sabe que eu NUNCA emprestaria meu bebê.
- Claro! – respondi forçadamente entregando-lhes às chaves.
Quando saíram tive vontade de estrangular Sammy, mais isso não foi possível, infelizmente. Sabia que Sammy só ia chegar pela manhã, então resolvi tomar um banho e dormir.
Acordei com a cara do Cass bem em cima de mim, com seu famoso casaco cinza, dessa vez estava chovendo.
- Cass! Já disse para parar de fazer isso! – disse irritado sentando-me, tentando abrir meus olhos.
- Desculpe. – respondeu Cass, sentando- se na beirada da cama de Sammy.
Olhei para o relógio que ficava ao lado da cama e ainda eram 5 horas!
- Não acredito que me acordou cinco horas da manhã! O que você quer? – disse furioso.
- Dean, preciso contar-lhes uma coisa.
- Que coisa?
- Sobre Lúcifer.
- Lúcifer? Pensava que ele havia...
- Não, não, ele está planejando um ataque contra todos. – disse Cass interrompendo-me. – Onde está Sam? – concluiu Cass olhando de um lado para outro.
- Sammy está com Alex desde ontem. Como assim um ataque? – disse me virando em direção à ele.
- Ainda não descobri. Mais não deve ser nada bom. Quem é Alex?
Cass havia passado umas semanas sem nos ver, estava ocupado, cumprindo suas missões e não sabia quem era Alex.
- É a namorada de Sammy. Tenho que ligar para ele e avisar.
- Namorada? – perguntou Cass, entortando a cabeça, como se fosse um gato, mas o ignorei e liguei para Sammy.
Tentei mais de duas vezes e nada.
- Cass, o Sammy não atende.
- Já volto. – respondeu Cass.
- O quê? Não, espera, espera! – gritei tentado o impedir mais já era tarde demais, Cass já tinha ido. – Filho da mãe!
Virei-me e fui em direção à cozinha, abri a geladeira, inclinei-me e peguei uma cerveja. Fechei a porta da geladeira e quando virei-me, lá se estava Cass com Sammy dormindo ao lado.
- Muito bem Cass. – elogiei Cass, ele fez certo.
Cass colocou Sammy em sua cama e o acordou da mesma maneira que havia me acordado.
- Cass?... Dean? – disse Sammy meio atordoado, devia ser horrível dormir em um lugar e acordar em outro.
- Sammy, Lúcifer está planejando nos atacar.
- O que? Mais ele não estava...
- Não, não, ele está planejando atacar todos. Precisamos fazer algo. Cass, como podemos ajudar? – perguntei me dirigindo com o olhar à Cass.
- Vocês precisam o impedir de libertar os Cronos. – respondeu Cass super sério como sempre.
- Quem são os Cronos? – perguntou Sammy sentando-se com dificuldade.
- São seres que vivem no subsolo, são muito poderosos, dificilmente de derrota-los.
- E como podemos impedi-lo? – perguntei preocupado.
- Vocês precisam encontrar a chave do portal principal antes dele. E isso é bastante perigoso.
- E onde é que fica a chave e o portal? – perguntou Sammy ajeitando seus cabelos, que para mim isso ali não é cabelo, se eu pudesse pegar uma tesoura, eu juro que...
- O Portal é o de menos, temos que nos preocupar com a Chave. – concluiu Cass.
- E onde achamos a Chave? – perguntei.
- A Chave está em um lugar muito distante, em um lugar que proíbe a entrada de Anjos e Demônios.
- E como Lúcifer... – tentei perguntar e logo Cass me interrompeu.
- As únicas pessoas que podem entrar são os humanos.
- Mais poucos humanos são capazes de fazer coisas assim, muitos nem sabem o que está acontecendo e que existe. Como Lúcifer vai conseguir pegar a chave? – perguntou Sammy.
- Eu não sei. – respondeu Cass, seu rosto parecido um pouco preocupado.
- Vamos descobrir! Vamos achar essa chave antes dele e impedi-lo de libertar os Cronos. Só preciso saber como chegar até a chave. Cass mãos a obra! Explique-me como devemos chegar até lá! – exclamei com entusiasmo.
- Dean, não é tão fácil como parece. O caminho até a chave são caminhos perturbadores. E você já foi para dois deles. – respondeu Cass cortando meu barato.
- Como assim, eu já fui para dois deles? – perguntei assustado.
- Purgatório e Inferno.
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