Notas iniciais
DEMOREI MAS FIZ

Amanheceu e Levy acordou, com a magia da pedra que estava exposta na mesa ela se transformou numa fada "maior" e usou o poder para "construir" um café da manhã cheiroso, com doces e bebidas que apenas fadas eram aptas a confeccionar, a essa altura ela já havia se vestido, Gajeel farejava o delicioso cheiro mas recusava-se a levantar, lembrando-se de como a noite foi maravilhosa com a amada, sem perceber Jose se aproximou abrindo a porta, ao ver a jovem livre e usando magia o homem tentou acerta-la com uma flecha ferro, mas foi impedido por Gajeel que a agarrou no ar e comeu, Jose via o olhar malígno do jovem príncipe e o velho se encolheu, suplicando

– P-perdoe-me senhor... Eu achei que...

– Você não deve achar nada. — Gajeel transformou o braço em ferro, as enormes unhas perfuraram superficialmente a garganta do homem que já arfava de medo, Gajeel não ia poupa-lo mas Levy o abraçou, impedindo-o, encenando uma submissão a fada disse:

– Senhor, creio que ele não queria infringir suas ordens. — Levy olhava para baixo, Gajeel fez o que a menor queria e o largou, agarrou a princesa fada possesivamente e bufou, soltando o homem contra a sua vontade. Jose suspirou e assim que foi posto no chão ajoelhou-se.

– P-perdão meu príncipe... — Gajeel encarou ele.

– Se minha n... Meu bichinho não estivesse aqui eu te mataria agora. — Ele pegou a outra flecha que ele levava na cintura e comeu. — Se traumatiza-la ela será menos eficiente na cama, comigo. Então avise a TODOS. — Ele pegou a espada que estava encostada numa parede e a ergueu. — O PRÓXIMO QUE TENTAR TOCA-LA OU MACHUCA-LA VAI SER EXECUTADO EM PRAÇA PÚBLICA JUNTO COM A FAMÍLIA.

– S-sim senhor... — Jose se levantou e o príncipe moreno fez um gesto para ele ir embora, e esse o fez, extremamente assustado, assim que ele se foi Gajeel se sentou, suspirando.

– Ninguém merece... — Gajeel abriu os braços, convidando a jovem fada que aceitou e imediatamente acomodou-se no colo do grande dragão. — Viu o que eu passo por você baixinha ?

– Desculpa ... — A azulada abaixou a cabeça e o moreno sorriu, abraçando-a e beijando a testa da pequena.

– Só desculpo por que te amo — Ele riu, logo levou um tapinha. — Ei !

– Shiu. Coma logo. — Ele olhou aquilo e pos-se a comer sem dó, ele acabou rápidamente com aquilo e sorriu, Levy pegou os livros e mostrou a ele partes destacadas , enquanto comia o resto de um bolo ele leu, era um feitiço de petrificação que atingia dragões do mais alto nível, ele leu aquilo e se surpreendeu.

– Então... Isso...

– Pode ter sido usado para petrificar os reis dos dragões. — Ela interrompeu o maior, lendo aquilo.

– Droga... — Gajeel bufou. — E qual é o anti feitiço ?

– Como posso dizer... — Levy suspirou. — Não tem um anti feitiço.

– BOSTA ! COMO VOU SALVAR MEU PAI ASSIM ?! — Levy o abraçou.

– Calma... — Levy usou uma magia que o acalmou. — Nem sabemos se foi isso... E ... Qualquer coisa... Podemos escrever um anti feitiço..! — Levy beijou a cabeleira dele e se transformou numa mini fada, se emaranhando na juba dele, exaurida.

– Cansada..? — Ele perguntou acariciando a fadinha.

– Sim... — Ele beijou a ponta do dedo e colocou o dedo na testinha da fada que adormeceu. No dia seguinte ele havia juntado alguns livros para ambos estudarem, Levy levantou e viu o homem com uma xícara de café na mao e um livro na outra, lia sobre a formação da sociedade das fadas e dos dragões, sem muito receio a fadinha voou até o ombro dele e se sentou ali, ele notou e continuou a ler porém largou o café acariciou a menina, os dois passaram a manhã estudando, a tarde Gajeel foi treinar e a levou junto, Rogue, irmao de Gajeel olhava aquilo com receio, tinha medo do que aquilo podia acarretar, era melhor amigo e confidente do principe herdeiro, saia da nova paixão, observava atento o irmão treinar quando alguém tocou-lhe o ombro.

– Venha comigo.

Notas finais
Coomentem
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.